{"id":13030,"date":"2020-10-05T17:58:32","date_gmt":"2020-10-05T20:58:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/?p=13030"},"modified":"2020-11-04T21:16:57","modified_gmt":"2020-11-05T00:16:57","slug":"ciclo-de-curtas-dialoga-sobre-a-interacao-entre-olhares-a-partir-da-camera-e-dos-corpos-observados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/ciclo-de-curtas-dialoga-sobre-a-interacao-entre-olhares-a-partir-da-camera-e-dos-corpos-observados\/","title":{"rendered":"Ciclo de curtas dialoga sobre a intera\u00e7\u00e3o entre olhares a partir da c\u00e2mera e dos corpos observados"},"content":{"rendered":"[vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column_text]\n<p>Entre os dias 5 e 18 de outubro, o p\u00fablico \u00e9 convidado a interagir nas dez produ\u00e7\u00f5es selecionadas a partir do aspecto da c\u00e2mera ou dos corpos e objetos observados. O entrela\u00e7amento entre olhares e aspectos retratados nos curtas brasileiros escolhidos pelo curador do ciclo, <strong>Victor Souza<\/strong>, busca complexificar a objetifica\u00e7\u00e3o dos corpos a partir do jogo de cena e dos efeitos visuais, al\u00e9m de mostrar a troca entre o que \u00e9 filmado e o condutor do processo: o diretor.<\/p>\n\n<p><strong>C\u00e2mera Corpo<\/strong> \u00e9 um ciclo de curtas totalmente online e gratuito com obras brasileiras realizadas ao longo das \u00faltimas duas d\u00e9cadas. Cineastas estreantes e veteranos mostram os seus retratos do cotidiano na mostra da Sala Reden\u00e7\u00e3o &#8211; Cinema Universit\u00e1rio. S\u00e3o eles: Cao Guimar\u00e3es, Marcius Barbieri, Allan Ribeiro, Ricardo Alves Jr., Michelle Mattiuzzi, Ana Pi, Zezinho Yube e Saskia Peter s\u00e3o alguns dos respons\u00e1veis, dentre outros.<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:post-content --><\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n[\/vc_column_text][image_with_animation image_url=&#8221;13034&#8243; animation=&#8221;Fade In&#8221; hover_animation=&#8221;none&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; img_link_large=&#8221;yes&#8221; border_radius=&#8221;none&#8221; box_shadow=&#8221;none&#8221; image_loading=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;50%&#8221; max_width_mobile=&#8221;default&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column_text]\n<p><em><strong>C\u00e2mera Corpo<\/strong><\/em><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n<p><!-- wp:paragraph -->Pode um corpo ser real quando \u00e9 observado atrav\u00e9s da lente de uma c\u00e2mera? Sabemos que o cinema \u00e9 uma arte de apar\u00eancias, modifica o real conforme posiciona seu olho, entre o observador e o observado. Escolhe o que vai mostrar e nunca \u00e9 todo o real, s\u00f3 um peda\u00e7o dele. Centraliza o que acontece num espa\u00e7o limitado, assim, enxergamos tudo pela tal quarta-parede, j\u00e1 bastante quebrada pelo cinema nos \u00faltimos anos. Ela se coloca como uma janela para um outro mundo, onde observamos espa\u00e7os e corpos que n\u00e3o \u201cinvadem\u201d nossa realidade. O cinema cl\u00e1ssico \u00e9 o principal respons\u00e1vel por essa fun\u00e7\u00e3o distanciadora da c\u00e2mera, onde quem filma e quem \u00e9 filmado n\u00e3o interagem, que \u00e9 consequentemente objetificante.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n<p><!-- wp:paragraph -->O lado oposto da lente, o <em>antecampo<\/em>, vira um espa\u00e7o escondido e misterioso, ali est\u00e1 n\u00e3o apenas quem assiste, mas quem filma e grava. A m\u00e1quina que registra \u00e9 uma parede entre observador e observado, onde um est\u00e1 sempre mais exposto que o outro, objeto de observa\u00e7\u00e3o, de estudo. Uma rela\u00e7\u00e3o de poder a servi\u00e7o da representa\u00e7\u00e3o. E nesse aspecto sabemos muito bem o papel que o corpo desempenha pol\u00edtica e socialmente. Um modo de se fazer presente no mundo, se colocar nesses espa\u00e7os seja como afirma\u00e7\u00e3o ou ruptura, povoar a Hist\u00f3ria.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n<p><!-- wp:paragraph -->A fun\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do corpo portanto \u00e9 tamb\u00e9m a fun\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do olho. O modo como olha, registra e se aproxima desses corpos. A forma como o observador \u00e9 visto na imagem, como o campo e antecampo se relacionam de forma horizontal, algo que parte de uma intimidade entre a m\u00e1quina e a presen\u00e7a f\u00edsica de quem performa na sua frente. Todos esses questionamentos s\u00e3o preocupa\u00e7\u00f5es inerentes do cinema brasileiro contempor\u00e2neo, por exemplo, que trabalha para aproximar esses dois mundos fora e dentro do enquadramento.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n<p><!-- wp:paragraph -->Muito disso aparece principalmente na forma como quebram com essa janela que separa os mundos. N\u00e3o procuram esconder a exist\u00eancia da presen\u00e7a dessa c\u00e2mera, fingir que n\u00e3o existe, mas sim faz\u00ea-la parte do mesma realidade que registra. N\u00e3o simplesmente olhar o mundo pela janela, mas de participar dele <em>fisicamente<\/em>, dividir o campo de guerra com essas personagens. Expondo a vulnerabilidade desse olho que observa, a c\u00e2mera pode se tornar presente, para fazer daqueles que s\u00e3o observados presentes tamb\u00e9m. Uma rela\u00e7\u00e3o de intimidade que registra momentos de dor, liberdade, agonia, euforia, medo.