{"id":3445,"date":"2023-03-20T00:00:00","date_gmt":"2023-03-20T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/?p=3445"},"modified":"2023-03-16T19:57:08","modified_gmt":"2023-03-16T22:57:08","slug":"o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/","title":{"rendered":"O protagonismo feminino em \u201cAruanas\u201d \u2013 Parte II"},"content":{"rendered":"\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Adriana Pierre Coca<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-i\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Clique para acessar a Parte I<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>S\u00e3o as a\u00e7\u00f5es das ativistas que conduzem o enredo, apresentado pelos produtores como um drama de a\u00e7\u00e3o e suspense e \u00e9 assim que a trama se constr\u00f3i, com as ativistas empenhadas em investigar e denunciar crimes e buscando a conscientiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, mas a resposta \u00e9 de resist\u00eancia e d\u00favida<\/strong>. Parte dos moradores locais demonstra empatia com a causa ambiental, em contrapartida h\u00e1 pessoas que se irritam com a presen\u00e7a da equipe da ONG Aruana na cidade. Um dos garimpeiros questiona uma das ativistas: \u201cOs <strong>garimpeiros <\/strong>j\u00e1 ganham t\u00e3o pouco, como voc\u00ea quer que eles se alimentem?\u201d, se referindo \u00e0 possibilidade do garimpo ilegal em que trabalham ser fechado, deixando claro que muitos deles dependem do lugar para sobreviver (Epis\u00f3dio 9). No epis\u00f3dio de estreia, o vil\u00e3o Miguel transparece saber como conquistar as pessoas do regi\u00e3o ao afirmar que \u201cQuem gosta de floresta \u00e9 \u00edndio e celebridade (&#8230;). O povo gosta de dinheiro e dinheiro n\u00e3o vai faltar\u201d <a id=\"_ftnref1\" href=\"#_ftn1\">[1]<\/a>. A personagem faz essa afirma\u00e7\u00e3o enquanto mira a reserva que deseja destruir para instalar mais uma unidade da sua mineradora. As cenas descritas apontam a dicotomia que se estabelece na hist\u00f3ria entre a preserva\u00e7\u00e3o da floresta e o progresso e a riqueza associados a instala\u00e7\u00e3o da mineradora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em outro epis\u00f3dio, um di\u00e1logo entre Ver\u00f4nica e o funcion\u00e1rio de um f\u00f3rum traduz um sentido de distanciamento do lugar (e suas causas) em rela\u00e7\u00e3o ao restante do pa\u00eds. H\u00e1 um trio de ambienta\u00e7\u00f5es na narrativa: a cidade de S\u00e3o Paulo, onde a <strong>ONG <\/strong>fica sediada e de onde saem os recursos financeiros\/patroc\u00ednios que a mant\u00e9m; a capital federal Bras\u00edlia, o centro do poder, onde as decis\u00f5es s\u00e3o tomadas e a Amaz\u00f4nia (Cari\/Manaus), onde os conflitos s\u00e3o intensificados. O que o funcion\u00e1rio do f\u00f3rum diz a Ver\u00f4nica, que pede a ele mais agilidade para atender sua solicita\u00e7\u00e3o porque ela veio de longe, \u00e9: \u201cA senhora est\u00e1 em Manaus, todo mundo aqui veio de longe\u201d, como se Manaus, que \u00e9 a capital do estado do Amazonas, fosse distante do resto do Brasil, s\u00f3 que a cidade faz parte dele, assim como os problemas que l\u00e1 existem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A a\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria \u00e9 delineada a partir de tr\u00eas frentes que s\u00e3o apuradas pelas ativistas, que juntas \u201catam os fios da meada\u201d e percebem que o trabalho de extra\u00e7\u00e3o da mineradora no meio da floresta imp\u00f5e e amplifica outros problemas sociais, al\u00e9m da contamina\u00e7\u00e3o do solo, das \u00e1guas e dos animais com merc\u00fario, um metal pesado que faz mal \u00e0 sa\u00fade. As a\u00e7\u00f5es da KM est\u00e3o associadas \u00e0 viol\u00eancia, mortes, prostitui\u00e7\u00e3o infantil e corrup\u00e7\u00e3o e traduzem sentidos de destrui\u00e7\u00e3o e impunidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As tr\u00eas vias narrativas se concentram na tentativa de Ver\u00f4nica de suspender uma liminar que autoriza a explora\u00e7\u00e3o da reserva ambiental, em Bras\u00edlia, sinalizando a barreira imposta por pol\u00edticos corruptos; na busca de Luiza e Clara por informa\u00e7\u00f5es sobre o garimpo ilegal e na produ\u00e7\u00e3o de uma reportagem por Natalie