{"id":920,"date":"2017-02-03T17:04:35","date_gmt":"2017-02-03T19:04:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/?p=920"},"modified":"2017-03-01T17:10:57","modified_gmt":"2017-03-01T20:10:57","slug":"pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/","title":{"rendered":"Pesquisa investigou a preval\u00eancia de hipertens\u00e3o arterial em comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul"},"content":{"rendered":"<p>A hipertens\u00e3o, frequentemente chamada de press\u00e3o alta, consiste na press\u00e3o arterial igual ou maior que 140\/90 mmHg (14 por 9). Quando o cora\u00e7\u00e3o bate, ele contrai e bombeia sangue pelas art\u00e9rias para o resto do corpo, exercendo uma for\u00e7a sobre as paredes dos vasos sangu\u00edneos. Essa for\u00e7a cria uma press\u00e3o sobre as art\u00e9rias, que se chama press\u00e3o arterial sist\u00f3lica. Tamb\u00e9m existe a press\u00e3o arterial diast\u00f3lica, que indica a press\u00e3o nas art\u00e9rias quando o cora\u00e7\u00e3o est\u00e1 em repouso entre uma batida e outra. Segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, nos \u00faltimos 20 anos, a preval\u00eancia de hipertens\u00e3o est\u00e1 acima de 30% na popula\u00e7\u00e3o brasileira com mais de 50 anos. Entre 60 a 69 anos, \u00e9 de 50%, e acima de 70 anos, \u00e9 de 75%. Al\u00e9m disso, o problema \u00e9 mais comum nos homens (38%) do que nas mulheres (32%). A Pesquisa Nacional de Sa\u00fade, realizada em 2013, indicou que a propor\u00e7\u00e3o de pessoas com 18 anos ou mais diagnosticadas com hipertens\u00e3o foi de 21,4%, correspondendo a 31,3 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>De acordo com a Sociedade Brasileira de Hipertens\u00e3o (SBH), a press\u00e3o se eleva por diversos motivos, mas principalmente porque os vasos nos quais o sangue circula se contraem. Entre os fatores que colaboram para o desenvolvimento da hipertens\u00e3o est\u00e3o excesso de peso e obesidade, consumo de sal, ingest\u00e3o de \u00e1lcool e sedentarismo. A SBH alerta que a press\u00e3o alta afeta os vasos, cora\u00e7\u00e3o, rins e c\u00e9rebro. Com o passar dos anos, a press\u00e3o alta pode fazer com que vasos entupam ou rompam. Quando o entupimento de um vaso acontece no cora\u00e7\u00e3o, pode resultar em um infarto, j\u00e1 no c\u00e9rebro, pode causar um acidente vascular cerebral (AVC). Nos rins, podem ocorrer altera\u00e7\u00f5es na filtra\u00e7\u00e3o e at\u00e9 a paralisa\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os. A hipertens\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insufici\u00eancia renal terminal.<\/p>\n<p>Todas essas situa\u00e7\u00f5es s\u00e3o muito graves e podem ser evitadas com o tratamento adequado. Entretanto, apesar de a sa\u00fade ser um direito constitucional, nem todas as pessoas t\u00eam acesso a um acompanhamento apropriado. Na maioria das vezes, isso se d\u00e1 em virtude do racismo, de fatores socioecon\u00f4micos e da exclus\u00e3o social, demonstrando a falta de garantia da promo\u00e7\u00e3o da igualdade racial, al\u00e9m dos d\u00e9beis desenvolvimento e fortalecimento da democracia, que ainda podem influenciar a frequ\u00eancia e a causalidade de doen\u00e7as como a hipertens\u00e3o. Nesse contexto, a nutricionista especialista em Sa\u00fade da Fam\u00edlia e Comunidade <a href=\"http:\/\/buscatextual.cnpq.br\/buscatextual\/visualizacv.do?id=K4473429A0\">S\u00edlvia Pauli<\/a> desenvolveu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado direcionando sua aten\u00e7\u00e3o para uma popula\u00e7\u00e3o que representa essa situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade: as comunidades quilombolas. \u201cEssa pesquisa \u00e9 importante primeiro porque traz visibilidade para essas comunidades e segundo porque tentamos trazer uma proposta de solu\u00e7\u00e3o para esses problemas\u201d, afirma S\u00edlvia. A pesquisadora afirma