{"id":14816,"date":"2021-07-26T15:41:11","date_gmt":"2021-07-26T18:41:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/?p=14816"},"modified":"2021-07-26T15:41:18","modified_gmt":"2021-07-26T18:41:18","slug":"tela-virtual-apresenta-nhemongueta-kunha-mbarete","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/tela-virtual-apresenta-nhemongueta-kunha-mbarete\/","title":{"rendered":"Tela Virtual apresenta Nhemongueta Kunh\u00e3 Mbarete"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ampliando cada vez mais nosso olhar para as diferentes produ\u00e7\u00f5es realizadas no Brasil nos \u00faltimos anos, o <strong>Tela Virtual <\/strong>do dia <strong>29\/07<\/strong> realiza uma sess\u00e3o de Nhemongueta Kunh\u00e3 Mbarete, seguido de uma conversa com as quatro realizadoras, mediada por Ana Let\u00edcia Meira Schweig, pesquisadora e produtora do projeto Tela Ind\u00edgena.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O filme-carta, realizado a convite do Instituto Moreira Salles, parte de uma troca de experi\u00eancias entre quatro mulheres artistas durante a pandemia. As <strong>realizadoras ind\u00edgenas Graciela Guarani, Michele Kaiow\u00e1 e Patr\u00edcia Ferreira, juntamente com a artista visual Sophia Pinheiro<\/strong>, produziram videocartas relatando o cotidiano e as reflex\u00f5es surgidas no isolamento, em conversas informais e \u00edntimas, que revelam a luta constante destas mulheres, tanto no \u00e2mbito material quanto subjetivo. O t\u00edtulo em <strong>Guarani Kaiow\u00e1 e Mby\u00e1<\/strong>, que significa \u201cconversas \u00e0 toa entre mulheres guerreiras\u201d, ilustra bem este aspecto do filme, de relatar essas exist\u00eancias num sentido profundo a partir de uma troca de ideias leve.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nhemongueta Kunh\u00e3 Mbarete \u00e9 um contraponto ao constante ataque deferido contras as pessoas que cultivam e defendem a cultura nativa de nossos antepassados, atrav\u00e9s de medidas de apagamento e viol\u00eancia brutal. O resultado foi este longo filme de quatro partes, em que assistiremos e debateremos as conversas do bloco 2, pois revelam bem a ess\u00eancia do projeto, ao lan\u00e7ar um olhar sobre identidade, territ\u00f3rio e cumplicidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A sess\u00e3o ocorre na quinta-feira, dia 29\/07, \u00e0s 19h, pelo <strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.youtube.com\/ddcufrgs\" target=\"_blank\"><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">canal do canal da Difus\u00e3o Cultural<\/span><\/a><\/strong>. A media\u00e7\u00e3o estar\u00e1 a cargo de <strong>Ana Let\u00edcia Meira Schweig<\/strong>. A participa\u00e7\u00e3o pelo chat \u00e9 aberta para o p\u00fablico interagir e fazer perguntas durante a conversa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NHEMONGUETA KUNH\u00c3 MBARAETE<\/strong><br><em>(dir. Michele Kaiow\u00e1, Graciela Guarani, Patr\u00edcia Ferreira Par\u00e1 Yxapy, Sophia Pinheiro | Document\u00e1rio | Brasil | 2020 | 52 min )<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O projeto <strong>Nhemongueta Kunh\u00e3 Mbaraete<\/strong> \u00e9 uma troca de videocartas entre tr\u00eas mulheres ind\u00edgenas e uma n\u00e3o ind\u00edgena, sob a perspectiva afetiva, etnofilos\u00f3fica e cr\u00edtica perante o processo atual de isolamento social e ao universo que as permeia. Participam Michele Kaiow\u00e1 (cineasta), Graciela Guarani (cineasta e produtora cultural), Patr\u00edcia Ferreira Par\u00e1 Yxapy (professora e cineasta) e Sophia Pinheiro (artista visual, professora e pesquisadora).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Graciela Guarani<\/strong>, pertencente \u00e0 na\u00e7\u00e3o Guarani Kaiow\u00e1, \u00e9 produtora cultural, comunicadora, cineasta, curadora de cinema e formadora em audiovisual. Uma das mulheres ind\u00edgenas pioneiras em produ\u00e7\u00f5es originais audiovisuais no cen\u00e1rio Brasileiro, tem um curr\u00edculo que inclui dire\u00e7\u00e3o e roteiro em 8 curtas metragens, uma s\u00e9rie de v\u00eddeos cartas \u201cNhemongueta Cunha Mbaraete\u201c, co-dire\u00e7\u00e3o e cinegrafista no longa My Blood is Red (Needs Must Film),\u00a0 formadora no Curso Mulheres Ind\u00edgenas e Novas M\u00eddias Sociais &#8211; da Invisibilidade ao acesso aos direitos pela @onumulheresbr\u00a0 e TJ\/MS \u2013 MS 2019, Cineasta facilitadora na Oficina de Cinema \u2013 Ocupar a Tela: Mulheres, Terra e Movimento pelo IMS e Museu do \u00cdndio \u2013 RJ 2019, Convidada como debatedora da Mesa redonda Internacional de Mulheres na M\u00eddia e no Cinema na 70a. Berlinale &#8211; Berlin International Film Festival 2020.