na regi\u00e3o da floresta. \u00c9 Natalie que protagoniza uma das cenas mais intensas da s\u00e9rie, ao se deparar com uma aldeia ind\u00edgena que acabou de sofrer um massacre, as imagens s\u00e3o de \u00edndios mortos por todos os lados, focos de inc\u00eandios e devasta\u00e7\u00e3o. Um plano de c\u00e2mera captado em 360 graus mostra a jornalista desnorteada com o que v\u00ea, ao mesmo tempo em que parece indicar que a destrui\u00e7\u00e3o est\u00e1 em tudo ao redor. Coincidentemente, quem a resgata do local junto com um grupo de sobreviventes \u00e9 Miguel com seu helic\u00f3ptero, que tenta convenc\u00ea-la a deixar o lugar, porque \u00e9 muito perigoso. Enquanto isso, Luiza e Clara se chocam ao descobrirem um barco onde funciona um prost\u00edbulo, onde meninas menores de idade s\u00e3o exploradas, adolescentes que mais tarde s\u00e3o resgatadas por elas no garimpo clandestino, comandado por capangas de Miguel. Na descri\u00e7\u00e3o de Clara: \u201cUm barco de ped\u00f3filos\u201d. Em uma das cenas do epis\u00f3dio 6, uma menina de apenas 14 anos \u00e9 \u201cleiloada\u201d, quem d\u00e1 o lance maior pode ficar com ela. Esses desdobramentos da investiga\u00e7\u00e3o apontam que os problemas associados a presen\u00e7a da mineradora KM no interior do Amazonas encobre outros tantos problemas sociais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m merecem aten\u00e7\u00e3o as a\u00e7\u00f5es de protesto da ONG por serem muito realistas, um videoclipe divulgado nas redes sociais da organiza\u00e7\u00e3o traz uma edi\u00e7\u00e3o de imagens \u00e1gil, sonorizada pela m\u00fasica \u201cBeliever\u201d dos americanos \u201cImagine Dragons\u201d, uma composi\u00e7\u00e3o de cenas que evoca situa\u00e7\u00f5es reais que acompanhamos em a\u00e7\u00f5es de ONGs defensoras do meio-ambiente na m\u00eddia. No epis\u00f3dio final, uma a\u00e7\u00e3o coordenada da Aruana sintetiza o percurso tra\u00e7ado pelas ativistas ao longo da s\u00e9rie e, tamb\u00e9m, se assemelha a performances reais. A sequ\u00eancia acontece no jantar em que a libera\u00e7\u00e3o, permitindo que a mineradora KM explore a Reserva Eldorado, seria assinada pelo Presidente da Rep\u00fablica. Autoridades e imprensa est\u00e3o presentes e os integrantes da ONG infiltrados. Natalie transmite ao vivo pela TV o evento e narra as atrocidades cometidas contra o meio ambiente pela mineradora, enquanto um tel\u00e3o exibe imagens que comprovam a contamina\u00e7\u00e3o das \u00e1guas, dos animais e, consequentemente, da popula\u00e7\u00e3o. Em seu discurso de den\u00fancia, a jornalista revela que peixes contaminados foram servidos como prato principal aos convidados naquela noite. Os ativistas s\u00e3o presos e depois liberados. A revela\u00e7\u00e3o p\u00fablica impede a assinatura da autoriza\u00e7\u00e3o para a explora\u00e7\u00e3o da reserva e o empres\u00e1rio Miguel Kiriacos \u00e9 detido. Os sentidos retratados consolidam a import\u00e2ncia do trabalho do ativismo ambiental e do papel da m\u00eddia nessa miss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u201cAruanas\u201d em sua primeira temporada d\u00e1 protagonismo as mulheres e constr\u00f3i uma narrativa de modo cr\u00edtico e criativo,<\/strong> abordando um assunto contempor\u00e2neo e universal, que garantiu parcerias internacionais e impulsionou a divulga\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie em plataformas digitais no exterior. Inovou ao tecer personagens ambivalentes, mas que n\u00e3o tiveram \u00eanfase em suas narrativas pessoais, afastando a trama das estruturas melodram\u00e1ticas redundantes (Massarolo et al., 2021). Ainda que a s\u00e9rie tenha em sua constitui\u00e7\u00e3o elementos do melodrama, como a dicotomia entre o bem e o mal e um argumento que se desenvolve a partir da urg\u00eancia em preservar a floresta e ao mesmo tempo a necessidade de gerar riqueza e desenvolvimento para a regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Os sentidos associados a a\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica na s\u00e9rie revelam que ainda falta muito para alcan\u00e7armos um mundo sustent\u00e1vel <\/strong>como prev\u00ea os <strong>Objetivos para um Desenvolvimento Sustent\u00e1vel da Agenda 2030 da ONU<\/strong>, sobretudo, em uma sociedade relutante e