{"id":213,"date":"2018-12-08T18:30:04","date_gmt":"2018-12-08T18:30:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/?p=213"},"modified":"2018-12-03T21:52:00","modified_gmt":"2018-12-03T21:52:00","slug":"universidade-sem-estresse","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/2018\/12\/08\/universidade-sem-estresse\/","title":{"rendered":"Universidade sem estresse"},"content":{"rendered":"<p>Projeto elaborado e executado por:\u00a0Bibiana da Costa Davila, Cesar Benhur de Campos Marques e Renata Borba Pires<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O estresse \u00e9 um quadro de desequil\u00edbrio psicol\u00f3gico e fisiol\u00f3gico devido \u00e0s press\u00f5es internas e externas ao sujeito em contextos como resolu\u00e7\u00e3o de problemas; execu\u00e7\u00e3o e manejo de tarefas; e conquista de objetivos. Os seres humanos modernos frequentemente enfrentam situa\u00e7\u00f5es estressantes, como por exemplo, situa\u00e7\u00f5es externas ou internas, agudas ou cr\u00f4nicas. As externas incluem condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas adversas (como dor, frio ou calor excessivos) e situa\u00e7\u00f5es psicologicamente estressantes (m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de trabalho, problemas de relacionamentos, inseguran\u00e7a, etc). Entre as internas est\u00e3o tamb\u00e9m as condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas (doen\u00e7as em geral) e psicol\u00f3gicas. Viol\u00eancia urbana, acidentes de tr\u00e2nsito e ou mesmo acidentes dom\u00e9sticos podem ser algumas das causas do estresse agudo. Quando essas situa\u00e7\u00f5es tornam-se frequentes o estresse pode tornar-se cr\u00f4nico (PSIQWEB, 2018).<\/p>\n<p>Lipp (2005) classificou as fases do estresse em: alerta, resist\u00eancia, quase-exaust\u00e3o e exaust\u00e3o. Segundo essa teoriza\u00e7\u00e3o, na fase de alerta, a pessoa consegue perceber algumas altera\u00e7\u00f5es no organismo como ins\u00f4nia, aumento do ritmo card\u00edaco, pensamento num ritmo mais acelerado. \u00c9 uma fase necess\u00e1ria para que a pessoa reaja \u00e0 situa\u00e7\u00e3o desafiadora. Ap\u00f3s esta fase, se ainda for lhe exigido o estado de alerta, o indiv\u00edduo entra em resist\u00eancia, na qual \u00e9 poss\u00edvel verificar perdas na mem\u00f3ria e cansa\u00e7o, podendo diminuir ligeiramente a imunidade. Numa fase de transi\u00e7\u00e3o para a exaust\u00e3o, a quase-exaust\u00e3o, pode haver picos de irritabilidade e sentimentos de frustra\u00e7\u00e3o. Se os estressores persistirem, quadros mais graves de doen\u00e7as f\u00edsicas e psicol\u00f3gicas como depress\u00e3o, s\u00edndrome de <em>Burnout <\/em>e problemas hipertensivos e do cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os efeitos f\u00edsicos do estresse humano mais comumente observados s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Aumento da press\u00e3o arterial;<\/li>\n<li>Maior risco de derrame;<\/li>\n<li>Maior susceptibilidade a infec\u00e7\u00f5es;<\/li>\n<li>Dist\u00farbios gastrointestinais, como diarr\u00e9ia e constipa\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Desordens alimentares, ganho ou perda excessivos de peso;<\/li>\n<li>Resist\u00eancia \u00e0 insulina que est\u00e1 associada ao diabetes tipo 2, e exacerba\u00e7\u00e3o do diabetes;<\/li>\n<li>Dor de cabe\u00e7a do tipo tensional;<\/li>\n<li>Ins\u00f4nia;<\/li>\n<li>Diminui\u00e7\u00e3o do desejo sexual e impot\u00eancia tempor\u00e1ria nos homens;<\/li>\n<li>Exacerba\u00e7\u00e3o da tens\u00e3o pr\u00e9-menstrual;<\/li>\n<li>Diminui\u00e7\u00e3o da concentra\u00e7\u00e3o, inibi\u00e7\u00e3o do aprendizado e redu\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria;<\/li>\n<li>Exacerba\u00e7\u00e3o de les\u00f5es de pele, como por exemplo, \u00e0 acne.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Ter uma rotina com tarefas bem divididas e equilibradas entre trabalho, descanso e lazer; bem como diminuir a auto cobran\u00e7a exagerada podem ser op\u00e7\u00f5es de estrat\u00e9gias de enfrentamento, prevenindo ou diminuindo sintomas como: irritabilidade; preju\u00edzos na criatividade; perda de mem\u00f3ria; posterga\u00e7\u00e3o das tarefas como forma evitativa, etc. \u00c9 importante salientar que as formas de enfrentamento variam conforme a situa\u00e7\u00e3o de cada sujeito, j\u00e1 que os problemas externos a este variam, assim como os significados atribu\u00eddos aos problemas.