{"id":12934,"date":"2020-09-08T20:17:47","date_gmt":"2020-09-08T23:17:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/?p=12934"},"modified":"2020-09-18T10:57:47","modified_gmt":"2020-09-18T13:57:47","slug":"conflitos-oriundos-do-processo-de-conurbacao-brasileiro-sao-temas-de-mostra-da-sala-redencao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/conflitos-oriundos-do-processo-de-conurbacao-brasileiro-sao-temas-de-mostra-da-sala-redencao\/","title":{"rendered":"Conflitos oriundos do processo de conurba\u00e7\u00e3o brasileiro \u00e9 tema de mostra da Sala Reden\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"[vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column_text]De 9 a 20 de setembro, a Sala Reden\u00e7\u00e3o &#8211; Cinema Universit\u00e1rio incita o p\u00fablico a refletir sobre o processo de conurba\u00e7\u00e3o brasileiro em v\u00e1rias regi\u00f5es brasileiras. Com document\u00e1rios produzidos ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas, a sele\u00e7\u00e3o da mostra <strong>Territ\u00f3rios Delimitados <\/strong>retrata a ocupa\u00e7\u00e3o de faixas territoriais pela popula\u00e7\u00e3o e os conflitos e culturas oriundas deste movimento, mostrando o \u00eaxodo urbano origin\u00e1rio da falta de oportunidades no interior, aliado \u00e0 pol\u00edtica de fomento \u00e0s grandes cidades na \u00e9poca da ditadura militar (1964-1985) e em tempos recentes.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A exclus\u00e3o social e econ\u00f4mica decorrentes desta onda migrat\u00f3ria s\u00e3o outros temas abordados nas produ\u00e7\u00f5es. A mistura entre a periferia empobrecida e esperan\u00e7osa de um futuro melhor com o luxo e preconceito de moradores de condom\u00ednios de alto padr\u00e3o s\u00e3o tabus que refletem a desigualdade latente no Brasil. Muitas vezes, separadas por metros de dist\u00e2ncia.[\/vc_column_text][image_with_animation image_url=&#8221;12954&#8243; animation=&#8221;Fade In&#8221; hover_animation=&#8221;none&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; img_link_large=&#8221;yes&#8221; border_radius=&#8221;none&#8221; box_shadow=&#8221;none&#8221; image_loading=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;75%&#8221; max_width_mobile=&#8221;default&#8221;][vc_column_text]\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Territ\u00f3rios Delimitados<\/strong><\/p>\n\n<p><em>Ao longo dos \u00faltimos ciclos online da Sala Reden\u00e7\u00e3o, viemos mapeando algumas problem\u00e1ticas e acontecimentos de nossa Hist\u00f3ria, tra\u00e7ando os caminhos poss\u00edveis entre diferentes filmes de diferentes tempos. Nesse processo ficou claro uma coisa at\u00e9 um pouco \u00f3bvia, o espa\u00e7o foi se afunilando. Os deslocamentos que se deram nesse tempo foram em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 um funil, feito de concreto e que se agiganta numa velocidade que antes era da locomotiva, mas agora \u00e9 do wi-fi.<\/em><\/p>\n\n<p><em>A partir desse mapeamento, \u00e9 importante entender como se d\u00e3o as rela\u00e7\u00f5es territoriais onde vivemos. Como essa urbaniza\u00e7\u00e3o esmagadora resulta em culturas marginalizadas, segrega\u00e7\u00f5es de classe e identidade, impondo o deslocamento de uns e a imobilidade de outros. Tudo se mostra de forma escancarada n\u00e3o apenas numa pandemia mundial, mas tamb\u00e9m numa chuva de segunda-feira de manh\u00e3, quando sabemos exatamente quem vai sair perdendo. \u00c9 um processo complexo e esse percurso que a Sala Reden\u00e7\u00e3o prop\u00f5e com esses filmes busca estender os caminhos poss\u00edveis para novas leituras desse problema, que se estende desde o s\u00e9culo passado.