ref\u00e9m das grandes corpora\u00e7\u00f5es e da corrup\u00e7\u00e3o. No entanto, o contexto da produ\u00e7\u00e3o traz consigo o cerne da quest\u00e3o proposta pela Agenda, que \u00e9 a conscientiza\u00e7\u00e3o e a import\u00e2ncia de desenvolvermos atitudes sustent\u00e1veis, a exemplo da reciclagem de 90% dos figurinos usados na s\u00e9rie, produzindo menos res\u00edduos no meio ambiente e a utiliza\u00e7\u00e3o de uma plataforma para neutraliza\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de gases que provocam o efeito estufa, auditada por uma empresa l\u00edder de certifica\u00e7\u00e3o no mundo, entre outras a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, a s\u00e9rie demonstra uma rea\u00e7\u00e3o dos Est\u00fadios Globo, que passou a investir de maneira mais sistem\u00e1tica na cria\u00e7\u00e3o de obras originais para o <em>streaming<\/em>, que s\u00f3 meses depois s\u00e3o exibidas na TV aberta, por vezes, apenas o cap\u00edtulo de estreia vai ao ar na TV, como um chamariz para a narrativa seriada dispon\u00edvel na plataforma de v\u00eddeos, algo que \u00e9 um sintoma do chamado efeito Netflix (Sharma, 2016) que, entre outros vieses, prioriza a produ\u00e7\u00e3o de fic\u00e7\u00e3o seriada in\u00e9dita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por essas vias, \u201cAruanas\u201d combina as regularidades das <strong>narrativas seriadas<\/strong> da TV aberta e incorpora descontinuidades que a atualizam em um contexto digital e p\u00f3s-pand\u00eamico, ainda que tenha sido lan\u00e7ada meses antes da chegada da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Notas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> Curiosamente, a afirma\u00e7\u00e3o da personagem ficcional remete a uma resposta pol\u00eamica do carnavalesco Jo\u00e3osinho Trinta, famoso por suas alegorias e fantasias luxuosas. Certa vez, ao ser criticado, respondeu \u00e0 imprensa que: \u201cO povo gosta de luxo. Quem gosta de mis\u00e9ria \u00e9 intelectual.\u201d <a href=\"https:\/\/memoria.ebc.com.br\/agenciabrasil\/noticia\/2011-12-17\/joaosinho-trinta-criou-polemicas-na-passarela-do-samba\">https:\/\/memoria.ebc.com.br\/agenciabrasil\/noticia\/2011-12-17\/joaosinho-trinta-criou-polemicas-na-passarela-do-samba<\/a> Acesso em 07 set. 2022, 14h44.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancias<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">COCA, Adriana P.; TAVARES, Miriam N.. Aruanas: a agenda 2030 da ONU pautada na fic\u00e7\u00e3o seriada do streaming. <strong>Revista Latinoamericana de Ci\u00eancias da Comunica\u00e7\u00e3o<\/strong> (online), 40\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 2022. Dispon\u00edvel em: &lt; <a href=\"http:\/\/revista.pubalaic.org\/index.php\/alaic\/article\/view\/872\/877\">http:\/\/revista.pubalaic.org\/index.php\/alaic\/article\/view\/872\/877<\/a>&gt;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">BARTHES, Roland. <strong>O \u00f3bvio e o obtuso<\/strong>. Lisboa: Edi\u00e7\u00f5es 70, 2009.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">MASSAROLO, Jo\u00e3o et al. <strong>Aruanas<\/strong>: inova\u00e7\u00e3o e criatividade em tempos de pandemia de Covid-19. In: LOPES, Maria Immacolata Vassallo de; SILVA, Lourdes Ana Pereira (orgs.). Cria\u00e7\u00e3o e Inova\u00e7\u00e3o na Fic\u00e7\u00e3o Televisiva em tempos de pandemia de Covid-19. Cole\u00e7\u00e3o Teledramaturgia. Volume 7. Aluminio\/SP: Clea Editorial, 2021. p. 129-148.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">SHARMA, Romil. <strong>The Netflix effects<\/strong>: impacts of the streaming models on television storytelling. Middleton: Wesleyan University, 2016.