{"id":20547,"date":"2024-10-01T12:28:07","date_gmt":"2024-10-01T15:28:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/?p=20547"},"modified":"2024-10-01T12:28:10","modified_gmt":"2024-10-01T15:28:10","slug":"sala-redencao-recebe-ciclo-cinema-em-movimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/difusaocultural\/sala-redencao-recebe-ciclo-cinema-em-movimento\/","title":{"rendered":"Sala Reden\u00e7\u00e3o recebe ciclo \u201cCinema em Movimento\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em outubro, o<strong> \u201cCinema em Movimento &#8211; Circuito Universit\u00e1rio\u201d <\/strong>chega a Porto Alegre, com uma sele\u00e7\u00e3o de <strong>cinco document\u00e1rios brasileiros<\/strong>. Buscando fomentar o di\u00e1logo sobre direitos humanos atrav\u00e9s do cinema, o ciclo percorre espa\u00e7os p\u00fablicos, universidades e escolas das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o brasileira. Em Porto Alegre, as exibi\u00e7\u00f5es acontecem na <strong>Sala Reden\u00e7\u00e3o<\/strong>, em<strong> cinco sextas-feiras (dias 04 de outubro, 18 de outubro, 01 de novembro, 08 de novembro e 06 de dezembro<\/strong>)<strong>, \u00e0s 16h.<\/strong> Com<strong> entrada franca e aberta \u00e0 comunidade em geral,<\/strong> as exibi\u00e7\u00f5es s\u00e3o sempre seguidas de<strong> bate-papo<\/strong>, para aprofundar as reflex\u00f5es proporcionadas pelos filmes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os document\u00e1rios em cartaz abordam a tem\u00e1tica dos direitos humanos, trazendo para a tela quest\u00f5es de ra\u00e7a, g\u00eanero, resist\u00eancia pol\u00edtica e luta por justi\u00e7a social. Abrindo a programa\u00e7\u00e3o, no dia 04 de outubro, o document\u00e1rio<strong><em> &#8220;Para onde voam as feiticeiras&#8221; <\/em><\/strong>acompanha artistas LGBTQIA+ em suas manifesta\u00e7\u00f5es contra o preconceito nas ruas de S\u00e3o Paulo. Com exibi\u00e7\u00e3o em 18 de outubro, <strong><em>&#8220;V\u00e3nh G\u00f5 T\u00f5 Lakl\u00e3n\u00f5&#8221;<\/em><\/strong> revisita a hist\u00f3ria dos ind\u00edgenas Lakl\u00e3n\u00f5\/Xokleng e sua luta pela preserva\u00e7\u00e3o cultural e lingu\u00edstica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No novembro negro, duas sess\u00f5es trazem reflex\u00f5es acerca de quest\u00f5es raciais: no dia 01,<strong><em> &#8220;<\/em><\/strong><strong>Vozes Negras<\/strong><strong><em>&#8220;<\/em><\/strong> destaca a milit\u00e2ncia das mulheres negras; e no dia 08, <strong><em>&#8220;Rio, Negro\u201d<\/em><\/strong> apresenta a contribui\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra para a forma\u00e7\u00e3o cultural e pol\u00edtica do Rio de Janeiro. O encerramento do \u201cCinema em Movimento &#8211; Circuito Universit\u00e1rio\u201d na Sala Reden\u00e7\u00e3o acontece em 6 de dezembro, com a exibi\u00e7\u00e3o de <strong><em>&#8220;Olha pra Elas&#8221;<\/em><\/strong>, document\u00e1rio que revela as dificuldades enfrentadas por m\u00e3es encarceradas e a neglig\u00eancia do sistema penitenci\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O cinema da UFRGS est\u00e1 localizado no campus central da Universidade, com acesso mais pr\u00f3ximo pela <strong>Rua Eng. Luiz Englert, 333.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u2063O\u200e \u201cCinema\u200e em\u200e Movimento\u200e \u2013\u200e Circuito\u200e Universit\u00e1rio\u201d\u200e \u00e9\u200e realizado\u200e pela\u200e MPC\u200e Filmes e pelo Instituto Cultura em Movimento (ICEM), com\u200e patroc\u00ednio\u200e da\u200e Petrobr\u00e1s, Minist\u00e9rio\u200e da\u200e Cultura\u200e e\u200e Governo\u200e Federal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>PROGRAMA\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>PARA ONDE VOAM AS FEITICEIRAS<\/strong><br>(Dir. Eliane Caff\u00e9, Carla Caff\u00e9 e Beto Amaral | Document\u00e1rio | 89 minutos | 2020 | 14 anos)<br>As encena\u00e7\u00f5es e improvisos de sete artistas pelas ruas do centro da cidade de S\u00e3o Paulo. A experi\u00eancia que torna vis\u00edvel a persist\u00eancia de preconceitos arcaicos de g\u00eanero e ra\u00e7a no imagin\u00e1rio comum. No centro desta narrativa polif\u00f4nica est\u00e1 a import\u00e2ncia da resist\u00eancia pol\u00edtica atrav\u00e9s das alian\u00e7as de luta comum entre coletivos LGBTQIA+, negritude, ind\u00edgenas e trabalhadores sem teto.