8º Encontro – Programa e Anais (Textos Completos)

Anais do VIII Encontro – ISSN 2675-1429

 

Conferências1:

Apropriação e/ou reformulação da narrativa das origens: memórias familiares da escravidão atlântica (séculos XIX e XX)

Jean Hébrard, EHESS – École Pratique des Hautes Études en Sciences Sociales

A África Central na Era do Abolicionismo Atlântico (ca 1800-ca 1880)

Roquinaldo Ferreira, Brown University

24/05/2017: Quarta feira

 

Sessão 1: Tráfico ilegal de escravos

O desembarque do menino conguês Camilo em Pernambuco, ou, o comércio transatlântico de crianças escravizadas depois de 1831.

Marcus Joaquim Maciel de Carvalho, UFPE (Texto completo).

“A delação Alcoforado” e o comércio ilegal de africanos no Rio de Janeiro (c.1831 – c.1853): notas de pesquisa.

Thiago Campos Pessoa, UFF (Texto completo).

Rumo ao sul: considerações sobre os locais de desembarque do tráfico transatlântico de escravizados na Bahia após 1831.

Silvana Andrade dos Santos, UFF (Texto completo)

 

Sessão 2: Vivências de negros no pós-abolição: associativismo e política

Club Igualdad e Sociedade Floresta Aurora: um estudo transfronteiriço acerca de cidadania e racialização através de dois clubes negros fundados no ano de 1872 em Montevidéu e em Porto Alegre (1872-1917).

Fernanda Oliveira da Silva, UFRGS

Quando Curitiba sobe o morro: associativismo e experiência política de afrodescendentes (1880-1920).

Pamela Beltramin Fabris, UFPR

Grupos teatrais da comunidade afrodescendente em Porto Alegre (Primeira República): alguns apontamentos históricos.

Felipe Rodrigues Bohrer, UFF (Texto completo).

 

Sessão 3: Trabalhadores livres e escravos na imprensa

“A emancipação dos trabalhadores tem que ser obra dos próprios trabalhadores”: notas da imprensa negra em prol da classe obreira.

Ângela Pereira Oliveira, UFPel (Texto completo).

“Para completar a verdadeira liberdade”: o Asilo 13 de Maio e as crianças negras em Porto Alegre (1908-1911).

Melina Kleinert Perussatto, UFRGS

Liberdade e trabalho no Rio de Janeiro: trabalhadores livres e escravizados nos periódicos da Corte.

Renata Figueiredo Moraes, UERJ (Texto completo).

 

Sessão 4: Rediscutindo a resistência escrava

Sobre “relações de amizade”: crimes passionais, cotidiano e escravidão em Campinas, século XIX.

Maíra Chinelatto Alves, USP (Texto completo).

“Fugida a muito annos… e ter produzido oito filhos”. Fugas escravas, maternidade e liberdade na província do Grão-Pará (1845-1861).

Ana Carolina Trindade Cravo, UFPA (Texto completo).

As revoltas do Ano da Fumaça (1833): a revolta dos escravos de Carrancas e a sedição militar de Ouro Preto.

Marcos Ferreira de Andrade, UFSJR

 

Sessão 5: Liberdade e escravidão indígena em áreas de fronteira

Entre a liberdade e a escravidão: o estatuto jurídico dos índios em causa na expansão oeste da América portuguesa.

Fernanda Domingos Pinheiro, UNILAB (Texto completo).

Bastardas e inglórias: o uso da mão de obra indígena feminina e os processos de mestiçagem (Curitiba e Campos de Viamão, Século XVIII).

Isadora Lunardi Diehl, UFRGS (Texto completo).

O Capitão Salvador: Resistência indígena, legislação e fronteira fluída entre os aldeamentos e o sistema de administração particular em São Paulo (século XVIII).

Marcio Marchioro, UFPR (Texto completo).

Aspectos sobre a liberdade de indígenas em espaços da fronteira platina em princípios do século XIX.

