Exposições

Exposição Beleza que Mata será exibida na USP

Uma das mais comentadas exposições que o Departamento de Difusão Cultural da UFRGS realizou em 2018 atraiu a atenção de diversas universidades do Brasil inteiro. Dentre elas, a Universidade de São Paulo. A Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, em parceria com o DDC-UFRGS, expõe a mostra Beleza que Mata: a dualidade de um patógeno mortal entre 8 de agosto a 20 de setembro em suas dependências.

A simbiose entre arte e pesquisa chegou ao seu ápice com a exposição Beleza que Mata. Pesquisadores do Laboratório de Fungos de Importância Médica e Biotecnológica do Centro de Biotecnologia da UFRGS (LabFIMB – CBiot/UFRGS), por meio de diferentes técnicas de microscopia celular, compuseram as 33 imagens de fungos mortais, como Cryptococcus neoformans e Cryptococcus gattii.

A exposição busca retratar não somente a beleza mortal dos fungos, mas chamar a atenção para a necessidade de mais pesquisas sobre criptococose no país. São microorganismos que exploram o entorno, comunicam-se e remodelam-se, sendo difícil  a sua compreensão e estudo.

Serviço

Sobre: Exposição Beleza que mata: a dualidade de um patógeno mortal

Visitação: 08/08 a 20/09

Abertura oficial: 08/08 às 16h

Local: Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas (FCF/IQ/USP).  Av. Prof. Lineu Prestes, 950

Créditos

Organização e Fotografias: William Lopes (Bolsista de Doutorado PPGBCM – LabFIMB – Centro de Biotecnologia) e Marilene Henning Vainstein (Professora pesquisadora – LabFIMB – Centro de Biotecnologia)

Curadoria: Augusto Schrank (Professor pesquisador – Centro de Biotecnologia)

Projeto expográfico e montagem: Rafael Derois (Departamento de Difusão Cultural – UFRGS)

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Companhia de dança Mímese abre ensaios ao público no…

Criada em 2002 em Cruz Alta, a Mímese Cia. de Dança-Coisa abre ao público, de maneira gratuita, seus ensaios e performances duas vezes por mês até o final do ano (veja as datas abaixo). A iniciativa, realizada em parceria com o Departamento de Difusão Cultural da UFRGS, propõe aos interessados experimentar movimentos e coreografias trabalhadas pelo grupo, a fim de compreender o sentido estético e poético das performances.

“Eu diria que é aproximar o público em geral de fatores constituintes da obra coreográfica em dança. O modo como o corpo se coloca no espaço, a velocidade que um gesto assume, os níveis de tensão do corpo são elementos constituintes da obra em dança, que criam analogias com as outras espécies de composições artísticas, como ocorre nas artes visuais, na música e no teatro”, explica Luciana Paludo, diretora e coordenadora do grupo Mímese.

Os encontros da Mímese no Salão de Festas da UFRGS iniciam em 16 de agosto e seguem até 13 de dezembro, sempre às sextas-feiras das 11h às 11h45 (exceto no Dia da Cultura da UFRGS, em 7 de dezembro). Nessa espécie de degustação, os amantes da dança experimentarão exercícios de respiração e maneiras de não desgastar as articulações, proporcionando uma fluidez do movimento. 

Com direção e coordenação da bailarina e professora do curso de Dança da UFRGS, Luciana Paludo, os encontros serão gratuitos e abertos ao público interno e externo à universidade. Não há necessidade de inscrição prévia. Basta comparecer em alguma degustação no local e data marcados.

Sobre o grupo

O Mímese cia de dança-coisa é um projeto destinado à pesquisa de movimento, atuação cênica e produção de arte. Visa proporcionar espaço e tempo para a reflexão e a construção de movimentos, os quais são trabalhados em aulas de dança e se desdobram em composições coreográficas, performances e espetáculos, para compartilhamento com públicos diversos. O vocabulário de movimentos parte da investigação do grupo, dirigido pela professora da ESEFID – Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança da UFRGS, Luciana Paludo. O Mímese é um projeto de extensão vinculado ao curso de Dança, e conta, desde 2018, com o apoio e parceria do Departamento de Difusão Cultural da UFRGS. Desde 2019, o Centro Cultural da UFRGS também apoia o projeto.

