Música

Banda Pônei Xamânico é a próxima atração do projeto…

O projeto Sexta Degrau dá continuidade a sua programação de 2019 com a banda Pônei Xamânico. A apresentação acontece nas escadarias do Centro Cultural da UFRGS na próxima sexta-feira, 19 de julho, às 19h. O evento é gratuito, embora exista a possibilidade de contribuição espontânea como forma de retribuição aos artistas.

O grupo Pônei Xamânico surgiu em 2014 como um projeto de gravação e exploração de criações autorais que não seguissem as fórmulas já previsíveis e exaustivamente utilizadas da música popular brasileira. Com esta motivação inicial, as primeiras ideias foram colocadas no álbum “Canções Mal Gravadas para Gente Estranha”.

No segundo álbum “Isto Assim Mesmo”, outros músicos somaram-se ao projeto para a formação de um repertório com letras bem-humoradas e arranjos criativos. A banda mescla e agrega elementos de diferentes gêneros e tendências musicais, abrangendo desde ritmos brasileiros a elementos do rock e da música erudita contemporânea, resultando em um resultado estético inusitado e uma expressão artística não-convencional.

Sobre o Sexta Degrau
O Centro Cultural é um espaço ainda novo, em constante construção e reinvenção. Dar vida a este lugar é um desafio que requer um olhar criterioso e criativo, buscando trazer diferentes movimentos para dentro deste local. Parte deste processo envolve também atentar para as particularidades do espaço; o prédio, construído em 1924 e recém revitalizado, possui uma grande importância arquitetônica, compondo os cenários imagéticos que ficam na memória de todos que vêm a este bairro. Construir uma programação que faça jus a este lugar requer uma boa dose de experimentação. Com isso em mente, nasceu, fruto de uma parceria entre o Departamento de Difusão Cultural e o Instituto de Artes, o Sexta Degrau. Explorando a escadaria do Centro Cultural – espaço pouco evidenciado, posto que se localiza nos “fundos” do prédio -, o objetivo do projeto é construir um ambiente de convivência através da arte e da cultura, promovendo espetáculos musicais e, em conjunto, uma feira artística e outros projetos que dialoguem. Partindo desta premissa, procuramos montar uma programação pautada por alguns elementos norteadores, como a valorização da cena independente, experimentação, construção coletiva e compartilhamento.

Confira abaixo o vídeo da música “Flautas São Instrumentos”, de Pônei Xamânico.

Cursos

Centro Cultural oferece aulas de iniciação às danças ciganas…

Voltado a mulheres a partir dos 16 anos, o projeto Iniciação às danças ciganas oferece aulas semanais de dança, de 1º de agosto a 7 de novembro, sempre às quintas-feiras, das 19h às 20h, no Centro Cultural da UFRGS. A programação, selecionada pelo Edital 001/2018, é gratuita e aberta ao público, sem necessidade de conhecimento prévio.

No mesmo local, em 1º de agosto, haverá uma aula inaugural do projeto, das 19h às 20h, ministrada pela cigana Zingara Ponce – da Kumppania Bartalê, com a palestra “Caminos gitanos: trajetória dos ciganos pela dança”. O evento visa divulgar a contribuição dos ciganos na arte da dança em diferentes países e dar visibilidade à esta cultura. Para este evento, não é necessário inscrição prévia.

Para participar das aulas, os interessados devem realizar inscrição de 8 a 21 de julho, por meio do formulário online. Serão oferecidas 25 vagas, por ordem de inscrição. O limite de faltas não justificadas é de duas aulas seguidas ou alternadas. Caso o aluno alcance esse número, sua vaga estará automaticamente cancelada, e o próximo da lista será chamado.

Sobre a oficina
Com grande sentimento e força de expressão, traduz em arte representações dessa cultura, que coloca a mulher como eixo central na prática da dança. Nesse sentido, o projeto Iniciação às Danças ciganas pretende, ao mesmo tempo, proporcionar compreensão acerca da cultura cigana e explorar o universo feminino representado nessa modalidade de dança, enquanto prática cultural, proporcionando autoconhecimento e empoderamento feminino.

Música

Pluralidade sonora da música de concerto marca espetáculo do…

A terceira apresentação do Unimúsica 2019 marcou a noite da última sexta-feira, 5 de julho, com a pluralidade sonora da música de concerto. As pianistas e professoras do Instituto de Artes da UFRGS, Ana Fridman e Catarina Domenici, receberam, no Salão de Atos, outros 17 artistas para o concerto Notas para Porto Alegre: Sons, Memória e Resistência.