Karina Moreira Ribeiro da Silva e Melo, UNICAMP

 

Sessão 6: Ventre livre e infância negra no pós-abolição

Crianças negras e pós-emancipação em Belo Horizonte/MG.

Josemeire Alves Pereira, UNICAMP (Texto completo).

“O qual não lh’o quer entregar”: trajetórias de ingênuos no pós-Abolição na cidade de Campinas.

Ana Elisa Salmaso, USP (Texto completo).

Páginas da vida: experiências maternais de mães negras no antes e no pós Lei do Ventre Livre. Rio de Janeiro, 1869 – 1888.

Lucimar Felisberto dos Santos, UFRJ (Texto completo).

A contratação, emprego e remuneração dos serviços de menores trabalhadores através dos termos de responsabilidade da segunda vara do juizado de Órfãos da cidade do Rio de Janeiro (1877-1895).

Patrícia Ramos Geremias, UFRJ (Texto completo).

 

Sessão 7: Escravidão e liberdade na literatura do século XIX

“Não é patuscada, não, senhora”: Escravos e senhores em Papéis Avulsos, de Machado de Assis (1882).

Daniela Magalhães da Silveira, UFU (Texto completo).

Imprensa, literatura e política: Machado de Assis e os embates sobre escravidão e trabalho livre nos jornais cariocas (1870-1890).

Ana Flávia Cernic Ramos, UFU (Texto completo)

Representações da escravidão e da liberdade nas peças abolicionistas 1850-1888.

Ricardo Tadeu Caires Silva, UNESPAR

A representação visual da escravidão em the slave ship de Willian Turner, um estudo de caso.

Kleber Amâncio, UFRB

25/05/2017: Quinta feira

 

Sessão 8: Tráfico e traficantes no período colonial

Comércio de Almas no Rio da Prata, traficantes de Escravos da Colônia do Sacramento (1730-1750).

Stéfani Hollmann, UFRGS (Texto completo).

O tráfico e os traficantes no Estado do Grão-Pará e Rio Negro (1777-1815).

Marley Antônia Silva, UFPA/IFPA (Texto completo).

A Amazônia e o comércio de escravos: revisitando rotas, números e modalidades (1755-1846).

Diego Pereira Santos, Universidad Barcelona (Texto completo).

 

Sessão 9: Perfis dos escravos na segunda metade do século XIX

Velhos em trânsito, velhos nos campos: Características dos cativos idosos no tráfico e nas escravarias (Oeste Paulista, localidades selecionadas, segunda metade do século XIX).

Luciana Suarez Lopes e José Flávio Motta, USP (Texto completo).

Perfil dos cativos réus no contexto de intensificação do tráfico interno (Pelotas, 1850-1884).

Amanda Ciarlo Ramos, UFRGS (Texto completo).

Perfis dos escravizados: escravidão em Jaguarão na segunda metade do século XIX.

Matheus Batalha Bom, UNISINOS (Texto completo).

 

Sessão 10: Alforrias e estratégias de liberdade

Escravos, padres e alforrias na Bahia setecentista.

Daniele Santos de Souza, IFBA

“Libertado por sua agência”: alforrias, estratégias de liberdade e hierarquia social (Vila do Rio Grande, 1777-1800).

Rachel dos Santos Marques, IFF

“Valer-se da autoridade do trono para obter sua liberdade”: as interpretações acerca do Alvará de 19 de setembro de 1761.

Kátia Lorena Novais Almeida, UNEB

 

Sessão 11: Escravidão e construção de hierarquias sociais

Pequena produção e mão de obra escrava na fronteira do Jaguarão/RS (1802-1835).

Franklin Fernandes Pinto, UFRGS

O trabalho com a terra: proprietários livres de cor nos campos de Lages – 1798-1818.

Renilda Vicenzi, UFFS/Campus Chapecó (Texto completo).

