UFRGS e a Covid-19

Pesquisadores da UFRGS integram estudo sobre sedentarismo e vida ativa e a covid-19

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Sumário

Realizada pelo InCor/USP, pesquisa tem o objetivo de investigar impactos da regularidade de exercício físico na proteção e na recuperação dos infectados

Foto: Ramon Moser/ Arquivo SECOM

O Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (InCor/USP) realiza uma pesquisa com o objetivo de avaliar se pessoas fisicamente ativas podem apresentar maior proteção contra a covid-19 e melhor recuperação após uma infecção. Será analisado o impacto do treinamento físico, da atividade física e de estilo de vida sedentário nos resultados de saúde em pessoas infectadas pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2). O estudo tem a participação dos pesquisadores doutorandos da UFRGS: Douglas dos Santos Soares e Juliana Beust de Lima, que colaboram na elaboração do projeto e na execução. A coordenação é de Marcelo Rodrigues dos Santos, do InCor.

No momento, a pesquisa está na etapa de divulgação do questionário que deve ser preenchido voluntariamente apenas por pessoas que contraíram a doença e já se recuperaram, tanto os que sentiram os sintomas, quanto aqueles que não tiveram sintomas. O tempo de preenchimento é de 10 a 15 minutos. Por meio do questionário, os pesquisadores buscam elucidar se o exercício físico ou a atividade física podem ser aliados na prevenção e tratamento do novo coronavírus (SARS-CoV-2). Podem participar do estudo pessoas de todas as idades e sexo que tiveram confirmação da doença pelo exame RT-PCR (coleta nasal ou pela garganta) ou exame de sangue (teste rápido), e que já tenham se recuperado da doença.

Segundo os pesquisadores desse estudo inovador, resultados positivos nos desfechos clínicos podem melhorar a qualidade de vida dos pacientes e gerar menor impacto sobre o sistema público e privado de saúde. Além disso, é esperado que o levantamento possa nortear políticas públicas sobre a importância do exercício físico e seu impacto na melhora do sistema imunológico.

> Questionário aos participantes que já se recuperaram da doença

Foto: Cadinho Andrade/Arquivo/UFRGS
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