Serviço

  • Sobre: Degustação e ensaio aberto do grupo Mímese cia de dança-coisa
  • Local: Salão de Festas da UFRGS – 2º andar do prédio da Reitoria (Av. Paulo Gama, 110, Campus Centro, Porto Alegre-RS)
  • Entrada: gratuita e aberta ao público
  • Datas:
    • Agosto: 16 e 30
    • Setembro: 13 e 27
    • Outubro: 11 e 25
    • Novembro: 8 e 29
    • Dezembro: 7 e 13

Mais informações em www.difusaocultural.ufrgs.br ou 51-33081980

Música

Projeto Núcleo da Canção volta em julho com compositor…

Idealizador do POA Jazz Festival, vencedor do Prêmio Açorianos, uma trajetória reconhecida no jazz brasileiro e na música instrumental, parceria com diversos músicos destacados, como Vitor Ramil e João Donato… Com esse currículo de peso, Carlos Badia vai receber o público para falar do que mais gosta e entende: música. O compositor é o próximo convidado do projeto Núcleo da Canção, organizado pelo Departamento de Difusão Cultural da UFRGS, em 24 de julho, às 19h, no Centro Cultural da UFRGS. A mediação ficará a cargo do professor do Departamento de Música da UFRGS, Julio Herrlein.

Além de poder interagir com o artista, Badia fará uma audição comentada de suas principais composições e obras. Dentre elas, o álbum Zeros, vencedor do prêmio Açorianos de música instrumental, em 2015. Além do sucesso alcançado em sua carreira solo, o músico é um dos fundadores do prestigioso grupo de jazz Delicatessen. A formação venceu o Prêmio Tim de Melhor Disco de Língua Estrangeira por My Baby Just Cares for Me, de 2010.

Sobre a audição comentada – por Carlos Badia

As tramas entre a canção popular brasileira e a composição instrumental abrangem múltiplas intersecções e conexões. Na música popular brasileira, esse é um tema que carece de maior pesquisa e investigação, tanto sobre as relações entre os dois caminhos de composição, quanto sobre os compositores que criam e produzem com igual desenvoltura em uma e em outra via.

Carlos Badia é um destes casos de artistas que transitam com naturalidade entre a música instrumental e as canções. Se em seu disco de estreia ZEROS, um álbum duplo que se dividia claramente entre um disco somente de canções e outro somente de instrumentais, no seu mais recente trabalho a divisão deixa de existir, com ambas formas de criação intercaladas em um único artefato.

Para Badia, compor é uma espécie de artesanato de peças únicas. A composição é também a amálgama de caminhos e soluções criativas, em que são utilizados uma série de apoios e recursos que auxiliam o artista a dar forma e consistência em direção a um resultado final. Quando uma composição pode indicar ser uma canção ou uma criação somente com melodia instrumental? Como se dá esta coexistência criativa para um músico? Em que sentido os processos criativos possibilitam uma composição instrumental virar canção e vice-versa? Que crítica genética se pode pensar a respeito destas duas vias de composição? Como isso tudo se relaciona com carreira artística e mercado de trabalho?

Compositor, violonista, escritor, ativador cultural e livre-pensador, Badia vai apresentar sua vivência e filosofia neste universo das canções e da música instrumental.

Serviço

Sobre: Núcleo de Estudos da Canção – Audição comentada com Carlos Badia
Data: 24 de julho
Horário: 19h
Local: Sala Araucária do centro Cultural da UFRGS (Rua Eng. Luiz Englert, 333)
Entrada Franca

Sobre Carlos Badia

Carlos Badia é músico, compositor, escritor, produtor musical e ativador cultural. Ficou conhecido mais recentemente como produtor musical, violonista, compositor e um dos fundadores do grupo de jazz “Delicatessen”, que inclusive lhe rendeu dois “Prêmio da Música Brasileira” como um dos produtores musicais do projeto, além de outros prêmios e destaques. O grupo trouxe reconhecimento nacional e internacional ao trabalho musical de Badia, que saiu da banda em 2012 para investir em sua carreira, desta vez solo. Badia, que durante anos atuou em estúdios de áudio fazendo trilhas para publicidade, teatro cinema e animação, desde 2013 passou a investir apenas em sua carreira solo. O resultado inicial foi ZEROS, um álbum duplo de 2015 que ganhou destaque entre críticos e sites de música do Brasil todo e é recheado de participações especialíssimas, como João Donato e Vitor Ramil entre outros. Foi diversas vezes premiado como instrumentista, produtor e compositor também no Prêmio Açorianos, onde o cd ZEROS também se destacou como melhor disco instrumental de 2015. Lançou em 2016 seu primeiro livro “Recortes On-Off Line” e em 2017 “Sílabas Ciladas” seu segundo livro, bem como seu segundo disco chamado “0+2”. Além disso, é o idealizador e um dos realizadores do POA JAZZ FESTIVAL (eleito o Melhor Festival de Música de 2017 pelo Prêmio Profissionais da Música), do Projeto Homenagem ao Jazz e agora do Bento Jazz & Wine Festival.

Cenas Mínimas

Cenas Mínimas tem apresentação de artista circense formada na…

Com experiência de ter passado por várias companhias de circo e de teatro no Estado e no Brasil, além de décadas de aprimoramento da mais plural das artes em diversos estúdios, Roberta Alfaya trará ao Centro Cultural da UFRGS algumas das principais técnicas da arte circense nos dias 15 e 16 de julho, às 19h, no espetáculo Impulso. As performances trarão a expressividade da artista especialista em lira (aerialista), manipulação de aros, equilíbrio e flexibilidade.

