maio 30th, 2014

Montagem de armadura de viga e/ou pilar :

Na montagem de armaduras, pode-se utilizar o aço já cortado e dobrado em fábrica (procedimento mais racional e preciso) ou fazer este procedimento no canteiro de obras. Na obra analisada, foi utilizado o segundo procedimento.

Montagem

A montagem da armadura foi realizada num local apropriado para esta finalidade. A sequência de montagem foi sobre um cavalete metálico, obedecendo à seguinte sequência:

  • Posicionamento de duas barras de aço correspondentes à armadura longitudinal, sobre os cavaletes metálicos;

  • Marcação do espaçamento dos estribos sobre as barras, com giz;

  • Posicionamento dos estribos já cortados e dobrados ao longo das barras, fixando-se somente os das extremidades;

  • Em seguida, posicionamento das demais barras longitudinais e sua fixação aos estribos das extremidades;

  • Conferência do número e espaçamento dos estribos e do número e posicionamento das barras longitudinais;

  • Amarração firme com arame recozido de todos os elementos entre si, nas quatro faces.

 

1_Bancada de armador – corte e dobra dos estribos 2_Estribos cortados e dobrados 3_ Bancada com o projeto

4_Marcação para posicionar os estribos 5_Estribos posicionados 6_Amarração dos estribos com arame recozido

Matéria elaborada a partir de pesquisa e imagens da aluna Manoela Conte.
março 30th, 2014

Sistema de Protensão não aderente (pós-tensionado)

No sistema de Protensão não aderente são utilizados cabos de aço de alta resistência engraxados e revestidos por uma camada plástica de PAD (polietileno de alta densidade), tracionados através de equipamento hidráulico e fixados no próprio concreto. O serviço de protensão é desenvolvido por equipes especializadas que acompanham todo o processo: a montagem, a concretagem e o tensionamento da estrutura. Dentro das vantagens que esta técnica oferece, temos a possibilidade de execução de maiores vãos, a eliminação de pilares e a diminuição da altura de vigas.

O sistema de tensionamento utilizado no processo abaixo descrito é o de pós-tensão, executado in loco, após a concretagem da supraestrutura; neste caso, de lajes tipo nervuradas.  O projeto estrutural deverá prever as tubulações (bainhas) por onde passarão os cabos a serem tensionados, assim como o seu engaste de uma das extremidades. O outro extremo deve estar livre para a realização da tração.

-PREPARAÇÃO: As formas dos nichos foram retiradas, seguidas de limpeza da área de apoio. Após o concreto atingir a resistência mínima indicada no projeto estrutural, foi providenciado o posicionamento do macaco hidráulico portátil (de fácil manuseio e com operação rápida: cada tração levou, em média, 30 segundos).

-PROTENSÃO: Realizada pelo acionamento de macaco hidráulico, através da bomba de alta pressão. As cordoalhas foram tracionadas de acordo com a força indicada no projeto estrutural. O correspondente alongamento dos cabos ficou perceptível na marcação azul feita nas barras antes do início do processo.

-ANCORAGEM/CRAVAÇÃO: Quando o macaco atingiu a carga e/ou alongamento indicados no projeto estrutural, finalizou-se a protensão. A pressão no macaco foi aliviada e as cordoalhas se ancoraram automaticamente. Em seguida foi removido o equipamento de protensão.

-ACABAMENTO: Após a liberação da protensão foi feito o corte das pontas das barras de aço e o fechamento dos nichos com argamassa estrutural.

Matéria elaborada a partir de pesquisa e imagens do aluno Guilherme Duranti.

				
janeiro 12th, 2013

Fôrmas Plásticas para Laje Nervurada

As lajes nervuradas, quando comparadas a estruturas de concreto armado tradicionais, surgem como solução no que se refere a aumento de vãos, rapidez na execução e economia de materiais – entre estes, as fôrmas utilizadas para concretagem. Para as lajes moldadas no local, todas as etapas de execução são realizadas “in loco”, e para isto é necessário o uso de fôrmas e de escoramentos. As fôrmas de plástico, fabricadas em polipropileno, estão disponíveis em dimensões e alturas diversas, atendendo a diferentes tipos de projetos.