<\/p>\n<p>Terapias complementares podem ser uma op\u00e7\u00e3o. Em estudo com universit\u00e1rios, Carpena e Menezes (2018) demonstraram que houve diminui\u00e7\u00e3o do estresse nas fases de resist\u00eancia e quase-exaust\u00e3o atrav\u00e9s de pr\u00e1ticas meditativas e de mindfulness. Esses pesquisadores explicam que apesar de n\u00e3o haver um consenso sobre a defini\u00e7\u00e3o de Mindfulness Disposicional, resumidamente, se refere h\u00e1 certas habilidades afetivas e cognitivas, que proporcionam a modifica\u00e7\u00e3o do padr\u00e3o autom\u00e1tico e reativo de aten\u00e7\u00e3o para um estado consciente e sem julgamento, favorecendo as estrat\u00e9gias de <em>coping <\/em>ou estrat\u00e9gias de enfrentamento (ANTONIAZZI <em>et al<\/em>. 2018).<\/p>\n<p>Al\u00e9m da medita\u00e7\u00e3o, Doria, Lipp e Silva (2012) identificaram um efeito significativo com o tratamento de acupuntura para estresse em uma amostra de 20 adultos na faixa et\u00e1ria de 27 a 65 anos. Afirmam que este tratamento traz benef\u00edcios significativos quanto \u00e0 presen\u00e7a do estresse, a redu\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de estresse, a predomin\u00e2ncia de sintomas e intensidade da queixa.<\/p>\n<p>Em universit\u00e1rios, o estresse vem sendo trabalhado por diferentes cientistas. Estudar este assunto \u00e9 relevante, pois o p\u00fablico acad\u00eamico passa por diferentes desafios ao longo de sua forma\u00e7\u00e3o e desenvolvimento. Para exemplificar, em pesquisa com 27 mestrandos Santos e Alves J\u00fanior (2007) identificaram que as mulheres t\u00eam uma maior propens\u00e3o ao estresse. Citam como fatores: a carga de tarefas, que junto ao mestrado, formam 4 jornadas de trabalho (pap\u00e9is de profissional, m\u00e3e, esposa e estudante). E que tanto no sexo feminino como no masculino, os estressores mais apontados foram: a dificuldade na articula\u00e7\u00e3o do tempo para realizar o mestrado (38%); finan\u00e7as pessoais e da pesquisa (26,2%); falta de incentivo e motiva\u00e7\u00e3o (26,2%); preocupa\u00e7\u00e3o com o n\u00e3o atingir o desempenho esperado pela banca (13,8%); o aproveitamento das disciplinas ofertadas (12,6%); e calend\u00e1rio e hor\u00e1rios de aula (12,6%). Dessa forma,\u00a0 por entender que muitas vezes os estudantes universit\u00e1rios passam por desafios bastante peculiares a sua trajet\u00f3ria acad\u00eamica, porque al\u00e9m de estarem em forma\u00e7\u00e3o, associa-se a isso o fato de ter que lidar com prazos e avalia\u00e7\u00f5es de professores e colegas. Isso, n\u00e3o sendo bem trabalhado, pode gerar grande sofrimento ps\u00edquico trazendo preju\u00edzos \u00e0 sa\u00fade emocional.<\/p>\n<p>Para conhecer melhor o nosso p\u00fablico alvo, buscou-se indicadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) sobre demanda de sa\u00fade mental por faculdade, mas estes dados n\u00e3o foram encontrados. Realizou-se uma consultoria com Psic\u00f3loga do grupo de pesquisa do N\u00facleo de Apoio ao Estudante sobre isso, a qual nos informou que n\u00e3o h\u00e1 esses dados no servi\u00e7o, mas que h\u00e1 vasta produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre as caracter\u00edsticas por curso universit\u00e1rio no Brasil.<\/p>\n<p>Percebendo a import\u00e2ncia deste tema, buscou-se planejar uma forma de divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre o estresse atrav\u00e9s de cartazes em espa\u00e7os comuns de circula\u00e7\u00e3o dos estudantes na UFRGS. A divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre o estresse foi pensada de modo que proporcionasse um aux\u00edlio e um alerta para as poss\u00edveis consequ\u00eancias do quadro sintom\u00e1tico deste dist\u00farbio. Al\u00e9m disso, esse tema parece ser de interesse da comunidade acad\u00eamica uma vez que est\u00e1 relacionado a qualidade de vida dos universit\u00e1rios e o pr\u00f3prio desempenho em seus cursos. A outra motiva\u00e7\u00e3o na escolha do tema foi o fato do grupo do projeto contar com diferentes profissionais com forma\u00e7\u00f5es