{"id":1397,"date":"2020-12-07T02:17:27","date_gmt":"2020-12-07T05:17:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/?page_id=1397"},"modified":"2021-10-25T19:01:34","modified_gmt":"2021-10-25T22:01:34","slug":"andrei-thomaz-2002-2012","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/andrei-thomaz-2002-2012\/","title":{"rendered":"Andrei Thomaz (2002 &#8211; 2012)"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Quantas linhas s\u00e3o necess\u00e1rias para apagar um ret\u00e2ngulo preto?&nbsp; (2004)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/28.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1420\" width=\"497\" height=\"251\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/28.png 481w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/28-300x151.png 300w\" sizes=\"(max-width: 497px) 100vw, 497px\" \/><figcaption><a href=\"http:\/\/andreithomaz.com\/arte\/howmanylines\/\">http:\/\/andreithomaz.com\/arte\/howmanylines\/<\/a> (desativado)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Apresenta um ret\u00e2ngulo preto sendo riscado por linhas brancas, desenhadas de forma aleat\u00f3ria. O que a princ\u00edpio parece ser um procedimento sem sentido transforma-se, em alguns minutos, em paisagens e texturas inst\u00e1veis, que surgem e desaparecem, at\u00e9 que a rela\u00e7\u00e3o figura fundo inverte-se. O antigo ret\u00e2ngulo preto desmancha-se em in\u00fameros pol\u00edgonos pretos, enquanto o branco avan\u00e7a, implac\u00e1vel. O trabalho acaba quando n\u00e3o resta mais nenhum pixel preto na tela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Quando uma p\u00e1gina torna-se um labirinto &#8211; 2004 (Obra juntamente com Martin Heuser)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"506\" height=\"327\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/29.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1422\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/29.png 506w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/29-300x194.png 300w\" sizes=\"(max-width: 506px) 100vw, 506px\" \/><figcaption><a href=\"http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/page\/\">http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/page\/<\/a> (desativado)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O trabalho apresenta a imagem de uma das p\u00e1ginas do livro The Language of New Media, de Lev Manovich. Pequenos c\u00edrculos vermelhos se deslocam pelos espa\u00e7os em branco da p\u00e1gina. Cada c\u00edrculo \u00e9 acompanhado por um som em loop cuja dura\u00e7\u00e3o corresponde \u00e0 do movimento de cada c\u00edrculo (assim, cada c\u00edrculo possui o seu pr\u00f3prio tempo de anima\u00e7\u00e3o). \u00c0 medida que novos c\u00edrculos surgem na tela, novos loops de som s\u00e3o executados, e o resultado torna-se cada vez mais complexo. O som resultante nunca \u00e9 o mesmo porque, como os loops possuem diferentes dura\u00e7\u00f5es, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel criar um padr\u00e3o fixo, reconhec\u00edvel pelo usu\u00e1rio. Se h\u00e1 algum padr\u00e3o, este possui uma dura\u00e7\u00e3o tal que dificulta a sua identifica\u00e7\u00e3o. O desenho formado pelos espa\u00e7os em branco, ao redor das palavras, de uma p\u00e1gina possui caracter\u00edsticas labir\u00ednticas e lembra mapas urbanos. O trabalho com o som refor\u00e7a esta experi\u00eancia labir\u00edntica, por apresentar som que possuem, inicialmente, uma estrutura facilmente reconhec\u00edvel, mas que, ao longo do tempo, torna-se cada vez mais complexa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Pacman e o Minotauro (2004)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"501\" height=\"255\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/27.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1419\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/27.png 501w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/27-300x153.png 300w\" sizes=\"(max-width: 501px) 100vw, 501px\" \/><figcaption><a href=\"https:\/\/www.andreithomaz.com\/portfolio-item\/pacman-e-o-minotauro\/\">https:\/\/www.andreithomaz.com\/portfolio-item\/pacman-e-o-minotauro\/<\/a> <br>Acesso em: 12\/10\/2021<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O Minotauro e o Pacman possuem uma caracter\u00edstica em comum: ambos vivem em labirintos.