Archive for junho, 2011

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ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ECONOMIA

eneco

O que é o ENECO? O Encontro Nacional de Estudantes de Economia é um encontro organizado por estudantes para estudantes. Evento que acontece em todo ano em diferentes faculdades. Em 2008 foi na Universidade Estadual Santa Cruz (em Ilhéus), em 2009 aconteceu na Universidade Federal de Santa Catariana (Floripa), ano passado foi na Universidade Federal da Paraíba (em João Pessoa) e este ano será na Universidade Federal Fluminense em Niterói (RJ).

Quando será? Esse ano o ENECO ocorrerá na terceira semana de julho (do dia 17 a 23).

O que se faz nesse encontro? É um momento único na vida dos estudantes. Nesses 7 dias os estudante de economia entra em contato com estudantes de todo Brasil (cerca de 1500 estudantes participam por encontro) discutindo, estudando e fazendo festa. Como pode ser visto na programação (www.eneco.com.br) o encontro terá mesas de debate, palestras, grupos de trabalho, oficinas espaço para debater movimento estudantil e festas.

Quanto será o encontro? Para participar do encontro é preciso se inscrever. Tal procedimento deve ser feito com a organização do encontro pelo link http://www.eneco.com.br/index.php/inscricao. Estudantes do Sul pagarão entre R$ 170,90 (até dia 3 de julho) e R$ 196,90 (se pago entre 4 e 10 de julho). A inscrição cobre os custos de alimentação, limpeza, lugar para ficar, segurança e todas as atividades citadas a cima.

Haverá ônibus para o evento? Sim, o DAECA está fretando um ônibus para levar os estudantes. Ele saíra no dia 16 (sábado) de Porto Alegre, e retornará (em Porto Alegre) no dia 24 (domingo). O preço do ônibus será de R$ 240,00 (ida e volta). Para se inscrever basta responder este e-mail ou ir no DAECA. Lembramos que para podermos fechar um ônibus é necessário termo um número mínimo de interessados, por isso se você tem interesse converse com seus amigos, divulgue para seus colegas.

O que devemos levar para o ENECO? Quem for acampar (haverá espaço para camping) deve levar tudo necessário para um acampamento. Mesmo os que forem ficar em alojamentos (salas de aula) devem levar sua roupa de cama, colchonete e travesseiro. Todos devem levar o básico para higiene e roupas para sete dias.

Mais dúvidas podem ser tiradas no próprio sito do encontro: http://www.eneco.com.br/index.php/faq

TODOS AQUELES QUE TEM INTERESSE EM VIAJAR NO ÔNIBUS DO DAECA DEVEM MANDAR E-MAIL PARA O daeca.ufrgs@gmail.com, MESMO OS QUE JÁ DEMOSNTRARAM INTERESSE.

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DIVULGAÇÃO

email

Em 9 de junho do presente ano, a ANEL solicitou uma contribuição no valor de R$100,00 para o primeiro congresso da entidade, para o fim de auxiliar no transporte e inscrição de delegados para o mesmo.
Um estudante solicitou esclarecimentos, que seguem abaixo, respondidos:

1. O diretório recebeu solicitação de apoio financeiro ao Congresso da Associação Nacional dos Estudantes Livre? Recebeu, sim. Em 9 de Junho.
2. Se sim, de quem partiu a solicitação? A solicitação partiu da ANEL – RS.
3. A solicitação foi deferida? Foi deferida
4. Se sim, qual o valor da doação? Penso que devemos chamar de ajuda financeira. E foi no valor de 100 reais.
5. A que fim se destinam tais recursos? Como especificado no ofício, para transporte e inscrições dos estudantes do Rio Grande do Sul
6. De que forma será feita a doação? Em dinheiro
7. Quais são os termos da prestação de contas? Um representante da ANEL-RS assinará um recibo ao receber o auxílio financeiro.
Informamos que o auxílio financeiro tem como objetivo um maior conhecimento da entidade e não um alinhamento com a mesma. O DAECA deliberou auxiliar, conforme suas condições, nos eventos que envolvem estudantes da FCE, favorecendo principalmente os eventos que tem potencial de servir de base para discussões do diretório. Um desses assuntos é o movimento estudantil nacional e, por este motivo, o auxílio financeiro ao encontro da ANEL foi aprovado.
Informamos ainda que o auxílio financeiro até o presente momento não se efetivou.