\u00a0<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n<p><!-- wp:paragraph -->Tanto quem filma quanto a pessoa filmada, constroem juntas o discurso e delimitam o que \u00e9 representado. Essa caracter\u00edstica, no document\u00e1rio contribui no aspecto discursivo de uma conversa <em>corpo a corpo<\/em>, filmando aquele que filma, e na fic\u00e7\u00e3o isso muitas vezes pode acontecer de forma bem direta: quando a personagem toma as r\u00e9deas da c\u00e2mera que ir\u00e1 registrar esse mundo. Desse jeito uma janela se abre dentro de outra janela. Um jogo de espelhos que se desdobra infinitamente, permitindo que os observados extrapolem seus isolamentos e a si mesmos, suas exist\u00eancias. Uma coisa que n\u00e3o se limita ao aspecto est\u00e9tico afinal s\u00e3o corpos que existem e sangram de verdade.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n<p><!-- wp:paragraph -->N\u00e3o muito sobre a c\u00e2mera sair pra rua, isso ela j\u00e1 faz desde o in\u00edcio do s\u00e9culo passado, \u00e9 importante que ela ande com todo mundo, todo tipo de gente. Hoje em dia \u00e9 fato que a intimidade com a c\u00e2mera \u00e9 algo cotidiano e n\u00e3o carrega tanto um fetiche pelo \u2018desconhecido\u2019 mais. Todo celular tem um olho junto e, ao mesmo tempo que isso normaliza uma exist\u00eancia puramente visual, serve tamb\u00e9m como outro tipo de janela para novas realidades. S\u00e3o novas viv\u00eancias que convergem. Vem na cabe\u00e7a a pergunta se existe empatia nesse emaranhado de olhos e corpos. A cumplicidade da c\u00e2mera talvez interfira nessas rela\u00e7\u00f5es, talvez sua presen\u00e7a tenha a capacidade de mudar o significado de uma a\u00e7\u00e3o, atenuar as consequ\u00eancias de uma opress\u00e3o, confrontando quem monopoliza a forma como esses corpos s\u00e3o vistos. Como olh\u00e1-los de volta?<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n<p><!-- wp:paragraph -->Para isso a Sala Reden\u00e7\u00e3o convida, entre os dias 05 e 18 de outubro, o p\u00fablico a aproximar essas dez diferentes produ\u00e7\u00f5es audiovisuais brasileiras feitas nos \u00faltimos 20 anos, dispon\u00edveis nesse amontoado de janelas, corpos e registros: a internet. <em>Da Janela do meu Quarto<\/em> (2004) e <em>A Lente e a Janela<\/em> (2005), <em>Ensaio de Cinema<\/em> (2009) e <em>Material Bruto<\/em> (2007), <em>Experimentando o Vermelho em Dil\u00favio<\/em> (2016) e <em>Ceci n\u2019est pas une performance<\/em> (2017), <em>J\u00e1 me transformei em imagem<\/em> (2008) e <em>A Gente Luta mas Come Fruta<\/em> (2006), <em>OUTRA COISA.print<\/em> (2020) e <em>Na Miss\u00e3o, com Kadu<\/em> (2016). As duplas permitem algumas aproxima\u00e7\u00f5es mais diretas, mas n\u00e3o h\u00e1 absolutamente nada que impe\u00e7a que todos esses trabalhos se encontrem.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n<!-- wp:paragraph {\"align\":\"right\"} -->\n<p class=\"has-text-align-right\"><em><strong>Texto: Victor Souza, bolsista na Sala Reden\u00e7\u00e3o e curador da mostra.<\/strong><\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][image_with_animation image_url=&#8221;13039&#8243; animation=&#8221;Fade In&#8221; hover_animation=&#8221;none&#8221; alignment=&#8221;right&#8221; img_link_large=&#8221;yes&#8221; border_radius=&#8221;none&#8221; box_shadow=&#8221;none&#8221; image_loading=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;100%&#8221; max_width_mobile=&#8221;default&#8221;][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][heading]\n<p><strong>PROGRAMA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n[\/heading][\/vc_column][\/vc_row][vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;2\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column_text]\n<p><strong>DA JANELA DO MEU QUARTO<\/strong><br \/><em>(Cao Guimar\u00e3es | 2004 | 5 min &#8211; Brasil)<\/em><\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph -->Da janela do meu quarto eu vi uma rua de areia molhada e debaixo da chuva dois corpos de crian\u00e7a brigavam se amando e se amavam brigando.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><em>Assista<\/em>: <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=UFxK3431I_E&amp;t=172s\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=UFxK3431I_E&amp;t=172s<\/a><\/span><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_video link=&#8221;https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=UFxK3431I_E&#038;t=172s&#8221; align=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;2\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column_text]\n<p><strong>A LENTE E A JANELA<br \/><\/strong><em>(dir. Marcius Barbieri | 2005 | 12 min &#8211; Brasil)<\/em><\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph -->Uma menina ganha uma c\u00e2mera de v\u00eddeo no Natal e sua percep\u00e7\u00e3o muda atrav\u00e9s da lente e da janela.