em diferentes \u00e1reas. Com isso buscou-se um tema que pudesse ser de interesse comum. Nesse sentido, a pesquisa bibliogr\u00e1fica contou com atua\u00e7\u00e3o de dois profissionais sendo uma Psic\u00f3loga e um Bi\u00f3logo, que pesquisaram sobre o tema e elaboraram o conte\u00fado que iriam nos cartazes. A parte pr\u00e1tica da divulga\u00e7\u00e3o ficou a cargo do outro membro da equipe do projeto, uma graduanda do curso de Jornalismo que teria maior conhecimento t\u00e9cnico das melhores formas de realizar a divulga\u00e7\u00e3o. Um profissional do <em>Design <\/em>foi necess\u00e1rio para fazer o <em>layout <\/em>e arte do cartaz.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos cartazes como meio de divulga\u00e7\u00e3o, colocamos nestes o recurso QRcode, que permite acessar essas informa\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s do aplicativo TUMBLR. Abaixo est\u00e1 a foto do cartaz produzido e implementado:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-214\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/1-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/1-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/1-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/1-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/1.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A UFRGS j\u00e1 possui uma s\u00e9rie de campanhas utilizando cartazes, espalhados por todos os<em> campi<\/em> da universidade. A comunica\u00e7\u00e3o visual, quando utilizada para comunicar mensagens simples, \u00e9 extremamente eficaz no dia a dia, principalmente se veiculada em lugares estrat\u00e9gicos (onde h\u00e1 um grande fluxo de pessoas), pois \u00e9 consumida por um p\u00fablico grande, a um custo relativamente baixo.<\/p>\n<p>Em nossa campanha, produzimos cartazes tamanho A4 por ser um tamanho facilmente impresso em qualquer gr\u00e1fica e com uma boa rela\u00e7\u00e3o de custo benef\u00edcio. \u00c9 utilizado papel couch\u00e9 fosco de gramatura entre 90 e 115 gramas, o que garante uma vida \u00fatil maior \u00e0 pe\u00e7a, por ser um papel mais resistente que o comum.<\/p>\n<p>Os custos desta a\u00e7\u00e3o envolveu\u00a0 o trabalho do designer dos cartazes, que cobra em torno de R$30,00 a hora.\u00a0 O custo total dos profissional que fez o desenho dos cartazes, se este n\u00e3o fosse volunt\u00e1rio, seria de R$ 240,00,correspondentes a 8 horas trabalhadas. Se f\u00f4ssemos anexar os cartazes em toda universidade, este n\u00famero certamente seria bem maior.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o custo de impress\u00e3o dos cartazes foi de R$ 2,50, e foram impressos 6 cartazes, que no total foram R$ 15,00. A distribui\u00e7\u00e3o dos cartazes foram realizados, tamb\u00e9m gratuitamente, atrav\u00e9s de servi\u00e7o da universidade respons\u00e1vel por fixa\u00e7\u00e3o de cartazes pelo campus. Cabe ressaltar que todos os profissionais envolvidos incluindo os consultores, foram volunt\u00e1rios, n\u00e3o gerando custo de pessoal.<\/p>\n<p>Outro ponto positivo dos cartazes \u00e9 que eles podem facilmente ser veiculados em redes sociais, sites e afins, sem nenhum custo adicional \u00e0 campanha. Assim, \u00e9 poss\u00edvel aumentar ainda mais o alcance da a\u00e7\u00e3o, estendendo o p\u00fablico para al\u00e9m da comunidade acad\u00eamica da UFRGS.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O sucesso da divulga\u00e7\u00e3o pode ser estimado pela quantidade m\u00e9dia de pessoas que circulam diariamente nos espa\u00e7os onde os cartazes foram colados. Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel organizar grupos para entrevistar pessoas que passam no local e question\u00e1-las sobre a relev\u00e2ncia da divulga\u00e7\u00e3o em suas vidas. Al\u00e9m disso, com o<em> QRcode<\/em> que direciona para o site do Tumblr atrav\u00e9s de aplicativo no <em>smart phone<\/em> tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel saber quantas pessoas foram atingidas pelos cartazes. Um poss\u00edvel investidor dessa divulga\u00e7\u00e3o poderia se interessar em fornecer servi\u00e7os para combate ao estresse. Nesse caso, contatos via telefone ou e-mail poderiam ser inclu\u00eddos nos cartazes. Para concorrer a investimentos de ag\u00eancias de fomento, o mais adequado seria aplicar question\u00e1rios as pessoas que passam nos locais onde est\u00e3o colados os cartazes.