em seu estudo que existem evid\u00eancias de que a hipertens\u00e3o seja mais prevalente em pessoas negras, mas que os mecanismos que contribuem para essa diferen\u00e7a n\u00e3o s\u00e3o totalmente compreendidos. No Brasil, os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD) de 2003 mostraram que pessoas autodeclaradas negras apresentaram maior preval\u00eancia de hipertens\u00e3o (32,3%) quando comparadas \u00e0quelas que se autodeclaram brancas (28,8%). O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade afirma que a frequ\u00eancia, a distribui\u00e7\u00e3o e a causalidade das doen\u00e7as mais incidentes na popula\u00e7\u00e3o brasileira afrodescendente s\u00e3o influenciadas fortemente por fatores socioecon\u00f4micos, que incluem o regime de escravatura vivido at\u00e9 o final do s\u00e9culo XIX e a posterior situa\u00e7\u00e3o de exclus\u00e3o social dessa popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com informa\u00e7\u00f5es da Funda\u00e7\u00e3o Palmares e da Secretaria de Pol\u00edticas de Promo\u00e7\u00e3o da Igualdade Racial, atualmente estima-se que existam mais de tr\u00eas mil comunidades quilombolas distribu\u00eddas nas cinco regi\u00f5es do pa\u00eds, mas apenas 2.394 s\u00e3o reconhecidas oficialmente pelo Estado. Dessas, 107 est\u00e3o localizadas no estado do Rio Grande do Sul, totalizando aproximadamente 3.130 fam\u00edlias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5>A situa\u00e7\u00e3o das comunidades<\/h5>\n<p>As comunidades quilombolas s\u00e3o n\u00facleos populacionais de afrodescendentes que, diante da condi\u00e7\u00e3o de escravid\u00e3o vivida no passado, organizaram-se e reuniram-se em formas particulares de organiza\u00e7\u00e3o social, ocupando geralmente \u00e1reas rurais com certo isolamento. S\u00e3o grupos marcados por processos de discrimina\u00e7\u00e3o e exclus\u00e3o que reproduzem em sua realidade um quadro socioecon\u00f4mico excludente se comparados \u00e0 popula\u00e7\u00e3o brasileira em geral. Os quilombolas geralmente s\u00e3o mais pobres e menos instru\u00eddos do que o restante da popula\u00e7\u00e3o. Em virtude disso, acabam sendo mais vulner\u00e1veis \u00e0 viol\u00eancia e a doen\u00e7as, al\u00e9m de o seu acesso aos servi\u00e7os de sa\u00fade ser mais dif\u00edcil. \u201cNormalmente n\u00e3o tem unidade de sa\u00fade nas comunidades; eles precisam se deslocar por longas dist\u00e2ncias para conseguir atendimento\u201d, afirma S\u00edlvia. A pesquisadora ainda destaca que h\u00e1 programas a que as comunidades quilombolas t\u00eam acesso priorit\u00e1rio, mas muitos n\u00e3o t\u00eam conhecimento disso. \u201cQuando eles v\u00e3o buscar informa\u00e7\u00f5es nas prefeituras, n\u00e3o s\u00e3o bem atendidos ou o pessoal \u00e9 mal informado, ent\u00e3o eles acabam n\u00e3o conseguindo acessar esses programas\u201d, conta.<\/p>\n<p>S\u00edlvia tamb\u00e9m mostra em seu estudo que a hipertens\u00e3o \u00e9 a doen\u00e7a cr\u00f4nica mais frequente na popula\u00e7\u00e3o quilombola.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5>O estudo<\/h5>\n<p>S\u00edlvia conta que sempre gostou de sa\u00fade coletiva. Quando selecionada para cursar o mestrado no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Epidemiologia da UFRGS, j\u00e1 pensava em desenvolver seu estudo sobre doen\u00e7as cr\u00f4nicas. \u201cNo mestrado, conheci minha orientadora, e ela me apresentou uma linha de pesquisa de seguran\u00e7a alimentar e nutri\u00e7\u00e3o quilombola pela qual me interessei\u201d, lembra a pesquisadora.