maio 29th, 2013

Porcelanato para fachadas

O porcelanato é um revestimento que pode ser considerado uma versão mais evoluída da cerâmica, com a vantagem de ser mais resistente e impermeável, além de possuir um acabamento uniforme. Sendo apresentado nos acabamentos polido e natural, pode também representar outros revestimentos, como pedras e madeira. A princípio, o porcelanato era utilizado apenas em pisos, devido à sua baixa absorção. Porém, com o desenvolvimento das argamassas e a criação de maiores formatos, começaram também a ser utilizados em fachadas. Além disso, a permanência de cores e praticamente ausência de expansão por umidade indicam sua instalação no exterior das edificações.

Aplicação:
– Com uma desempenadeira, é passado o cimento-cola na peça de porcelanato e na superfície a recebê-lo, sempre no sentido horizontal, para interromper eventuais infiltrações verticais. O cimento-cola funciona como uma argamassa colante com aditivo, havendo tipos especiais para fachadas.

– Após ser aplicado o cimento-cola, deve-se posicionar a peça na parede, e pressioná-la com força para firmá-la em sua posição;

– Com objetivo de bem nivelar a placa, utiliza-se um martelo de borracha, aplicando alguns golpes onde sejam necessários;

– Para finalizar, é passada uma esponja úmida para limpar a peça.

No caso da obra analisada, haviam pontos elétricos na fachada, e para aplicar o revestimento foi necessário realizar cortes com o auxílio de uma serra manual nas peças de porcelanato que coincidiam com os pontos.
Vale ressaltar que foram utilizados espaçadores entre as peças, para garantir o alinhamento das placas de porcelanato. Quando foi feito o rejunte, os espaçadores foram removidos.

Matéria elaborada a partir de pesquisa e imagens da aluna Fernanda Giacomel da Costa

junho 22nd, 2012

Pastilhas para Revestimento Externo

Nesta obra está sendo executado revestimento em pastilha cerâmica. Tal material é muito utilizado nas fachadas das edificações, mas sua durabilidade depende do processo de aplicação. Se este não for bem executado, pode resultar em defeitos visíveis em curto prazo.
Aplicação:
Para aplicar as pastilhas, o reboco precisa estar pronto e com sua superfície lisa.
Primeiramente, os operários montam um gabarito com prumos e níveis marcados por fios de nylon que serve de referência aos demais elementos da edificação.
Em seguida, inicia-se a aplicação das pastilhas, feita por dois operários que trabalham em um andaime suspenso. O processo é feito de baixo para cima, sendo que cada operário inicia em uma extremidade, e encontram-se no centro ao finalizar cada linha horizontal.
Para fixação da pastilha é usada uma cola, obtida pela adição de água a uma mistura seca industrializada, processo feito no próprio andaime.
A cola é passada sobre o reboco pelo lado liso de uma desempenadeira, e em seguida o excesso é retirado com o lado dentado.
Depois de passar a cola em uma pequena área, as pastilhas são colocadas e o operário bate suavemente com uma régua de madeira, para deixá-las bem fixadas e niveladas. É necessária certa rapidez entre a colocação da cola e o assentamento das pastilhas, pois se a cola secar perderá seu poder de aderência.
A última etapa do processo é retirar os excessos de cola das juntas e/ou das próprias pastilhas utilizando uma esponja molhada com água. Este último passo deve, também, ser feito rapidamente, pois o excesso não sairá depois de seco.

Matéria elaborada a partir de pesquisa e imagens da aluna Isis Fogaça

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