Atualmente produzindo o projeto Circo Veneno, sua pesquisa dedicada ao teatro e à técnica circense, Roberta Alfaya estudou na capital da Ucrânia, Kiev, em 2010, no conceituado Centro de Criação Artística e Técnicas Circenses Petchersk, sob a batuta dos mestres Slava Sudeykin, Stanislav Philipenko e Tatyana Kuznetsova.

A performance Impulso foi idealizada especialmente para os encontros no Centro Cultural. Nela, a artista pretendeu conceber uma comparação entre o ato circense e o tempo. “O tempo do prazo de uma entrega é proporcional ao que ele te dá de impulso rumo ao fazer, resolver, se levantar em direção a algo em que tu acreditas”, explica Alfaya.

Serviço

Sobre: Cenas Mínimas | Impulso, com Roberta Alfaya
Data: 15 e 16 de julho, às 19h
Ingresso: por ordem de chegada – gratuito e aberto ao público. Haverá doação espontânea diretamente aos artistas
Local: Centro Cultural da UFRGS (Rua Eng. Luiz Englert, 333)

Impulso – Por Roberta Alfaya

Quando fui convidada para participar deste projeto, não existiu a opção de não aceitar. Sou uma Artista de Circo, que acredita no Circo como uma ideia e não como forma. Então grata e inspirada pela oportunidade de ocupar um espaço raro – uma sala dentro de uma universidade, com liberdade total para manifestar minha arte, aceitei.

Um desafio imenso para mim, acostumada com a “balbúrdia” das ruas, dos picadeiros e das plateias sedentas da arte do insólito, eu que pensava que me adaptar a espaços era meu carro-chefe… Então em uma crise a respeito, me dei conta que o que tem me intrigado na vida é o tempo.

Pensei no tempo, no tempo que tinha, no tempo que tinha que ter, no tempo de cada ato, e no tempo das músicas, que me dariam o tempo de estabelecer relação com uma plateia tão próxima. O tempo do prazo de uma entrega é proporcional ao que ele te dá de impulso rumo ao fazer, resolver, se levantar em direção a algo em que tu acreditas.

Não fosse o tempo, estaria presa em minha própria noção de liberdade. Sem a noção do tempo, a liberdade é só uma enorme gaiola, e entre o tempo de dentro e o tempo de fora, teu corpo com o tempo, teu templo, vai exigir coerência. Te convido a te apaixonar pelo tempo.

Quem é Roberta Alfaya

Roberta Alfaya é uma atriz e artista circense que descobriu o movimento através da Capoeira, encontrando-se com a expressividade da luta. Passou a buscar experiência em outras linguagens como o teatro, dança contemporânea, ballet, tango e a dança oriental. Ao conhecer o circo, percebeu que este poderia comportar toda e qualquer forma de expressão e linguagem, passando a se interessar também pela História do Circo e de Povos nômades, que têm como princípio de vida a própria arte. Especializada em Lira (Aerialista), Manipulação (Aros), Equilíbrio e Flexibilidade, aprimorou-se no Centro de Criação Artística e Técnicas Circenses Petchersk (Mestres: Slava Sudeykin , Stanislav Philipenko , Tatyana Kuznetsova ) em Kiev, Ucrania , onde fez residência artística no ano de 2010. Atualmente Roberta produz o Circo Veneno, sua pesquisa pessoal dedicada ao teatro e à técnica circense onde exercita a criação de números próprios, direção de outros artistas, produção de figurinos e oficinas de Circo na cidade de Porto Alegre, trabalhando em colaboração com diversos grupos como a Cia Rústica de Teatro, Maria Pendurada e Circo Híbrido.

Sobre o Cenas Mínimas – Por Lígia Petrucci, coordenadora e curadora do projeto

Cenas Mínimas é o novo projeto idealizado para a Sala Pitangueira do Centro Cultural da UFRGS, e tem como foco – como o próprio nome já indica -produções de pequeno formato. Para além dos desafios que surgem em atuações de elencos reduzidos e na não-espetacularidade dos recursos, o que está em jogo aqui é a própria relação entre atores e espectadores na situação da performance. Possibilidades de contato, afetação e proximidade com ênfase na presença viva dos gestos humanos no contexto das artes cênicas: teatro, performance-arte, dança, arte circense e música. As apresentações acontecerão mensalmente às segundas e terças-feiras e, ao final do segundo encontro, haverá ainda uma conversa entre artistas, público e um convidado ou convidada especial.