<\/p>\n<p>Em 2011, antes de S\u00edlvia ingressar no mestrado, a equipe da pesquisa (<a href=\"http:\/\/buscatextual.cnpq.br\/buscatextual\/visualizacv.do?id=K4768060D1\">Marilda Neutzling<\/a>, coordenadora do projeto e orientadora de S\u00edlvia, e <a href=\"http:\/\/buscatextual.cnpq.br\/buscatextual\/visualizacv.do?id=K4736347E6\">Fernanda Bairros<\/a>, autora do projeto) j\u00e1 havia iniciado a coleta de dados. \u201cN\u00e3o participei dessa primeira etapa, mas resolvi abra\u00e7ar a causa, pois foi um assunto que me despertou interesse\u201d, conta. Segundo a pesquisadora, a partir desses dados, foi constada a alta preval\u00eancia de inseguran\u00e7a alimentar, al\u00e9m de excesso de peso e hipertens\u00e3o. A equipe j\u00e1 estava planejando um segundo projeto de interven\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o nutricional nas comunidades com maiores \u00edndices, em parceria com as prefeituras, para tentar ampliar o acesso das comunidades a uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel e \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel.<\/p>\n<p>Entre os diversos fatores que colaboram para o desenvolvimento da hipertens\u00e3o, S\u00edlvia destacou em sua pesquisa cinco deles que s\u00e3o os mais presentes nas comunidades quilombolas:<\/p>\n<ul>\n<li>a idade, pois quanto mais velha a pessoa, maiores s\u00e3o as chances de desenvolver a doen\u00e7a;<\/li>\n<li>a presen\u00e7a de diabetes, respons\u00e1vel por 3,5% das mortes por doen\u00e7as cr\u00f4nicas n\u00e3o transmiss\u00edveis no mundo;<\/li>\n<li>a escolaridade baixa, pois, de acordo com S\u00edlvia, se todos os membros das comunidades possu\u00edssem pelo menos oito anos de estudo, a preval\u00eancia de hipertens\u00e3o seria reduzida em 22,5% (atualmente 80% n\u00e3o possui ensino fundamental completo);<\/li>\n<li>a circunfer\u00eancia abdominal, que pode elevar em at\u00e9 cinco vezes o risco de hipertens\u00e3o;<\/li>\n<li>e o consumo de \u00e1lcool, pois se estima que o aumento da press\u00e3o arterial \u00e9 de aproximadamente 1 mmHg para cada 10g de \u00e1lcool consumido, sendo em grande parte revers\u00edvel dentro de duas a quatro semanas de abstin\u00eancia ou redu\u00e7\u00e3o substancial do consumo de \u00e1lcool.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5>Resultados<\/h5>\n<p>Foram entrevistados 589 adultos. Desses, a maioria eram mulheres (64,9%). 81,7% residiam no per\u00edmetro rural, e 90,7% eram negros (incluindo-se os considerados pardos). Quanto \u00e0 situa\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica, 63,3% recebiam at\u00e9 meio sal\u00e1rio m\u00ednimo, e 80% tinham menos de oito anos de estudo. A m\u00e9dia de idade foi de 45 anos. Referente ao diagn\u00f3stico de hipertens\u00e3o, o estudo constatou uma alta preval\u00eancia na popula\u00e7\u00e3o quilombola do Rio Grande do Sul: 38,3% dos entrevistados foram confirmados com a doen\u00e7a. Desses, a maioria eram mulheres, indiv\u00edduos mais velhos, com menor n\u00edvel de escolaridade e com presen\u00e7a de diabetes.<\/p>\n<p>S\u00edlvia conta que o retorno dos resultados para as comunidades foi muito importante. \u201cEles criaram um comit\u00ea gestor das comunidades quilombolas, formado por quilombolas e pessoas das prefeituras, para come\u00e7ar a lutar pelas demandas deles\u201d, afirma. A fim de reduzir a preval\u00eancia e as implica\u00e7\u00f5es da hipertens\u00e3o na sa\u00fade, a pesquisadora recomenda a efetiva\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas que ampliem o acesso das comunidades quilombolas aos seus direitos fundamentais, como sa\u00fade, renda, escolaridade, etc. S\u00edlvia tamb\u00e9m destaca a import\u00e2ncia do desenvolvimento de a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o de uma alimenta\u00e7\u00e3o adequada, atrav\u00e9s de estrat\u00e9gias de educa\u00e7\u00e3o alimentar e nutricional espec\u00edficas para popula\u00e7\u00f5es quilombolas.