{"id":10986,"date":"2025-04-24T14:26:32","date_gmt":"2025-04-24T17:26:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fabico\/?p=10986"},"modified":"2025-04-24T14:56:23","modified_gmt":"2025-04-24T17:56:23","slug":"nova-obra-mapeia-a-consolidacao-da-ciencia-aberta-no-brasil-a-partir-das-experiencias-de-instituicoes-publicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fabico\/2025\/04\/24\/nova-obra-mapeia-a-consolidacao-da-ciencia-aberta-no-brasil-a-partir-das-experiencias-de-instituicoes-publicas\/","title":{"rendered":"Nova obra mapeia a consolida\u00e7\u00e3o da Ci\u00eancia Aberta no Brasil a partir das experi\u00eancias de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"495\" height=\"600\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/fabico\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/ibct.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-10992 size-full\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/fabico\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/ibct.png 495w, https:\/\/www.ufrgs.br\/fabico\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/ibct-248x300.png 248w\" sizes=\"auto, (max-width: 495px) 100vw, 495px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A rec\u00e9m-lan\u00e7ada publica\u00e7\u00e3o &#8220;<em>Ci\u00eancia Aberta no Brasil: conquistas e desafios<\/em>&#8221;&nbsp;prop\u00f5e uma leitura transversal e articulada do cen\u00e1rio brasileiro da Ci\u00eancia Aberta, reunindo reflex\u00f5es e experi\u00eancias institucionais que revelam a complexidade, os avan\u00e7os e as lacunas ainda presentes na transi\u00e7\u00e3o para um modelo cient\u00edfico mais aberto, colaborativo e respons\u00e1vel.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Imagem: Instituto Brasileiro de Informa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancia e Tecnologia<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"577\" height=\"669\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/fabico\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/foto-ibct-fabiano.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-10995 size-full\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/fabico\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/foto-ibct-fabiano.png 577w, https:\/\/www.ufrgs.br\/fabico\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/foto-ibct-fabiano-259x300.png 259w\" sizes=\"auto, (max-width: 577px) 100vw, 577px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Organizado pelo professor da FABICO Fabiano Couto Corr\u00eaa da Silva, Ketlen Stueber (bolsista IBICT) e Washington Lu\u00eds Ribeiro de Carvalho-Segundo (IBICT\/MCTI), o livro conta com coedi\u00e7\u00e3o da Editora Letra1 e do Programa SciELO Brasil, e est\u00e1 dispon\u00edvel em formato digital e de acesso aberto.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Imagem: @<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/cienciaabertabrasil\/#\">cienciaabertabrasil<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra re\u00fane catorze cap\u00edtulos, que abordam os processos de institucionaliza\u00e7\u00e3o da Ci\u00eancia Aberta a partir de diferentes esferas de atua\u00e7\u00e3o do sistema nacional de ci\u00eancia e tecnologia. A perspectiva \u00e9 assumidamente plural: o livro d\u00e1 voz a institui\u00e7\u00f5es de fomento, ag\u00eancias de governo, universidades, redes colaborativas, infraestruturas de dados e grupos de pesquisa que v\u00eam, cada um a seu modo, incorporando princ\u00edpios e pr\u00e1ticas abertas ao seu cotidiano t\u00e9cnico, pol\u00edtico e cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais do que uma compila\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias isoladas, a publica\u00e7\u00e3o se prop\u00f5e como um panorama da constru\u00e7\u00e3o coletiva da Ci\u00eancia Aberta no Brasil. Essa constru\u00e7\u00e3o se materializa em tr\u00eas grandes eixos transversais que perpassam os relatos: a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, a cria\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o de infraestruturas tecnol\u00f3gicas, e a indu\u00e7\u00e3o cultural para novas formas de produ\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Pol\u00edticas p\u00fablicas e articula\u00e7\u00e3o interinstitucional<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Diversos cap\u00edtulos destacam a import\u00e2ncia dos compromissos assumidos pelo Brasil nos Planos de A\u00e7\u00e3o da Open Government Partnership (OGP) como impulso estrat\u00e9gico para