Vantagens:
• Dispensa usos de compensados
• Nervuras tecnicamente dimensionadas
• Sem perigo de corrosão
• Redução de cargas na estrutura
• Facilidade de montagem e desmontagem
• Menor consumo de madeira
• Maior velocidade de execução
• Reutilização das fôrmas em três dias
• Fácil desforma manual
• Redução do custo final da obra

O processo de montagem das fôrmas de plástico foi acompanhado na obra aqui mencionada. O material utilizado (fôrmas e escoras) foi alugado e a montagem foi feita de acordo com as especificações estipuladas em projeto.
O solo foi previamente compactado com máquina, e em sua superfície foram distribuídos pranchões de madeira nas linhas de escoramento para apoiar as escoras, evitando assim que o solo cedesse durante a concretagem. Neste sistema, as escoras são posicionadas no cruzamento das longarinas que apoiam as bordas das cubetas
Primeiramente foi montada a estrutura de apoio e depois as cubetas foram posicionadas, sendo estas de diferentes tamanhos para melhor adequação ao projeto. No encontro com os pilares há uma interrupção do posicionamento das cubetas, pois estes possuem capitel sólido de concreto.
Para a desforma, é necessário utilizar uma cunha de madeira e bater com um martelo, sem forçar os cantos das fôrmas. O uso de desmoldantes auxilia no processo.

Matéria elaborada a partir de pesquisa e imagens da aluna Sloane Pretto

outubro 6th, 2012

Lajes de Vigota Pré-Moldada

As lajes formadas por vigotas são caracterizadas como lajes pré-moldadas, mantendo as principais vantagens desse sistema. Atualmente no mercado brasileiro estão disponíveis três tipos de vigotas: vigotas de concreto armado comum (destinadas a vãos de até 5 metros), vigotas de concreto protendido e vigotas treliçadas, ambas destinadas a cobrir vãos de até 10 metros ou mais.

As principais vantagens das lajes pré-moldadas são:
• Economizar fôrmas e escoramentos na obra;
• Maior rapidez de execução;
• Economizar mão de obra no local;
• Diminuir o peso da estrutura.

Na montagem ou execução da laje, as vigotas são dispostas espaçadamente, sendo colocados entre elas elementos leves de enchimento, normalmente blocos vazados de concreto ou material cerâmico (as chamadas tavelas), ou ainda blocos de poliestireno expandido (EPS).

Na obra aqui analisada foi adotado o sistema de laje de vigotas pré-moldadas de concreto armado comum e tavela cerâmica, devido ao pequeno porte da construção e à facilidade de execução. A montagem foi realizada da seguinte forma:
• As vigotas foram posicionadas sobre vigas metálicas existentes, começando por uma das extremidades da edificação;
• Em seguida foram sendo posicionadas as tavelas cerâmicas entre os espaçamentos das vigotas, e perpendicularmente a estas;
• Sobre as vigotas e tavelas é posicionada uma armadura de distribuição para evitar a fissuração da laje;
• Por último é feita a concretagem, garantindo a solidez dos elementos como um todo.

As lajes de vigotas necessitam de um escoramento menos denso que as lajes comuns de concreto armado e podem, ainda, prever uma contraflexa em sua parte central, ambos itens de acordo com o vão a vencer e as especificações do projeto.

Matéria elaborada a partir de pesquisa e imagens da aluna Amanda Beck Ramos

outubro 3rd, 2012

Reforço Estrutural em Estrutura de Concreto Armado

Em uma obra que utilizou estrutura independente de concreto armado, o teste de rompimento de corpo-de-prova mostrou que a resistência do concreto fornecido foi inferior à resistência prevista em projeto. A solução adotada foi o recálculo da estrutura, e em seguida, o reforço estrutural nos elementos que não atendiam a resistência necessária.
Neste caso, vigas e pilares dos primeiros pavimentos tiveram que receber estruturas auxiliares para aumentar a eficiência do conjunto. Essa solução, embora necessária, causou uma série de problemas no canteiro como: atraso nas atividades; refazer elementos já executados; aumento da seção das estruturas, o que alterou a padronização dimensional dos pavimentos-tipo; entre outros.
O processo acompanhado consistiu no reforço de:

Vigas
As faces laterais das vigas que receberam reforço foram levemente descascadas e nelas foram fixadas chapas de aço posicionadas verticalmente, através de fixadores mecânicos tipo parabolt. Após, foi utilizada tela metálica para auxiliar na aderência do aço com a argamassa, que fará a proteção do material e dará acabamento estético ao conjunto.
Nos casos mais críticos, foi necessário executar também o reforço na parte superior da viga, e para isso, parte da alvenaria do pavimento superior, que já estava levantada, teve que ser desmanchada para a colocação de uma chapa de aço contínua sobre a região a ser reforçada. A aderência da chapa foi garantida com a utilização de um adesivo bicomponente.

Pilares
No caso dos pilares, estes também receberam uma armadura extra em uma das faces. A face que recebeu o reforço foi descascada e foram feitos furos para ancoragem da armadura adicional, fixada com o adesivo. Depois de posicionada e colada a armadura, foram montadas as formas e o pilar foi concretado novamente. O concreto utilizado tinha uma plasticidade maior que o anterior, já que o volume a ser concretado era menor e ficaria difícil garantir o total preenchimento da seção.

Matéria elaborada a partir de pesquisa e imagens da aluna Tana Renck Klein

junho 4th, 2012

Plano de Ataque à Concretagem

O processo de concretagem é uma das etapas mais importantes para o sucesso de uma obra. É necessário elaborar um planejamento detalhado considerando diversos condicionantes e prevendo os seus comportamentos nas atividades. Chamamos este planejamento de plano de ataque à concretagem, o qual consiste em programar desde os movimentos do caminhão até as ações de cada operário.

A obra em questão está situada em um lote de esquina, com facilidade para o acesso de suprimentos, onde foram acompanhadas as etapas referentes ao planejamento da concretagem de uma laje. Primeiramente, foi reservado um espaço nas bandejas de proteção para que o caminhão, ao estacionar, chegasse mais próximo da edificação e se conectasse com a girafa que bombeia o concreto para os pavimentos superiores. Os pilares foram concretados após a colocação prévia das armaduras e fôrmas, de acordo com o diagrama mostrado abaixo (sequência de 1 a 4). As escadas foram concretadas juntamente com os pilares para possibilitar a sua utilização para transporte dos materiais até os pavimentos superiores. Em algumas situações a escada não pode ser concretada juntamente com os pilares por falta de concreto nos caminhões encomendados, o que parece indicar uma falta de planejamento deste processo.

As vigas e as lajes seguiram a mesma seqüência lógica dos pilares, começando pelo lado direito, contornando o núcleo de escadas, e depois deslocando-se para a esquerda até completar o ciclo do diagrama mostrado a seguir. Este processo leva em consideração a localização da girafa, facilitando assim o acesso ao concreto que está sendo bombeado e auxiliando o trabalho dos operários. Observou-se que, após o concreto ser despejado, um operário era o responsável por vibrá-lo, enquanto outro trabalhador utilizava a régua e o prumo para nivelar a superfície, seguido por um operário que molhava o concreto e, por fim, um funcionário alisava a superfície.

Matéria elaborada a partir de pesquisa e imagens da aluna Katiele Tanise Radünz

maio 22nd, 2012

Concreto: corpos-de-prova

Quando o concreto é recebido na obra, são coletadas amostras para realizar ensaios de resistência e verificar se o material está adequado para uso. Os corpos de prova são moldados segundo padrão e ordens específicas. No formato cilíndrico, os moldes mais utilizados possuem dois tamanhos: 100 mm x 200 mm, preenchidos com concreto em duas camadas sucessivas, cada uma delas recebendo 12 golpes com a haste de socamento, e 150 mm x 300 mm, em que são aplicados 25 golpes em cada uma de suas três camadas de preenchimento.

Em geral, são moldados 4 corpos de prova por carga de concreto, para os ensaios que serão realizados após 7, 14, 21 e 28 dias, períodos correspondentes às diversas etapas da cura. Os testes de resistência são realizados pela concreteira, mas é desejável que a construtora recolha amostras para realizar testes com laboratórios independentes.