<\/em><\/p>\n\n<p><em>Os interesses econ\u00f4micos que moldam o \u201cdesenvolvimento\u201d dessas cidades est\u00e3o l\u00e1 desde o in\u00edcio dos primeiros projetos de cidade grande. Buscam criar um novo ideal de brasileiro: o da metr\u00f3pole. No curta Maldi\u00e7\u00e3o Tropical, de Luisa Marques e Darks Miranda, a constru\u00e7\u00e3o de uma cidade e de um ideal se sobrep\u00f5em. O Rio de Janeiro tur\u00edstico e a figura de Carmen Miranda, fantasmas dos anos 40 e 50, de um Brasil que nunca existiu de fato, ou se existiu, teve uma dura\u00e7\u00e3o passageira. Mas o fantasma de uma cidade \u00e9 material, feito de concreto e permanece nem que seja em forma de ru\u00edna. Como vemos em Megal\u00f3polis, de Leon Hirszman, em que a voz de Per\u00e9io compara o crescimento de S\u00e3o Paulo com as ru\u00ednas da Antiguidade, aproxima\u00e7\u00f5es que prenunciam o destino desse crescimento desenfreado.\u00a0<\/em><\/p>\n\n<p><em>Uma realidade atropelando outra. Em Nunca \u00e9 Noite no Mapa, de Ernesto de Carvalho, dois (ou mais) espa\u00e7os convergem, numa briga injusta em territ\u00f3rios engolidos por um suposto progresso. Uma virtualidade que quer ter acesso aos cantos mais remotos da cidade, n\u00e3o pela integra\u00e7\u00e3o, mas pelo esvaziamento, uma gentrifica\u00e7\u00e3o violenta que n\u00e3o leva em conta os habitantes de comp\u00f5em esse espa\u00e7o. Reduzem os corpos e o que sobra \u00e9 aquilo que vemos em E, de Alexandre Wahrhaftig, Helena Ungaretti e Miguel Antunes Ramos; um mundo descorporificado, tomado pelo metal dos ve\u00edculos que agora habitam as casas. Uma cidade feita para as m\u00e1quinas e as mercadorias.<\/em><\/p>\n\n<p><em>Apesar de evidente as injusti\u00e7as inerentes \u00e0 esse processo, o projeto neoliberal busca perpetuar essa l\u00f3gica de uma cidade que funciona muito mais para o mercado que para seus habitantes. SuperRio Superfic\u00e7\u00f5es, de Guerreiro do Divino Amor, ilustra de forma bem direta o n\u00edvel de absurdo completamente despregado da realidade material que movem esses projetos, e que n\u00e3o se furtam se serem completamente segregantes. A realidade mais estranha que a fic\u00e7\u00e3o. Existe uma autoconsci\u00eancia nesse sistema que busca todo tipo de irrealidade para se justificar. Como os moradores de um condom\u00ednio de luxo que s\u00e3o entrevistados em Um Lugar ao Sol, de Gabriel Mascaro, que vivem tranquilamente em um mundo paralelo sem saberem o que de fato est\u00e1 acontecendo do lado de fora de seus muros.<\/em><\/p>\n\n<p><em>E \u00e9 do outro lado desses muros que se d\u00e3o os dois \u00faltimos pontos desse mapa tra\u00e7ado pela Sala Reden\u00e7\u00e3o. Apesar de estarem no final do percurso, s\u00e3o essencialmente os principais elementos dessa discuss\u00e3o: o povo que luta pelo seu territ\u00f3rio nessas cidades. Conte Isso \u00c0queles Que Dizem Que Fomos Derrotados, de Aiano Bemfica, Camila Bastos, Cristiano Ara\u00fajo e Pedro Maia de Brito, registra o movimento de ocupa\u00e7\u00f5es por moradias, onde a for\u00e7a para essa luta surge na coletividade. Pessoas que