Tuco-tuco (Ctenomys ibicuiensis)

Grau de Ameaça: Segundo IUCN Não consta, RS –Dados Insuficientes

Habitat: Planície Costeira do RS

Distribuição: Dados insuficientes

Hábito de vida: Solitários, com apenas um indivíduo por cada sistema de túneis.

Características gerais: Possuem corpo adaptado ao modo de vida escavador, com olhos e orelha diminutos e patas e unhas fortes. Podem inclusive utilizar seus dentes para escavar e remover areia e terra dos túneis. No RS ocorrem cinco espécies, todas externamente muito semelhantes, sendo diferenciada apenas com estudos mais minuciosos como análise de forma e tamanho do crânio, número de cromossomos e sequenciamento genético. As espécies de Tuco-tuco no Estado têm como principais ameaças a redução e fragmentação do habitat e sua modificação, com introdução de animais domésticos e plantas exóticas. Vivem a maior parte do tempo no subsolo, onde se alimentam, reproduzem e cuidam da prole. Seu nome popular têm origem em sua vocalização, utilizada para comunicação social ou sexual.

Palavras-chave: Tuco-tuco, Ctenomys ibicuiensis, Classe Mammalia, Ordem Rodentia, Família Ctenomyidae

Referências Bibliográficas:

GONÇALVES, L. G. et al. Mamíferos do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Pacartes, 2014. 212 p.; il. Color. ISBN 978-85-62689-93-2

MARQUES, A. A. B. et al. Lista de Referência da Fauna Ameaçada de Extinção no Rio Grande do Sul. Decreto no 41.672, de 11 junho de 2002. Porto Alegre: FZB/MCT–PUCRS/PANGEA, 2002. 52p. (Publicações Avulsas FZB, 11)

RIO GRANDE DO SUL. 2014. Decreto Estadual n° 51.797, de 08 de setembro de 2014. Declara as Espécies da Fauna Silvestre Ameaçadas de Extinção do Rio Grande do Sul. Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.​

Autor: Filipe Ferreira da Silveira – Revisora Paula Horn – BiMaLab (UFRGS)

Este projeto procurará proporcionar a todos os cidadãos interessados informações de qualidade referentes as espécies da fauna do Rio Grande do Sul.