&nbsp; A partir do interesse do artista por labirintos, o grupo de trabalhos que comp\u00f5em o projeto PacMan e o Minotauro foi desenvolvido, para explorar esta rela\u00e7\u00e3o. Alguns deles foram baseados em jogos de computador (principalmente no jogo PacMan), outros exploram&nbsp; aspectos e elementos dos labirintos (por exemplo, os algoritmos desenvolvidos para gerar e solucionar labirintos, e os labirintos constru\u00eddos com plantas, em diversos jardins p\u00fablicos). A maior parte dos trabalhos foi realizada em Flash, mas h\u00e1 tamb\u00e9m uma prote\u00e7\u00e3o de tela e trabalhos realizados com gr\u00e1ficos tridimensionais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>D\u00e9dalo e Ariadne &nbsp;(2005)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"515\" height=\"250\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/26.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1417\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/26.png 515w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/26-300x146.png 300w\" sizes=\"(max-width: 515px) 100vw, 515px\" \/><figcaption><a href=\"http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/daedalus_ariadne\/\">http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/daedalus_ariadne\/<\/a> (desativado)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Apresenta ao espectador os processos de constru\u00e7\u00e3o e de solu\u00e7\u00e3o de um mesmo labirinto, simultaneamente. O software respons\u00e1vel pela gera\u00e7\u00e3o da anima\u00e7\u00e3o utiliza algoritmos que geram e solucionam labirintos, apresentando-os na tela. S\u00e3o utilizados, preferencialmente, duas telas ou projetores: uma para exibir o labirinto sendo constru\u00eddo, outra para mostrar o mesmo sendo solucionado. Um labirinto diferente \u00e9 gerado a cada intera\u00e7\u00e3o do software.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Labirinto Zero &nbsp;(2006)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/24.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1415\" width=\"407\" height=\"339\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/24.png 331w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/24-300x249.png 300w\" sizes=\"(max-width: 407px) 100vw, 407px\" \/><figcaption><a href=\"http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/labirinto_zero\/\">http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/labirinto_zero\/<\/a> <br>Acesso em: 12\/10\/2021<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Desenvolvido para as plataformas iOS e Android, \u00e9 uma nova vers\u00e3o do jogo desenvolvido em 2008, baseado num conto escrito por Jorge Luis Borges, Os Dois Reis e os Dois Labirintos, apresentando dois gameplays. O primeiro oferece ao jogador o desafio de alcan\u00e7ar a sa\u00edda de um labirinto, que \u00e9 completamente invis\u00edvel quando inicia o jogo. Cada vez que o jogador se move dentro do labirinto e toca uma parede, essa torna-se vis\u00edvel. Como o tempo \u00e9 limitado, o jogador n\u00e3o pode perder tempo tornando todo o labirinto vis\u00edvel. No segundo jogo, o labirinto \u00e9 vis\u00edvel no in\u00edcio do jogo, mas a cada segundo algumas paredes s\u00e3o apagadas. Embora elas n\u00e3o estejam mais vis\u00edveis, elas permanecem bloqueando os movimentos do jogador. O jogo se torna cada vez mais dif\u00edcil, j\u00e1 que o jogador n\u00e3o pode ver o labirinto mais e \u00e9 obrigado a avan\u00e7ar por tentativa e erro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Tetris: Studies (2007)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/tetris_estudo03.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1433\" width=\"411\" height=\"293\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/tetris_estudo03.png 320w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/tetris_estudo03-300x215.png 300w\" sizes=\"(max-width: 411px) 100vw, 411px\" \/><figcaption><a href=\"http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/tetris\/\">http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/tetris\/<\/a> (desativado)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitu\u00eddo por quatro vers\u00f5es do jogo Tetris. Em cada uma delas, fez-se diferentes tipos de modifica\u00e7\u00f5es nas propriedades visuais das pe\u00e7as, destacando caracter\u00edsticas visuais e elementos que s\u00e3o vistos muito pequenos no jogo &#8220;normal&#8221;. Num primeiro momento, destaca-se a grelha, que est\u00e1 sob o espa\u00e7o de jogo, e a forma de constru\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as empilhadas na parte inferior da tela. Num segundo, reduziu-se drasticamente o contraste entre as pe\u00e7as e o fundo. Num terceiro, trocou-se a rela\u00e7\u00e3o entre figura e fundo que pode ser encontrado entre as pe\u00e7as e o espa\u00e7o de jogo: as pe\u00e7as tornam-se o espa\u00e7o vazio, o fundo. Finalmente, num quarto, as pe\u00e7as s\u00e3o transformados em pontos coloridos, que praticamente n\u00e3o podem ser vistos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Eclipses &#8211; 2007 (Obra juntamente com Marina