<br><strong>04 de outubro | sexta-feira | 16h + Conversa com Douglas Ostruca (Prof\u00aa Lun\u00e1 Maldita)<\/strong><strong><br><\/strong><strong><br><\/strong><strong>V\u00c3NH G\u00d5 T\u00d5 LAKL\u00c3N\u00d5<\/strong><br>(Dir. Barbara Pettres, Fl\u00e1via Person e Walderes Coct\u00e1 Pripr\u00e1 | Document\u00e1rio | 25 minutos | 2022 | 12 anos)<br>Uma arque\u00f3loga, um poeta, um pastor e kuj\u00e1, uma professora e um cantor de rap remontam a hist\u00f3ria do seu povo, os Lakl\u00e3n\u00f5\/Xokleng, habitantes do sul do Brasil: o tempo do mato, a quase extin\u00e7\u00e3o, a retomada da l\u00edngua e da cultura e o protagonismo pol\u00edtico.<br><strong>18 de outubro | sexta-feira | 16h + Conversa com convidados a confirmar<\/strong><strong><br><\/strong><strong><br><\/strong><strong>VOZES NEGRAS<\/strong><br>(Dir. Isabela Ferreira, Karime Pereira e Maria Eliane Alves | Document\u00e1rio | 14 minutos | 2018 | Livre)<br>A partir de entrevistas disponibilizadas pelo acervo CPDOC sobre o movimento negro nacional, o document\u00e1rio explora o percurso empreendido pelas mulheres negras na milit\u00e2ncia e a luta contra desigualdades raciais e de g\u00eanero, dentro e fora do movimento, agora, protagonistas da pr\u00f3pria hist\u00f3ria.<br><strong>01 de novembro | sexta-feira | 16h&nbsp; + Conversa com convidados a confirmar<\/strong><strong><br><\/strong><strong><br><\/strong><strong>RIO, NEGRO<\/strong><strong><br><\/strong>(Dir. Fernando Souza e Gabriel Barbosa | Document\u00e1rio | 98 minutos | 2023 | 12 anos)<br>Rio, Negro \u00e9 um document\u00e1rio que apresenta um olhar poss\u00edvel para a hist\u00f3ria do Rio de Janeiro, assentado na presen\u00e7a e contribui\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra de origem africana na forma\u00e7\u00e3o da cidade. A partir de entrevistas e amplo material de arquivo, a narrativa busca desvelar como a popula\u00e7\u00e3o negra forjou trajet\u00f3rias individuais e la\u00e7os comunit\u00e1rios em uma cidade-di\u00e1spora marcada pelas disputas em torno do projeto \u201ccivilizat\u00f3rio\u201d das elites brancas. Rio, Negro confere centralidade a esse debate, articulando o ide\u00e1rio racista, a transfer\u00eancia da capital para Bras\u00edlia e suas consequ\u00eancias pol\u00edtico-institucionais para o Rio de Janeiro.<br><strong>08 de novembro | sexta-feira | 16h + Conversa com convidados a confirmar<\/strong><strong><br><\/strong><strong><br><\/strong><strong>OLHA PRA ELAS<\/strong><br>(Dir. Tatiana Sager | Document\u00e1rio | 74 minutos | 2023 | 14 anos)<br>O document\u00e1rio Olha Pra Elas acompanha o que Adelaide, Tatiane, Catia, Naiane e Roselaine t\u00eam em comum: o fato de serem m\u00e3es e viverem longe dos filhos, al\u00e9m da condi\u00e7\u00e3o de estarem aprisionadas. Cada uma dessas hist\u00f3rias de vida, mesmo com suas particularidades, representa uma quest\u00e3o de g\u00eanero e a realidade de mais de 40 mil mulheres brasileiras. Atrav\u00e9s dos relatos das protagonistas, \u00e9 poss\u00edvel observar as graves consequ\u00eancias das omiss\u00f5es do Estado em rela\u00e7\u00e3o ao encarceramento feminino, como car\u00eancia de material de higiene pessoal, defici\u00eancias nos atendimentos de assist\u00eancia social, psicol\u00f3gico e psiqui\u00e1trico e a falta de informa\u00e7\u00f5es sobre os filhos que ficaram do lado de fora.<br><strong>06 de dezembro | sexta-feira | 16h + Conversa com Tatiana Sager e Renato Dornelles<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em outubro, o \u201cCinema em Movimento &#8211; Circuito Universit\u00e1rio\u201d chega a Porto Alegre, com uma sele\u00e7\u00e3o de cinco document\u00e1rios brasileiros. 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