{"id":3222,"date":"2022-11-01T08:00:00","date_gmt":"2022-11-01T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/?p=3222"},"modified":"2022-10-31T21:50:18","modified_gmt":"2022-11-01T00:50:18","slug":"cartografia-e-performance-um-mapa-e-uma-questao-de-performance","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/cartografia-e-performance-um-mapa-e-uma-questao-de-performance\/","title":{"rendered":"Cartografia e Performance: \u201cUm mapa \u00e9 uma quest\u00e3o de performance\u201d"},"content":{"rendered":"\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Douglas Ostruca<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao falar sobre a cartografia, <strong>Gilles Deleuze<\/strong> e <strong>F\u00e9lix Guattari<\/strong> (2011a) a posicionam como um dos seis princ\u00edpios do <strong>rizoma<\/strong>, sugerindo que ao inv\u00e9s de um decalque, ou seja, uma reprodu\u00e7\u00e3o de um modelo j\u00e1 pronto, o rizoma funciona como um mapa aberto que \u00e9 composto por <em>n<\/em> dimens\u00f5es. Nisso, ao inv\u00e9s de reduzir os fen\u00f4menos a modelos e m\u00e9todos j\u00e1 prontos, a cartografia envolve o tra\u00e7ar de um mapa, um mapa movedi\u00e7o, o qual se prop\u00f5e a acompanhar os fen\u00f4menos em seu processo de transforma\u00e7\u00e3o. Se tomamos a liberdade de chamar a <strong>cartografia <\/strong>de <strong>m\u00e9todo<\/strong>, \u00e9 o pr\u00f3prio sentido de m\u00e9todo que \u00e9 deslocado nessa apropria\u00e7\u00e3o. Trata-se de um m\u00e9todo processual que se faz no caminhar da pesquisa, um m\u00e9todo aberto do qual s\u00f3 temos pistas (ROS\u00c1RIO, 2013, 2016).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2019, a professora <strong>N\u00edsia Martins do Ros\u00e1rio <\/strong>ministrou o Semin\u00e1rio <strong><em>Cartografias na Comunica\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong>, no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o da UFRGS. Ao falar sobre o princ\u00edpio da Cartografia, ela destacou uma passagem: \u201cUm mapa \u00e9 uma quest\u00e3o de performance, enquanto o decalque remete sempre a presumida \u2018compet\u00eancia\u2019\u201d<a id=\"_ftnref1\" href=\"#_ftn1\">[1]<\/a> (2011a, p.30). Esse \u00e9 o \u00fanico uso do termo <strong><em>performance<\/em> <\/strong>no <strong>volume I<\/strong> de <strong>Mil Plat\u00f4s<\/strong>. A pista que essa breve cita\u00e7\u00e3o nos deixa \u00e9 que enquanto o mapa se aproxima mais da performance, o decalque se relaciona \u00e0 compet\u00eancia. Diante disso, nos perguntamos qual \u00e9 o contexto de uso do termo <em>performance<\/em> nesse caso? &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando <strong>Deleuze<\/strong> e <strong>Guattari<\/strong> demarcam a no\u00e7\u00e3o de <em>performance<\/em> na rela\u00e7\u00e3o diferencial com o conceito de compet\u00eancia, compreendemos que est\u00e3o partindo das discuss\u00f5es feitas na lingu\u00edstica. De acordo com <strong>Marvin Carlson<\/strong> (2010) e <strong>Rodrigo Borba<\/strong> (2014), no \u00e2mbito da lingu\u00edstica a distin\u00e7\u00e3o entre performance e compet\u00eancia decorre da diferen\u00e7a entre <em>la langue <\/em>(l\u00edngua) e <em>la<\/em> <em>parole<\/em> (fala). Essa distin\u00e7\u00e3o \u00e9 posta inicialmente por <strong>Ferdinand de Saussure<\/strong> no <strong><em>Curso de Lingu\u00edstica Geral<\/em><\/strong>, publicado pela primeira vez como livro em 1916. Em s\u00edntese, <em>la langue <\/em>aborda o sistema abstrato de signos, enquanto <em>la<\/em> <em>parole <\/em>trata dos usos desses signos na fala. Para <strong>Saussure<\/strong>, o foco da lingu\u00edstica deveria ser sobre o sistema abstrato, j\u00e1 que pra ele, os usos s\u00e3o individuais e t\u00eam interfer\u00eancia de fatores n\u00e3o lingu\u00edsticos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Posteriormente, a distin\u00e7\u00e3o <em>la langue <\/em>(l\u00edngua) e <em>la<\/em> <em>parole<\/em> (fala) feita por Saussure ser\u00e1 retomada por <strong>Noam Chomsky<\/strong> em 1965, onde o linguista denomina o sistema gramatical de <strong>compet\u00eancia<\/strong> e os usos desse sistema de <strong>performance<\/strong>. Chomsky tamb\u00e9m considera que o foco da lingu\u00edstica deve ser a compet\u00eancia, j\u00e1 que para ele as performances lingu\u00edsticas s\u00e3o marcadas por desvios da norma, o que desestabiliza o rigor das regras gramaticais (BORBA, 2014).