Camargo)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"458\" height=\"332\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/31-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1430\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/31-1.png 458w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/31-1-300x217.png 300w\" sizes=\"(max-width: 458px) 100vw, 458px\" \/><figcaption><a href=\"https:\/\/www.eclipses.art.br\/\">https:\/\/www.eclipses.art.br\/<\/a> <br>Acesso em: 12\/10\/2021<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Software que utiliza mapas do site Google Maps para gerar imagens que resultam da combina\u00e7\u00e3o destes mapas. Esta \u00e9 a segunda edi\u00e7\u00e3o de Eclipses. Na primeira edi\u00e7\u00e3o s\u00e3o&nbsp; listamos ruas da cidade de Porto Alegre, RS, Brasil, pertencentes \u00e0 \u00e1rea onde foram desenvolvidos os trabalhos do projeto Percursos, realizado em setembro de 2007. Para esta edi\u00e7\u00e3o da Eclipses, foi utilizado o entorno da Funarte de S\u00e3o Paulo para elaborar a lista de ruas. Para cada rua das listas, foram pesquisamos as ocorr\u00eancias de ruas com o mesmo nome em outras cidades brasileiras, utilizando, para isso, o Google Maps. Ao entrar no trabalho, o espectador v\u00ea a lista de ruas da segunda edi\u00e7\u00e3o de Eclipses. Escolhendo uma das ruas, o mapa de cada uma das ocorr\u00eancias dessa rua \u00e9 exibido, uma ocorr\u00eancia ap\u00f3s a outra. Em cada um desses mapas, a rua em quest\u00e3o aparece no centro, de modo que temos um alinhamento dos mapas. Ao final da seq\u00fc\u00eancia de mapas, Eclipses gera uma imagem combinando os mapas exibidos atrav\u00e9s da sobreposi\u00e7\u00e3o de todas as ocorr\u00eancias de ruas com o mesmo nome no Brasil. Essa imagem \u00e9 criada via programa\u00e7\u00e3o, em tempo real.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Para desenhar com os olhos (2007)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"430\" height=\"265\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/25.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1416\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/25.png 430w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/25-300x185.png 300w\" sizes=\"(max-width: 430px) 100vw, 430px\" \/><figcaption><a href=\"https:\/\/www.andreithomaz.com\/portfolio-item\/para-percorrer-com-os-olhos-para-desenhar-com-os-olhos\/\">https:\/\/www.andreithomaz.com\/portfolio-item\/para-percorrer-com-os-olhos-para-desenhar-com-os-olhos\/<\/a><br>Acesso em: 12\/10\/2021<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Esta anima\u00e7\u00e3o digital apresenta, na metade direita da tela, o desenho do labirinto existente na Catedral de Chartres, Fran\u00e7a. Na metade esquerda, temos um pequeno c\u00edrculo preto, que percorre um caminho semelhante ao do labirinto, mas sobre um fundo branco. \u00c9 o espectador quem precisa observar o seu percurso e perceber a semelhan\u00e7a com o labirinto ao lado<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Cubos de cor &nbsp;(2007)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"472\" height=\"469\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/23-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1412\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/23-1.png 472w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/23-1-300x298.png 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/23-1-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 472px) 100vw, 472px\" \/><figcaption><a href=\"https:\/\/www.andreithomaz.com\/portfolio-item\/cubos-de-cor\/\">https:\/\/www.andreithomaz.com\/portfolio-item\/cubos-de-cor\/ <br><\/a>Acesso em: 12\/10\/2021<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O trabalho \u00e9 um labirinto onde a cada passo dado entra-se em um cubo. De diversas cores os cubos informam sua cor relativa ao cubo anterior (ex.15% mais rosa) e na lacuna o espectador digita a dire\u00e7\u00e3o que deve tomar.O jogo estimula a mem\u00f3ria tra\u00e7ando um mapa mental do caminho j\u00e1 feito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>First Person Movements &nbsp;(2008)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><a href=\"http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/fpm\/fpm_pt.htm\">http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/fpm\/fpm_pt.htm<\/a> (desativado)<\/p>\n\n\n\n<p>Baseado no jogo de c\u00f3digo aberto Freedoom (um clone do Doom), e no Doom engine GZDoom, tamb\u00e9m open source, First Person Movements mostra um cat\u00e1logo dos movimentos executados dentro dos labirintos, que s\u00e3o caracter\u00edsticos do g\u00eanero tiro em primeira pessoa. Cada movimento \u00e9 exibido com seis velocidades diferentes, de tal maneira que o espectador possa analisar