Cinema

CineDhebate Direitos Humanos promove sessão especial do clássico Chinatown;…

A Sala Redenção – Cinema Universitário tem, na semana de 8 a 12 de julho, a continuação da bem-sucedida mostra Simetrias Fantásticas – William Blake na cultura pop, com curadoria do bolsista da Difusão Cultural, Vitor Cunha. O ciclo dialoga com a exposição que está na Sala Fahrion (2º andar do prédio da Reitoria da UFRGS) desde 10 de maio, O Matrimônio de Céu e Inferno, desenvolvida a partir de adaptações em quadrinhos da obra original do poeta e pintor fantástico William Blake. Os premiados Ilha do Medo, de Martin Scorsese e Blade Runner – O Caçador de Androides, de Ridley Scott, fazem parte da programação de quatro filmes hollywoodianos que referenciam a obra do gravurista inglês. 

Além deles, o CineDhebate Direitos Humanos promoverá sessão com debate na quarta-feira, 10, às 19h, com o clássico Chinatown (1974), dirigido por Roman Polanski e estrelado por Jack Nickolson (detetive Jake Gittes). Nos dias 11 e 12, a Sala Redenção recebe mais uma vez a mostra Recam, com diversos filmes da América Latina.  

Mostra Simetrias Fantásticas – William Blake na Cultura Pop

Como que construindo um percurso a partir da exposição Matrimônio do Céu e Inferno, realizada na Sala Fahrion desta universidade entre maio e junho, a Sala Redenção, em parceria com o curador da exposição Eneias Tavares, apresenta a mostra Simetrias fantásticas – William Blake na cultura pop, contendo quatro filmes americanos que se utilizaram, de uma forma ou outra, da obra do poeta e gravurista inglês, cujas temáticas reverberam na cultura popular até hoje.

Mostra Recam

Encontro Especializado de Autoridades Cinematográficas e Audiovisuais do Mercosul (RECAM) foi criada em dezembro de 2003 e é um órgão consultivo do MERCOSUL no tema cinematográfico e audiovisual, formado pelas mais altas autoridades governamentais nacionais no assunto. Entre os seus objetivos, Busca-se aprofundar o desenvolvimento do Audiovisual dos Países participantes, Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, garantindo o direito do telespectador a uma pluralidade de opções que incluem especialmente expressões culturais e audiovisuais do Mercosul.

CineDhebate Direitos Humanos

O CineDHebate Direitos Humanos é uma iniciativa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em uma parceria entre a Liga dos Direitos Humanos da Faculdade de Educação da UFRGS e a Sala Redenção – Cinema Universitário. Cada exibição é seguida de debate com a participação de convidados, dos organizadores e do público.

 

Programação

Confira a programação (todas as sessões acontecem na Sala Redenção – Rua Luiz Englert, 333, Porto Alegre-RS):

16h: Blade Runner – O Caçador de Androides (Mostra William Blake)

Dir. Ridley Scott | Estados Unidos | Ficção Cientifica | 1982 | 117 min

No século 21, uma corporação desenvolve clones humanos para serem usados como escravos em colônias fora da Terra, identificados como replicantes. Em 2019, um ex-policial é acionado para caçar um grupo fugitivo vivendo disfarçado em Los Angeles.

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19h: Watchmen (Mostra William Blake)

Dir. Zack Snyder | Estados Unidos | Ação | 2009 | 163 min

Um de seus antigos colegas é assassinado, e o vigilante mascarado Rorschach decide investigar um plano para matar e desacreditar todos os super-heróis do passado e do presente. À medida que ele se reconecta com sua antiga legião de combate ao crime, Rorschach vislumbra uma ampla e perturbadora conspiração que está ligada ao passado deles e a catastróficas consequências para o futuro.

16h: Watchmen (Mostra William Blake)

Dir. Zack Snyder | Estados Unidos | Ação | 2009 | 163 min

Um de seus antigos colegas é assassinado, e o vigilante mascarado Rorschach decide investigar um plano para matar e desacreditar todos os super-heróis do passado e do presente. À medida que ele se reconecta com sua antiga legião de combate ao crime, Rorschach vislumbra uma ampla e perturbadora conspiração que está ligada ao passado deles e a catastróficas consequências para o futuro.

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19h: Dragão Vermelho (Mostra William Blake)

Dir. Brett Ratner | Estados Unidos | Horror | 2002 | 124 min

O ex-agente do FBI Will Graham é um investigador que deixou a agência após quase perder a sua vida na tentativa de capturar o esquivo Dr. Hannibal Lecter. Depois de uma série de assassinatos particularmente macabros, Graham logo percebe que a melhor maneira de capturar o criminoso, conhecido como a Fada do Dente, é encontrar uma maneira de entrar na mente do assassino.

16h: Ilha do Medo (Mostra William Blake)

Dir. Martin Scorsese | Estados Unidos | Suspense | 2010 | 138 min

Na década de 50, a fuga de uma assassina leva o detetive Teddy Daniels e seu parceiro a investigarem o seu desaparecimento de um quarto trancado em um hospital psiquiátrico. Lá, uma rebelião se inicia e o agente terá que enfrentar seus próprios medos.

