Ópera Farrapos

Tendo em vista a efeméride de 20 de setembro, que assinala o início da Guerra dos Farrapos (1835-1845), uma data também conhecida como “Dia do Gaúcho”, a Rádio da Universidade dedicou um especial para esta celebração apresentando “Farrapos”, ópera em três atos de Roberto Eggers (música) e Manoel Faria Corrêa (texto). Composta e estreada em 1936, a obra recebeu em 1977 um registro em disco, ao vivo, em formato de concerto. Foi esta gravação, melhorada a partir de recursos técnicos, que a emissora levou ao ar no programa “Especiais Rádio da Universidade”, no dia 20 de setembro de 2019. Além da audição da ópera, o especial contou com uma apresentação da composição, sinopse e debate após a sua execução.

Ouça o especial na íntegra pelo player abaixo: 

Ficha técnica:

Produção, organização, pesquisa e apresentação: Cláudio Remião

Operação técnica: Geferson Gomes

Locução: Liz De Bortoli

Pesquisa: Gabriel Saikoski de Souza e Talita Tomazo

Registro fonográfico (músicos participantes): Vera Campos (soprano) como Eleonora; Mário Oliveira (tenor) como Paulo; Betty Böelter (contralto) como Dona Maria; Luiz Ramirez (baixo) como Comendador Figueira; Franklin Dias (barítono) como Alano; Orquestra e Coral da OSPA com Hans Rottman e Armando Baraldii (regentes do coral), Roberto Eggers e Vicente Taveira (regentes da orquestra) e Emílio Baldino (Coordenação e Direção Geral).

Debate: César Guazzelli e Kênia Werner (professores convidados) e Cláudio Remião e Gabriel Saikoski (mediadores).

Agradecimentos especiais à Biblioteca do Instituto de Artes da UFRGS e ao Museu Histórico Visconde de São Leopoldo.

Imagem: “Carga de Cavalaria” (1893), óleo sobre tela de Guilherme Litran (1840-1897), Museu Júlio de Castilhos.

 

 

4 respostas para “Ópera Farrapos”

  1. Parabéns pela bela iniciativa cultural. Seria muito interessante encena-la e ser apresentada em teatros e em próprios CTG nas próximas Semanas Farroupilhas.
    O MTG poderia angariar recursos para tal.

    1. Caro Milton, muito obrigado! De fato, essa ópera poderia ser reencenada. Ela suscita curiosidade e, além do mais, apresenta passagens de grande beleza e interesse. A propósito, do mesmo compositor, há também uma outra ópera, “Missões”, que, veja só, nunca foi encenada! Abraço!

  2. Olha….com muita alegria e satisfação ouço essa obra do tio Roberto que tive a oportunidade de assistir na assembleia legislativa e muitas vezes acompanhei a preparação dela. Que alegria saber que a memória do maestro está sendo preservada. O ponto alto dessa obra foi ele próprio reger a OSPA. A obra missões eu tive o privilégio de acompanhar sua conclusão!

    1. Prezado Sepé Tiarajú, satisfação em ler seu comentário! A obra de Roberto Eggers merece de fato ser mais tocada. E não só pela importância histórica, mas estética também. Sobre a ópera “Missões”, tenho certeza de que muitos gostariam de ouvi-la. Abraço!

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