{"id":2982,"date":"2022-11-29T10:36:36","date_gmt":"2022-11-29T13:36:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/?p=2982"},"modified":"2022-12-18T16:07:54","modified_gmt":"2022-12-18T19:07:54","slug":"feeling-cute-might-delete-it-later-newmemeseum-e-o-uso-dos-memes-como-ferramenta-de-critica-institucional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/feeling-cute-might-delete-it-later-newmemeseum-e-o-uso-dos-memes-como-ferramenta-de-critica-institucional\/","title":{"rendered":"Feeling Cute, Might Delete It Later: Newmemeseum e o uso dos memes como ferramenta de cr\u00edtica institucional"},"content":{"rendered":"<p>Texto de Malena Mendes<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Meu trabalho de conclus\u00e3o de curso prop\u00f5e apresentar e discutir o uso de memes como cr\u00edtica institucional por pessoas que t\u00eam como espa\u00e7o de atua\u00e7\u00e3o a rede social Instagram. Dividido em tr\u00eas cap\u00edtulos, busquei apresentar os memes, desde sua defini\u00e7\u00e3o na \u00e1rea da biologia at\u00e9 sua refer\u00eancia por te\u00f3ricos de outros campos de atua\u00e7\u00e3o, sinalizando as diferentes caracter\u00edsticas abordadas pelos te\u00f3ricos Limor Shifman (2012) e Patrick Davison (2020) que buscam delimitar os fatores para o sucesso de um meme. A pesquisa sobre pr\u00e1tica de legitima\u00e7\u00e3o dos memes no mundo da arte \u00e9 retomada neste momento para manifestar a sua inser\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o expositivo, assim como tamb\u00e9m \u00e9\u00a0 dedicada uma apresenta\u00e7\u00e3o dos impactos que a globaliza\u00e7\u00e3o e a internet trouxeram para o mundo da arte. Na segunda se\u00e7\u00e3o desse cap\u00edtulo, apresento tr\u00eas contas no Instagram das quais destaco o uso dos memes como cr\u00edtica institucional:<a href=\"https:\/\/thewhitepube.co.uk\/\"> The White Pube<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/freeze_magazine\/\">Freeze_magazine<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/newmemeseum\/\">Newmemeseum<\/a>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Figura 1 \u2014 Brasil em 2020: Produ\u00e7\u00e3o de pensamento cr\u00edtico\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2980\" aria-describedby=\"caption-attachment-2980\" style=\"width: 338px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2980 \" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Imagem-do-WhatsApp-de-2022-11-29-as-10.16.31-273x300.jpg\" alt=\"\" width=\"338\" height=\"372\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Imagem-do-WhatsApp-de-2022-11-29-as-10.16.31-273x300.jpg 273w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Imagem-do-WhatsApp-de-2022-11-29-as-10.16.31.jpg 567w\" sizes=\"(max-width: 338px) 100vw, 338px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2980\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: NEWMEMESEUM (2020)<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dentre as diversas facetas que comp\u00f5em a cultura digital contempor\u00e2nea, o meme \u00e9 inconfundivelmente uma das mais irreverentes. O termo meme, palavra derivada do grego <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">mimema <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">e que significa \u201caquilo que \u00e9 imitado\u201d, foi apresentado em 1976, pelo bi\u00f3logo Richard Dawkins (Nair\u00f3bi, Qu\u00eania, 1941) em seu livro O Gene Ego\u00edsta. Limor Shifman (Israel, 1974), professora no departamento de Comunica\u00e7\u00e3o e Jornalismo da Universidade Hebraica de Jerusal\u00e9m, \u00e9 refer\u00eancia no estudo do poder e potencial dos memes. Shifman prop\u00f5e que os memes na cultural visual sejam \u201cuma pequena unidade de transmiss\u00e3o cultural, an\u00e1loga aos genes que se espalham de pessoa para pessoa por c\u00f3pia ou imita\u00e7\u00e3o, trazendo exemplos como bord\u00f5es, melodias, moda e vestu\u00e1rio, assim como cren\u00e7as abstratas (por exemplo, o conceito de Deus)\u201d (SHIFMAN, 2013, p. 9). O entendimento dos memes passou por in\u00fameras altern\u00e2ncias de sentido at\u00e9 que chegasse \u00e0 compreens\u00e3o atual, e para fins dessa pesquisa, me baseei no vi\u00e9s mais recente do pesquisador\u00a0 Patrick Davison (DAVISON, 2020, p. 145) ressalta as caracter\u00edsticas est\u00e9ticas dos memes digitais, no qual