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19h: Chinatown (CineDHebate Direitos Humanos) 

Dir. Roman Polanski | Estados Unidos | Crime, Noir | 1974 | 130 min

O detetive particular Jake Gittes é contratado por uma ricaça para investigar o marido, no que parece ser mais um caso de infidelidade conjugal. Porém Gittes acaba se envolvendo em uma intriga bem mais complicada e violenta que ele imaginava.

Após a sessão, haverá um debate com integrantes do projeto e convidados.

16h: Democracia em preto e branco (Mostra RECAM)

Dir: Pedro Asberg | Brasil | 2014 | Documentário | 82min

Durante os anos 80, os brasileiros viviam sob uma ditadura (desde 1964). Alguns dos jogadores do clube de futebol do Corinthians em São Paulo começam uma nova maneira de gerenciar a equipe, sempre usando pesquisas para decidir tudo.

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19h: Azul  e não tanto rosa (Mostra RECAM)

Dir: Miguel Ferrari | Venezuela | Drama | 2012 | 112 min

Diego decide formalizar seu relacionamento com Fabrizio indo morar com ele, mas inesperadamente, ele é forçado a cuidar de seu filho Armando, um jovem adolescente que mora na Espanha e não o vê há anos.

16h: Azul e não tanto rosa (Mostra RECAM)

Dir: Miguel Ferrari | Venezuela | Drama | 2012 | 112 min

Diego decide formalizar seu relacionamento com Fabrizio indo morar com ele, mas inesperadamente, ele é forçado a cuidar de seu filho Armando, um jovem adolescente que mora na Espanha e não o vê há anos.

Após a Sessão do dia 24 19h, haverá debate com a presença do diretor Tabajara Ruas e do Professor de história Nilo Piana de Castro.

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19h: Democracia em preto e branco (Mostra RECAM)

Dir: Pedro Asberg | Brasil | 2014 | Documentário | 82min

Durante os anos 80, os brasileiros viviam sob uma ditadura (desde 1964). Alguns dos jogadores do clube de futebol do Corinthians em São Paulo começam uma nova maneira de gerenciar a equipe, sempre usando pesquisas para decidir tudo.

Conferências

Conferências 2019: próxima palestrante busca dar visibilidade à identificação…

A palestra da próxima
quarta-feira, 10 de julho, do Conferências UFRGS promete reforçar a importância
de um assunto pouco debatido na área cultural. Em pesquisa para um
pós-doutorado, a professora Jeniffer Alves
Cuty
é referência em estudos sobre patrimônio na museologia. Ligando a sua
tese à pesquisa de Enrique Serra Padrós (História-UFRGS) sobre os locais de
tortura da ditadura militar em Porto Alegre, a docente pretende dar maior
visibilidade ao assunto através da conexão com o patrimônio e em parceria com
outros órgãos.

“A UFRGS poderia atuar na visibilidade de algumas pesquisas como a do professor Padrós, onde ele resgatou diversos locais de tortura da ditadura militar brasileira, como o Solar Conde de Porto Alegre, o famoso casarão do IAB [Instituto de Arquitetos do Brasil – RS]. O local abrigou o chamado necrotério do regime na cidade. No Rio de Janeiro, o Ministério Público local ajuizou ação de patrimonialização de centros de tortura, após um conjunto de pessoas investigar e passar os dados para o órgão. Na Argentina, ocorreu o mesmo”, ilustra a professora de Museologia da Fabico – Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação Social da UFRGS.

A professora
complementa a sua fala comparando com uma novidade nas últimas décadas no
Brasil e, principalmente, em Porto Alegre. O fluxo intenso migratório de
cidadãos de países atingidos pela miséria, ditaduras ou guerras.

“A ideia da minha fala
é explicar a patrimonialização às avessas, registrando espaços de sofrimento e
estigmatização. Hoje em dia, estamos ainda compreendendo os processos
migratórios. Há muitos haitianos e africanos chegando à cidade. Para onde vão? O
que fazem? É um dever ético, pela justiça e memória dessas pessoas.”

Conferências UFRGS 2019

Com o mote Cultura:
para uma política cultural da UFRGS, o Conferências UFRGS chega a sua sexta
palestra deste ano (ao todo serão dez). O Departamento de Difusão Cultural da
UFRGS desenvolverá, por meio da contribuição de cada um dos palestrantes, um
documento a ser encaminhado para o Conselho Universitário da universidade no
final do ano para que seja votada a política cultural da UFRGS.

