Bordado empoderado: fotógrafa usa linha e agulha para falar de feminismo


bruna

As primeiras rodas de bordado das quais Bruna Antunes participou tinham a mãe, a avó e as quatro tias em volta dela. Ali, cada uma praticava sua técnica preferida. Enquanto a mãe gostava do tricô, a avó era mestra do bordado livre e ponto cruz. Aos 8 anos de idade, Bruna quis seguir o mesmo caminho dela. A avó bordava enxovais, a menina sentada ao lado dela fazia casas e patinhos nos seus próprios pedaços de pano.

Bruna cresceu bordando. Na adolescência, explorava na linha e agulha referências de cinema e de suas bandas preferidas. “Eu sempre fazia bordados para dar de presente para os amigos, só para não ficar parada. Sempre foi tipo uma terapia. Me deixa mais calma, me faz organizar o pensamento quando eu estou muito ansiosa”, conta ela.

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2 Comments

  1. Lindo….gostei…sucessos

  2. Parabéns belo trabalho sucessos

    ….

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