Casamento, aliança e reordenamento social: indígenas, conquistadores e escravos em uma capela e fronteira (1821-1835).

Luís Augusto Ebling Farinatti, UFSM

 

Sessão 12: Diferentes conjunturas do tráfico

Estrutura de posse e tráfico ilegal de escravizados em Porto Alegre: um estudo a partir da lei de 7 de novembro de 1831.

Graziele Corso, UFRGS (Texto completo).

Traficantes portugueses no comércio de africanos para o Brasil (1818-1828).

Jaime Rodrigues, UNIFESP

Tráfico Ilegal de Escravos (1850/60): do Rio de Janeiro ao Espírito Santo.

Walter Luiz Carneiro de Mattos Pereira, UFF

 

Sessão 13: Trajetórias afrodescendentes no pós-abolição

Vicente de Souza, homem de cor e homem universal: posicionamentos sobre raça e trajetória de um abolicionista, republicano e socialista negro no final do século XIX.

Ana Flávia Magalhães Pinto, UNICAMP (Texto completo).

Biografias e prosopografia: onde começa e aonde acabam as histórias pessoais e de militância Benedito de Evangelista 1909-2000.

Lúcia Helena Oliveira Silva, UNESP/ASSIS (Texto completo).

“…eu me não molesto com os epítetos mestiço, mulato ou negro”: trajetória e escritas de si de um professor negro (o Dr. Alcides de Freitas Cruz).

Paulo Roberto Staudt Moreira e Vanessa Gomes Campos, UNISINOS (Texto completo).

 

Sessão 14: Escravidão e família

Maternidade silenciada: Amas de leite no Brasil escravista, século XIX.

Mariana de Aguiar Ferreira Muaze, UNIRIO

Escravidão e família: Santa Maria, século XIX.

Leticia Guterres, UNESPAR (Texto completo).

Disputa de cor e poder: irmandades brancas contra um vigário, filho de libertos.

Alex Andrade Costa, UFBA

 

Sessão 15: Política emancipacionista no Império

Quilombos e Abolicionismo no Rio de Janeiro do final do século XIX: um estudo hemerográfico.

Deborah Fontenelle, CAp/UERJ (Texto completo).

Os soldados libertos da Bahia na Guerra do Paraguai.

Denise Moraes, UNIRIO (Texto completo).

Lei e costume nas Cartas de Erasmo ao Imperador sobre a emancipação dos escravos.

Cristina Ferreira, FURB

 

Sessão 16: Tráfico ilegal e interprovincial

Comerciantes ou traficantes? Análise sobre a utilização do termo “tráfico” para tratar do comércio interprovincial de escravos no Segundo Reinado.

Luana Teixeira, UFSC (Texto completo).

Escravidão negra, capitalismo e tráfico interno de escravos no Pará oitocentista: aspectos gerais e o caso de Santarém.

Luiz Carlos Laurindo Junior, UFOPA/USP (Texto completo).

Estratégias do tráfico no Atlântico Sul nos anos derradeiros do ilícito comércio.

Márcia Kuniochi, FURG (Texto completo).

 

Sessão 17: Trabalho doméstico no pós-abolição

Trabalhadoras domésticas nas cidades de Pelotas e Rio Grande (fim do século XIX).

Ana Paula do Amaral Costa, UFRGS

“Suspeitam das criadas que tinham, principalmente de uma pretinha…”: histórias de liberdade no pós-abolição. Minas Gerais, 1897-1920.

Marileide Lázara Cassoli, UFOP (Texto completo).

“Precisa-se de uma criada nacional ou estrangeira”: uma análise das relações de trabalho entre nacionais e estrangeiras/os no serviço doméstico carioca (1880-1920).

Natália Batista Peçanha, UFRRJ (Texto completo).

 

Sessão 18: Raça, saúde e escravidão

Moralidade, racialização e doenças em teses médicas, entre as décadas de 1850 e 1880.

