{"id":19945,"date":"2024-03-15T19:44:45","date_gmt":"2024-03-15T22:44:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/?p=19945"},"modified":"2024-03-15T19:44:46","modified_gmt":"2024-03-15T22:44:46","slug":"porto-alegre-recebe-a-13a-mostra-de-cinema-e-direitos-humanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/porto-alegre-recebe-a-13a-mostra-de-cinema-e-direitos-humanos\/","title":{"rendered":"Porto Alegre recebe a 13\u00aa Mostra de Cinema e Direitos Humanos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante o m\u00eas de mar\u00e7o, a <strong>13\u00aa Mostra de Cinema e Direitos Humanos <\/strong>percorre todos os estados brasileiros, com a proposta de debater o pa\u00eds al\u00e9m da tela. O objetivo da programa\u00e7\u00e3o \u00e9 apresentar o papel central do cinema na discuss\u00e3o de um projeto de pa\u00eds mais democr\u00e1tico. Em Porto Alegre, a mostra acontece na <strong>Sala Reden\u00e7\u00e3o<\/strong>, entre os dias <strong>18 e 20 de mar\u00e7o<\/strong>, com <strong>entrada franca e aberta \u00e0 comunidade em geral<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em sua 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o, a Mostra de Cinema e Direitos Humanos homenageia o diretor <strong>Silvio Tendler<\/strong>, conhecido por retratar figuras marcantes do cen\u00e1rio pol\u00edtico brasileiro. A programa\u00e7\u00e3o apresenta dois filmes do cineasta: a <strong>sess\u00e3o de abertura<\/strong> exibe <strong>\u201cNas Asas de Pan Am\u201d<\/strong> (2020), enquanto a <strong>sess\u00e3o homenagem<\/strong> conta com a proje\u00e7\u00e3o de<strong> \u201cA Bolsa ou A Vida\u201d<\/strong> (2021).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A mostra ainda apresenta as sess\u00f5es \u201cRa\u00edzes\u201d, \u201cSementes\u201d e \u201cFrutos\u201d, intituladas em homenagem \u00e0 \u00c1rvore dos Sonhos, que, segundo a cren\u00e7a Yanomami, foi feita pelo deus da cria\u00e7\u00e3o Omama. A sess\u00e3o de curtas<strong> \u201cRa\u00edzes\u201d<\/strong> se baseia na pesquisa de mem\u00f3rias ancestrais, trazendo den\u00fancias de racismo e capacitismo. J\u00e1 <strong>\u201cSementes\u201d <\/strong>abrange curtas com foco na inser\u00e7\u00e3o da mulher, dos povos ind\u00edgenas e da comunidade LGBTQIAPN+ na sociedade, partindo da premissa de que sonhos podem se transformar em a\u00e7\u00f5es. Por fim, as duas sess\u00f5es intituladas <strong>\u201cFrutos\u201d<\/strong> se dedicam a produ\u00e7\u00f5es voltadas ao p\u00fablico infanto-juvenil, tendo em vista que um dos pilares da mostra \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de novos amantes da s\u00e9tima arte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todas as exibi\u00e7\u00f5es s\u00e3o acompanhadas de <strong>conversas com estudiosos da tem\u00e1tica do cinema e dos direitos humanos,<\/strong> com a participa\u00e7\u00e3o de <strong>Daniel Feix, Lucas Furtado Esteves, Marcia Fernanda de Mello Mendes, Nilo Andr\u00e9 Piana de Castro, Patr\u00edcia Xavier, Thais Furtado <\/strong>e <strong>Valeska Silva de Deus. <\/strong>Al\u00e9m disso, a cerim\u00f4nia de abertura da mostra conta com a presen\u00e7a do Chefe de Assessoria Especial de Defesa da Democracia, Mem\u00f3ria e Verdade,<strong> Nilm\u00e1rio de Mirando<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Sala Reden\u00e7\u00e3o est\u00e1 localizada no campus central da UFRGS, com acesso mais pr\u00f3ximo pela <strong>Rua Eng. Luiz Englert, 333.