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><em>Assista<\/em>: <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/portacurtas.org.br\/filme\/?name=a_lente_e_a_janela\">http:\/\/portacurtas.org.br\/filme\/?name=a_lente_e_a_janela<\/a><\/span><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][image_with_animation image_url=&#8221;13035&#8243; animation=&#8221;Fade In&#8221; hover_animation=&#8221;none&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; img_link_large=&#8221;yes&#8221; border_radius=&#8221;none&#8221; box_shadow=&#8221;none&#8221; image_loading=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;100%&#8221; max_width_mobile=&#8221;default&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;2\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column_text]\n<p><strong>ENSAIO DE CINEMA<br \/><\/strong><em>(dir. Allan Ribeiro | 2009 | 15 min &#8211; Brasil)<\/em><\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph -->Ele dizia que o filme come\u00e7ava com uma c\u00e2mera muito suave, com um zoom muito delicado, e avan\u00e7ava em busca de Barbot.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><em>Assista<\/em>: <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/portacurtas.org.br\/filme\/?name=ensaio_de_cinema\">http:\/\/portacurtas.org.br\/filme\/?name=ensaio_de_cinema<\/a><\/span><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][image_with_animation image_url=&#8221;13036&#8243; animation=&#8221;Fade In&#8221; hover_animation=&#8221;none&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; img_link_large=&#8221;yes&#8221; border_radius=&#8221;none&#8221; box_shadow=&#8221;none&#8221; image_loading=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;100%&#8221; max_width_mobile=&#8221;default&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;2\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column_text]\n<p><strong>MATERIAL BRUTO<\/strong><br \/><em>(dir. Ricardo Alves Jr. | 2007 | 17 min &#8211; Brasil)<\/em><\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph -->Afora nos corredores do edif\u00edcio, caminha a mulher-n\u00e1usea. Adentro, mulher-cabelo, homem-cigarro e homem-m\u00fasica esperam o momento de fuga, um instante para sair de si. Material bruto \u00e9 um trabalho realizado com pacientes dos centros de conviv\u00eancia da rede p\u00fablica de sa\u00fade mental da cidade de Belo Horizonte.\u00a0<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><em>Assista<\/em>: <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/portacurtas.org.br\/filme\/?name=material_bruto\">http:\/\/portacurtas.org.br\/filme\/?name=material_bruto<\/a><\/span><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][image_with_animation image_url=&#8221;13037&#8243; animation=&#8221;Fade In&#8221; hover_animation=&#8221;none&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; img_link_large=&#8221;yes&#8221; border_radius=&#8221;none&#8221; box_shadow=&#8221;none&#8221; image_loading=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;100%&#8221; max_width_mobile=&#8221;default&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;2\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column_text]\n<p><strong>EXPERIMENTANDO O VERMELHO EM DIL\u00daVIO<\/strong><br \/><em>(dir. Michelle Mattiuzzi | 2016 | 7 min &#8211; Brasil)<\/em><\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph -->A performance aqui \u00e9 um dispositivo para criar contra-narrativas, proj\u00e9teis, descolonizar a imagem da mulher negra. S\u00e3o imagens violentas, s\u00e3o a\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias, s\u00e3o pesquisas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, s\u00e3o artigos em revistas e jornais, s\u00e3o contradit\u00f3rios, s\u00e3o destrut\u00edveis.\u00a0<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><em>Assista<\/em>: <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/vimeo.com\/397136888\">https:\/\/vimeo.com\/397136888<\/a><\/span><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_video link=&#8221;https:\/\/vimeo.com\/397136888&#8243; align=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;2\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column_text]\n<p><strong>CECI N\u2019EST PAS UNE PERFORMANCE\u00a0<\/strong><br \/><em>(dir. Ana Pi | 2017 | 3 min &#8211; Brasil)<\/em><\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph -->As chamadas dan\u00e7as urbanas nos informam, em movimento, sobre a hist\u00f3ria das grandes cidades do mundo desde meados do s\u00e9culo XX at\u00e9 os dias atuais. De onde exatamente essas cidades emergem? Essa quest\u00e3o \u00e0s vezes \u00e9 esquecida hoje com o poder fren\u00e9tico da era da web, suas redes sociais e suas v\u00e1rias plataformas de compartilhamento.