{"id":619,"date":"2013-12-16T20:12:34","date_gmt":"2013-12-16T20:12:34","guid":{"rendered":"http:\/\/corporalidades.com.br\/site\/?p=619"},"modified":"2013-12-16T20:12:34","modified_gmt":"2013-12-16T20:12:34","slug":"corpos-televisivos-artificio-e-naturalidade-na-compensacao-de-sentidos-entre-o-masculino-e-o-feminino-2005","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/corporalidades\/corpos-televisivos-artificio-e-naturalidade-na-compensacao-de-sentidos-entre-o-masculino-e-o-feminino-2005\/","title":{"rendered":"Corpos televisivos: artif\u00edcio e naturalidade na compensa\u00e7\u00e3o de  sentidos entre o masculino e o feminino (2005)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Autoras: N\u00edsia Martins do Ros\u00e1rio e Lisiane Machado Aguiar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O artigo visa discutir a constru\u00e7\u00e3o dos sentidos nos textos audiovisuais televisivos a partir do fasc\u00ednio que eles criam sobre os corpos humanos. O foco do estudo centra-se, sobretudo, nos processos de significa\u00e7\u00e3o legitimados pela tev\u00ea para os g\u00eaneros &#8211; do feminino ao masculino -, entendendo-se que esses processos se constituem principalmente sobre signos padronizados da apar\u00eancia e da simula\u00e7\u00e3o. A linguagem televisual, ali\u00e1s, parece se organizar de tal forma que aquele que domina um conjunto de recursos expressivos dessa m\u00eddia acaba construindo a naturalidade sobre o artif\u00edcio: \u00e9 o caso dos apresentadores. Nessa via, da padroniza\u00e7\u00e3o e da impossibilidade de alcan\u00e7ar a perfei\u00e7\u00e3o que o discurso televisivo imp\u00f5e, que transparece o fator compensat\u00f3rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/corporalidades.com.br\/site\/?attachment_id=177\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-177\" title=\"imagem\" src=\"http:\/\/corporalidades.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/imagem6-305x158.jpg\" alt=\"\" width=\"305\" height=\"158\" \/><\/a>Palavras-chave: semiose, televis\u00e3o, corpo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trabalho publicado nos Anais do XXVIII Congresso Brasileiro de Ci\u00eancias da Comunica\u00e7\u00e3o &#8211; Intercom, 2005, Rio de Janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Corpos televisivos: artif\u00edcio e naturalidade na compensa\u00e7\u00e3o de sentidos entre o masculino e o feminino. Dispon\u00edvel em: <\/strong><a href=\"http:\/\/corporalidades.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/downloads\/2013\/12\/2005.pdf\"><strong>http:\/\/corporalidades.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/downloads\/2013\/12\/2005.pdf<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autoras: N\u00edsia Martins do Ros\u00e1rio e Lisiane Machado Aguiar. O artigo visa discutir a constru\u00e7\u00e3o dos sentidos nos textos audiovisuais televisivos a partir do fasc\u00ednio que eles criam sobre os corpos humanos. O foco do estudo centra-se, sobretudo, nos processos de significa\u00e7\u00e3o legitimados pela tev\u00ea para os g\u00eaneros &#8211; do feminino ao masculino -, entendendo-se que esses processos se constituem principalmente sobre signos padronizados da apar\u00eancia e da simula\u00e7\u00e3o. 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Trabalho publicado nos Anais do XXVIII Congresso Brasileiro de Ci\u00eancias da Comunica\u00e7\u00e3o &#8211; Intercom, 2005, Rio de Janeiro. Corpos televisivos: artif\u00edcio e naturalidade na compensa\u00e7\u00e3o de sentidos entre o masculino e o feminino. 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