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/DivulgacaoCiencia-08.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-217\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/DivulgacaoCiencia-08-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/DivulgacaoCiencia-08-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/DivulgacaoCiencia-08-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/DivulgacaoCiencia-08-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/DivulgacaoCiencia-08.jpg 2000w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a> <a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/DivulgacaoCiencia-09.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-218\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/DivulgacaoCiencia-09-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/DivulgacaoCiencia-09-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/DivulgacaoCiencia-09-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/DivulgacaoCiencia-09-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.ufrgs.br\/divulgacaodaciencia\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/DivulgacaoCiencia-09.jpg 2000w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Para ter uma ideia de como mais informa\u00e7\u00f5es poderiam ser veiculadas d\u00e1 uma olhada no Tumblr do projeto<\/p>\n<p>https:\/\/universidadesemstress.tumblr.com\/<\/p>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n<p>ANTONIAZZI, A. S.; DELL\u2019AGLIO, D. D.; BANDEIRA, D. R. O conceito de coping: Uma revis\u00e3o te\u00f3rica. <em>Estudos de Psicologia<\/em>, Natal, v. 3, n. 2, 273-294, 1998. Dispon\u00edvel: <u><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/epsic\/v3n2\/a06v03n2.pdf\">http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/epsic\/v3n2\/a06v03n2.pdf<\/a><\/u> em 4 nov. 2018.<\/p>\n<p>CARPENA, M.X.; MENEZES, C. B. Efeito da medita\u00e7\u00e3o focada no estresse e Mindfulness Disposicional em universit\u00e1rios. <em>Revista Psicologia: Teoria e Pesquisa<\/em>, Bras\u00edlia, v. 34, 1-12, 2018. Dispon\u00edvel: <u><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/ptp\/v34\/1806-3446-ptp-34-e3441.pdf\">http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/ptp\/v34\/1806-3446-ptp-34-e3441.pdf<\/a><\/u> em: 30 out. 2018.<\/p>\n<p>DORIA, M.C. da S.; NOVAES, M.E.; FERRAZ, D. O uso da acupuntura na sintomatologia do <em>stress. Revista Psicologia: Ci\u00eancia e Profiss\u00e3o<\/em>, v. 32, n. 1, 34-51, 2012. Dispon\u00edvel:\u00a0 <u><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/pcp\/v32n1\/v32n1a04.pdf\">http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/pcp\/v32n1\/v32n1a04.pdf<\/a><\/u> em: 3 nov. 2018.<\/p>\n<p>LIPP, M. E. N. Mecanismos neuropsicofisiol\u00f3gicos do stress: teoria e aplica\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas. 2\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Casa do Psic\u00f3logo, 2005.<\/p>\n<p>PSIQWEB. Estresse: Fisiologia; Como (e porque) acontece o estresse. Acesso em novembro de 2018. Dispon\u00edvel http:\/\/www.psiqweb.med.br\/site\/?area=NO\/ListaNoticiaBusca&amp;pagina=1&amp;idCategoriaNoticia=22<\/p>\n<p>SANTOS, A. F.;\u00a0 ALVES J\u00daNIOR, A. Estresse e estrat\u00e9gias de enfrentamento em mestrandos de ci\u00eancias da sa\u00fade. <em>Revista Psicologia: Reflex\u00e3o e Cr\u00edtica<\/em>, v. 20, n. 1, 104-113, 2007. Dispon\u00edvel: <u><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/prc\/v20n1\/a14v20n1.pdf\">http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/prc\/v20n1\/a14v20n1.pdf<\/a><\/u> em 31 out. 2018.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto elaborado e executado por:\u00a0Bibiana da Costa Davila, Cesar Benhur de Campos Marques e Renata Borba Pires &nbsp; O estresse \u00e9 um quadro de desequil\u00edbrio psicol\u00f3gico e fisiol\u00f3gico devido \u00e0s press\u00f5es internas e externas ao sujeito em contextos como resolu\u00e7\u00e3o de problemas; execu\u00e7\u00e3o e manejo de tarefas; e conquista de objetivos. 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