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os estudiosos que passam a considerar a performance como objeto de estudo, <strong>Carlson <\/strong>(2009) menciona o russo <strong>Mikhail Bakhtin<\/strong> (1895-1975) e o americano <strong>Dell Hymes<\/strong> (1927-2009). Junto desses autores que colocam em primeiro plano as performances lingu\u00edsticas, podemos incluir <strong>Deleuze <\/strong>e <strong>Guattari<\/strong>, os quais al\u00e9m de explicitamente proporem a cartografia como um dos princ\u00edpios do Rizoma (e situarem o mapa como uma quest\u00e3o de performance), ainda articulam a Rizom\u00e1tica com a Pragm\u00e1tica (2011a).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No plat\u00f4 <strong><em>Postulados da lingu\u00edstica<\/em><\/strong>, incluso no <strong>volume II<\/strong> de <strong>Mil Plat\u00f4s <\/strong>(DELEUZE; GUATTARI, 2011b) h\u00e1 maior concentra\u00e7\u00e3o de recorr\u00eancias do termo performance, o qual aparece articulado aos conceitos de pragm\u00e1tica e de <strong>atos de fala<\/strong> performativos.&nbsp; Aqui, Deleuze e Guattari retomam a distin\u00e7\u00e3o entre compet\u00eancia e performance de modo cr\u00edtico, sugerindo que o problema de dar \u00eanfase para a compet\u00eancia \u00e9 que nesses estudos s\u00e3o exclu\u00eddas as varia\u00e7\u00f5es dos sistemas gramaticais em favor da manuten\u00e7\u00e3o de constantes e universais. Por outro caminho, Deleuze e Guattari sugerem que o mais abstrato n\u00e3o s\u00e3o as constantes de um sistema, mas as vari\u00e1veis e as varia\u00e7\u00f5es, das quais s\u00e3o extra\u00eddas as pr\u00f3prias constantes fixadas como universais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A universaliza\u00e7\u00e3o de determinados sistemas e a defesa de sua independ\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o aos usos \u00e9 para Deleuze e Guattari uma quest\u00e3o pol\u00edtica, da\u00ed afirmarem que \u201ca pragm\u00e1tica \u00e9 uma pol\u00edtica da l\u00edngua\u201d (2011b, p.23). Nesse sentido, eles defendem que as vari\u00e1veis de express\u00e3o est\u00e3o envolvidas tanto no processo de organiza\u00e7\u00e3o dos corpos, quanto na produ\u00e7\u00e3o de transforma\u00e7\u00f5es nessas organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que Deleuze e Guattari chamam vari\u00e1veis de express\u00e3o est\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o com as palavras de ordem, as quais trazem como pressupostos impl\u00edcitos os atos de fala performativos e as transforma\u00e7\u00f5es incorp\u00f3reas. Ao falar das palavras de ordem, eles sugerem que a linguagem comunica comandos, ordens, e n\u00e3o informa\u00e7\u00f5es. Com isso, os fil\u00f3sofos destacam o funcionamento performativo da linguagem, tendo como base as proposi\u00e7\u00f5es de <strong>John Searle Austin<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para <strong>Austin<\/strong>, os atos de fala performativos (enunciados ilocut\u00f3rios) s\u00e3o aqueles que efetuam aquilo que dizem, ou seja, ao inv\u00e9s de descrever um estado de coisas j\u00e1 dado, eles interferem na organiza\u00e7\u00e3o e nas rela\u00e7\u00f5es estabelecidas entre essas coisas. Tendo em vista que esses atos performativos atuam sobre as coisas, fica entendido que neles