Serviço

Sobre: Conferências UFRGS 2019 – Cultura: para uma política cultural da UFRGS
Palestrante: Professora Jeniffer Alves Cuty – Museologia (Fabico – UFRGS)
Tema: Direitos Humanos e Patrimônio Cultural: por uma política das diferenças
Data: 10/07
Hora: 19h
Local: Centro Cultural da UFRGS (Rua Eng. Luiz Englert, 333 – Porto Alegre-RS)
Inscrição (gratuita): https://www.ufrgs.br/difusaocultural/conferencias-ufrgs-2019/

Música

Unimúsica recebe um dream team de virtuoses da cena…

Prepare-se. Entre os dias 4 e 5 de julho, o Salão de Atos da UFRGS será palco do encontro de diversos artistas da cena musical gaúcha. Ao longo dos dois dias, 33 artistas irão pisar no tablado de madeira de um dos palcos mais emblemáticos de Porto Alegre. As apresentações fazem parte do Unimúsica, projeto que chega a sua 38ª edição neste ano e cujo tema da série em 2019 é a produção musical da capital dos gaúchos: cidade presente – a cidade que se vê, a cidade que se escuta.

Na primeira noite, o saxofonista Pedrinho Figueiredo e o pianista Ras Vicente organizam o espetáculo Por Entre os Sons, com a presença de nada menos do que 20 instrumentistas. Dentre eles, estão nomes consagrados como Renato Borghetti (gaita-ponto), Frank Solari (guitarra) e Paulo Dorfman (piano). Ainda estarão representados no rol de virtuoses do concerto saxofonistas, baixistas, percussionistas, trompetistas, dentre outros (confira a lista completa abaixo). O espetáculo busca mostrar o verdadeiro berço de instrumentistas e compositores de música instrumental que é Porto Alegre.

Para o concerto de 4 de julho, Pedrinho e Ras prepararam uma homenagem para dois músicos importantes que faleceram recentemente: o premiado pianista e compositor Geraldo Flach, morto em 2011; e um dos principais contrabaixistas brasileiros deste século, Ricardo Baumgarten, vítima de um mal súbito no ano passado. O concerto apresentará músicas de diversos gêneros, reunindo desde Manfredo Fest, com exitosa carreira nos Estados Unidos, a Luciano Maia (ex-Quartchêto); de Luiz Carlos Borges a Franco Salvadoretti (Kula Jazz).

“Não houve uma preocupação em se fazer um relato histórico na criação do concerto, atendendo a uma sugestão do núcleo de curadores. Eu e o Ras buscamos contemplar vários estilos e épocas, reverenciando alguns nomes do passado e convidando instrumentistas consagrados e novos. Será um passeio por uma enorme gama de estilos da música instrumental porto-alegrense”, explicou um dos diretores do espetáculo e também flautista, Pedrinho Figueiredo.

Uma ode à música de concerto
Na noite de 5 de julho, as pianistas Ana Fridman e Catarina Domenici recebem diversos artistas para o concerto Notas para Porto Alegre: Sons, Memória e Resistência. A música de concerto dará a tônica da noite, com uma – justa – homenagem para dois artistas referência no Rio Grande do Sul: o professor Fernando Mattos (morto em 2018) e a lenda Dirce Knijnik, pianista que completou 90 anos em janeiro deste ano e que segue na ativa. O concerto terá a participação especial da percussionista Andressa Ferreira.

“O mote inicial é a música de concerto, com partituras e notas. Mas vamos arrojar um pouco, trazendo outros elementos, como a improvisação e a tecnologia. [O concerto] é uma janela aberta para outras sonoridades. Quisemos valorizar alguns grandes nomes da música gaúcha e o Instituto de Artes da UFRGS como núcleo criativo musical”, ilustra Ana Fridman.

Uma das curadoras e coordenadora do Unimúsica, Lígia Petrucci, complementa a ideia de Ana Fridman, ao referir que o processo de curadoria deu total autonomia para cada diretor de espetáculo. “Propusemos uma transversalidade para toda a série, com diferentes gerações de artistas e uma abrangência nos distintos modos de criar e fazer música. Neste caso [concerto de Ana Fridman e Catarina Fridman], a música estudada na academia”, afirma.

Serviço Unimúsica 2019 – série a cidade que se vê, a cidade que se escuta

Data: 04/07 (Por Entre os Sons) e 05/07 (Notas para Porto Alegre: Sons, Memória e Resistência)
Hora: 20h
Local: Salão de Atos da UFRGS (Av. Paulo Gama, 110, Porto Alegre-RS
Ingressos: Distribuição a partir de 1º de julho das 9h às 18h no Centro Cultural da UFRGS (Campus Centro) e somente em 01/07 no ILEA – Instituto Latino-Americano de Estudos Avançados da UFRGS (Campus do Vale) das 9h às 17h. Serão distribuídos até dois ingressos por pessoa, mediante 1kg de alimento não-perecível por ingresso.