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Michele Perito Kaiow\u00e1<\/strong> \u00e9 formada em dire\u00e7\u00e3o pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro, pertence ao povo Guarani Kaiow\u00e1. \u00c9 professora na Escola Municipal Ind\u00edgena Pai Chiquito (Panambizinho, MS) e participa da Ascuri (Associa\u00e7\u00e3o Cultural dos Realizadores Ind\u00edgenas). Formado em 2008 por jovens realizadores\/produtores culturais Guarani, Kaiow\u00e1 e Terena, a Ascuri busca, por meio de novas tecnologias de comunica\u00e7\u00e3o, criar estrat\u00e9gias de resist\u00eancia para os povos ind\u00edgenas do Mato Grosso do Sul (MS), fortalecer a luta pelo territ\u00f3rio tradicional e pela democracia midi\u00e1tica. Participou do projeto Nhemongueta Kunh\u00e3 Mbaraete, trocas de v\u00eddeo-cartas com Graci Guarani, Michele Kaiow\u00e1 e Patr\u00edcia Ferreira, comissionada pelo Instituto Moreira Salles durante a pandemia de Covid-19<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Patr\u00edcia Ferreira Par\u00e1 Yxapy<\/strong> \u00e9 professora e realizadora audiovisual ind\u00edgena da etnia Mby\u00e1-Guarani. Em 2007, co-fundou o Coletivo Mby\u00e1-Guarani de Cinema. Est\u00e1 finalizando seu primeiro longa e circula em festivais de cinema com o filme TEKO HAXY &#8211; ser imperfeita, co-dirigido com Sophia Pinheiro.\u00a0 Em 2019, participou da mostra Performances Amer\u00edndias do Doclisboa (Lisboa), participou como artista da 21\u00aa Bienal de Arte Contempor\u00e2nea Sesc_Videobrasil. Em 2020, teve sua primeira exposi\u00e7\u00e3o individual na Berlinale, dentro da mostra do programa Forum Expanded e participou do projeto Nhemongueta Kunh\u00e3 Mbaraete, trocas de v\u00eddeo-cartas com Graci Guarani, Michele Kaiow\u00e1 e Sophia Pinheiro, comissionada pelo Instituto Moreira Salles durante a pandemia de Covid-19. J\u00e1 realizou os filmes: As Bicicletas de Nhanderu; Desterro Guarani; TAVA, a casa de pedra; e No caminho com Mario.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sophia Pinheiro<\/strong> \u00e9 doutoranda em Cinema e Audiovisual do PPGCine &#8211; Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da UFF; bacharel em Artes Visuais e mestre em Antropologia Social pela UFG. \u00c9 pensadora visual, interessada nas po\u00e9ticas e pol\u00edticas visuais, etnografia das ideias, do corpo e marcadores da diferen\u00e7a, principalmente em contextos \u00e9tnicos, de g\u00eanero e sexualidade. Exp\u00f4s seus trabalhos art\u00edsticos no Brasil e no exterior. \u00c9 co-diretora com Patr\u00edcia Ferreira Par\u00e1 Yxapy do filme TEKO HAXY &#8211; ser imperfeita, professora da Academia Internacional de Cinema (RJ), foi artista residente do programa Forma\u00e7\u00e3o e Deforma\u00e7\u00e3o &#8211; Emerg\u00eancia e Resist\u00eancia 2019, da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ) e participou do projeto Nhemongueta Kunh\u00e3 Mbaraete, trocas de v\u00eddeo-cartas com Graci Guarani, Michele Kaiow\u00e1 e Patr\u00edcia Ferreira, comissionada pelo Instituto Moreira Salles durante a pandemia de Covid-19.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ana Let\u00edcia Meira Schweig<\/strong> \u00e9 Cientista Social, Antrop\u00f3loga, produtora da Mostra Tela Ind\u00edgena. Pesquisadora na PARI-c e formadora na A\u00e7\u00e3o Saberes Ind\u00edgenas na Escola (UFRGS).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ampliando cada vez mais nosso olhar para as diferentes produ\u00e7\u00f5es realizadas no Brasil nos \u00faltimos anos, o Tela Virtual do dia 29\/07 realiza uma sess\u00e3o de Nhemongueta Kunh\u00e3 Mbarete, seguido&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":14817,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[161,464],"tags":[],"class_list":["post-14816","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-cinema","category-sala-redencao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14816","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14816"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14816\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14818,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14816\/revisions\/14818"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14817"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14816"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14816"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14816"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}