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste artigo, a pesquisadora e doutora Adriana Pierre Coca aborda o papel das personagens mulheres na s\u00e9rie audiovisual passada na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3448,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[791,796,790,789,16,17,792,181,179,34,799,804,794,59,802,362,797,800,795,805,793,803,798,534],"class_list":["post-3445","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog","tag-amazonia","tag-anistia-internacional","tag-aruanas","tag-aruna","tag-audiovisual","tag-audiovisualidades","tag-caraja","tag-comunicacao","tag-corpo","tag-corporalidades","tag-debora-falabella","tag-desenvolvimento-sustentavel","tag-estela-renner","tag-ficcao","tag-garimpeiros","tag-globoplay","tag-greenpeace","tag-leandra-leal","tag-marcos-risti","tag-narrativas-seriadas","tag-ong","tag-onu","tag-tais-araujo","tag-tv"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.7 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O protagonismo feminino em \u201cAruanas\u201d \u2013 Parte II - Corporalidades<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Neste artigo, a pesquisadora e doutora Adriana Pierre Coca aborda o papel das personagens mulheres na s\u00e9rie audiovisual passada na Amaz\u00f4nia.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O protagonismo feminino em \u201cAruanas\u201d \u2013 Parte II - Corporalidades\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Neste artigo, a pesquisadora e doutora Adriana Pierre Coca aborda o papel das personagens mulheres na s\u00e9rie audiovisual passada na Amaz\u00f4nia.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Corporalidades\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2023-03-20T03:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/1-aruanas-repdoucao-yt-2.png\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1008\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"538\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/png\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"gerente\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"gerente\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"7 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"gerente\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/e18ecb8063c1f965a031341c25460e43\"},\"headline\":\"O protagonismo feminino em \u201cAruanas\u201d \u2013 Parte II\",\"datePublished\":\"2023-03-20T03:00:00+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\\\/\"},\"wordCount\":1572,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2023\\\/03\\\/1-aruanas-repdoucao-yt-2.png\",\"keywords\":[\"Amaz\u00f4nia\",\"Anistia Internacional\",\"Aruanas\",\"Arun\u00e3\",\"Audiovisual\",\"audiovisualidades\",\"Caraj\u00e1\",\"Comunica\u00e7\u00e3o\",\"Corpo\",\"corporalidades\",\"D\u00e9bora Falabella\",\"Desenvolvimento sustent\u00e1vel\",\"Estela Renner\",\"Fic\u00e7\u00e3o\",\"garimpeiros\",\"Globoplay\",\"Greenpeace\",\"Leandra Leal\",\"Marcos Risti\",\"narrativas seriadas\",\"ONG\",\"ONU\",\"Ta\u00eds Ara\u00fajo\",\"TV\"],\"articleSection\":[\"Blog\"],\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\\\/\",\"name\":\"O protagonismo feminino em \u201cAruanas\u201d \u2013 Parte II - Corporalidades\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2023\\\/03\\\/1-aruanas-repdoucao-yt-2.png\",\"datePublished\":\"2023-03-20T03:00:00+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/e18ecb8063c1f965a031341c25460e43\"},\"description\":\"Neste artigo, a pesquisadora e doutora Adriana Pierre Coca aborda o papel das personagens mulheres na s\u00e9rie audiovisual passada na Amaz\u00f4nia.\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2023\\\/03\\\/1-aruanas-repdoucao-yt-2.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2023\\\/03\\\/1-aruanas-repdoucao-yt-2.png\",\"width\":1008,\"height\":538,\"caption\":\"Reprodu\u00e7\u00e3o YouTube\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"O protagonismo feminino em \u201cAruanas\u201d \u2013 Parte II\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/\",\"name\":\"Corporalidades\",\"description\":\"Grupo de Pesquisa UFRGS\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/e18ecb8063c1f965a031341c25460e43\",\"name\":\"gerente\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/3e20ba034b29ee4c5e13396e78492919818d7999d9bb18df4214ce921ac824c1?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/3e20ba034b29ee4c5e13396e78492919818d7999d9bb18df4214ce921ac824c1?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/3e20ba034b29ee4c5e13396e78492919818d7999d9bb18df4214ce921ac824c1?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"gerente\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/corporalidades\\\/author\\\/gerente\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O protagonismo feminino em \u201cAruanas\u201d \u2013 Parte II - Corporalidades","description":"Neste artigo, a pesquisadora e doutora Adriana Pierre Coca aborda o papel das personagens mulheres na s\u00e9rie audiovisual passada na Amaz\u00f4nia.