{"id":1934,"date":"2021-06-08T18:17:25","date_gmt":"2021-06-08T21:17:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/?p=1934"},"modified":"2021-11-03T14:00:07","modified_gmt":"2021-11-03T17:00:07","slug":"o-aritmografo-apresentacao-e-comentarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/o-aritmografo-apresentacao-e-comentarios\/","title":{"rendered":"O Aritm\u00f3grafo: apresenta\u00e7\u00e3o e coment\u00e1rios"},"content":{"rendered":"\r\n<p class=\"has-text-align-left\">Texto de Guilherme Leon<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<div class=\"wp-block-image\">\r\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"543\" height=\"360\" class=\"wp-image-1935\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Sem-titulo.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Sem-titulo.jpg 543w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Sem-titulo-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 543px) 100vw, 543px\" \/>\r\n<figcaption>Imagem gerada pelo Aritm\u00f3grafo<\/figcaption>\r\n<\/figure>\r\n<\/div>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Neste texto farei uma breve apresenta\u00e7\u00e3o do meu projeto, apresentado como trabalho de conclus\u00e3o de curso para o bacharelado em artes visuais, chamado Aritm\u00f3grafo, que consiste em uma s\u00e9rie de elementos:<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<ol>\r\n<li>Um programa, escrito em Processing, que gera, proceduralmente, paisagens virtuais tridimensionais;<\/li>\r\n<li>Outro programa &#8211; tamb\u00e9m em Processing -, que gera, a partir das paisagens geradas, imagens dessas paisagens;<\/li>\r\n<li>Um bot no <a href=\"https:\/\/twitter.com\/aritmografo\">Twitter<\/a>, que posta essas imagens na rede social;<\/li>\r\n<li>Um bot no <a href=\"https:\/\/t.me\/aritmografo_bot\">Telegram<\/a>, que oferece essas imagens para quem as requisitar;<\/li>\r\n<li>Um <a href=\"http:\/\/guileon.com\/aritmografo.html\">website<\/a>, que apresenta as imagens online de forma randomizada;<\/li>\r\n<li>Outros trabalhos de arte, que discutem algumas tem\u00e1ticas relacionadas ao projeto.<\/li>\r\n<\/ol>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Sobre o Aritm\u00f3grafo<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Eu realizei uma forma\u00e7\u00e3o em ci\u00eancia da computa\u00e7\u00e3o antes de entrar nas artes visuais, dando \u00eanfase \u00e0 quest\u00f5es de processamento de imagens e computa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica. Assim, \u00e0 medida que meus estudos em computa\u00e7\u00e3o avan\u00e7avam, eu me aproximei da arte generativa, que seriam pr\u00e1ticas art\u00edsticas produzidas por computadores de forma aut\u00f4noma. No entanto, percebi que, no campo da ci\u00eancia da computa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o havia espa\u00e7o para tais explora\u00e7\u00f5es n\u00e3o-t\u00e9cnicas e decidi me matricular no curso de artes visuais, tentando rejeitar meu interesse pela programa\u00e7\u00e3o. Na minha trajet\u00f3ria no Instituto de Artes, me dediquei exclusivamente \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de arte anal\u00f3gica, evitando o uso de computadores, focando em pintura, desenho e gravura. Dessa maneira, eu comecei, assim como a maior parte dos artistas na contemporaneidade, a publicar meus trabalhos no Instagram, com uma certa regularidade &#8211; exigida pela plataforma para que se obtenha mais visualiza\u00e7\u00f5es &#8211; e com uma grande aten\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de <em>likes<\/em> que cada postagem recebia: eu buscava adaptar a minha produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica para maximizar as aprova\u00e7\u00f5es recebidas pela minha persona art\u00edstica digital.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Chegando ao final do curso de artes visuais, eu j\u00e1 me encontrava interessado, novamente, pelo uso de computadores para produzir arte, mas, ao mesmo tempo, estava incomodado pela forma que a minha experi\u00eancia nas redes sociais havia tomado. Assim, decidi criar um programa que gerasse paisagens &#8211; uma tem\u00e1tica que havia sido abordada por mim durante todo o per\u00edodo da<br \/>gradua\u00e7\u00e3o &#8211; mas me encontrava em d\u00favida em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 forma de publicar essas imagens, pois n\u00e3o gostaria de repetir, acriticamente, o meu uso das redes sociais. Optei, ent\u00e3o, por programar um bot no <em>Twitter<\/em> que postasse as imagens geradas autonomamente, buscando, assim, me libertar da associa\u00e7\u00e3o entre a minha produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica, as rea\u00e7\u00f5es dos meus seguidores e a minha pr\u00f3pria persona online.