<\/strong>Realizada pelo <strong>Minist\u00e9rio da Cultura (MinC)<\/strong> e pelo <strong>Minist\u00e9rio dos Direitos Humanos e da<\/strong><strong>Cidadania (MDHC)<\/strong>, a programa\u00e7\u00e3o tem produ\u00e7\u00e3o nacional do <strong>Departamento de Cinema e V\u00eddeo da Universidade Federal Fluminense (UFF)<\/strong> e produ\u00e7\u00e3o local da <strong>FABICO e PPGCOM da<\/strong> <strong>UFRGS<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>PROGRAMA\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Sess\u00e3o de abertura<\/em><br><strong>NAS ASAS DA PAN AM<\/strong><br><em>(dir. Silvio Tendler | Brasil | 2020 | 115 min | livre)<\/em><br>A partir de materiais produzidos em diversos momentos da sua trajet\u00f3ria, Silvio Tendler constr\u00f3i um auto retrato, fiel \u00e0 sua identidade como cineasta, no filme que marca seus 70\u00a0 anos de vida. Em uma costura de sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria feita com retalhos, o diretor traz reflex\u00f5es sobre o conceito de mem\u00f3ria, a marca do acaso em sua trajet\u00f3ria, as perdas ao longo do caminho e os sonhos que o movem.<br><strong>18 de mar\u00e7o | segunda-feira | 19h + Cerim\u00f4nia de abertura, com a participa\u00e7\u00e3o do Chefe de Assessoria Especial de Defesa da Democracia, Mem\u00f3ria e Verdade, Nilm\u00e1rio de Mirando, e int\u00e9rprete de libras<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Frutos <\/em>&#8211; Sess\u00e3o infanto-juvenil (4 curtas | 52 min)<br><strong>TESOURO QUILOMBOLA<\/strong><br><em>(dir Ana B\u00e1rbara Ramos e Felipe Leal Barquete | Brasil | 2021 | 23 min | livre)<\/em><br>As crian\u00e7as do Quilombo Gurugi-Ipiranga (PB) brincam de ca\u00e7a ao tesouro e descobrem as verdadeiras riquezas da sua comunidade. Explorando suas ra\u00edzes, elas aprendem sobre a cultura local, por meio de passeios e hist\u00f3rias contadas por suas principais figuras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>MUTIR\u00c3O, O FILME<\/strong><br><em>(dir. Lincoln P\u00e9ricles | Brasil | 2022 | 10 min | livre)<\/em><br>Uma crian\u00e7a descobre os registros do movimento popular que construiu sua quebrada, o Povo em A\u00e7\u00e3o. Atrav\u00e9s de seu olhar alegre, ela imagina o passado da comunidade e as vidas das pessoas que formaram o mutir\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u00a0C\u00d3SMICA<\/strong><br><em>(dir. Ana B\u00e1rbara Ramos | Brasil | 2022 | 7 min | livre)<\/em><br>Crian\u00e7as guardi\u00e3s, uni-vos! A Terra precisa de nossa ajuda para resolver um problema que n\u00e3o inventamos. Acho que a emerg\u00eancia clim\u00e1tica n\u00e3o pode ficar somente nas m\u00e3os dos adultos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O PATO<\/strong><br><em>(dir. Antonio Galdino | Brasil | 2022 | 11 min | 14 anos)<\/em><br>Cida, uma mulher marcada pelo abuso dom\u00e9stico, decide encerrar esse ciclo de viol\u00eancia e ser um exemplo para sua filha, Fia. Ela descarrega suas energias no cuidado da casa e no preparo da refei\u00e7\u00e3o familiar: uma ave.<br><strong>19 de mar\u00e7o | ter\u00e7a-feira | 14h + conversa com Valeska Silva de Deus (PPGCOM\/UFRGS)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Ra\u00edzes\u00a0<\/em>(6 curtas | 100 min)<br><strong>TRAVESSIA<\/strong><br><em>(dir. Safira Moreira | Brasil | 2017 | 5 min | livre)<\/em><br>A partir de uma fotografia retirada de um \u00e1lbum antigo de uma fam\u00edlia branca, o filme lan\u00e7a um olhar sobre a presen\u00e7a da imagem de uma mulher negra. Pessoas negras refletem sobre a representa\u00e7\u00e3o de seus antepassados, recriando hist\u00f3rias e registros, numa tentativa de sobrepor toda aus\u00eancia e estigmatiza\u00e7\u00e3o sofrida por seus iguais no passado. Um resgate po\u00e9tico da representa\u00e7\u00e3o negra brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>FILHA NATURAL<\/strong><br><em>(Aline Motta | Brasil | 2019 | 16 min | livre )<\/em><br>Em uma an\u00e1lise in\u00e9dita da iconografia hist\u00f3rica e relatos orais de sua pr\u00f3pria fam\u00edlia, a artista visual Aline Motta traz \u00e0 tona hip\u00f3teses sobre as poss\u00edveis origens de sua tatarav\u00f3. H\u00e1 ind\u00edcios de que ela tenha nascido por volta de 1855 em uma fazenda de caf\u00e9 em Vassouras, zona rural do Rio de Janeiro, considerado o epicentro do escravismo brasileiro no s\u00e9culo XIX.