cuidadosamente cada uma delas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Somewhere in time &#8211; 2008 (Obra juntamente com Vitor Andrioli)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"506\" height=\"327\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/29-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1425\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/29-2.png 506w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/29-2-300x194.png 300w\" sizes=\"(max-width: 506px) 100vw, 506px\" \/><figcaption><a href=\"https:\/\/andreithomaz.com\/arte\/somewhere\/\">https:\/\/andreithomaz.com\/arte\/somewhere\/<\/a> (desativado)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Usa oito legendas de filmes como seu material de origem. Elas s\u00e3o escolhidas a partir de um conjunto de 25 filmes, sempre que Somewhere In Time \u00e9 dito. Em primeiro lugar, o trabalho apresenta uma grade de largura, que cont\u00e9m muitos c\u00f3digos de tempo diferentes. Estes c\u00f3digos de tempo representa o momento em que um di\u00e1logo do filme \u00e9 mostrado, pois eles s\u00e3o extra\u00eddos das legendas carregadas no in\u00edcio. Quando o interator clica em algum timecode, assiste a uma sequ\u00eancia de textos, exibidos na parte inferior da tela e centradas como as legendas de filmes est\u00e3o no cinema. No entanto, nenhuma imagem \u00e9 mostrada, o interator v\u00ea apenas os textos, em um fundo preto. Originalmente foi produzido em Flash por Andrei Thomaz, em 2013 foi reescrito em HTML5 por Vitor Andrioli.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Changing Landscapes &#8211; 2009 (Daniel Escobar)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"480\" height=\"240\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/30.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1426\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/30.png 480w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/30-300x150.png 300w\" sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><figcaption><a href=\"https:\/\/www.andreithomaz.com\/portfolio-item\/changing-landscapes\/\">https:\/\/www.andreithomaz.com\/portfolio-item\/changing-landscapes\/<\/a><br>Acesso em: 12\/10\/2021<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Come\u00e7ou com a apropria\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o de fotografias feitas por empresas especializadas em publicidade externa. Eles constantemente tiraram fotografias dos locais onde as propagandas s\u00e3o exibidas para mostrar o trabalho feito para os clientes. Utilizou-se o arquivo dado pela Fator 1 Outdoor company, de Belo Horizonte , que continha cerca de 10.000 imagens feitas entre 2004 e 2008 . O arquivo, originalmente organizado por cliente ou data, foi reorganizada por lugares, de tal maneira que passa a ter longas sequ\u00eancias de imagens que documentam as mudan\u00e7as de um lugar ao longo de algumas semanas ou meses. Depois de reorganizado o arquivo, o trabalho carrega uma seq\u00fc\u00eancia de imagens tiradas em um \u00fanico local, e mostra uma coluna de cada imagem, de forma aleat\u00f3ria. Como resultado, temos uma imagem composta por colunas de v\u00e1rias fotografias, todas elas feita no mesmo local. A imagem final cont\u00e9m diferentes pontos de vista e luminosidade, devido \u00e0 varia\u00e7\u00e3o da luz solar ao longo do dia e as altera\u00e7\u00f5es das condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>The Board of Forking Games &nbsp;(2009)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/22.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1410\" width=\"383\" height=\"387\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/22.png 334w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/22-297x300.png 297w\" sizes=\"(max-width: 383px) 100vw, 383px\" \/><figcaption><a href=\"http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/tabuleiro\/\">http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/tabuleiro\/<\/a> (desativado)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Exibe os c\u00e1lculos feitos pelo software de xadrez GNU-XADREZ quando este joga contra si mesmo. O objetivo \u00e9 estabelecer uma conex\u00e3o entre os c\u00e1lculos realizados pelo software com o pensamento de um jogador de xadrez (humano), como observado por Marcel Duchamp, e com o conto O Jardim de Caminhos que se Bifurcam, de Jorge Luis Borges. Neste conto, ele descreve um livro que \u00e9 bifurcado a cada vez em que seu autor faz&nbsp; uma escolha sobre o desenvolvimento da narrativa, de tal forma que ele cont\u00e9m todas as poss\u00edveis vers\u00f5es da mesma hist\u00f3ria. Para Duchamp, a beleza do jogo de xadrez seria o processo mental, movimentos e gestos, tal como concebida por um jogador humano, enquanto este jogador pensa sobre seu pr\u00f3ximo movimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Movement in Squares. Bridget Riley &#8211; 1961 &nbsp; (2010)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"375\" height=\"249\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/20.