s\u00e3o retiradas de seus meios, empurradas para fora de seus espa\u00e7os e que precisam se impor contra essas for\u00e7as nem t\u00e3o invis\u00edveis assim. Al\u00e9m dos esfor\u00e7os de perman\u00eancias do Movimento de Luta nos Bairros, tamb\u00e9m h\u00e1 o esfor\u00e7o de se fazer ouvir. O \u00faltimo filme do ciclo, Cidade Improvisada, de Alice Riff, vemos o centro urbano pela l\u00edrica dos rappers de S\u00e3o Paulo. \u00c9 pela voz que nos deslocamos pelo espa\u00e7o, a hora de colocar os habitantes \u00e0 frente dos pr\u00e9dios.<\/em><\/p>\n\n<p><em>S\u00e3o problem\u00e1ticas complexas e que se fixaram ao longo da Hist\u00f3ria, mas que observamos suas contradi\u00e7\u00f5es num breve olhar ao redor, percebendo aqueles que dividem conosco esses territ\u00f3rios. Na internet estamos alheios \u00e0 esses fatores mais objetivos, mas ainda sim \u00e9 poss\u00edvel, atrav\u00e9s dessas produ\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis online, refletir e dar voz \u00e0queles que s\u00e3o diretamente atingidos por esses processos acachapantes.\u00a0<\/em><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"text-align: right;\"><em><strong>Texto: Victor Souza, bolsista da Sala Reden\u00e7\u00e3o e curador da mostra.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">PROGRAMA\u00c7\u00c3O<\/span><\/strong><\/p>\n\n<p><strong>MALDI\u00c7\u00c3O TROPICAL<\/strong><br \/><em>(dir. Luisa Marques e Darks Miranda | Brasil | Experimental | 2016 | 14 min)<\/em><\/p>\n\n<p>O filme experimental de Luisa Marques \u00e9 uma fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do passado. O curta faz uma ponte entre dois projetos de na\u00e7\u00e3o forjados para o Brasil em meados do s\u00e9culo XX: o imagin\u00e1rio tropical, personificado por Carmen Miranda, e o modernismo tardio que se instaurou no fim dos anos 50 e in\u00edcio dos 60, aqui simbolizado pelo Aterro do Flamengo, no Rio.<\/p>\n\n<p><strong>Assista<\/strong>: <span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/is.gd\/maldicaotropical\">https:\/\/is.gd\/maldicaotropical<\/a><\/span><\/p>\n\n<p><strong>MEGAL\u00d3POLIS<\/strong><br \/><em>(dir. Leon Hirszman | Brasil | Document\u00e1rio | 1973 | 10 min)<\/em><\/p>\n\n<p>Filme aborda o futuro da regi\u00e3o sudeste brasileira, tendo como refer\u00eancia hist\u00f3rica a megal\u00f3polis de Atenas.<\/p>\n\n<p><strong>Assista<\/strong>: <span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/is.gd\/megalopolis\">https:\/\/is.gd\/megalopolis<\/a><\/span><\/p>\n\n<p><strong>NUNCA \u00c9 NOITE NO MAPA<\/strong><br \/><em>(dir. Ernesto de Carvalho | Brasil | Document\u00e1rio | 2016 | 06 min)<\/em><\/p>\n\n<p>Que diferen\u00e7a faz para o mapa, se ele te contem? Um encontro frontal com o mapa, nos leva a um passeio pelo circuitos da simbiose entre o mapa e as transforma\u00e7\u00f5es dos espa\u00e7os na era do capitalismo digital.<\/p>\n\n<p><strong>Assista<\/strong>: <span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/is.gd\/nuncaehnoite\">https:\/\/is.gd\/nuncaehnoite<\/a><\/span><\/p>\n\n<p><strong>E\u00a0<\/strong><br \/><em>(dir. Alexandre Wahrhaftig, Helena Ungaretti, Miguel Antunes Ramos | Brasil | Document\u00e1rio | 2014 | 17min)<\/em><\/p>\n\n<p>Estacionamento. Es-ta-cio-na-men-to. Do latim, statio. Ficar de p\u00e9, ficar parado.