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/","og_locale":"en_US","og_type":"article","og_title":"O protagonismo feminino em \u201cAruanas\u201d \u2013 Parte II - Corporalidades","og_description":"Neste artigo, a pesquisadora e doutora Adriana Pierre Coca aborda o papel das personagens mulheres na s\u00e9rie audiovisual passada na Amaz\u00f4nia.","og_url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/","og_site_name":"Corporalidades","article_published_time":"2023-03-20T03:00:00+00:00","og_image":[{"width":1008,"height":538,"url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/1-aruanas-repdoucao-yt-2.png","type":"image\/png"}],"author":"gerente","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"gerente","Est. reading time":"7 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/"},"author":{"name":"gerente","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/#\/schema\/person\/e18ecb8063c1f965a031341c25460e43"},"headline":"O protagonismo feminino em \u201cAruanas\u201d \u2013 Parte II","datePublished":"2023-03-20T03:00:00+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/"},"wordCount":1572,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/1-aruanas-repdoucao-yt-2.png","keywords":["Amaz\u00f4nia","Anistia Internacional","Aruanas","Arun\u00e3","Audiovisual","audiovisualidades","Caraj\u00e1","Comunica\u00e7\u00e3o","Corpo","corporalidades","D\u00e9bora Falabella","Desenvolvimento sustent\u00e1vel","Estela Renner","Fic\u00e7\u00e3o","garimpeiros","Globoplay","Greenpeace","Leandra Leal","Marcos Risti","narrativas seriadas","ONG","ONU","Ta\u00eds Ara\u00fajo","TV"],"articleSection":["Blog"],"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/","name":"O protagonismo feminino em \u201cAruanas\u201d \u2013 Parte II - Corporalidades","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/1-aruanas-repdoucao-yt-2.png","datePublished":"2023-03-20T03:00:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/#\/schema\/person\/e18ecb8063c1f965a031341c25460e43"},"description":"Neste artigo, a pesquisadora e doutora Adriana Pierre Coca aborda o papel das personagens mulheres na s\u00e9rie audiovisual passada na Amaz\u00f4nia.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/#breadcrumb"},"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/1-aruanas-repdoucao-yt-2.png","contentUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/1-aruanas-repdoucao-yt-2.png","width":1008,"height":538,"caption":"Reprodu\u00e7\u00e3o YouTube"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/o-protagonismo-feminino-em-aruanas-parte-ii\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O protagonismo feminino em \u201cAruanas\u201d \u2013 Parte II"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/#website","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/","name":"Corporalidades","description":"Grupo de Pesquisa UFRGS","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/#\/schema\/person\/e18ecb8063c1f965a031341c25460e43","name":"gerente","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/3e20ba034b29ee4c5e13396e78492919818d7999d9bb18df4214ce921ac824c1?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/3e20ba034b29ee4c5e13396e78492919818d7999d9bb18df4214ce921ac824c1?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/3e20ba034b29ee4c5e13396e78492919818d7999d9bb18df4214ce921ac824c1?s=96&d=mm&r=g","caption":"gerente"},"sameAs":["https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades"],"url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/author\/gerente\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3445","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3445"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3445\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3449,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3445\/revisions\/3449"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3448"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3445"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3445"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3445"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}