Semiótica crítica e as materialidades da comunicação

Lançado o livro Semiótica crítica e as materialidades da comunicação. Publicação é composta por artigos de integrantes do Grupo de Pesquisa em Semiótica e Culturas da Comunicação (GPESC), com a coordenação de Alexandre Rocha da Silva, professor no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGCOM/UFRGS).

Semiótica crítica e as materialidades da comunicação examina os estudos de semiótica ao longo de um século – de Charles Sanders Peirce a Ciro Marcondes Filho – com base no ponto de vista das teorias das materialidades, uma abordagem que cresce em importância nos estudos de comunicação no Brasil.

Está dividido em cinco capítulos:

– Materialidades na comunicação

– Materialismo e imanência

– Comunicação: das materialidades à imanência

– Semiótica e materialidades

– Semiótica Crítica

A obra foi selecionada pelo Edital de 2017 para seleção de originais e está disponível para download em www.lume.ufrgs.br > Acervos > Editora da UFRGS.

Sobre o livro

Os textos retomam os fundamentos dessas teorias considerando os estudos literários; percorrem sua tradução para o campo da comunicação, especialmente a partir do seu uso por autores brasileiros; apontam suas potencialidades e identificam alguns de seus limites para responder aos questionamentos propostos, desde os anos 1960, por uma semiótica que ainda não ousara dizer seu nome e aqui leva o apelido de Semiótica Crítica.

A obra propõe desconstruções em duas dimensões: uma relativa às teorias gerais (da semiótica, da comunicação e das materialidades) e outra de aspectos específicos que compõem tais teorias (a presença, o fenômeno, o representâmen, o meio, o significante, o signo, a estrutura e o sistema). Essas desconstruções, embora não exaustivas, dão forma a uma problemática contemporânea a ser enfrentada pelos estudos semióticos.

Sobre o GPESC

Investiga processos de significação engendrados tanto pela revisão crítica da produção científica contemporânea – dos estruturalismos à complexidade – quanto pelas semioses infocomunicacionais, configuradas por códigos, linguagens e discursos.