o avan\u00e7o da Ci\u00eancia Aberta no pa\u00eds. Essa agenda propiciou o surgimento de instrumentos como o LattesData, o Observat\u00f3rio da Ci\u00eancia Aberta e diretrizes de avalia\u00e7\u00e3o mais alinhadas \u00e0 transpar\u00eancia e \u00e0 responsabilidade social da pesquisa. As experi\u00eancias relatadas indicam que, mesmo sem uma pol\u00edtica nacional unificada, h\u00e1 um processo de governan\u00e7a emergente em curso, sustentado por redes de colabora\u00e7\u00e3o entre ag\u00eancias como&nbsp;<strong>CNPq, CAPES, IBICT, CONFAP, RNP<\/strong>&nbsp;e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Infraestruturas e gest\u00e3o de dados<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro ponto de converg\u00eancia entre as experi\u00eancias apresentadas \u00e9 o esfor\u00e7o para criar ou fortalecer infraestruturas digitais voltadas ao compartilhamento de dados de pesquisa, pr\u00e9-publica\u00e7\u00f5es e outros objetos cient\u00edficos. Plataformas como BrCris, Arca Dados, SciELO Preprints, SciELO Data, e o trabalho articulado de reposit\u00f3rios institucionais e tem\u00e1ticos mostram o quanto o pa\u00eds tem avan\u00e7ado em solu\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas de visibilidade, interoperabilidade e preserva\u00e7\u00e3o. Ainda que em diferentes est\u00e1gios de maturidade, essas iniciativas revelam um movimento coordenado para tornar os dados cient\u00edficos mais acess\u00edveis, reutiliz\u00e1veis e audit\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Cultura cient\u00edfica e comunica\u00e7\u00e3o aberta<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um terceiro eixo que se destaca na obra \u00e9 o desafio cultural. A Ci\u00eancia Aberta, como mostram v\u00e1rios cap\u00edtulos, n\u00e3o se faz apenas com plataformas e decretos: ela exige mudan\u00e7as profundas nos modos de fazer ci\u00eancia, nas formas de avalia\u00e7\u00e3o da produtividade acad\u00eamica, no papel dos peri\u00f3dicos e no di\u00e1logo com a sociedade. A atua\u00e7\u00e3o da ABEC, da Fiocruz, das universidades, e das redes de ci\u00eancia cidad\u00e3 como a Civis ilustram esse esfor\u00e7o de transforma\u00e7\u00e3o cultural e pedag\u00f3gica, onde a forma\u00e7\u00e3o de pesquisadores e a inclus\u00e3o de novos sujeitos na produ\u00e7\u00e3o de conhecimento ganham centralidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>&#8220;O livro mostra que o Movimento Ci\u00eancia Aberta no Brasil \u00e9 mais diverso e vigoroso do que muitas vezes se imagina. Ao reunir essas experi\u00eancias, fica evidente que temos um ecossistema em forma\u00e7\u00e3o, que articula pol\u00edticas, tecnologias e pr\u00e1ticas. Ao mesmo tempo, o livro \u00e9 um chamado \u00e0 a\u00e7\u00e3o: ainda h\u00e1 muito a ser feito para consolidar uma cultura de ci\u00eancia aberta que seja efetivamente inclusiva e institucionalizada&#8221;,<\/em>&nbsp;afirmam os organizadores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com contribui\u00e7\u00f5es de mais de 30 autores e autoras, a obra representa uma oportunidade para compreender a pluralidade de caminhos adotados pelas institui\u00e7\u00f5es brasileiras na constru\u00e7\u00e3o de uma ci\u00eancia mais transparente, participativa e democr\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Acesse o e-book gratuitamente<\/strong>:<br><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.5281\/zenodo.15149338\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/doi.org\/10.5281\/zenodo.15149338<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fonte: <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/ibict\/pt-br\/central-de-conteudos\/noticias\/2025\/abril\/nova-obra-mapeia-a-consolidacao-da-ciencia-aberta-no-brasil-a-partir-das-experiencias-de-instituicoes-publicas\">https:\/\/www.gov.br\/ibict\/pt-br\/central-de-conteudos\/noticias\/2025\/abril\/nova-obra-mapeia-a-consolidacao-da-ciencia-aberta-no-brasil-a-partir-das-experiencias-de-instituicoes-publicas<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A rec\u00e9m-lan\u00e7ada publica\u00e7\u00e3o &#8220;Ci\u00eancia Aberta no Brasil: conquistas e desafios&#8221;&nbsp;prop\u00f5e uma leitura transversal e articulada do cen\u00e1rio brasileiro da Ci\u00eancia Aberta, reunindo reflex\u00f5es e experi\u00eancias institucionais que revelam a complexidade, os avan\u00e7os e as lacunas ainda presentes na transi\u00e7\u00e3o para um modelo cient\u00edfico mais aberto, colaborativo e respons\u00e1vel. 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