divide em tr\u00eas componentes: \u201cideal (ideia passada adiante); o comportamento (a a\u00e7\u00e3o tomada pelo indiv\u00edduo); e a manifesta\u00e7\u00e3o (fen\u00f4meno observ\u00e1vel), tal como se apresenta no mundo objetivo\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O humor tamb\u00e9m \u00e9 uma das caracter\u00edsticas principais de um meme. Charles Baudelaire (2017, p. 8) diz que o c\u00f4mico \u00e9 do ponto de vista art\u00edstico, uma imita\u00e7\u00e3o; o grotesco, uma cria\u00e7\u00e3o. O c\u00f4mico \u00e9 uma imita\u00e7\u00e3o misturada com certa faculdade criadora, isto \u00e9, com uma idealidade art\u00edstica&#8221;. Por\u00e9m, embora o humor fa\u00e7a parte da natureza humana, nem todos v\u00e3o vivenci\u00e1-lo da mesma maneira. Assim, existe uma diversidade enorme de memes para todos os gostos na cultura digital contempor\u00e2nea, e interpretar e acessar seus c\u00f3digos e valores exige envolvimento. De forma semelhante ao processo de alfabetiza\u00e7\u00e3o, para termos a capacidade de entender um meme \u00e9 preciso consumir, interagir e replic\u00e1-lo de uma forma que o conjunto texto\/imagem seja pass\u00edvel de entendimento em outras inst\u00e2ncias (TEOBALDO, 2020).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 2020, em meio a pandemia do Coronav\u00edrus, entra em recesso a forma tradicional de entrar em contato e consumir arte. Com os olhos voltados para o virtual, o perfil an\u00f4nimo, Newmemeseum, surge na plataforma Instagram. Suas postagens abarcam diferentes propostas: cr\u00edtica a curadores, artistas, movimentos da hist\u00f3ria can\u00f4nica da arte, ao Brasil, ao governo de precariedade (LOREY, 2015) que se alastra cada vez mais, enfim, uma grande autocr\u00edtica a si mesmo como parte da comunidade e a todos que gerem e participam dessa dan\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Figura 2- Postagem do dia 20 de dezembro de 2020, \u201co brasil \u00e9 um meme que nunca dorme\u201d<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2981\" aria-describedby=\"caption-attachment-2981\" style=\"width: 307px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-2981\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Imagem-do-WhatsApp-de-2022-11-29-as-10.16.32-198x300.jpg\" alt=\"\" width=\"307\" height=\"465\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Imagem-do-WhatsApp-de-2022-11-29-as-10.16.32-198x300.jpg 198w, https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Imagem-do-WhatsApp-de-2022-11-29-as-10.16.32.jpg 506w\" sizes=\"(max-width: 307px) 100vw, 307px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2981\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: https:\/\/www.instagram.com\/p\/CIfzET7np1P\/?igshid=e9loq2kj7gce NEWMEMESEUM (2021)<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O anonimato \u00e9 um aspecto muito importante para o sucesso das cr\u00edticas do Newmemeseum. Ele permite com que as pessoas respons\u00e1veis pela cria\u00e7\u00e3o do conte\u00fado n\u00e3o temam recha\u00e7o, ao mesmo tempo em que essa liberdade fortalece o v\u00ednculo entre os atores do sistema de arte a ponto que mediadores, produtores e outros demais personagens do sistema se sintam a vontade em compartilhar situa\u00e7\u00f5es e viv\u00eancias para serem expostas em forma de meme no perfil.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cMuitas vezes, n\u00f3s nos esquecemos de que um perfil de rede social \u00e9 uma fic\u00e7\u00e3o. A rede social \u00e9 um lugar de cria\u00e7\u00e3o autobiogr\u00e1fica. Cada um escolhe fotos, v\u00eddeos e conte\u00fados para compartilhar em suas p\u00e1ginas \u2013 cada um faz a curadoria de um \u201ceu\u201d que gostaria de tornar p\u00fablico \u2013 e isso ajuda a formar um personagem, que, definitivamente, est\u00e1 longe de dar conta da complexidade de uma pessoa real. Com um apanhado limitado de informa\u00e7\u00f5es que um perfil oferece, tomamos o personagem da pessoa como a pr\u00f3pria pessoa real e, a partir disso, emitimos uma s\u00e9rie de julgamentos. Ao compreender isso \u2013 e ao compreender que n\u00f3s, tamb\u00e9m, nos comportamos exatamente dessa maneira \u2013, foi o que levou o New Memeseum a omitir a autoria. (NEWMEMESEUM. Entrevista concedida a \u00c1lvaro Seixas. C-AM-A. 2020)\u201d<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Andando