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1403\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/20.png 375w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/20-300x199.png 300w\" sizes=\"(max-width: 375px) 100vw, 375px\" \/><figcaption><a href=\"http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/squares\/\">http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/squares\/<\/a> (desativado)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Baseado no trabalho criado por Bridget Riley, em 1961. Neste trabalho, um padr\u00e3o xadrez \u00e9 distorcido, a fim de dar ilus\u00e3o de tridimensionalidade \u00e0 imagem, sem o uso de perspectiva renascentista. Quando aplicamos o padr\u00e3o para um loop de v\u00eddeo, que mostra algumas nuvens em movimento, ele e sua tridimensionalidade \u00e0s vezes prevalecem sobre as nuvens, por outras vezes, parece desaparecer. Nestes momentos, as nuvens parecem prevalecer sobre os quadrados, transformando o padr\u00e3o no fundo da imagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Horizontal Vibrations. Bridget Riley, 1961 ( 2010)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"333\" height=\"221\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/19.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1402\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/19.png 333w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/19-300x199.png 300w\" sizes=\"(max-width: 333px) 100vw, 333px\" \/><figcaption><a href=\"http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/horizontal_vibrations\/\">http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/horizontal_vibrations\/<\/a> (desativado)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Assim como Movement in Squares, anima as listras da obra original de Bridget Riley, seguindo o movimento sugerido por alto contraste entre as barras pretas e fundo branco. Este movimento \u00e9 intensificado por reflexos de \u00e1gua do mar, mostrados em um v\u00eddeo por detr\u00e1s das barras brancas. O v\u00eddeo \u00e9 perturbado pela circula\u00e7\u00e3o de faixas brancas, mas, por outro lado, os movimentos dos dois prevalecem e unificam o conjunto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Self-portrait in a maze &nbsp;(2011)&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"486\" height=\"362\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/21-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1409\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/21-1.png 486w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/21-1-300x223.png 300w\" sizes=\"(max-width: 486px) 100vw, 486px\" \/><figcaption><a href=\"https:\/\/www.andreithomaz.com\/portfolio-item\/auto-retrato-no-labirinto\/\">https:\/\/www.andreithomaz.com\/portfolio-item\/auto-retrato-no-labirinto\/ <\/a><br>Acesso em: 12\/10\/2021<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O trabalho desenha um labirinto sobre a imagem da webcam do espectador. O labirinto \u00e9 desenhado lentamente, com suas paredes sendo compostas por fragmentos congelados da imagem. As paredes e os espa\u00e7os n\u00e3o preenchidos continuam mostrando o v\u00eddeo gerado pela webcam em tempo real. O resultado deste processo \u00e9 um labirinto formado por fragmentos de imagens tiradas em diferentes tempos, tendo como resultado uma dimens\u00e3o temporal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Panoramas &#8211; 2011<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">N\u00e3o foi encontrado link<\/p>\n\n\n\n<p>Uma s\u00e9rie de panoramas criados para Lugares Magazine, editada pela Funda\u00e7\u00e3o Iber\u00ea Camargo. Os panoramas mostram diferentes constru\u00e7\u00f5es &#8211; um edif\u00edcio modernista, a muralha de China, e um interior de templo &#8211; compostas por carret\u00e9is, que foram constantemente representados por Iber\u00ea Camargo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>&nbsp;Labirintos invis\u00edveis &#8211; 2012<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"423\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/15-1024x423.