{"id":2520,"date":"2021-10-21T13:55:27","date_gmt":"2021-10-21T16:55:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/?p=2520"},"modified":"2021-11-08T11:15:43","modified_gmt":"2021-11-08T14:15:43","slug":"sic-2021-gameart-br","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/sic-2021-gameart-br\/","title":{"rendered":"SIC 2021: gameart.br"},"content":{"rendered":"\r\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\r\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">https:\/\/youtu.be\/2kq9vHHRFZE<\/div>\r\n<\/figure>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O projeto<em> gameart.br<\/em> parte das an\u00e1lises propostas pelo grupo de pesquisa Territorialidades na Arte Contempor\u00e2nea: experi\u00eancias Art\u00edsticas na Internet no Brasil e busca tra\u00e7ar e analisar uma linha do tempo concisa da trajet\u00f3ria dos artgames\/da gamearte no Brasil, visando contemplar obras, artistas, eventos e espa\u00e7o no sistema da arte, vendo tamb\u00e9m influ\u00eancias externas e internas no meio.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Apesar de os videogames existirem desde os anos 60, foi a partir de 1980 que surgiram os primeiros projetos art\u00edsticos a usar jogos digitais como meio, tal como<em> Alien Garden<\/em>, de Bernie DeKoven e Jaron Lanier (1982) (PRATT, 2010). Com a ampla disponibiliza\u00e7\u00e3o da internet no final dos anos 90 e, consequentemente, maior acesso \u00e0 n\u00e3o s\u00f3 mais jogos como mais informa\u00e7\u00e3o, surge um novo interesse por gamearte tanto por artistas como por institui\u00e7\u00f5es, que come\u00e7am a montar exposi\u00e7\u00f5es (como a GAME ON, que surgiu em 2002) (CAVALEIRO, 2016) e comissionar obras do g\u00eanero. Nessa \u00e9poca tamb\u00e9m nasceu a pr\u00e1tica de <em>mod art<\/em>, que consiste em modifica\u00e7\u00f5es art\u00edsticas de jogos digitais j\u00e1 existentes, muitas vezes como forma de trazer um questionamento ou ideal pol\u00edtico.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>No Brasil, as primeiras experi\u00eancias com esse meio vieram muitas vezes como desdobramentos da arte computacional e interativa, vindo de artistas e pesquisadores que j\u00e1 estavam inseridos no campo. J\u00e1 em 2004, o grupo mediaLAB da UnB trazia propostas como Gamearte F69, que satirizava a ideia de competitividade dos videogames. Em 2006, Andrei Thomaz apresenta a obra Labirinto Zero, primeira de varias outras explora\u00e7\u00f5es do artista com labirintos. Outros trabalhos dele nessa linha s\u00e3o Cubos de Cor (2007) e Labirintos Invis\u00edveis (2009). A Exposi\u00e7\u00e3o EmMeio#5.0, que ocorreu durante o 12# ART \u2013 Encontro Internacional de Arte e Tecnologia de 2012, apresentou o jogo Post-human Ms. PacMan, de Edgar Franco e Bruno Mendon\u00e7a, com uma proposta extremamente subversiva de diversos conceitos cl\u00e1ssicos dos jogos digitais. No ano seguinte a exposi\u00e7\u00e3o Play! &#8211;\u00a0a primeira mostra interativa de gamearte a c\u00e9u aberto do pa\u00eds &#8211; contou com obras internacionais e nacionais como PAULISTA INVADERS, tamb\u00e9m do grupo MediaLAB.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Esta pesquisa \u00e9 um trabalho em andamento, com planos de virar uma database online nos moldes dos blogs Web Arte no Brasil e Territorialidade\/Territoriality.<\/p>\r\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O projeto gameart.br parte das an\u00e1lises propostas pelo grupo de pesquisa Territorialidades na Arte Contempor\u00e2nea: experi\u00eancias Art\u00edsticas na Internet no Brasil e busca tra\u00e7ar e analisar uma linha do tempo concisa da trajet\u00f3ria dos artgames\/da gamearte no Brasil, visando contemplar obras, artistas, eventos e espa\u00e7o no sistema da arte, vendo tamb\u00e9m influ\u00eancias externas e internas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":2537,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[168,6,184],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2520"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2520"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2520\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2871,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2520\/revisions\/2871"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2537"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2520"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2520"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2520"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}