Neurociências

Pesquisadores do Centro de Estudos em Estresse Oxidativo (CEEO), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), descobriram que as inflamações causadas pela esquistossomose ocasionam um dano cerebral similar a doenças neurodegenerativas como o Alzheimer. O laboratório da UFRGS estuda mecanismos bioquímicos que atuam nas causas da neurodegeneração em doençasLeia mais

Cientista segurando uma pipeta e um tubo de ensaio

O glutamato, um aminoácido que age como neurotransmissor e repassa o estímulo elétrico entre as células neurais, é essencial para a vida em condições normais. Se torna tóxico, porém, em grande quantidade, principalmente quando há doenças cerebrais como isquemia, Alzheimer, Parkinson, entre outras. Em estudo publicado na revista Molecular Neurobiology,Leia mais

cientista utilizando uma pipeta e tubos de ensaio

O Transtorno Bipolar é uma doença que acomete o sistema nervoso dos pacientes. Nela, acontecem episódios em que o indivíduo fica muito deprimido ou muito agitado, e casos de insônia também são comuns. Durante esses episódios, chamados de mania, acontecem alterações no cérebro e no corpo dos pacientes. A doençaLeia mais

Eduardo Zimmer falando enquanto mostra um slide no computador, com uma imagem de um cérebro e a frase "Entendendo as imagens por PET"

Pesquisas recentes em torno da imagiologia cerebral (o estudo dos diversos tipos de imagem feitas do cérebro) questionam as interpretações feitas até então sobre quadros degenerativos como o Alzheimer. Participante ativo dessa empreitada, o pós-doutorando em Bioquímica na UFRGS Eduardo Zimmer explicou como as novas descobertas que ajudou a fazerLeia mais

Pés de três pessoas dançando sapateado

Como o cérebro interpreta diferentes tipos de ritmos executados por um bailarino de sapateado? Essa é a pergunta que a licenciada em Dança Camila Schlichting buscou responder na sua pesquisa “Considerações Neurológicas Sobre o Ritmo no Sapateado Americano”. O estudo faz um paralelo da atividade do sapateador e do músicoLeia mais

Exercícios físicos em intensidade moderada podem reduzir os danos causados por isquemia cerebral, potencializar a expressão gênica, melhorar a memória e até aumentar a ativação de enzimas que atuam contra a Doença de Alzheimer.  Essas foram algumas das descobertas de pesquisas que investigam o efeito neuroprotetor de atividades físicas emLeia mais