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1398\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/15-1024x423.png 1024w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/15-300x124.png 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/15-768x317.png 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/15.png 1259w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><a href=\"http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/labirintos_invisiveis\/\">http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/labirintos_invisiveis\/<\/a><br>Acesso em: 12\/10\/2021<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Desenvolvido para as plataformas iOS e Android, \u00e9 uma nova vers\u00e3o do jogo desenvolvido em 2008, baseado num conto escrito por Jorge Luis Borges, Os Dois Reis e os Dois Labirintos, apresentando dois gameplays. O primeiro oferece ao jogador o desafio de alcan\u00e7ar a sa\u00edda de um labirinto, que \u00e9 completamente invis\u00edvel quando inicia o jogo. Cada vez que o jogador se move dentro do labirinto e toca uma parede, essa torna-se vis\u00edvel. Como o tempo \u00e9 limitado, o jogador n\u00e3o pode perder tempo tornando todo o labirinto vis\u00edvel. No segundo jogo, o labirinto \u00e9 vis\u00edvel no in\u00edcio do jogo, mas a cada segundo algumas paredes s\u00e3o apagadas. Embora elas n\u00e3o estejam mais vis\u00edveis, elas permanecem bloqueando os movimentos do jogador. O jogo se torna cada vez mais dif\u00edcil, j\u00e1 que o jogador n\u00e3o pode ver o labirinto mais e \u00e9 obrigado a avan\u00e7ar por tentativa e erro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Matryoshkas &#8211; 2012<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"312\" height=\"266\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/16.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1399\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/16.png 312w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/16-300x256.png 300w\" sizes=\"(max-width: 312px) 100vw, 312px\" \/><figcaption><a href=\"http:\/\/www.matryoshkas.art.br\/\">https:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/matryoshkas\/<\/a> (desativado)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Anima\u00e7\u00e3o composta por uma sequ\u00eancia infinita de bonecas russas. Cada boneca cresce revelando outra boneca dentro de si. Para criar a anima\u00e7\u00e3o foi usado um modelo tridimensional da boneca e deletados todas as linhas verticais, preservando apenas as horizontais. Como resultado, as bonecas s\u00e3o compostas por c\u00edrculos horizontais, e uma anima\u00e7\u00e3o que pode ser considerada desenho. Com o passar do tempo, a cor das linhas muda, criando camadas de bonecas ao fundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\">&nbsp;<strong>Membership Relations &#8211; 2012<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"425\" height=\"286\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/17.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1400\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/17.png 425w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/17-300x202.png 300w\" sizes=\"(max-width: 425px) 100vw, 425px\" \/><figcaption>N\u00e3o foi encontrado link<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Aplicativo para o Facebook que combina suas fotos usando diagramas representando rela\u00e7\u00f5es de pertin\u00eancia entre as s\u00e9ries e seus elementos (n\u00e3o encontrei nenhuma forma de de usar fotos do Facebook no site)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:28px\"><strong>Sorting Algorithms (Windows Color Dialog) &#8211; 2012<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"480\" height=\"246\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/18.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1401\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/18.png 480w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/18-300x154.png 300w\" sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><figcaption><a href=\"http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/sorting\/\">http:\/\/www.andreithomaz.com\/arte\/sorting\/<\/a> (desativado)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O trabalho aplica&nbsp; \u00e0s cores do di\u00e1logo de sele\u00e7\u00e3o de cores do Windows alguns dos algoritmos de ordena\u00e7\u00e3o mais conhecidos. Cada vez que o trabalho \u00e9 visualizado, a paleta de 48 cores \u00e9 embaralhada. Em seguida, a paleta \u00e9 classificada pelo algoritmo selecionado pelo usu\u00e1rio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quantas linhas s\u00e3o necess\u00e1rias para apagar um ret\u00e2ngulo preto?&nbsp; (2004) Apresenta um ret\u00e2ngulo preto sendo riscado por linhas brancas, desenhadas de forma aleat\u00f3ria. O que a princ\u00edpio parece ser um procedimento sem sentido transforma-se, em alguns minutos, em paisagens e texturas inst\u00e1veis, que surgem e desaparecem, at\u00e9 que a rela\u00e7\u00e3o figura fundo inverte-se. 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