Por Entre os Sons – direção de Pedrinho Figueiredo e Ras Vicente I 04 de julho

Claudio Sander (sax)
Everson Vargas (baixo)
Fernando Petry (baixo)
Frank Solari (guitarra)Giovanni Berti (percussão)
Jorginho do Trompete (trompete)
Júlio Rizzo (trombone)
Lucas Fê (bateria)
Luiz Mauro Flho (piano)
Marcelo Corsetti (guitarra)
Marquinhos Fê (bateria)
Michel Dorfman (piano)
Paulinho Goulart (acordeon)
Paulo Dorfman (piano)
Pedro Moser (guitarra)
Pedro Tagliani (guitarra e violão)
Renato Borghetti (gaita-ponto)
Ronaldo Pereira (sax)
Ras Vicente (piano, direção musical)
Pedrinho Figueiredo (sax, flauta, direção musical)

Notas para Porto Alegre: Sons, Memória e Resistência – direção de Ana Fridman e Catarina Domenici I 05 de julho

Ana Fridman (piano)
Camilo da Rosa Simões (violino)
Catarina Domenici (piano)
Cintia de los Santos (voz)
Coral Porto Alegre (voz)
Cristina Capparelli (piano)
Daniel Wolff (violão)Dirce Knijnik (piano)
Felipe Castelani (eletrônicos)
James Correa (eletrônicos e violão)
Leonardo Winter (flauta)
Thiago Colombo (violão)

Participação especial
Andressa Ferreira (percussão)

Edital 2019

Grupo de educação emocional através da arte inicia oficinas…

Uma oficina de promoção de saúde baseada em educação emocional e mindfulness chega ao Centro Cultural da UFRGS para uma série de 14 encontros. O Grupo de Educação Emocional Através da Arte inicia em 5 de julho uma série de atividades com 20 alunos toda sexta, das 9h às 12h, em que a música, movimentos corporais, pintura, colagem, desenho e mindfulness serão as principais ferramentas na busca por promover um contato consigo mesmo e com os outros.

Neste processo de autoconhecimento e desenvolvimento de habilidades relacionais, temas como reconhecimento emocional, treino atencional e empatia, serão abordados através do contato com diferentes práticas e elementos artísticos. Além de os participantes terem a chance de experienciar este processo em grupo, o curso poderá despertar o interesse para como a expressão artística pode ser um meio autocuidado e florescimento pessoal.

As inscrições estarão abertas de 24 de junho a 2 de julho, com reserva de sete das 20 vagas para grupos de cotas (clique aqui para se inscrever – a lista de participantes será divulgada em 3 de julho nos sites do DDC e Centro Cultural, além das nossas redes sociais).

Sobre o curso

A série de oficinas é um dos projetos vencedores do Edital 001/2018 do Centro Cultural da UFRGS, e tem por objetivo a promoção de educação emocional através de diferentes experiências artísticas. A educação emocional tem um papel importante no estabelecimento e fortalecimentos das relações sociais e auxiliam o desenvolvimento de indivíduos capazes de se expressar e de discutir sobre temas e situações importantes de uma forma pacífica.

Esse processo se dá através do desenvolvimento de habilidades específicas como reconhecimento emocional e percepção das necessidades individuais, percepção da experiência emocional e das necessidades das outras pessoas, clarificação de prioridades e valores pessoais, tolerância a emoções desagradáveis e/ou intensas, entre outras. As intervenções serão oferecidas para um grupo de até 20 pessoas em 14 encontros semanais com três horas de duração. O processo de trabalho está dividido em três blocos temáticos interrelacionados: eu, nós e comunidade.

Faixa etária: a partir dos 18 anos.

Lista de participantes da atividade: Selecionados – Educação Emocional Através da Arte

Música

DDC distribui 200 ingressos para show de Hamilton de…

O Salão de Atos da UFRGS será palco do encontro de dois mestres da música contemporânea mundial, Hamilton de Holanda e Mário Laginha, em 13 de junho, às 20h. Um dos mais prestigiados pianistas portugueses, Laginha toca ao lado de um dos principais nomes do bandolim no país, Hamilton de Holanda. Além da dupla, Anna Setton (Brasil) e Lenna Bahule (Moçambique) fazem participações especiais nos vocais.

Por meio de parceria entre o Departamento de Difusão Cultural da UFRGS e a produtora Connecting Dots, 200 ingressos serão distribuídos para a comunidade universitária da UFRGS (alunos, servidores técnico-administrativos e docentes) na bilheteria do Salão de Atos da UFRGS no dia 13 de junho, das 10h às 20h. Para adquirir gratuitamente, dever-se-à apresentar a carteirinha da UFRGS no guichê da bilheteria. Os demais poderão comprar os ingressos aqui.

Sobre o show

I-CULT – ITINERÂNCIAS CULTURAIS com Hamilton de Holanda (BRA), Mário Laginha (POR) part. Anna Setton (BRA) & Lenna Bahule (MOZ). Banda de abertura: Marmota Jazz.