pela corda bamba que entre o que \u00e9 meme e cr\u00edtica ao sistema da arte, a responsabilidade que \u00e9 posta sobre estes criadores em rela\u00e7\u00e3o a serem formadores de opini\u00e3o \u00e9 outro t\u00f3pico muito importante para o Newmemeseum. Para eles, \u201cestar participando de uma rede social \u00e9 fazer parte de um espet\u00e1culo e, eles t\u00eam a inten\u00e7\u00e3o de apresentar as diferentes particularidades de cada agente\u201d (NEWMEMESEUM, 2020)<\/span><\/p>\n<p>Pensando na contribui\u00e7\u00e3o do Newmemeseum ao campo da cr\u00edtica,\u00a0 a artista Andrea Fraser (1965) diz que a cr\u00edtica institucional, enquanto pr\u00e1tica, n\u00e3o pode ser definida por um objeto ou institui\u00e7\u00e3o: \u201cmuito mais que isso, essa pr\u00e1tica s\u00f3 pode ser definida por sua metodologia de especificidade do site criticamente reflexiva\u201d (2014, p. 1). Por criticamente reflexiva, a autora sugere que como pr\u00e1tica pol\u00edtica, os objetivos de mudan\u00e7a da cr\u00edtica institucional t\u00eam em vista as formas de autoridade que operam dentro do campo de trabalho, levando em considera\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m, as rela\u00e7\u00f5es do campo art\u00edstico com outros campos (FRASER, 2014).<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Se olharmos para a historiografia da cr\u00edtica institucional, \u00e9 poss\u00edvel destacar diversos trabalhos que reagiram a fatores pol\u00edticos e econ\u00f4micos que afetaram o mundo da arte. Dentre eles, destaco a produ\u00e7\u00e3o do coletivo Guerrilha girls (1985), que ainda atua de forma extremamente pol\u00edtica e sarc\u00e1stica dentro dos museus, apontando a discrep\u00e2ncia nos acervos da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica de mulheres <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">versus <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">a produ\u00e7\u00e3o masculina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No contexto brasileiro, o humor \u00e9 uma pe\u00e7a essencial da cultura popular e funciona como uma distin\u00e7\u00e3o da internet \u201cglobal\u201d. \u201cMuito antes da internet, o humor sempre desempenhou um papel pol\u00edtico e social no Brasil, funcionando como um mecanismo de protesto e de representa\u00e7\u00e3o da identidade cultural\u201d (LUNARDI, 2020, p. 429). Rir de seus infort\u00fanios abre espa\u00e7o para que o debate de assuntos de cunho pol\u00edtico e econ\u00f4mico se torne menos ma\u00e7ante, e potencialize o protesto. A cr\u00edtica, por sua vez, em um processo de renova\u00e7\u00e3o de sentido, busca formas alternativas de impactar as rela\u00e7\u00f5es entre os pares, emitindo uma fala que proporcione a sensa\u00e7\u00e3o de pertencimento comunit\u00e1rio e resulte em mudan\u00e7as nas estruturas sociais. Os memes surgem ent\u00e3o como uma chave singular para alcan\u00e7ar esses anseios. No campo art\u00edstico brasileiro, existem artistas que j\u00e1 incorporam os memes em sua po\u00e9tica, seja como estrat\u00e9gia de inser\u00e7\u00e3o no sistema de arte, como faz o artista \u00c1lvaro Seixas, ou pensando na pedagogia do meme. como trabalha a artista Biarritzzz. Por\u00e9m, o sistema nacional ainda carecia de um projeto que atuasse na pr\u00e1tica da cr\u00edtica no sentido em que Fraser prop\u00f5e, isto \u00e9, entender que o objeto de nossas cr\u00edticas, de nossos ataques, est\u00e1 sempre tamb\u00e9m dentro de n\u00f3s (FRASER, 2014).\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Figura 3\u2014 postagem do @newmemeseum no dia 13 de abril de 2021\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2979\" aria-describedby=\"caption-attachment-2979\" style=\"width: 307px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2979 \" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/conectartbr\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Imagem-do-WhatsApp-de-2022-11-29-as-10.16.33-197x300.jpg\" alt=\"\" width=\"307\" height=\"467\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2979\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: NEWMEMESEUM (2021)<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Compreendendo a crescente relev\u00e2ncia dos memes para a cultura e a arte contempor\u00e2neas, esta pesquisa n\u00e3o se prop\u00f4s a esgotar caminhos, mas sim a fazer conex\u00f5es iniciais e a apontar possibilidades de leitura e entendimento dos memes como arte. S\u00e3o passos iniciais, mas absolutamente importantes na constru\u00e7\u00e3o dos processos de legitima\u00e7\u00e3o dessa pr\u00e1tica perante diferentes atores e institui\u00e7\u00f5es do sistema. <\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">REFER\u00caNCIAS<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">BAUDELAIRE, Charles. <\/span><b>Sobre a Ess\u00eancia do Riso.