{"id":19934,"date":"2024-03-13T17:48:30","date_gmt":"2024-03-13T20:48:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/?p=19934"},"modified":"2024-03-13T17:48:31","modified_gmt":"2024-03-13T20:48:31","slug":"sala-redencao-e-madre-tierra-apresentam-cineinfancias-as-criancas-e-as-aguas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/sala-redencao-e-madre-tierra-apresentam-cineinfancias-as-criancas-e-as-aguas\/","title":{"rendered":"Sala Reden\u00e7\u00e3o e Madre Tierra apresentam \u201cCineInf\u00e2ncias: As Crian\u00e7as e as \u00c1guas\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No dia<strong> 15 de mar\u00e7o, sexta-feira, \u00e0s 19h, <\/strong>a <strong>Sala Reden\u00e7\u00e3o<\/strong> apresenta uma sess\u00e3o especial em parceria com a comunidade ecol\u00f3gica <strong>Madre Tierra<\/strong>. Intitulada <strong>\u201cCineInf\u00e2ncias: As Crian\u00e7as e as \u00c1guas\u201d<\/strong>, a programa\u00e7\u00e3o exibe os curtas-metragens <strong><em>\u201cA serpente e a canoa\u201d<\/em><\/strong>, <strong><em>\u201cAmaz\u00f4nia sem garimpo\u201d<\/em><\/strong> e <strong><em>\u201cAbuela Grillo\u201d<\/em><\/strong>, al\u00e9m do primeiro epis\u00f3dio da s\u00e9rie <strong><em>\u201cO som do rio\u201d<\/em><\/strong>. A proje\u00e7\u00e3o \u00e9 seguida de uma <strong>conversa<\/strong> com <strong>Ana Fel\u012bcia Trindade, Ana Carolina Senna, Amanda Senna e Ana Luiza Trindade.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A programa\u00e7\u00e3o busca refletir sobre quest\u00f5es ambientais, com foco na import\u00e2ncia das \u00e1guas para os ecossistemas naturais e para os povos origin\u00e1rios. <em>\u201cA serpente e a canoa\u201d <\/em>\u00e9 a primeira \u201cflecha\u201d da s\u00e9rie de filmes Flecha Selvagem, criada para entrela\u00e7ar a cultura ind\u00edgena ancestral com teorias cient\u00edficas contempor\u00e2neas, atrav\u00e9s do audiovisual. <em>\u201cAmaz\u00f4nia sem garimpo\u201d<\/em>, uma anima\u00e7\u00e3o com narra\u00e7\u00e3o na l\u00edngua yanomami, aborda os impactos da contamina\u00e7\u00e3o da \u00e1gua pelo merc\u00fario e pela minera\u00e7\u00e3o. J\u00e1 <em>\u201cO som do rio\u201d<\/em> \u00e9 uma s\u00e9rie que acompanha Val Munduruku e Maria Gad\u00fa em uma viagem de conex\u00e3o com a natureza pelo Rio Tapaj\u00f3s. Al\u00e9m das tr\u00eas produ\u00e7\u00f5es brasileiras, a sess\u00e3o ainda exibe a anima\u00e7\u00e3o boliviana <em>\u201cAbuela Grillo\u201d, <\/em>que narra a hist\u00f3ria milenar do povo Ayoreo sobre a origem da \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Madre Tierra \u00e9 uma comunidade aprendente ecopedag\u00f3gica de estudos da pot\u00eancia das crian\u00e7as brasileiras, com uma filosofia baseada nas obras de Paulo Freire. Composta por crian\u00e7as, fam\u00edlias e educadoras pesquisadoras, o foco da comunidade \u00e9 a vida em conex\u00e3o com a natureza atrav\u00e9s de uma educa\u00e7\u00e3o decolonial, cr\u00edtica, antirracista, antisexista e anticapitalista.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As sess\u00f5es do cinema da UFRGS t\u00eam <strong>entrada franca<\/strong> e s\u00e3o <strong>abertas \u00e0 comunidade em geral<\/strong>. A Sala Reden\u00e7\u00e3o est\u00e1 localizada no campus central da Universidade, com acesso mais pr\u00f3ximo pela <strong>Rua Eng. Luiz Englert, 333.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>INFORMA\u00c7\u00d5ES DOS FILMES:<\/strong><br><strong>A SERPENTE E A CANOA <br><\/strong><em>(dir. Anna Dantes | Brasil | 2021 | 15 min)<br><\/em>Viajamos por teorias cient\u00edficas contempor\u00e2neas e mem\u00f3rias das culturas ancestrais. O fio condutor deste epis\u00f3dio costura duas narrativas: a da canoa cobra, mem\u00f3ria origin\u00e1ria de povos rio negrinos, e a serpente c\u00f3smica, presente em mitos de origem de diferentes culturas, vista como a dupla h\u00e9lice do DNA, c\u00f3digo de mem\u00f3ria presente em tudo que \u00e9 vivo. A viagem percorre uma sequ\u00eancia que entrela\u00e7a saberes ind\u00edgenas e hip\u00f3teses cient\u00edficas sobre o surgimento da Vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O SOM DO RIO- EPIS\u00d3DIO 