A fala de Catarina Domenici no começo do espetáculo adiantou como seria o encontro de músicos naquela noite: envolvente e emocionante. A pianista lembrou a todos os presentes que a apresentação serviria como uma justa homenagem a dois artistas referência no Rio Grande do Sul, o professor Fernando Mattos (falecido em 2018) e a lenda Dirce Knijnik, pianista que completou 90 anos em janeiro deste ano e, na ocasião, encantou o público com uma performance impecável de cinco valsas de Brahms, digna de aplausos em pé pela plateia.

O concerto contou com a música em suas diversas possibilidades, explorando desde a ópera até os sons eletrônicos. Além dos pianos, a eletroacústica de Felipe Castellani e James Correa também deu ritmo às imagens de Porto Alegre projetadas ao fundo do palco.

A música brasileira foi valorizada em vários momentos do espetáculo, como no chorinho do violonista Daniel Wolff e sua composição própria “Choro da Peste”. A apresentação da canção ainda teve participação especial da percussionista Andressa Ferreira com um pandeiro que fez os espectadores se remexerem nas cadeiras.

Em um dos momentos mais marcantes do concerto, Ana Fridman e Catarina Domenici teceram uma peça improvisada nos pianos, acompanhadas por intervenções eletroacústicas de James Correa e projeções em tempo real, tanto das artistas e suas mãos nas teclas, quanto do interior do instrumentos, mescladas com imagens com diferentes texturas. As artistas, uma de frente para a outra, demonstraram seu domínio dos instrumentos e compartilharam sons pungentes com a plateia.

A noite de 5 de julho não poderia ter encerramento melhor do que com uma estreia mundial de uma compositora mulher, tema também valorizado pelas curadoras do concerto. Ana Fridman apresentou sua canção “AR(TE)*” pela primeira vez ao público, com uma interação entre todo o elenco do espetáculo e a plateia. Neste momento, o Salão de Atos da UFRGS foi preenchido por coro de vozes e salvas de palmas.

Oficinas

A sensibilização do olhar através do método fotográfico pinhole…

 

O projeto Poéticas Urbanas e Artivismo dá continuidade à sua programação no Centro Cultural da UFRGS com a oficina Sensibilização do Olhar, ministrada por Leandro Anton, nos dias 8 e 9 de julho, das 14h às 18h. Durante o encontro, o fotógrafo e educador popular apresenta o processo fotográfico pinhole como um dispositivo pedagógico e artístico, além de compartilhar sua experiência com esse trabalho que desenvolve desde 2009 no Quilombo do Sopapo.

A escolha das câmeras pinhole tem como finalidade aproximar os participantes da fotografia em um tempo lento, para estimular a percepção da espacialidade a partir do olho, e não da tela, como é recorrente na tecnologia digital. “Na verdade, é um processo de aproximação e sensibilização para a fotografia, se valendo de tecnologias analógicas rudimentares. Não é uma apologia a uma fotografia analógica em detrimento da digital, absolutamente. É estabelecer um diálogo, partindo de um processo mais lúdico e de processos que te permitam um tempo mais lento, de diálogo”, explica Leandro Anton, em conversa com a equipe do Departamento de Difusão Cultural da UFRGS.

Na atividade proposta pelo fotógrafo, os participantes poderão experimentar as câmeras que utilizam como filme a chapa de raio-x, no caso da lata, e o filme 35mm, no caso das caixas de fósforo, por meio de registros de espaços do Centro Cultural da UFRGS. “Vai ser para experimentar esse caminhar, um processo silencioso e, ao mesmo tempo, de relação de diálogo com as escolhas, os espaços e o uso da técnica. Isso vai ficar como um registro ou até mesmo poderá funcionar como uma espécie de exposição virtual oriunda do resultado das fotografias no Centro Cultural”, reforça Anton.

O fotógrafo explica que o público não poderá ver o resultado da oficina no mesmo dia, já que não será possível instalar o laboratório no mesmo local. Por isso, estende o convite aos que quiserem acompanhar o processo no Quilombo do Sopapo, para onde ele levará as latas e caixas de fósforo e realizará o processo fotográfico em laboratório.

O trabalho de Leandro Anton com a fotografia pinhole vai além do encontro de 8 de junho. Há dez anos, o Quilombo do Sopapo desenvolve a fotografia como memória social e processo de territorialização no bairro. Neste período, a comunidade constituiu o coletivo fotográfico Imagens Faladas, focado principalmente no público jovem, do qual o fotógrafo é fundador e um dos educadores participantes.