<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Revista UFG. Tradu\u00e7\u00e3o Z\u00eania de Faria, v. 8, n. 2, 28 jul 2017. Tradu\u00e7\u00e3o de: De l&#8217;essence du rire et g\u00e9n\u00e9ralement du comique dans les arts plastiques. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.revistas.ufg.br\/revistaufg\/article\/view\/48111. Acesso em: 9 mai. 2021.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">BOURDIEU, Pierre. <\/span><b>O poder simb\u00f3lico<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, f. 156. 1988. 311 p.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">BULH\u00d5ES, Maria Am\u00e9lia. <\/span><b>As Novas Regras do Jogo: o sistema da arte no Brasil.<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Porto Alegre: Zouk, 2014. 144 p.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">DAVISON, Patrick. A linguagem dos memes de internet (dez anos depois). In: CHAGAS, Viktor (Coord.). <\/span><b>A cultura dos memes: aspectos sociol\u00f3gicos e dimens\u00f5es pol\u00edticas de um fen\u00f4meno do mundo digital<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. 1. ed. Salvador: Edufba, 2020. 544 p, p. 139- 156<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">FRASER, Andrea. <\/span><b>O que \u00e9 Cr\u00edtica Institucional ?<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Revista Concinnitas. Tradu\u00e7\u00e3o Daniel Jablonski, Rio de Janeiro, v. 15, n. 24, p. 1-4, 2014. Dispon\u00edvel em: epublicacoes.uerj.br\/index.php\/concinnitas\/article\/view\/18731\/13645. Acesso em: 1 out. 2020.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">JORD\u00c3O, Fabr\u00edcia. O Ativismo Institucional, as artes visuais e a redemocratiza\u00e7\u00e3o brasileira em busca de um espa\u00e7o para o contempor\u00e2neo. In: <\/span><b>ARTE AL\u00c9M DA ARTE<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, 2. 2019. Anais eletr\u00f4nicos [&#8230;] Porto Alegre, 2019. 287-296 p. Dispon\u00edvel em: https:\/\/lume.ufrgs.br\/bitstream\/handle\/10183\/212560\/001116316.pdf?sequence=1&amp;isAllowed =y. Acesso em: 22 mar. 2021.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">MONTEIRO LUNARDI, Gabriela; BURGESS, Jean. &#8220;\u00c9 zoeira: as din\u00e2micas culturais do humor brasileiro na internet. In: CHAGAS, Viktor (Org.). <\/span><b>A cultura dos memes: aspectos sociol\u00f3gicos e dimens\u00f5es pol\u00edticas de um fen\u00f4meno do mundo digital<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Salvador: Edufba, 2020. 544 p, p. 427-458.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">NEWMEMESEUM. <\/span><b>Alvaro Seixas. C.A.M.A.<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> 2020. Dispon\u00edvel em: https:\/\/c-a-ma.com\/materia\/alvaro-seixas\/. Acesso em: 4 fev. 2021.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">SHIFMAN, Limor. <\/span><b>Memes in Digital Culture<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. MIT Press, v. 1, f. 100, 2013. 200 p.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">TEOBALDO, Felipe. <\/span><b>Dilema das redes: devo sair das redes sociais?<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. S\u00e3o PAulo, 14 out. 2020. Instagram: @teobaldx. S\u00e3o PAulo, 2020. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.instagram.com\/tv\/CGVcx84JJjQ\/?igshid=15roy2col1g34. Acesso em: 3 mar. 2021.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Acesse o TCC de Malena Mendes <a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/222550#\">aqui\u00a0<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto de Malena Mendes Meu trabalho de conclus\u00e3o de curso prop\u00f5e apresentar e discutir o uso de memes como cr\u00edtica institucional por pessoas que t\u00eam como espa\u00e7o de atua\u00e7\u00e3o a rede social Instagram. 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