1<\/strong><strong><br><\/strong><em>(dir. Carol Quintanilha | Brasil | 2022 | 18 min)<\/em><em><br><\/em>O Som do Rio, traz Val Munduruku, ativista ind\u00edgena, e a artista e ativista socioambiental Maria Gad\u00fa, em uma viagem de conhecimento e descoberta pelo Rio Tapaj\u00f3s ao lado de convidados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>AMAZ\u00d4NIA SEM GARIMPO<\/strong><strong><br><\/strong><em>(dir Julia Bernstein e Tiago Carvalho | Brasil | 2022 | Anima\u00e7\u00e3o com narra\u00e7\u00e3o em Yanomami)<\/em><em><br><\/em>Esta anima\u00e7\u00e3o \u00e9 parte integrante do projeto de pesquisa &#8220;Impactos do Merc\u00fario em \u00c1reas Protegidas e Povos da Floresta na Amaz\u00f4nia: Uma Abordagem Integrada Sa\u00fade e Ambiente&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ABUELA GRILLO<br><\/strong><em>(dir Denis Chapon | Bol\u00edvia e Dinamarca | 2009 | 12 min)<\/em><br>Abuela Grillo \u00e9 uma hist\u00f3ria contada milenarmente pelo povo Ayoreo, da Bol\u00edvia. Dizem eles que, no princ\u00edpio, havia uma av\u00f3, que era um grilo chamado Direjn\u00e1. Ela era a dona da \u00e1gua e, por onde quer que ela passasse com seu canto de amor, a \u00e1gua brotava.<br><strong><em>15 de mar\u00e7o | sexta-feira | 19h\u00a0 + conversa com Ana Luiza Trindade, Ana Carolina Senna, Ana Fel\u012bcia Trindade e Amanda Senna<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SOBRE AS DEBATEDORAS:<\/strong><br><strong>Ana Felicia Trindade:<\/strong> Educadora de Inf\u00e2ncia, e alfabetizadora de crian\u00e7as e EJA nas redes p\u00fablica estadual (RS) e municipal de Porto Alegre(RS).\u00a0 Ecopedagoga, ecologista e educadora ambiental comunit\u00e1ria na periferia. Estudiosa da obra de Paulo Freire, com \u00eanfase em Freire e as Inf\u00e2ncias. Organizadora e Cocriadora do Abeced\u00e1rio Freireano das Inf\u00e2ncias. Mestra e Doutora em Educa\u00e7\u00e3o, com pesquisas e estudos pedag\u00f3gicos, filos\u00f3ficos e bioculturais em Autopoiese, Autonomia, Bioantropo(i)\u00e9tica e a Pot\u00eancia Humana das Crian\u00e7as. Pesquisadora livre e aut\u00f4noma de estudos em Conex\u00e3o Profunda Crian\u00e7a-Natureza e Pedagogias da Pot\u00eancia. Orientadora cient\u00edfica-ecopedag\u00f3gica da Madre Tierra\u00a0 Comunidade\u00a0 Aprendente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ana Carolina Senna<\/strong>: Pesquisadora e educadora de inf\u00e2ncias, com forma\u00e7\u00e3o original em comunica\u00e7\u00e3o social e experi\u00eancia com educa\u00e7\u00e3o popular e comunit\u00e1ria em coletivos e organiza\u00e7\u00f5es populares em Recife, sua cidade natal. Em seguida, no Rio Grande do Sul, atuou por 10 anos na Escola Caminho do Meio, em diferentes fun\u00e7\u00f5es, como educadora, diretora e tutora da equipe. Atualmente, atua como professora na Escola Waldorf Quer\u00eancia. \u00c9 tamb\u00e9m brincante e pesquisadora da cultura popular brasileira integrando os grupos culturais Toque de Comadre e Luzeirim.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Amanda Senna:<\/strong> Pernambucana, mora h\u00e1 12 anos em Viam\u00e3o-RS e vem construindo um trabalho consolidado e not\u00f3rio para a Cultura no RS. Pesquisadora e brincante da cultura popular brasileira e da cultura da inf\u00e2ncia, cordelista, bonequeira, pernalta, ilustradora, contadora de hist\u00f3rias. \u00c9 integrante do Coletivo Toque de Comadre, Grupo Luzeirim, Coletivo Caixa de Pandora e criadora do projeto Gente Grande Tamb\u00e9m Brinca.<strong>Ana Luiza Trindade: <\/strong>Fot\u00f3grafa, contadora de hist\u00f3rias em projetos culturais para crian\u00e7as nas periferias. Estudante de Jornalismo, estudiosa livre sobre Inf\u00e2ncias e Cinema, documentarista aut\u00f4noma da vida na floresta, nas aldeias de povos origin\u00e1rios, na natureza selvagem. Integrante da Madre Tierra, tatuadora de elementos da natureza, educadora social popular.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 15 de mar\u00e7o, sexta-feira, \u00e0s 19h, a Sala Reden\u00e7\u00e3o apresenta uma sess\u00e3o especial em parceria com a comunidade ecol\u00f3gica Madre Tierra. 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