Nota do DAECA – UFRGS sobre últimos acontecimentos na PUCRS:

As cenas divulgadas pela grande imprensa são chocantes: duas estudantes mulheres atiradas no chão cercadas por cerca de dez estudantes homens que gritavam e as ameaçavam. Ao lado a segurança da PUC que ficou PARADA, sem reação, sendo conivente com toda agressão desferida por membros do DCE em cimas das duas estudantes. Esta cena de violência foi a mais recente, mas não a única já presenciada e denunciada contra o DCE da PUC que a mais de duas décadas é tocado pelos mesmos “gestores”.

Há mais de 20 anos, é sabido que a mesma entidade é um aparelho que encontra-se na mão de um mesmo grupo político, financiando campanhas eleitorais e benesses de toda sorte, e que cada vez mais encontra-se longe dos interesses de seus colegas representados. Em 2004 a própria Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa decide investigar. Isso sem contar as denúncias do Ministério Público quanto a gestão financeira do DCE.As denúncias não são de hoje. Desde muito antes denunciava-se haver uma máfia no DCE da PUC.

As últimas eleições para o CONUNE foram estopim quando a atual gestão do DCE não reconheceu NENHUMA chapa de oposição, causando grande revolta nos estudantes. Suas práticas agressivas, de coação, agressão física e inclusive assédio sexual foram mais uma vez colocadas em ação para defender interesses escusos indo contra tudo que os estudantes mais prezam: democracia e respeito a pluralidade de ideias. Parte dessas práticas foram colocadas em ação nas eleições de 2009 do nosso Diretório, o que nos torna também atingidos e profundamente revoltados com esse tipo de movimento estudantil que, ao fim ao cabo, utiliza-se de práticas fascistas para manter o seu poder.

Sendo esses fatos devidamente notificados através de um processo que exigia a abertura de uma sindicância para apurá-los.

Assim nós do DAECA nos colocamos ao lado dos estudantes que lutam contra a atual gestão do DCE da PUC, pela destituição do grupo atualmente isnstalado ou qualquer medida equivalente decidida pelos estudantes representados e que ponha fim imediato a bárbarie praticada por esse grupo político há vários anos no movimento estudantil dentro e fora da PUCRS. Para que isso seja realizado, apoiamos o movimento 8-9 de junho em suas reinvindicações:

- Retirada do processo contra 9 estudantes em retaliação interna, por parte do DCE, às manifestações;

- Expulsão dos agressores e tomada das medidas legais criminais cabíveis contra eles;

- Desarquivamento e julgamento do inquérito movido  na Assembléia Legislativa em 2004 que tenha como meta a punição dos executores do próprio tesoureiro do DCE à época;

- Auditoria pública das contas do DCE dos últimos 23 anos.

- Novas Eleições para a gestão do DCE com presença e fiscalização do Ministério Público

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Debate, reflexão e ajuda aos Mbyá-Guarani

Dia 10 de junho próximo, sexta feira, teremos diversas atividades na Universidade referentes à questão Guarani na região metropolitana.

As populações indígenas estão entre as mais vulneráveis na nossa estrutura social moderna. Isso se deve, na maioria das vezes, pelo simples fato de eles não possuírem uma estrutura tradicionalmente capitalista, que visa lucro e se utiliza da exploração de algo para isso.

Nos foi trazido, pela professora Gabriela Coelho-de-Souza (DECON/PGDR/UFRGS), uma demanda bem específica de uma aldeia Guarani situada em Porto Alegre, mais especificamente no bairro Lami.

Apesar de se situar à beira da Estrada do Varejão (e, portanto, próxima à rede elétrica), a rede elétrica não adentra a aldeia. Com isso, uma pequena escola, recentemente construída, está impossibilitada de receber uma professora do estado para dar aulas pela falta de iluminação.