Daniel Oliveira, UFRGS (Texto completo).

Marcas da escravidão em corpos escravizados: uma análise sobre os anúncios de fuga nos jornais de Desterro – segunda metade do século XIX.

Débora Michels Mattos, UNIFESP

Casas de Caridade para quem? Escravizados, alforriados e livres pobres no hospital da Santa Casa da Misericórdia de Valença, RJ, no último quartel do XIX.

Tânia Salgado Pimenta, FIOCRUZ

 

Sessão 19: Compadrio de escravos e libertos

Libertas, senhoras e madrinhas de muitos cativos: notas sobre (re)produção de hierarquias na pia batismal – Goiás, século XVIII.

Maria Lemke, UFG

O parentesco espiritual entre os escravos de Santo Antônio da Lapa, 1769 – 1830.

Andressa Lopes de Oliveira, UFPR (Texto completo).

O compadrio de escravizados (as) na colônia do sacramento (1732-1777): Uma breve análise sobre a agência cativa nos registros paroquiais de batismo.

Thamires Silva, UFRGS (Texto completo).

 

Sessão 20: Hierarquias sociais e justiça

Direito, justiça e arbítrio: sobre a insubordinação de dois capitães do Regimento de Homens Pardos do Rio de Janeiro, 1805.

Adriana Barreto Souza, UFRRJ

Usos e registros sobre a língua geral de mina no Brasil. Antônio da Costa Peixoto e a Obra Nova da Língua Geral de Mina (Ouro Preto, 1741).

Ivana Stolze Lima, FCRB

Diferentes ou iguais? O destino dos prisioneiros das guerras contra os Palmares.

Silvia Hunold Lara, UNICAMP

 

Sessão 21: Liberdade e suas fronteiras

Aprisionamentos de uma carta de alforria: Laureano e outros pretos da Vila de Santo Antônio de Alagoinhas BA (1872-1883).

Aline Najara da Silva Gonçalves, UFRRJ (Texto completo).

“Apesar de preto é cidadão”: experiências de liberdade em uma província do Norte.

Marcelo Ferreira Lobo, UFPA (Texto completo).

Liberdades e Cativeiros no Oeste: Mato Grosso entre 1831-1888.

Filipe Germano Canavese, UNESP/ASSIS (Texto completo).

De “pardo Aniceto” a “Aniceto Angelo da Fonseca”: Fragmentos do “caminho” para a liberdade e da vida como liberto.

Wagner Pedroso, UFRGS (Texto completo).

 

Sessão 22: Expectativas de liberdade e Preconceito

1891: escravidão, liberdade, privilégios e tradição.

Hilton Costa, UFPR (Texto completo).

Laurentino Inocencio dos Anjos as possibilidades do sagrado no Rio de Janeiro do oitocentos.

Eduardo Possidonio, UFRRJ (Texto completo).

Repórter e cronista: uma nota de repúdio ao preconceito nas páginas de “O Exemplo”.

Liane Susan Muller, UNISINOS (Texto completo).

26/05/2017: Sexta feira

 

Sessão 23: Entre a escravidão e a liberdade, experiências de trabalho e de vida.

Os africanos livres nas Obras Públicas da Província de São Paulo (1840-1864).

Mariana Alice Pereira Schatzer Ribeiro, UNESP/ASSIS (Texto completo).

O pós-abolição no Recôncavo da Bahia: um estudo sobre a Freguesia de São Thiago do Iguape (1888-1930).

Ana Paula Silva Cruz, UFRRJ (Texto completo).

As famílias escravas e a sobrevivência no tempo – freguesia de nossa senhora da conceição de água branca – província das alagoas, 1852-1879.

Marilia Lima de Araújo, UFAL

 

Sessão 24: Fugas e reescravização na Fronteira Meridional

Inventariando Fugitivos: Uma análise dos fugitivos da Província de São Pedro a partir dos inventários post-mortem (século XIX).