<\/p>\n<p>Atualmente, existe um grupo de pesquisa em que est\u00e3o sendo desenvolvidos mais artigos com os dados coletados em 2011. S\u00edlvia afirma que tamb\u00e9m est\u00e1 sendo realizado um estudo sobre o consumo de \u00e1lcool na popula\u00e7\u00e3o quilombola. Para o doutorado, iniciado em 2016, S\u00edlvia segue nessa linha de pesquisa, mas focada na parte de consumo e cultura alimentar, fatores determinantes para o desenvolvimento de doen\u00e7as cr\u00f4nicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5>Disserta\u00e7\u00e3o<\/h5>\n<p><strong>T\u00edtulo:\u00a0<\/strong><a href=\"http:\/\/www.lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/143074\">Preval\u00eancia de hipertens\u00e3o arterial e fatores associados em comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul, Brasil<br \/>\n<\/a><strong>Autora:\u00a0<\/strong><a href=\"http:\/\/buscatextual.cnpq.br\/buscatextual\/visualizacv.do?id=K4473429A0\">S\u00edlvia Pauli<br \/>\n<\/a><strong>Orientador:\u00a0<\/strong><a href=\"http:\/\/buscatextual.cnpq.br\/buscatextual\/visualizacv.do?id=K4768060D1\">Marilda Borges Neutzling<br \/>\n<\/a><strong>Unidade:<\/strong> Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Epidemiologia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A hipertens\u00e3o, frequentemente chamada de press\u00e3o alta, consiste na press\u00e3o arterial igual ou maior que 140\/90 mmHg (14 por 9). Quando o cora\u00e7\u00e3o bate, ele contrai e bombeia sangue pelas art\u00e9rias para o resto do corpo, exercendo uma for\u00e7a sobre as paredes dos vasos sangu\u00edneos. Essa for\u00e7a cria uma press\u00e3o<span class=\"more-link\"><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/\">Leia mais<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":935,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"image","meta":{"footnotes":"","_ppma_block_editor_authors":""},"categories":[3],"tags":[151,203,97,204,99],"ppma_author":[892],"class_list":["entry","author-amanda","post-920","post","type-post","status-publish","format-image","has-post-thumbnail","category-saude","tag-epidemiologia","tag-hipertensao","tag-populacao-negra","tag-quilombolas","tag-saude-publica"],"pp_statuses_selecting_workflow":false,"pp_workflow_action":"current","pp_status_selection":"publish","yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Pesquisa investigou a preval\u00eancia de hipertens\u00e3o arterial em comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul - Ci\u00eancia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Pesquisa investigou a preval\u00eancia de hipertens\u00e3o arterial em comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul - Ci\u00eancia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A hipertens\u00e3o, frequentemente chamada de press\u00e3o alta, consiste na press\u00e3o arterial igual ou maior que 140\/90 mmHg (14 por 9). Quando o cora\u00e7\u00e3o bate, ele contrai e bombeia sangue pelas art\u00e9rias para o resto do corpo, exercendo uma for\u00e7a sobre as paredes dos vasos sangu\u00edneos. Essa for\u00e7a cria uma press\u00e3oLeia mais\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Ci\u00eancia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2017-02-03T19:04:35+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2017-03-01T20:10:57+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/quilombo-dos-alpes_Fl\u00e1vio-Dutra.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"480\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Amanda Hamerm\u00fcller\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Amanda Hamerm\u00fcller\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"8 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/\"},\"author\":{\"name\":\"Amanda Hamerm\u00fcller\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#\/schema\/person\/dc721edd639c04111fb954527115eb48\"},\"headline\":\"Pesquisa investigou a preval\u00eancia de hipertens\u00e3o arterial em comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul\",\"datePublished\":\"2017-02-03T19:04:35+00:00\",\"dateModified\":\"2017-03-01T20:10:57+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/\"},\"wordCount\":1620,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/quilombo-dos-alpes_Fl\u00e1vio-Dutra.jpg\",\"keywords\":[\"Epidemiologia\",\"Hipertens\u00e3o\",\"Popula\u00e7\u00e3o negra\",\"Quilombolas\",\"Sa\u00fade P\u00fablica\"],\"articleSection\":[\"Sa\u00fade\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/\",\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/\",\"name\":\"Pesquisa investigou a preval\u00eancia de hipertens\u00e3o arterial em comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul - Ci\u00eancia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/quilombo-dos-alpes_Fl\u00e1vio-Dutra.jpg\",\"datePublished\":\"2017-02-03T19:04:35+00:00\",\"dateModified\":\"2017-03-01T20:10:57+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/quilombo-dos-alpes_Fl\u00e1vio-Dutra.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/quilombo-dos-alpes_Fl\u00e1vio-Dutra.jpg\",\"width\":720,\"height\":480,\"caption\":\"Quilombo dos Alpes, em Porto Alegre, re\u00fane cerca de 70 fam\u00edlias \u2013 Foto: Fl\u00e1vio Dutra\/UFRGS\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Pesquisa investigou a preval\u00eancia de hipertens\u00e3o arterial em comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/\",\"name\":\"Ci\u00eancia\",\"description\":\"\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#organization\",\"name\":\"Ci\u00eancia\",\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/cropped-Ciencia-Ju-preto-e1660670249221.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/cropped-Ciencia-Ju-preto-e1660670249221.png\",\"width\":241,\"height\":90,\"caption\":\"Ci\u00eancia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#\/schema\/logo\/image\/\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#\/schema\/person\/dc721edd639c04111fb954527115eb48\",\"name\":\"Amanda Hamerm\u00fcller\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#\/schema\/person\/image\/749fd687041cbe31c045c22f5112f044\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/0dc620a6b40d86be0aaa3f98b73a5bec401c918c37f7fb0b1ba79576c1f6bfb8?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/0dc620a6b40d86be0aaa3f98b73a5bec401c918c37f7fb0b1ba79576c1f6bfb8?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Amanda Hamerm\u00fcller\"},\"url\":\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/author\/amanda\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Pesquisa investigou a preval\u00eancia de hipertens\u00e3o arterial em comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul - Ci\u00eancia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Pesquisa investigou a preval\u00eancia de hipertens\u00e3o arterial em comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul - Ci\u00eancia","og_description":"A hipertens\u00e3o, frequentemente chamada de press\u00e3o alta, consiste na press\u00e3o arterial igual ou maior que 140\/90 mmHg (14 por 9). Quando o cora\u00e7\u00e3o bate, ele contrai e bombeia sangue pelas art\u00e9rias para o resto do corpo, exercendo uma for\u00e7a sobre as paredes dos vasos sangu\u00edneos. Essa for\u00e7a cria uma press\u00e3oLeia mais","og_url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/","og_site_name":"Ci\u00eancia","article_published_time":"2017-02-03T19:04:35+00:00","article_modified_time":"2017-03-01T20:10:57+00:00","og_image":[{"width":720,"height":480,"url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/quilombo-dos-alpes_Fl\u00e1vio-Dutra.