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NOSSA M\u00c3E ERA ATRIZ<\/strong><br><em>(dir. Andr\u00e9 Novais Oliveira e Renato Novaes | Brasil | 2022 | 26 min | 12 anos)<\/em><br>Maria Jos\u00e9 Novais Oliveira, uma senhora negra, moradora da periferia de Contagem (MG), se torna atriz de cinema j\u00e1 nos seus 60 anos, com uma carreira premiada no Brasil e internacionalmente. Este document\u00e1rio rememora a imagem de uma mulher \u00edmpar, que marcou o cinema brasileiro dos anos 2010.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>M\u00c3RI HI &#8211; A \u00c1RVORE DO SONHO<\/strong><br><em>(dir. Morzaniel \u0197ramari | Brasil | 2023 | 18 min | livre)<\/em><br>Quando as flores da \u00e1rvore M\u00e4ri desabrocham, surgem os sonhos. As palavras de um grande xam\u00e3 conduzem uma experi\u00eancia on\u00edrica atrav\u00e9s da sinergia entre cinema e sonho yanomami, apresentando po\u00e9ticas e ensinamentos dos povos da floresta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u00a0O QUE PODE UM CORPO?<\/strong><br><em>(dir. Victor di Marco e M\u00e1rcio Picoli | Brasil | 2020 | 14 min)<\/em><br>Um beb\u00ea nasce, mas n\u00e3o chora. Um corpo grita e n\u00e3o \u00e9 ouvido. As tintas que escorrem em um futuro prometido n\u00e3o chegam em uma pessoa com defici\u00eancia. Victor di Marco faz de si a pr\u00f3pria tela em um universo de pintores ausentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A POEIRA DOS PEQUENOS SEGREDOS<\/strong><br><em>(dir. Bertrand Lira | Brasil | 2012 | 20 min | 14 anos)<\/em><br>Drama existencial de um casal do Cariri paraibano hipnotizado pelo mist\u00e9rio do mundo. O marido gasta o tempo viajando, no intento de desvendar esse mist\u00e9rio, ou ao menos de compreend\u00ea-lo. A mulher, sem entender o que se passa, conformada ou n\u00e3o, fica em casa \u00e0 espera de seu retorno<br><strong>19 de mar\u00e7o | ter\u00e7a-feira | 16h + conversa com Marcia Fernanda de Mello Mendes (IFRS Alvorada)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Sess\u00e3o homenagem<\/em><br><strong>A BOLSA OU A VIDA<\/strong><br><em>(dir. Silvio Tendler | Brasil | 2021 | 102 min | 10 anos)<\/em><br>No futuro p\u00f3s-pandemia da Covid-19, a centralidade ser\u00e1 o cassino financeiro e a acumula\u00e7\u00e3o de riqueza por uma elite ou uma vida de qualidade para todos, com menos desigualdade? O Estado m\u00ednimo se mostrou capaz de atender ao coletivo? Como garantir a vida sem direitos sociais e trabalhistas? Em qual modelo de sociedade queremos viver? O filme aborda o desmonte do conceito de bem-estar social e nos faz refletir sobre a incompatibilidade do neoliberalismo com um projeto humanista de sociedade.