Carlos Jarenkow, UNIRIO

Caminhos interprovinciais e fronteiriços da escravização ilegal de pessoas livres no Rio Grande do Sul oitocentista.

Gabriela Barretto de Sá, UNEB (Texto completo).

Provas de Escravidão: o tratado de extradição de 1851 entre o Brasil e o Uruguai e as implicações nos pedidos de devolução de escravos fugidos.

Thiago Leitão de Araújo, UNICAMP

 

Sessão 25: Trabalho livre e escravo na segunda metade do século XIX

Por todos os cantos da cidade: Escravos negros no mundo do trabalho na Manaus oitocentista (1850-1884).

Jessyka Samya Ladislau Pereira Costa, UNICAMP (Texto completo).

Um porto movido pela mão de obra negra: porto fluvial da freguesia da Nossa Senhora Imaculada Conceição do Porto das Caixas, século XIX.

Mirian Cristina Siqueira de Cristo, USO (Texto completo).

Mão-de-obra “preta” qualificada: os trabalhadores africanos nos registros da casa de detenção do recife, séc. XIX.

Valéria Costa, UFBA/IF – Sertão PE (Texto completo).

 

Sessão 26: Rediscutindo as rotas do tráfico no período colonial

Tráfico de escravos africanos para a Amazônia Colonial – 1707-1750.

Benedito Carlos Costa Barbosa, FIOCRUZ (Texto completo).

Entre o recife e a costa da mina: Uma rota do comércio Atlântico de escravos (c.1724 – c.1752).

Suely Cordeiro Almeida, UFRP (Texto completo).

O perfil dos traficantes de escravos de Salvador e duas ligações com Colônia do Sacramento.

Paulo Roberto Gonchoroscki Gonçalves, UFRGS (Texto completo).

Mesa redonda: História Pública e Escravidão no Brasil Meridional.

O Inventário dos Lugares de Memória da Presença Africana em Santa Catarina: patrimônio, história e memória.

Beatriz G. Mamigonian, UFSC

Passados Presentes: turismo de memória no Rio de Janeiro.

Keila Grinberg, UNIRIO

Contando histórias nas ruas: escravidão e pós-abolição em Curitiba.

Joseli Mendonça, UFPR

 

Sessão 27: Hierarquias sociais e pobreza no pós-abolição

Vidas a meia luz: negros e pobres em São Paulo (1890-1920).

Fábio Dantas Rocha, UNIFESP (Texto completo).

Análise da composição racial da população de duas “vilas de malocas” no início da década de 1950 e início da década de 1970 em Porto Alegre.

Rodrigo de Azevedo Weimer, FEE (Texto completo).

Vivendo de suas rendas: as margens de autonomia dos libertos em Cruz Alta/RS entre 1870-1900.

Maria do Carmo Moreira Aguilar, UFRGS

 

Sessão 28: Propriedade escrava e crédito

Crédito e escravidão na praça do Rio de Janeiro, 1830-1840.

Clemente G. Penna, UFRJ (Texto completo).

“Por não querer mais me servir”: a venda de escravos como solução de conflitos nas relações escravistas.

Rafael Cunha Scheffer, UNILAB (Texto completo).

Nas tramas da escravidão: fazendeiros e comerciantes mineiros na passagem para o capitalismo (Comarca do Rio das Mortes, Província de Minas Gerais, c.1850 – c.1880).

Paula Chaves Teixeira Pinto, UFSJ (Texto completo).

 

Sessão 29: Tráfico atlântico e suas conexões

Conexões negreiras: contrabandistas de escravos no Rio da Prata na primeira metade do século XVIII.

Fábio Kühn, UFRGS (Texto completo).

O tráfico atlântico de escravos e o complexo mercantil luso-brasileiro no Rio da Prata e no Rio Grande do Sul, 1776-1833.

Gabriel Aladrén, UFF

A precisão do padrão “peça da índia” como indicador qualitativo da idade.