<\/p>\n\n<p><strong>Assista<\/strong>: <span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/vimeo.com\/82000675\">https:\/\/vimeo.com\/82000675<\/a><\/span><\/p>\n\n<p><strong>SUPERRIO SUPERFIC\u00c7\u00d5ES<\/strong><br \/><em>(Guerreiro do Divino Amor | Brasil | Com\u00e9dia\/Document\u00e1rio | 2016 | 09 min)\u00a0<\/em><\/p>\n\n<p>SuperRio \u00e9 o g\u00eameo superficcional do Rio de janeiro; um ecossistema de superfic\u00e7\u00f5es que interferem na constru\u00e7\u00e3o da cidade e do imagin\u00e1rio coletivo.<\/p>\n\n<p><strong>Assista<\/strong>: <span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/is.gd\/superrio\">https:\/\/is.gd\/superrio<\/a><\/span><\/p>\n\n<p><strong>UM LUGAR AO SOL<\/strong><br \/><em>(dir. Gabriel Mascaro | Brasil | Document\u00e1rio |\u00a0 2009 | 65 min)<\/em><\/p>\n\n<p>O document\u00e1rio \u201cUm lugar ao sol\u201d registra o cotidiano dos moradores de coberturas em pr\u00e9dios luxuosos no Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo e Recife. Atrav\u00e9s de depoimentos e entrevistas o document\u00e1rio procura capturar o modo de vida de pessoas que, do topo de pr\u00e9dios elegantes, desfrutam de uma realidade inegavelmente privilegiada em rela\u00e7\u00e3o a grande maioria dos brasileiros.<\/p>\n\n<p><strong>Assista<\/strong>: <span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/is.gd\/umlugaraosol\">https:\/\/is.gd\/umlugaraosol<\/a><\/span><\/p>\n\n<p><strong>CONTE ISSO \u00c0QUELES QUE DIZEM QUE FOMOS DERROTADOS<\/strong><br \/><em>(dir. Aiano Bemfica; Camila Bastos; Cristiano Ara\u00fajo; Pedro Maia de Brito | Brasil | Document\u00e1rio | 2018 | 23 min)<\/em><\/p>\n\n<p>Na madrugada luzes apontam um caminho.<\/p>\n\n<p><strong>Assista<\/strong>: <span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/is.gd\/conteissoaqueles\">https:\/\/is.gd\/conteissoaqueles<\/a><\/span><\/p>\n\n<p><strong>CIDADE IMPROVISADA<\/strong><br \/><em>(dir. Alice Riff | Brasil | Document\u00e1rio | 2012 | 19 min)<\/em><\/p>\n\n<p>Cidade Improvsada re\u00fane 16 MC\u2019s brasileiros que fazem improvisa\u00e7\u00e3o de RAP (Freestyle) para rimar sobre a cidade que vivem, seus problemas e quest\u00f5es. Nas batalhas de MC\u2019s, um MC batalha contra o outro, para mostrar quem \u00e9 melhor na improvisa\u00e7\u00e3o. Neste filme, 16 MC\u2019s se juntam para batalhar contra os problemas da cidade, e expressar suas opini\u00f5es.<\/p>\n\n<p><strong>Assista<\/strong>: <span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/is.gd\/cidadeimprovisada\">https:\/\/is.gd\/cidadeimprovisada<\/a><\/span><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221;&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":12954,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[161],"tags":[],"class_list":["post-12934","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-cinema"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12934","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12934"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12934\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12958,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12934\/revisions\/12958"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12954"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12934"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12934"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12934"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}