<br><strong>19 de mar\u00e7o | ter\u00e7a-feira | 19h + conversa com Nilo Andr\u00e9 Piana de Castro (Instituto de Aplica\u00e7\u00e3o\/UFRGS) e Daniel Feix (PPGCOM-UFRGS \/ ACCIRS)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Frutos<\/em> &#8211; Sess\u00e3o Infanto-juvenil<br><strong>UM FILME DE VER\u00c3O<\/strong><br><em>(dir. Jo Serfaty | Brasil | 2019 | 95 min | 14 anos)<\/em><br>Durante o ver\u00e3o, Karol, Junior, Ronaldo e Caio est\u00e3o no \u00faltimo m\u00eas das aulas em uma escola p\u00fablica, no Rio de Janeiro. Quando as f\u00e9rias chegam, a temperatura alcan\u00e7a 40 graus. Imersos nos fios emaranhados que cobrem o c\u00e9u da favela e os s\u00fabitos apag\u00f5es, os quatro jovens enfrentam as incertezas da vida adulta e se reinventam diante da crise da cidade. Um filme de ver\u00e3o apresenta um mosaico h\u00edbrido desta juventude que encontra espa\u00e7o atrav\u00e9s do cinema.<br><strong>20 de mar\u00e7o | quarta-feira | 14h + conversa com Thais Furtado (PPGCOM-UFRGS) e Lucas Furtado Esteves (PPGCOM-UFRGS)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Sementes\u00a0<\/em>(5 curtas | 118 min)<br><strong>RIBEIRINHOS DO ASFALTO<\/strong><br><em>(Jorane Castro | Brasil | 2011 | 26 min | livre)<\/em><br>Deisy mora na Ilha do Combu, do outro lado do rio, na frente de Bel\u00e9m. Ela gostaria de morar na cidade cheia de luzes que ela v\u00ea de noite na sua casa, no meio da mata. Com a ajuda de sua m\u00e3e, ela vai tentar realizar este sonho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>AD\u00c3O, EVA E O FRUTO PROIBIDO<\/strong><br><em>(dir. R. B. Lima | Brasil | 2021 | 20 min | 14 anos)<\/em><br>O curta-metragem retrata o encontro entre uma mulher transexual e seu filho adolescente, separados ap\u00f3s o nascimento. Nesse novo cotidiano, ela enfrenta seus medos, ao mesmo tempo que tenta entender o filho e o papel de ser m\u00e3e. Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil para o jovem, que busca em uma pessoa desconhecida o sentido de sua pr\u00f3pria exist\u00eancia. Assim, breves momentos contribuem para o amadurecimento dos dois, tra\u00e7ando um caminho de descobertas e quebras de preconceitos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NOSSOS ESP\u00cdRITOS SEGUEM CHEGANDO<\/strong><br><em>(dir. Kuaray Poty (Ariel Ortega) e Bruno Huyer | Brasil | 2021 | 15 min | livre)<\/em><br>Na Tekoa Ko\u2019\u1ebdju, Par\u00e1 Yxapy, ind\u00edgena Mbya Guarani, dedica os primeiros cuidados a seu filho ainda no ventre, e reflete, com seus parentes, sobre os sentidos de sua gravidez em meio a pandemia de Covid-19 no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ME FAREI OUVIR<\/strong><br><em>(dir. Bianca Novais e Flora Eg\u00e9cia | Brasil | 2022 | 30 min |10 anos)<\/em><br>Uma investiga\u00e7\u00e3o acerca da sub-representa\u00e7\u00e3o feminina na pol\u00edtica brasileira a partir do cruzamento entre narrativas e percursos de mulheres com inspira\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, que conquistaram espa\u00e7os ecoando suas vozes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>+&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ESCREVIV\u00caNCIA E RESIST\u00caNCIA: MARIA FIRMINA DOS REIS E CONCEI\u00c7\u00c3O EVARISTO<\/strong><br><em>(dir. Renato Barbieri e Juliana Borges | Brasil | 2021 | 26 min | livre)<\/em><br>O 11\u00ba epis\u00f3dio da s\u00e9rie televisiva Libert\u00e1rixs, dedicada a personagens negros pouco conhecidos da hist\u00f3ria do Brasil, apresenta duas das escritoras fundamentais da literatura brasileira: Maria Firmina dos Reis e Concei\u00e7\u00e3o Evaristo; mulheres negras revolucion\u00e1rias pelo ato de escrever e pela pot\u00eancia de suas obras.<br><strong>20 de mar\u00e7o | quarta-feira | 16h + conversa com Patr\u00edcia Xavier (PPGCOM\/UFRGS)<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante o m\u00eas de mar\u00e7o, a 13\u00aa Mostra de Cinema e Direitos Humanos percorre todos os estados brasileiros, com a proposta de debater o pa\u00eds al\u00e9m da tela. 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