est\u00e3o implicados elementos que n\u00e3o s\u00e3o discursivos, os quais extrapolam o dom\u00ednio da compet\u00eancia. Entre outras consequ\u00eancias, Deleuze e Guattari afirmam que essas compreens\u00f5es desestabilizam a pr\u00f3pria distin\u00e7\u00e3o entre <em>la langue <\/em>(l\u00edngua) e <em>la parole<\/em> (fala), ou, compet\u00eancia e performance. Para os fil\u00f3sofos, a fala n\u00e3o pode mais ser definida pela simples utiliza\u00e7\u00e3o individual e extr\u00ednseca de uma significa\u00e7\u00e3o primeira, ou pela aplica\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel de uma sintaxe pr\u00e9via: ao contr\u00e1rio, s\u00e3o o sentido e a sintaxe da l\u00edngua que n\u00e3o se deixam definir independentemente dos atos de fala que ela pressup\u00f5e (2011b, p.15).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Portanto, a pr\u00f3pria l\u00edngua pressup\u00f5e implicitamente atos de fala, os quais precedem a inst\u00e2ncia individual. Com isso, desloca-se tamb\u00e9m a no\u00e7\u00e3o de que a fala e a performance se reduzem a usos individuais da l\u00edngua. As express\u00f5es, tamb\u00e9m denominadas de agenciamentos coletivos de enuncia\u00e7\u00e3o<a href=\"#_ftn2\" id=\"_ftnref2\">[2]<\/a>, precedem os enunciados individuais e uma das tarefas seria partir das enuncia\u00e7\u00f5es para compreender os agenciamentos coletivos de enuncia\u00e7\u00e3o e as palavras de ordem que est\u00e3o a\u00ed impl\u00edcitas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conforme j\u00e1 dito, ao tratar das express\u00f5es enquanto palavras de ordem, Deleuze e Guattari tamb\u00e9m mencionam as transforma\u00e7\u00f5es incorporais, perspectiva que tem base nos estudos dos estoicos sobre os atributos incorp\u00f3reos. Nesse caso, o que est\u00e1 em foco \u00e9 que embora haja diferen\u00e7a de natureza entre express\u00e3o e conte\u00fado, ou seja, entre as enuncia\u00e7\u00f5es e os corpos, os ditos (n\u00e3o-corp\u00f3reos) s\u00e3o atribu\u00eddos aos corpos. Em outros termos, Deleuze e Guattari sublinham que os ditos interv\u00eam nos corpos, recortando-os de diferentes modos, antecipando suas organiza\u00e7\u00f5es, acelerando ou retardando suas rela\u00e7\u00f5es, ou seja, operacionalizando transforma\u00e7\u00f5es nos estados de coisas.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como vimos, nos estudos de <strong>Deleuze e Guattari<\/strong> a performance \u00e9 localizada a partir dos estudos da lingu\u00edstica, sendo articulada a uma perspectiva pragm\u00e1tica onde j\u00e1 n\u00e3o se sustenta uma distin\u00e7\u00e3o r\u00edgida entre l\u00edngua e fala, compet\u00eancia e performance. Em decorr\u00eancia disso, a pr\u00f3pria no\u00e7\u00e3o de performance parece ficar em segundo plano em rela\u00e7\u00e3o ao conceito de ato de fala performativo, o qual situa mais precisamente o funcionamento das vari\u00e1veis n\u00e3o discursivas da express\u00e3o, as quais est\u00e3o impl\u00edcitas nas pr\u00f3prias enuncia\u00e7\u00f5es e estabelecem as condi\u00e7\u00f5es de efetua\u00e7\u00e3o da linguagem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por esse caminho, al\u00e9m de compreender que as varia\u00e7\u00f5es implicadas nas <strong>performances <\/strong>atravessam e fazem variar o pr\u00f3prio sistema da compet\u00eancia, a performance \u00e9 deslocada em seu sentido de um uso individual, sendo esses usos e suas varia\u00e7\u00f5es decorrentes de agenciamentos coletivos de enuncia\u00e7\u00e3o. Diante disso, entendemos que a afirma\u00e7\u00e3o \u201cum mapa \u00e9 uma quest\u00e3o de performance\u201d (2011a, p.30) prop\u00f5e que ao inv\u00e9s de reduzir as multiplicidades que comp\u00f5em os fen\u00f4menos \u00e0 decalques (expressos em modelos e sistemas j\u00e1 estabelecidos), os fen\u00f4menos sejam mapeados tendo em vista as varia\u00e7\u00f5es nos agenciamentos que o constituem. Nisso, os pr\u00f3prios decalques \u00e9 que devem ser conectados ao rizoma e abertos \u00e0 varia\u00e7\u00e3o. Assim, as constantes e universais \u00e9 que s\u00e3o expostas \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Notas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> \u201cUne carte est affaire de performance, tandis que le calque renvoie toujours \u00e0 une \u00abcomp\u00e9tence \u00bb pr\u00e9tendue\u201d (1980, p.21).