Neste sentido, a ideia da oficina de Sensibilização do Olhar é fazer um intercâmbio entre o Centro Cultural e o Quilombo do Sopapo, por meio da experiência do fotógrafo desenvolvida nos últimos anos naquela comunidade. Para isso, a fotografia servirá como um ato político e [como uma] ferramenta para a valorização do pensamento crítico. Segundo Anton, “a ideia é ter a fotografia como um método de ativismo e de construção poética com o meio urbano. […] A oficina Sensibilização do Olhar busca contribuir com uma reflexão crítica e com o potencial fundamental que a imagem tem para se comunicar também textualmente”.

Cinema

Sala Redenção é retratada em obra de aluna das…

A exposição individual Transeuntes, de Marina Prudencio, reúne, no Espaço Ado Malagoli do Instituto de Artes da UFRGS diversas pinturas acrílicas realizadas desde 2018 pela artista. Uma das obras que compõem a exposição é o registro de um momento antes de uma projeção de filme na Sala Redenção – Cinema Universitário. A mostra está aberta ao público de 1º de julho até 19 de julho, das 8h30 às 21h30.

O enfoque do projeto é a contemplação dos instantes passageiros da vida urbana. As pinturas de Marina Prudencio, são construídas a partir de fotografias de celular de sua autoria. Elas documentam cenas do cotidiano nos centros urbanos, além de imagens apropriadas da Internet. Algumas destas obras retratam diferentes ambientes do jogo GeoGuessr. As suas composições são construídas a partir da observação do fluxo apressado dos pedestres e do registro do olhar absorto de passageiros e indivíduos entediados durante os momentos de espera.

Uma das obras selecionadas para a mostra registra várias pessoas aguardando o começo de uma sessão da Sala Redenção, conhecida pelo público por sua programação plural e gratuita. A pintura realizada pela formanda em Artes Visuais, Marina Prudencio, está em exposição no hall de entrada do Instituto de Artes da UFRGS. 

Sobre a exposição Transeuntes

O desejo de pintar a promessa de um instante
Como o título da mostra sugere, o enfoque do projeto, selecionado pelo edital do Centro Acadêmico Tasso Corrêa 2019/1, é a contemplação dos instantes passageiros da vida urbana. As pinturas de Marina Prudencio são construídas a partir de fotografias de celular de sua autoria – que documentam cenas do cotidiano nos centros urbanos – e também de imagens apropriadas da Internet – que capturam telas da navegação virtual por diversas localidades do mundo no jogo GeoGuessr. As suas composições são construídas a partir da observação do fluxo apressado dos pedestres, além do registro do olhar absorto de passageiros e de indivíduos entediados durante os momentos de espera. As atmosferas dos trabalhos da artista registram a deriva criativa da passagem do instante fotográfico à lentidão da fatura da pintura. Trata-se de um exercício meditativo que sincroniza olhar e gesto, buscando expandir o tempo presente através da imersão no detalhe. Ao observar os seus enquadramentos, podemos lembrar dos ensaios fotográficos de Vivian Maier e das pinturas de Edward Hopper. Assim como esses artistas, Marina reconstrói cenas de acontecimentos que normalmente são descartados pela nossa memória e por nossos relatos. Suas obras são um elogio à amnésia da periferia da visão. Ela propõe a nós, espectadores, exercitar esse olhar enviesado e desatento, que circunda o objeto de desejo e o “come” pelas beiradas. Sobretudo, Marina propõe-nos uma ode ao desvio, como também o faz o poeta Paulo Lemiski, em Distraídos Venceremos, ao nos lembrar de “navegar em direção às Índias e descobrir a América”. Em suma, suas obras convidam-nos ao deleite melancólico da atenção flutuante da mente de quem viaja também sem sair do lugar.

Confira abaixo alguns registros de Transeuntes.

Edital 2019

Oficina propõe artesanato sustentável com modelagem em papelão no…

O Centro Cultural da UFRGS dá continuidade à programação de projetos selecionados pelo Edital nº 001/2018 com a oficina de modelagem em papelão ondulado. Ministrada por Victor Lourenço dos Santos, a atividade ocorre no dia 6 de julho, das 10h às 13h, na Sala Nogueira.