Heitor Moura Filho, UNIRIO (Texto completo).

 

Sessão 30: Sistema criminal e escravidão

Entre o poder punitivo senhorial e a pena pública: a condição jurídica criminal do escravo na província do Paraná (1850-1888).

Liliam Ferraresi Brighente, UFPR (Texto completo).

Debates jurídicos e parlamentares em torno do castigo senhorial e a abolição dos açoites.

Ricardo Figueiredo Pirola, UNICAMP

Penalidade e Escravidão: Dualidade no Sistema Criminal do Império Brasileiro.

Rita de Kasia Andrade Amaral, FIOCRUZ

 

Sessão 31: Formas de emancipação em perspectiva

Entre o discurso e os resultados: as liberdades condicionais como estratégia de emancipação em Porto Alegre (1884-1888).

Bruna Emerim Krob, UFRGS (Texto completo).

“Nas tristes contingências da miséria”. Os sexagenários, o projeto Dantas e a Lei n. 3.270 no jornal “A Província de São Paulo”, 1884-1888.

José Flávio Motta, USP (Texto completo).

Manumissão em debate: statuliberi e coartados.

Waldomiro Lourenço da Silva Júnior, UFSC

 

Sessão 32: Escravidão e ocupação de fronteiras

Escravos e Libertos nos movimentos migratórios de ocupação da parcela meridional do atual Rio Grande do Sul (c.1800 -1850).

Leandro Rosa de Oliveira, UFRGS

Dos inventários post mortem nos campos gerais do Paraná: habitações, senhores e escravos (1820-1844).

Mariani Bandeira Cruz Oliveira, UNICENTRO (Texto completo).

Uso dos róis de confessados para análise da escravidão a partir do estudo de caso da freguesia de Viamão em meados do século XVIII.

Márcio Blanco Razzera, UFRGS (Texto completo).

 

Sessão 33: Identidades e hierarquias na definição da escravidão

Olhares enviesados: escravos e libertos aos olhos das autoridades administrativas, dos religiosos e viajantes dos séculos XVIII e XIX no Rio de Janeiro (Iguaçu e Jacutinga).

Moisés Peixoto Soares, UFRJ (Texto completo).

A “africanidade” como principal formador da identidade em um mundo poroso e fluido da escravidão e da liberdade.

Asligul Berktay, BOGAZICI University

De escravo-peão a mestre de música: uma trajetória entre preconceito e cidadania na ordem escravagista da virada do século XIX.

Maria Elizabeth Lucas, UFRGS (Texto completo).

 

Sessão 34: Perspectivas de interpretação da escravidão

Questão Christie em perspectiva global: pressão britânica, Guerra Civil norte-americana e o início da crise da escravidão brasileira (1860-1864).

Alain El Youssef, USP

A “Segunda Escravidão” e a Escravidão no Oeste Paulista (1797-1888): aspectos demográficos, econômicos e sociais.

Maria Alice Rosa Ribeiro e Maisa Faleiros Cunha, UNICAMP

Por uma análise da Economia moral na escravidão. 1750-1780.

Philippe Silva Moreira, UFRJ (Texto completo).

 

Sessão 35: Acesso à terra e hierarquias sociais

Formas de acesso à terra, vizinhança, crédito e parentesco espiritual envolvendo libertos: Porto Alegre, fins do século XVIII.

Luciano Costa Gomes, UFRGS

Propriedade de escravos e terras na Capitania de São Paulo (Bragança, Atibaia e Nazaré, c.1816 – c.1820).

Déborah Oliveira Martins dos Reis, UNB

27/05/2017: Sábado

História Pública: caminhos negros em Porto Alegre

1 As duas conferências foram publicadas na coletânea organizada por Xavier e Osório (2018), Do tráfico ao pós-abolição: trabalho compulsório e livre e a luta por direitos sociais no Brasil, disponibilizado na página, na aba publicações