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a id=\"_ftn2\" href=\"#_ftnref2\">[2]<\/a> Para Deleuze e Guattari, o agenciamento \u00e9 composto for duas faces, num eixo horizontal temos a express\u00e3o (agenciamento coletivo de enuncia\u00e7\u00e3o) e o conte\u00fado (agenciamento maqu\u00ednico de corpos), os quais s\u00e3o atravessadas por processos de desterritorializa\u00e7\u00e3o e reterritorializa\u00e7\u00e3o que s\u00e3o situados num eixo vertical.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">BORBA, Rodrigo. A linguagem importa? Sobre performance, performatividade e peregrina\u00e7\u00f5es conceituais. <strong>Cadernos Pagu<\/strong>, [<em>s. l.<\/em>], n. 43, p. 441\u2013474, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CARLSON, Marvin. <strong>Performance: uma introdu\u00e7\u00e3o cr\u00edtica<\/strong>. Belo Horizonte: UFMG, 2010.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Felix. <strong>Mil Plat\u00f4s Vol. I<\/strong>. 2. ed. S\u00e3o Paulo: Editora 34, 2011a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">DELEUZE, Gilles; GUATTARI, F\u00e9lix. <strong>Mil Plat\u00f4s Vol.II<\/strong>. 2. ed. S\u00e3o Paulo: Editora 34, 2011b.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ROS\u00c1RIO, N\u00edsia Martins. Mitos e cartografias: novos olhares metodol\u00f3gicos na comunica\u00e7\u00e3o. In: MALDONADO, Alberto Efendy; BONIN, Jiani Adriana; ROSARIO, N\u00edsia Martins. (Org.). <strong>Perspectivas metodol\u00f3gicas em comunica\u00e7\u00e3o<\/strong>: novos desafios da pr\u00e1tica investigativa. Salamanca-Sevilha: Comunicaci\u00f3n Social Ediciones y Publicaciones, 2013.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">______. Cartografia na comunica\u00e7\u00e3o: quest\u00f5es de m\u00e9todo e desafios metodol\u00f3gicos. In:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">MOURA, C; LOPES, M. (Org.). <strong>Pesquisa em comunica\u00e7\u00e3o<\/strong>: metodologias e pr\u00e1ticas acad\u00eamicas. Porto Alegre: EdiPUCRS, 2016<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como citar este artigo<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">OSTRUCA, Douglas. Cartografia e Performance: \u201cUm mapa \u00e9 uma quest\u00e3o de performance\u201d. 2022. Edi\u00e7\u00e3o: Ricardo Machado. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/cartografia-e-performance-um-mapa-e-uma-questao-de-performance\/. Acesso em: 1. Nov. 2022.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Douglas Ostruca explora neste texto um olhar apurado sobre conceitos chaves para a pesquisa em Comunica\u00e7\u00e3o, poscionando v\u00e1rios autores.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3230,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[717,712,713,181,34,316,680,315,718,714,565,716,557,285,173,550,711,715],"class_list":["post-3222","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog","tag-atos-de-fala","tag-cartografia","tag-cartografias-na-comunicacao","tag-comunicacao","tag-corporalidades","tag-felix-guattari","tag-ferdinand-de-saussure","tag-gilles-deleuze","tag-john-searle-austin","tag-marvin-carlson","tag-metodo","tag-mikhail-bakhtin","tag-nisia-martins-do-rosario","tag-performance","tag-pesquisa","tag-pesquisa-em-comunicacao","tag-rizoma","tag-rodrigo-borba"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.8 - 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