Moldagem de corpos de prova cilíndricos: especificações da NBR 5738
– A amostra deve ser recolhida enquanto o concreto está sendo descarregado da betoneira;
– Depois de recolhida a amostra, o prazo máximo para a moldagem deve ser de 15 minutos;
– O concreto deve ser bem misturado com uma concha ou colher de pedreiro, antes de colocá-lo dentro do molde, para que fique homogêneo e sem vazios no interior;
– Os moldes de aço devem estar limpos e sem defeitos, revestidos internamente com óleo mineral, e estar sobre uma base nivelada;
– A moldagem não pode sofrer interrupção;
– A moldagem deve ser realizada próximo ao local onde os corpos de prova serão armazenados nas primeiras 24 horas, intervalo de tempo em que não poderão ser movimentados;
– Deverão ficar em local protegido e ser armazenados fora do alcance das intempéries (sol, vento, chuva etc.).

Os corpos de prova devem ser identificados imediatamente à sua moldagem, possibilitando localizar o lote de origem e as partes da construção onde foi empregado. Um controle mais rigoroso pode solicitar, ainda, a retirada de amostras no início, metade e final da carga da betoneira.

Após o período de 24 horas, os corpos de prova são transferidos para o laboratório, onde serão armazenados em câmaras úmidas até serem ensaiados. Caso os resultados não forem satisfatórios, a estrutura deverá ser reavaliada e, em casos extremos, o reforço estrutural ou a demolição parcial é a solução para evitar imprevistos.

Matéria elaborada a partir de pesquisa e imagens da aluna Rafaela Bortolini

maio 11th, 2012

Concreto: Ensaio do abatimento (Slump Test)

A consistência do concreto está relacionada com suas próprias características, com a mobilidade da massa e a coesão entre seus componentes. Modificando a proporção de água adicionada ou empregando aditivos, sua plasticidade é alterada, variando a deformação do concreto perante esforços.

A consistência é um dos principais fatores que influenciam na trabalhabilidade do concreto, sendo que esta última depende também de características da obra e dos métodos adotados para o transporte, lançamento e adensamento do concreto. A trabalhabilidade é uma propriedade do concreto recém-misturado que determina a facilidade e a homogeneidade com a qual o material pode ser utilizado.

O ensaio do abatimento do concreto, também conhecido como Slump Test, é realizado para verificar a trabalhabilidade do concreto em seu estado plástico, buscando medir sua consistência e avaliar se está adequado para o uso a que se destina.

Procedimentos:
– coletar a amostra de concreto;
– colocar a fôrma tronco-cônica sobre uma placa metálica bem nivelada e apoiar os pés sobre as abas inferiores do cone;
– preencher o cone com a primeira camada de concreto e aplicar 25 golpes com a haste de socamento, atingindo a parte inferior do cone;
– preencher com mais duas camadas, cada uma golpeada 25 vezes e sem penetrar a camada inferior;
– após a compactação da última camada, retirar o excesso de concreto, alisar a superfície com uma régua metálica e em seguida retirar o cone;
– colocar a haste sobre o cone invertido e medir o abatimento (a distância entre o topo do molde e o ponto médio da altura do tronco de concreto moldado).

A medida máxima e mínima do abatimento é definida pelo calculista, em função das propriedades desejadas de trabalhabilidade.

Neste caso, foram feitos dois slump tests: um, para verificar as propriedades do concreto usinado entregue, e outro após a adição de um aditivo, para verificar a capacidade de auto-adensamento do concreto (obtenção de um círculo de concreto de 45 cm, de acordo com especificações do cálculo estrutural).

Após o concreto ser aceito através do ensaio de abatimento, deve-se coletar amostras para realizar o ensaio de resistência, através de moldagem de corpos de prova.