A proposta da oficina é reunir a sustentabilidade e a expressão artística, com uma forma de geração de renda – o artesanato. Os participantes terão uma introdução às técnicas de modelagem de objetos em diferentes tamanhos, compreendendo o processo de produção do papelão ondulado e as potencialidades do material para o artesanato e a expressão plástica.

A Modelagem em Papelão Ondulado – MPO consiste em uma atividade acessível, já que pode ter sua matéria prima coletada nos descartes. Além disso, o material é leve, fácil de manusear e oferece uma grande rigidez estrutural quando colado em agregados ou formas sólidas.

O encontro é gratuito, aberto ao público e a faixa etária indicada é a partir dos 12 anos. Para participar, basta comparecer ao Centro Cultural da UFRGS na data e horário especificados.

Cinema

Documentário que conta a experiência de fotojornalista na Guerra…

Vencedor de dois prêmios no Hollywood International Independent Documentary Awards, nas categorias de melhor documentário estrangeiro e melhor diretor em setembro de 2016, Faces de um Conflito mostra a experiência do fotojornalista Alexandro Auler durante o mês que esteve em Kobane, cidade na fronteira da Síria com a Turquia – em território de maioria étnica curda. Abrindo a programação mensal, a Sala Redenção apresenta o documentário nos dias 1º e 2 de julho, às 19h e 16h, respectivamente. Após a sessão do primeiro dia, haverá um debate com o próprio Alexandro Auler.

O documentário, dirigido por André Auler com edição de Xavi Cortès e produção da Deeper Produções, vai além de apenas uma fotografia do conflito na região. A proposta é revelar também como foi a chegada na cidade junto com jornalistas de outras partes do mundo e como vive aquele povo que se considera curdo em meio a toda destruição. O filme ainda mostra homens e mulheres civis que se tornaram soldados e arriscam suas vidas lutando contra o Estado Islâmico; o ritual dos funerais e a celebração do Newroz (o Ano Novo Curdo). Tudo isso pela visão de um fotógrafo brasileiro.

O filme conta também com depoimentos do videomaker iraniano Soran Qurbani e entrevistas de soldadas que rejeitaram as imposições culturais machistas e lutam pelo seu território na mesma posição dos homens. É uma história de resistência e esperança.

Faces de um Conflito conquistou 7 indicações entre Seleção Oficial, Semi-finalista e Finalista e 7 prêmios internacionais como:

Hollywood International Independent Documentary Awards (Melhor Documentário Estrangeiro e Melhor Direção em setembro de 2016);
Los Angeles CineFest (Melhor filme votado pelo público e pelo júri);
Headline International Film Festival (Ganhou o Golden Cine Award, prêmio máximo deste festival);
Top Indie Film Awards (Melhor Curta Documentário e Melhor Montagem na edição de outubro de 2016);
The Monthly Film Festival (2º lugar no Festival em Glasgow no Reino Unido em setembro/outubro de 2016).

Alexandro Auler

Repórter Fotográfico há mais de 15 anos, trabalhou com a Getty Images e hoje é representado pela Redux Pictures. Seus trabalhos foram publicados por grandes veículos do Brasil de do mundo: O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, O Globo, Veja, Época, The Guardian, Vanity Fair, e Paris Match.

André Auler (Roteiro e Direção)

Carioca formado em Comunicação Social pela FACHA com MBA em Gestão de Marketing pelo IBMEC. Iniciou sua carreira na década de 80 como produtor de comerciais e videoclipes dirigidos por Carlos Manga. Trabalhou também como produtor na TV Manchete e no canal pago Telecine. Escreveu e dirigiu vídeos institucionais para o SESC Nacional.

Ocupou por 12 anos o cargo de gerente de programação do Universal Channel onde também criou e dirigiu o programa “What’s On” sobre filmes e séries. Para o programa entrevistou celebridades internacionais como Angelina Jolie, Harrison Ford, Tom Cruise, Will Smith, Dustin Hoffman e o elenco da franquia Harry Potter entre outros.

Cenas Mínimas

Dançarinos encantam o público com poesia gestual no Cenas…

Poesia. Movimento. Fluidez. Esses três elementos marcaram a apresentação da terceira proposição do projeto Cenas Mínimas. Na performance Fronteiras Líquidas, os dançarinos Andrea Spolaor e Rui Moreira mostraram às dezenas de espectadores dos dois dias de apresentação – 17 e 18 de junho – uma série de movimentos e técnicas de dança, além de buscarem uma interação constante com o público.