Uma série de apresentações musicais que tornarão próximas as relações artísticas entre países e regiões que também falam português – a língua universal que nos une. Na edição de 2019, a CONNECTING DOTS leva para o I-CULT a Música: indústria criativa impulsionadora de negócios e relações culturais. Quatro shows em três cidades, com diferentes formações em palco contarão com a presença dos brasileiros Hamilton de Holanda, Anna Setton, do português Mário Laginha e da moçambicana Lenna Bahule.

No Salão de Atos – UFRGS em PORTO ALEGRE se realiza a segunda apresentação onde Mário Laginha um dos mais prestigiados pianistas portugueses, com uma carreira reconhecida internacionalmente, que conta com mais de três décadas, proporcionará um encontro inesquecível enriquecido pelo virtuosismo bandolim de Hamilton de Holanda e os bordados das vozes ,ora suaves ora energéticas, da Anna e da Lenna que impressionarão até os mais fortes corações e conhecedores do trabalho de ambos. Espera-se assim uma fusão artística intercontinental, de cultura e música proveniente de países e regiões que também falam português, apenas memorável.

Direção Artística e Produção Executiva: Connecting Dots

Exposições

Fundadora do EFA é curadora de exposição de fotografia…

A mente criadora da Escola de Fotografia Artística de Porto Alegre – um projeto que revelou e treinou diversos fotógrafos ao longo dos últimos anos, visando expandir a noção de fotografia e estabelecer reflexões e diálogos com outros campos das artes, faz a curadoria da exposição Diálogos Complexos. A experiente fotógrafa Danny Bittencourt organizou o trabalho de dez ex-alunos para a mostra que será exposta no Centro Cultural da UFRGS de 19 de junho a 14 de agosto. A abertura oficial ocorre um dia antes, em 18 de junho, às 19h.

A exposição Diálogos Complexos foi um dos projetos contemplados pelo Edital de ocupação do Centro Cultural nº 001/2018. A realização é uma parceria entre os artistas participantes e o Núcleo de Exposição do Departamento de Difusão Cultural da UFRGS.

Sobre o Diálogos Complexos

O lugar de fala de cada um é sempre um meio. Um meio de suas vivências, agudos, vazios e reflexões. A proposta dessa exposição é trazer esse lugar de experiência de cada um dos artistas para conversar com os espectadores, um convite para quem estiver disposto a se relacionar com cada obra e se permitir ser atravessado por essas falas.

Esses diálogos não serão fáceis e estão propondo tensão e desconforto, mas também acreditando que é dessa angústia que floresce o movimento. Mais que imagens, as fotografias expostas falam das inquietações dos artistas, que tiveram que encarar seus medos, demônios e vazios para estabelecer essa conversa com vocês. A construção é árdua e espinhosa, mas todos nós saímos fortalecidos desse grande debate.

Essa é uma exposição para troca, conexões, conflitos, cruzamentos e muito autoconhecimento. Vamos conversar?

Danny Bittencourt, curadora da exposição

Artistas

Atmanand | Cândida de Matos | Caroline Lima | Clara Pozzobon | Cristiano Guimaraes | Gui Schneider | Joana Thais | Juliana Rizzieri | Lucas Saccon | Shunyata Fiorenza

Sobre a curadora Danny Bittencourt

Danny Bittencourt é uma artista visual brasileira que circula entre a produção artística, a educação e a escrita de livros. Graduada em fotografia, especialista em Poéticas Visuais e mestre em Educação, dedica-se a compartilhar suas pesquisas e experiência através de palestras, workshops e cursos. Suas palestras e workshops já foram vistos em diversos estados do Brasil e Argentina. Foi fundadora da Escola de Fotografia Artística, em Porto Alegre, escola que visava expandir a noção de fotografia e estabelecer reflexões e diálogos com outros campos artísticos. É autora do livro “Fotografia Fine Art” pela iPhoto Editora e “Fotografia Híbrida” lançado independente. Tem mais de oito exposições individuais e diversas coletivas, expostas inclusive fora do Brasil, como Veneza e Buenos Aires. Atualmente sua pesquisa artística investiga práticas relacionadas com a Fotografia Híbrida, onde mistura a fotografia impressa com técnicas mistas, conforme sua significação emocional, e o compartilhamento do sensível como forma de aceitação e expressão pessoal.

Serviço

  • Abertura: 18 de junho de 2019, às 19hs;
  • Visitação: de 19 de junho a 14 de agosto de 2019;
  • Horário: de segunda a sexta das 9h às 21h – sábado das 9h às 17h;
  • Local: Sala Nogueira (Centro Cultural da UFRGS) – Rua Eng. Luiz Englert, 333, Campus Centro da UFRGS, Porto Alegre-RS;

Classificação etária

  • 12 anos.
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