Matéria elaborada a partir de pesquisa e imagens da aluna Rafaela Bortolini

novembro 16th, 2011

Montagem de formas em estrutura de concreto armado moldado in loco: lajes

A última etapa de execução de formas se refere às lajes, cuja montagem obedece aos seguintes passos:

1) Posicionamento do escoramento: tem por função transmitir a carga ao solo sem deformar a estrutura. Basicamente são utilizados três tipos de escoras: pontaletes de madeira de secção quadrada, escoras de eucalipto com diâmetros médios de 10cm, e escoras metálicas, sendo estas,em geral, locadas. Quando as escoras forem posicionadas diretamente no solo, devem apoiar-se em bases de madeira, cuja dimensão deve ser inversamente proporcional à resistência do solo. O espaçamento entre as escoras são usualmente de 50 centímetros para as de madeira e 100 centímetros para as metálicas.
2) Posicionamento das longarinas: elemento linear e longitudinal que apóia o painel do assoalho.
3) Colocação dos painéis de assoalho: os painéis são colocados lado a lado e pregados nas longarinas. Deve haver o cuidado para não se deixar espaço entre os painéis a fim de não haver perda de material durante a concretagem.
4) Aplicação do desmoldante: para ampliar a vida útil dos painéis da forma.
5) Instalações elétricas e hidráulicas: posicionamento e fixação de caixas de passagem e dutos que ficarão embutidos na laje e por onde passará a fiação elétrica; . Previsão de passagem de tubulação hidro-sanitária e posicionamento de shafts e caixas de inspeção. Neste caso foram utilizados blocos de EPS, que serão removidos posteriormente para instalação de ralos sifonados e caixas de gordura.
6) Colocação das armaduras positivas e negativas: primeiro ocorre o posicionamento das armaduras positivas com seus espaçadores, que evitam o contato entre elas e o fundo da forma, garantindo o recobrimento do aço. Depois são montadas as armaduras negativas, que se apóiam sobre “caranguejos” (pequenos cavaletes confeccionados com aço e que dão apoio à armadura garantindo seu posicionamento em relação à altura da laje).
7) Nivelamento das formas de laje: feito com teodolito à laser quando todos os painéis da forma da laje estiverem concluídos. Este nivelamento deve ser realizado a fim de garantir que todo o pé direito do pavimento inferior estipulado em projeto seja garantido e também que a contra-flecha da laje seja a prevista no cálculo estrutural.
8 ) Verificações finais: verificação de todas as formas e armaduras, assim como limpeza da laje, retirando todos os restos de armadura e instalações hidráulicas provenientes da colocação a fim de que as formas fiquem prontas para serem concretadas.

Matéria elaborada a partir de pesquisa e imagens do aluno Guilherme Correa

novembro 16th, 2011

Montagem de formas em estrutura de concreto armado moldado in loco: vigas

Para execução das formas de cada parte estrutural, há passos de que devem ser respeitados a fim de garantir a estabilidade dimensional destes elementos. Após o término de montagem das formas de pilares são executadas as formas de vigas, com as seguintes etapas:

1) Aplicação do desmoldante: o mesmo utilizado nas formas dos outros elementos estruturais. Tem a função de diminuir a aderência com o concreto.
2) Colocação das escoras e dos painéis de fundo: tem por função descarregar o peso da viga, até a obtenção da cura completa do concreto. Elas são metálicas ou de madeira e podem ser de dois tipos: garfo ou pontalete. No caso de escoras metálicas, pode haver ajuste de altura. Em escoras de madeira, elas devem ser cortadas do tamanho correto com uma folga, ajustada com um calço.
3) Colocação dos painéis laterais: para absorver os esforços laterais dos painéis laterais das vigas são colocadas ‘gravatas’, que são peças de madeira ou metálicas fixadas nos painéis a cada aproximadamente 40cm, dando enrijecimento estrutural. Em vigas com grande altura (acima de 60cm), são colocados fixadores a fim de evitar sua abertura.
4) Conferência: após a montagem, devem ser conferidas a locação, a geometria – esquadro, dimensões, prumo, nível – e a estabilidade da forma de viga.
5) Colocação das armaduras: as armaduras já montadas são colocadas dentro das formas já com os espaçadores fixados. Após esta colocação, todas as armaduras devem ser verificadas: quantidade de barras, suas bitolas, espaçamentos e posicionamentos.
6) Verificações finais: verificação geral das formas de vigas, para iniciar a montagem das formas de lajes.

Matéria elaborada a partir de pesquisa e imagens do aluno Guilherme Correa

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