maio 30th, 2015

CONCRETAGEM DE LAJE COM BOMBA ESTACIONÁRIA

É um sistema utilizado quando o espaço para acesso de equipamentos na obra é limitado. Para seu funcionamento é feita a instalação de uma tubulação fixa para o transporte do concreto, da bomba (figura 1) até o local de utilização. O local dessa tubulação deve ser previsto (figura 2), e também pode ser estendida para os próximos pavimentos.

Com a chegada do caminhão à obra, o técnico responsável verifica a nota da concreteira, conferindo as informações do concreto recebido. Após a conferência, se tudo estiver correto, um funcionário especializado separa material para realização de testes de qualidade, que devem ser repetidos a cada caminhão.

O primeiro teste é o ensaio de abatimento do tronco de cone, que avalia a trabalhabilidade do concreto. A segunda avaliação é da resistência do concreto. Para isso são moldados quatro corpos-de-prova de cada caminhão betoneira, que serão encaminhados posteriormente ao laboratório.

Após esses procedimentos, o processo é iniciado. O operador do caminhão lubrifica a tubulação, inicialmente, com uma nata de cimento e água. O concreto é lançado dentro da bomba, e desta é enviado sob pressão pelas tubulações até a laje a ser concretada.

No pavimento da concretagem, um operário molha a superfície da forma (figura 3), verificando se há empoçamento, causados pelo abaulamento das placas. Nesta obra optou-se pela utilização de formas plastificadas, possibilitando a reutilização dos painéis.

O lançamento do concreto é feito, despejando certas quantidades sob as formas, sendo em seguida, adensado com o vibrador de imersão (figura 4). A distribuição do concreto era feita com uma enxada (figura 5). Logo após um topógrafo verificava a cota da laje com um nível eletrônico (figura 6). Esse processo era feito em diversos pontos, para garantir a perfeita planeza da superfície. Pelo nível ser medido a laser é importante que nenhum obstáculo fique entre os dois equipamentos.

A regularização da superfície era feita primeiramente com régua e colher de pedreiro (figura 7). Após um operário jogava água na superfície (figura 8) para depois fazer o acabamento final com um instrumento chamado ‘float’ (figura 9).

Com o concreto ainda fresco eram posicionados alguns tacos ao redor das esperas dos pilares que futuramente irão servir para o travamento da forma.

No final de todo o processo, o concreto é regado, mantendo a umidade inicial de amassamento, necessária para iniciar adequadamente sua cura (figura 10).

Matéria elaborada a partir de pesquisa e imagens da aluna Manoela Cagliari.

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