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Amanda Hamerm\u00fcller","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Amanda Hamerm\u00fcller","Est. tempo de leitura":"8 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/"},"author":{"name":"Amanda Hamerm\u00fcller","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#\/schema\/person\/dc721edd639c04111fb954527115eb48"},"headline":"Pesquisa investigou a preval\u00eancia de hipertens\u00e3o arterial em comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul","datePublished":"2017-02-03T19:04:35+00:00","dateModified":"2017-03-01T20:10:57+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/"},"wordCount":1620,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/quilombo-dos-alpes_Fl\u00e1vio-Dutra.jpg","keywords":["Epidemiologia","Hipertens\u00e3o","Popula\u00e7\u00e3o negra","Quilombolas","Sa\u00fade P\u00fablica"],"articleSection":["Sa\u00fade"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/","name":"Pesquisa investigou a preval\u00eancia de hipertens\u00e3o arterial em comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul - Ci\u00eancia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/quilombo-dos-alpes_Fl\u00e1vio-Dutra.jpg","datePublished":"2017-02-03T19:04:35+00:00","dateModified":"2017-03-01T20:10:57+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/quilombo-dos-alpes_Fl\u00e1vio-Dutra.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/quilombo-dos-alpes_Fl\u00e1vio-Dutra.jpg","width":720,"height":480,"caption":"Quilombo dos Alpes, em Porto Alegre, re\u00fane cerca de 70 fam\u00edlias \u2013 Foto: Fl\u00e1vio Dutra\/UFRGS"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/pesquisa-investigou-a-prevalencia-de-hipertensao-arterial-em-comunidades-quilombolas-do-rio-grande-do-sul\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Pesquisa investigou a preval\u00eancia de hipertens\u00e3o arterial em comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#website","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/","name":"Ci\u00eancia","description":"","publisher":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#organization","name":"Ci\u00eancia","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/cropped-Ciencia-Ju-preto-e1660670249221.png","contentUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/cropped-Ciencia-Ju-preto-e1660670249221.png","width":241,"height":90,"caption":"Ci\u00eancia"},"image":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#\/schema\/logo\/image\/"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#\/schema\/person\/dc721edd639c04111fb954527115eb48","name":"Amanda Hamerm\u00fcller","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/#\/schema\/person\/image\/749fd687041cbe31c045c22f5112f044","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/0dc620a6b40d86be0aaa3f98b73a5bec401c918c37f7fb0b1ba79576c1f6bfb8?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/0dc620a6b40d86be0aaa3f98b73a5bec401c918c37f7fb0b1ba79576c1f6bfb8?s=96&d=mm&r=g","caption":"Amanda Hamerm\u00fcller"},"url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/author\/amanda\/"}]}},"authors":[{"term_id":892,"user_id":8,"is_guest":0,"slug":"amanda","display_name":"Amanda Hamerm\u00fcller","avatar_url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/0dc620a6b40d86be0aaa3f98b73a5bec401c918c37f7fb0b1ba79576c1f6bfb8?s=96&d=mm&r=g","avatar_alt":"","avatar_decorative":"","author_category":"","user_url":"","last_name":"Hamerm\u00fcller","first_name":"Amanda","job_title":"","description":""}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/920","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=920"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/920\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":926,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/920\/revisions\/926"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/935"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=920"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=920"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=920"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ciencia\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=920"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}