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O nome \u201cAritm\u00f3grafo\u201d surgiu a partir da palavra fotografia, que se origina, etimologicamente, na combina\u00e7\u00e3o de duas palavras do grego: <em>ph\u00f4s-<\/em>, que significa \u201cluz\u201d e <em>-graph\u00e8<\/em>, que significa \u201cescrita\u201d ou, ainda, \u201cescrever\u201d. O programa de computador que eu desenvolvi n\u00e3o trabalha com a luz para gerar imagens, mas opera a partir de n\u00fameros e de opera\u00e7\u00f5es realizadas sobre eles. Dessa maneira, eu substitu\u00ed o termo referente a luz pelo termo <em>arithm\u00f3s-<\/em>, que denota, em grego, \u201cn\u00famero\u201d, obtendo o termo Aritmografia e, portanto, Aritm\u00f3grafo veio a nomear meu projeto. Assim, com esse nome, o bot tomou forma e come\u00e7ou a realizar suas postagens nas redes sociais. A minha interfer\u00eancia no hist\u00f3rico de postagens \u00e9 m\u00ednima; os erros de programa\u00e7\u00e3o, as mudan\u00e7as inesperadas e os bugs est\u00e3o todos registrados no perfil do <em>twitter<\/em>. Assim, a p\u00e1gina \u00e9 utilizada como um arquivo que registra o processo do Aritm\u00f3grafo.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Acredito, tamb\u00e9m, que seja importante ressaltar que o Aritm\u00f3grafo, sendo um projeto, pode receber a adi\u00e7\u00e3o de novos elementos, a substitui\u00e7\u00e3o de alguns dos elementos e a modifica\u00e7\u00e3o do funcionamento dos programas que o comp\u00f5em. Dessa maneira, esse \u00e9 um projeto de arte que acontece em processo, n\u00e3o possuindo uma forma definitiva. As tem\u00e1ticas que eu busco observar nesse projeto s\u00e3o relacionadas \u00e0 natureza num\u00e9rica e codificada das imagens digitais, \u00e0 gera\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma de imagens e de trabalhos de arte e \u00e0s caracter\u00edsticas da viv\u00eancia dos<br \/>artistas nas redes sociais.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Algumas reflex\u00f5es<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Com esse projeto, eu trabalhei a s\u00edntese de imagens digitais, sua produ\u00e7\u00e3o a partir de f\u00f3rmulas matem\u00e1ticas e sua natureza ef\u00eamera e codificada. Jos\u00e9 Luis Brea, em <em>Las tres eras de la imagen<\/em>, buscando entender a imagem na era de sua digitaliza\u00e7\u00e3o, escreve que \u201cas [imagens] eletr\u00f4nicas s\u00f3 est\u00e3o no mundo indo-se, desaparecendo. Por momentos est\u00e3o, mas sempre deixando de faz\u00ea-lo\u201d (BREA, p. 67). Dessa maneira, busquei, com a programa\u00e7\u00e3o do Aritm\u00f3grafo e no texto de meu trabalho de conclus\u00e3o, explorar essa natureza codificada da imagem digital, que \u00e9 um dado interpretado por uma tela. Uma tem\u00e1tica cara para mim \u00e9 a desmistifica\u00e7\u00e3o da Caixa Preta (FLUSSER, 1985), a revela\u00e7\u00e3o dos c\u00f3digos para o mundo.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Para a cria\u00e7\u00e3o do Aritm\u00f3grafo, eu produzi um programa de <em>rendering<\/em>, que simula os trajetos que a luz faria para gerar uma imagem. Dessa maneira, esse programa realiza uma sequ\u00eancia de opera\u00e7\u00f5es sobre um conjunto de dados (a representa\u00e7\u00e3o tridimensional da paisagem) para gerar, como resultado, uma imagem (uma representa\u00e7\u00e3o bidimensional da paisagem). Ressalto, novamente, que esse processo n\u00e3o envolve a luz, sendo apenas um processo matem\u00e1tico, quest\u00e3o que evidencia a natureza num\u00e9rica das imagens digitais. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel observar que os programas de computador tem partes que podem ser substitu\u00eddas, ou, como escreveu Manovich: \u201cUm objeto de <em>new media<\/em> consiste de partes independentes, onde cada uma consiste de partes independentes menores, e assim por diante, at\u00e9 o n\u00edvel dos menores \u00e1tomos\u201d (MANOVICH, 2001, p. 31). Em consequ\u00eancia desse fato, \u00e9 poss\u00edvel alterar apenas uma parte do Aritm\u00f3grafo para obter novos resultados, como cartografias das paisagens.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<div class=\"wp-block-image\">\r\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"603\" height=\"404\" class=\"wp-image-1936\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/1.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/1.png 603w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/1-300x201.png 300w\" sizes=\"(max-width: 603px) 100vw, 603px\" \/>\r\n<figcaption>Cartografia gerada atrav\u00e9s de uma modifica\u00e7\u00e3o do Aritm\u00f3grafo.