Diversas entidades foram acionadas, mas, como é costume no Brasil na hora de se resolver um problema, ninguém se disponibilizou a tomar uma providência. Nem FUNAI, CEE, Prefeitura, ninguém. Foi então solicitado um orçamento, e o valor para a instalação de um poste e da fiação ficou em R$ 1.448,00. É um valor baixo. Para o poder público então (que a cada ano arrecada mais e mais em impostos) é algo irrisório. E porque nada fazem?

Tendo sido explicado o problema, e qual a ajuda pontual que a aldeia do Lami necessitava, o DAECA se propôs a abraçar a causa. Teremos um almoço e uma confraternização à noite para ajudar a arrecadar fundos para a causa, doaremos alimentos previamente arrecadados pelo diretório, compraremos esculturas Guarani. E, o mais importante de tudo, abriremos um espaço para o estudante visualizar um problema tão próximo, porém tão ignorado por nós.

Para isso o DAECA convoca não apenas os estudantes da FCE, mas também os demais estudantes, professores, funcionários e membros da sociedade para participarem desta confraternização.

Seguem os dados:

Confraternização cultural no DAECA:

“A questão indígena na região metropolitana de Porto Alegre”

Entrada: R$ 5,00 (será revertido para a luz no Lami)

Dia 10 de junho, das 21h às 03h, no DAECA

Atrações: Ouviremos música indígena e brasileira, faremos pausas para apresentar vídeos curtos que tratem da questão indígena brasileira, teremos bebidas e apresentaremos alguns trabalhos artesanais que o DAECA irá adquirir no dia, durante os outros eventos.

Por volta de 22h30min a entrada só será possível pelo estacionamento do Direito, e o acesso ao DAECA se dará pelos fundos do prédio da FCE.

Os ingressos já estão disponíveis no DAECA.

Será uma atividade diferente, leve, descontraída e ao mesmo tempo, de análise crítica de um problema real, antigo e que continua sendo ignorado por nossa cultura “europeizada”

Mais informações na página do PGDR

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Conversas paralelas: 1º encontro

Conversas paralelas: 1º encontro

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Conversas Paralelas

O DAECA convida os estudantes, desta unidade e de toda a UFRGS, a participarem do nosso projeto ‘Conversas Paralelas’.

De que se trata?


É uma iniciativa em busca da ampliação da consciência estudantil, da integração entre estudantes, professores e sociedade, da construção e difusão do conhecimento acadêmico e coletivo. Da utilização do espaço físico dos estudantes para algo além da descontração antes das aulas, do encontro entre amigos e das confraternizações.

Como será feito?


Traremos para o espaço do DAECA um membro da sociedade (professor, estudante, integrante de movimento social e de outras entidades públicas) para expor a sua linha de pesquisa; sua visão acadêmica; para falar sobre problemas atuais (sociais, políticos, econômicos e ambientais); sobre a profissão do economista, contador ou atuário; para debater e dialogar com o estudante.

Por quê?


Acreditamos que a formação não só do profissional, mas principalmente do cidadão, se dá para além das salas de aula. Antes de tudo somos integrantes de uma sociedade que vê no ensino superior uma ferramenta importante para o desenvolvimento pessoal e coletivo, e por isso este espaço deve ser utilizado para debatermos temas que julgamos importantes para esta sociedade, e também para serem apresentados alguns dos projetos e pesquisas aqui desenvolvidos.

Quando?


Faremos estes encontros preferencialmente em horários pré-aula, iniciando entre 17h e 17h30min, e encerrando às 18h30min. Como se trata de uma construção coletiva, pode se realizar tanto uma ou mais vezes por semana, como quinzenalmente. E, pelo menos numa tarde de sábado por mês, tentaremos trazer debates acerca de temas mais polêmicos e urgentes.

Adivulgação de datas e temas será feita por avisos afixados abaixo de um cartaz com texto semelhante à este, por email e neste blog.

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