\u00a0<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><em>Assista<\/em>: <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/vimeo.com\/254296307\">https:\/\/vimeo.com\/254296307<\/a><\/span><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_video link=&#8221;https:\/\/vimeo.com\/254296307&#8243; align=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;2\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column_text]\n<p><strong>J\u00c1 ME TRANSFORMEI EM IMAGEM<br \/><\/strong><em>(dir. Zezinho Yube | 2008 | 31 min &#8211; Brasil)<\/em><\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph -->Coment\u00e1rios sobre a hist\u00f3ria de um povo, feito pelos realizadores dos filmes e por seus personagens. Do tempo do contato, passando pelo cativeiro nos seringais, at\u00e9 o trabalho atual com o v\u00eddeo, os depoimentos d\u00e3o sentido ao processo de dispers\u00e3o, perda e reencontro vividos pelos Huni kui.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><em>Assista<\/em>: <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/lugardoreal.com\/video\/ja-me-transformei-em-imagem\">http:\/\/lugardoreal.com\/video\/ja-me-transformei-em-imagem<\/a><\/span><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][image_with_animation image_url=&#8221;13038&#8243; animation=&#8221;Fade In&#8221; hover_animation=&#8221;none&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; img_link_large=&#8221;yes&#8221; border_radius=&#8221;none&#8221; box_shadow=&#8221;none&#8221; image_loading=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;100%&#8221; max_width_mobile=&#8221;default&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;2\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column_text]\n<p><strong>A GENTE LUTA MAS COME FRUTA<\/strong><br \/><em>(dir. Wewito Piy\u00e3ko, Isaac Pinhanta | 2006 | 39 min &#8211; Brasil)<\/em><\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph -->O manejo agroflorestal realizado pelos Ashaninka da aldeia APIWTXA no rio Am\u00f4nia, Acre. No filme eles registram, por um lado, seu trabalho para recuperar os recursos da sua reserva e repovoar seus rios e suas matas com esp\u00e9cies nativas, e por outro, sua luta contra os madeireiros que invadem sua \u00e1rea na fronteira com o Peru.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><em>Assista<\/em>: <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=p-D6meHSFuI\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=p-D6meHSFuI<\/a><\/span><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_video link=&#8221;https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=p-D6meHSFuI&#8221; align=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;2\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column_text]\n<p><strong>OUTRA COISA.PRINT<\/strong><br \/><em>(dir. Saskia Peter | 2020 | 14 min &#8211; Brasil)<\/em><\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph -->Um registro ing\u00eanuo. Sobre as manifesta\u00e7\u00f5es em S\u00e3o Paulo (07\/06\/2020).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><em>Assista<\/em>: <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Z-SB8QHqkPI&amp;t=669s\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Z-SB8QHqkPI&amp;t=669s<\/a><\/span><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_video link=&#8221;https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Z-SB8QHqkPI&#038;t=669s&#8221; align=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;2\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column_text]\n<p><strong>NA MISS\u00c3O, COM KADU<\/strong><br \/><em>(dir. Kadu Freitas, Aiano Bemfica e Pedro Maia de Brito | 2016 | 28 min &#8211; Brasil)<\/em><\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph -->No maior conflito fundi\u00e1rio urbano da Am\u00e9rica Latina, companheiras e companheiros da regi\u00e3o ocupada da Izidora marcham pela moradia digna. Cineasta e lideran\u00e7a, Kadu, leva sua c\u00e2mera para a marcha e nela traz de volta alguns registros do dia 19\/5. \u00c0 beira do fogo ele relembra o dia, a luta e o sonho.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right\"><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><em>Assista<\/em>: <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/vimeo.com\/232282418\">https:\/\/vimeo.com\/232282418<\/a><\/span><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/3&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_video link=&#8221;https:\/\/vimeo.com\/232282418&#8243; align=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221;&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":13031,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[161],"tags":[],"class_list":["post-13030","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-cinema"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13030","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13030"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13030\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13040,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13030\/revisions\/13040"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13031"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13030"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13030"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13030"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}