<\/figcaption>\r\n<\/figure>\r\n<\/div>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Como um \u00faltimo aspecto na discuss\u00e3o provocada pelo Aritm\u00f3grafo, eu refleti sobre a maneira como a viv\u00eancia dos artistas transcorre nas redes sociais, questionando o casamento entre a produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica e constru\u00e7\u00e3o de um \u201ceu\u201d atrav\u00e9s do olhar dos outros. Acredito que a minha rela\u00e7\u00e3o com as redes sociais se deu de forma turbulenta e avalio que a economia dos <em>likes<\/em> e das m\u00e9tricas de popularidade dos meus trabalhos de arte postados online gerou uma certa medida<br \/>de sofrimento. Da mesma maneira, Paula Sibilia coloca, no seu livro \u201cO Show do Eu\u201d, uma reflex\u00e3o similar: \u201cN\u00e3o raro, essa administra\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria imagem on-line exige quantidades crescentes de tempo e energia, um esfor\u00e7o no qual se destaca o not\u00e1vel aumento da ansiedade por monitorar o n\u00famero de aprova\u00e7\u00f5es recebidas em cada ocasi\u00e3o.\u201d (SIBILIA, 2016, p. 42-43). Entendo, ent\u00e3o, que o bot no <em>Twitter<\/em> do Aritm\u00f3grafo foi uma forma que eu encontrei de me contrapor, em certa medida, \u00e0 essa l\u00f3gica das redes sociais, buscando alterar a minha rela\u00e7\u00e3o com essa forma de manifesta\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Para encerrar esse texto, \u00e9 importante apontar uma contradi\u00e7\u00e3o inerente \u00e0 minha pr\u00e1tica art\u00edstica: a inevitabilidade de, no contexto atual, separar o \u201ceu\u201d dos trabalhos de arte e da sua presen\u00e7a nas redes digitais. Em fun\u00e7\u00e3o disso, eu tive de associar o Aritm\u00f3grafo ao meu nome de diversas maneiras, seja no texto do meu trabalho de conclus\u00e3o de curso, seja no presente post. Adicionalmente, eu ainda n\u00e3o fui capaz de erodir completamente a rela\u00e7\u00e3o que eu tenho com os n\u00fameros de seguidores e de <em>likes<\/em> que o Aritm\u00f3grafo recebe, sendo afetado, ainda que de forma<br \/>inconsciente, por essas m\u00e9tricas de popularidade digital. Buscarei, nas minhas pr\u00e1ticas art\u00edsticas futuras, manter uma vis\u00e3o cr\u00edtica acerca dos aspectos despercebidos da tecnologia e da forma como as rela\u00e7\u00f5es que desenvolvemos com as redes sociais digitais nos afetam. Entretanto, ressalto que o meu objetivo n\u00e3o \u00e9 combater ou evitar a tecnologia e as redes sociais &#8211; que hoje s\u00e3o parte inescap\u00e1vel do nosso contexto socioecon\u00f4mico &#8211; mas difundir um uso cr\u00edtico e consciente delas, al\u00e9m de provocar, naqueles que entram em contato com meu trabalho pr\u00e1tico e textual, uma quebra da transpar\u00eancia do meio tecnol\u00f3gico.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<div class=\"wp-block-image\">\r\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"362\" height=\"324\" class=\"wp-image-1937\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/2.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/2.png 362w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/2-300x269.png 300w\" sizes=\"(max-width: 362px) 100vw, 362px\" \/>\r\n<figcaption>Captura de tela com a p\u00e1gina do Aritm\u00f3grafo no Twitter.<\/figcaption>\r\n<\/figure>\r\n<\/div>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Refer\u00eancias:<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>BREA, Jos\u00e9 Luis. <strong>Las tres eras de la imagen.<\/strong> Madrid: Ediciones Akal, 2010.<\/p>\r\n<p><br \/>FLUSSER, Vil\u00e9m. <strong>Filosofia da Caixa Preta.<\/strong> S\u00e3o Paulo: Huitec, 1985.<\/p>\r\n<p><br \/>MANOVICH, Lev. <strong>The Language of New Media.<\/strong> Cambridge: MIT Press, 2001.<\/p>\r\n<p><br \/>SIBILIA, Paula. <strong>O Show do Eu.<\/strong> Rio de Janeiro, Editora Contraponto, 2016.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Acesse o TCC de Guilherme Leon <a href=\"http:\/\/guileon.com\/arquivos\/texto-tcc-guilherme-leon\">aqui.<\/a><\/p>\r\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto de Guilherme Leon Neste texto farei uma breve apresenta\u00e7\u00e3o do meu projeto, apresentado como trabalho de conclus\u00e3o de curso para o bacharelado em artes visuais, chamado Aritm\u00f3grafo, que consiste em uma s\u00e9rie de elementos: Um programa, escrito em Processing, que gera, proceduralmente, paisagens virtuais tridimensionais; Outro programa &#8211; tamb\u00e9m em Processing -, que gera, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1935,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[168],"tags":[24,180,10,19,28,138,60],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1934"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1934"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1934\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2849,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1934\/revisions\/2849"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1935"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1934"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1934"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1934"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}