Referindo-se ao sociólogo e filósofo Zygmunt Bauman, Andrea Spolaor associou o pensamento do autor com uma das inspirações da apresentação. “Com o repertório que construímos juntos [com Rui Moreira] por um ano e meio, a gente enxerga lugares tanto do hermetismo, quanto do líquido. A liquidez apareceu no trabalho de corpo durante essa segunda etapa do projeto Fronteiras Líquidas, em uma parceria com a Carlota [Albuquerque, dançarina] que ainda estamos desenvolvendo juntos”, destacou.

Durante a entrevista feita pelo Departamento de Difusão Cultural da UFRGS com a dupla, o dançarino Rui Moreira completou a explicação sobre a ideia do conceito da performance: “o aspecto líquido é uma consequência dos encontros e desencontros, que são cada vez mais incertos. Ao entender que tudo está em movimento, isso faz com que tudo isso seja um ponto de passagem para o próximo momento ou instante. […] São vários sinônimos e antônimos para o mesmo signo. A poesia nos permite esse lugar”.

Após o fim de cada performance, o público pôde conversar com os artistas, momento no qual fizeram perguntas e compartilharam as experiências vivenciadas durante a apresentação. A interação entre artistas e público foi valorizada tanto pelos espectadores quanto pelos dançarinos. “Teve uma boa aceitação, uma entrada no jogo, uma derrubada dessas fronteiras [entre artistas e público]. Funcionou!”, descreveu Andrea Spolaor.

Parcerias

UFRGS recebe Conferência Internacional de Novas Interfaces para a…


A Conferência Internacional de Novas Interfaces para a Expressão Musical, NIME 2019, começou nesta segunda-feira, 03, no Centro Cultural da UFRGS. Os workshops sediados pelo Centro Cultural da UFRGS foram destinados aos inscritos no evento. Porém, as instalações feitas durante a conferência estão abertas para a visitação do público.

Depois de passar por dezoito países da Europa, Ásia, Oceania e América do Norte, o NIME (New Interfaces for Musical Expression) ocorre, pela primeira vez, na América Latina do dia 03 a 06 de junho. A conferência internacional tem o objetivo de trazer pesquisas e experimentações que resultam em novos instrumentos musicais e novas linguagens artísticas.

As atividades diurnas serão voltadas ao público especializado na área, já as noturnas são abertas ao público em geral e incluem concertos gratuitos. Como parte da programação, o Salão de Atos da UFRGS recebe, nos dias 3 e 4 de junho, concertos gratuitos e abertos, sempre às 20h.

Para mais informações sobre o evento, acesse o site oficial do NIME 2019.

Cinema

DDC distribui ingressos para a mostra ‘O Fenômeno dos…

Em parceria com a Fundação Cinema – RS (FUNDACINE) e Coordenação de Cinema e Audiovisual (SMC), o Departamento de Difusão Cultural da UFRGS contará com 40 vale-ingressos para a mostra O Fenômeno dos Novos Cinemas, programação especial de 2019 da Cinemateca Capitólio. As cortesias serão distribuídas ao público a partir do dia 4 de junho no Centro Cultural da Universidade.

A mostra acontece de 4 a 16 de junho e, como abertura, apresenta a cópia em 35mm de As Pequenas Margaridas, obra-prima transgressora da tcheca Věra Chytilová, realizada em 1966. Além disso, o público poderá participar de duas sessões comentadas agendadas para os dias 5 e 16 deste mês: na quarta-feira (5), às 20h, o pesquisador das cinematografias africanas Pedro Henrique Gomes participa de um debate após a sessão com quatro filmes do realizador nigerino Moustapha Alassane, realizados entre 1962 e 1966. No domingo (16), às 18h, a sessão de encerramento da mostra conta com a cópia restaurada em DCP de O Demônio das Onze Horas, um dos filmes mais celebrados de Jean-Luc Godard, seguida de debate com o crítico Enéas de Souza, autor do livro Trajetórias do Cinema Moderno.

No Centro Cultural da UFRGS serão distribuídos até dois vale-ingressos por pessoa, que devem ser apresentados na bilheteria da Cinemateca Capitólio (Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico), no mínimo 1h antes da sessão que compõe a programação da Mostra de Junho. Após este horário, o vale-ingresso estará condicionado à lotação da sala. Para cada sessão, serão aceitas 50 cortesias.

Confira a programação completa de O Fenômeno dos Novos Cinemas no site da Cinemateca e no folder abaixo.

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