{"id":16068,"date":"2020-03-09T16:02:20","date_gmt":"2020-03-09T19:02:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/?p=16068"},"modified":"2020-03-10T18:12:45","modified_gmt":"2020-03-10T21:12:45","slug":"estudo-apresenta-evolucao-dos-indicadores-de-inovacao-do-rs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/estudo-apresenta-evolucao-dos-indicadores-de-inovacao-do-rs\/","title":{"rendered":"Estudo apresenta evolu\u00e7\u00e3o dos indicadores de inova\u00e7\u00e3o do RS"},"content":{"rendered":"<p>Presente entre os estados com maior capacita\u00e7\u00e3o acad\u00eamica e de participa\u00e7\u00e3o bem acima da m\u00e9dia nacional em termos de programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o considerados de excel\u00eancia, o Rio Grande do Sul registrou, nos \u00faltimos anos, um crescimento importante no n\u00famero de parques tecnol\u00f3gicos em opera\u00e7\u00e3o. Mas o desenvolvimento de inova\u00e7\u00f5es segue sendo um desafio importante para um estado que precisa aumentar sua competitividade na compara\u00e7\u00e3o com outros centros industrializados, em especial por parte de investimentos das empresas em pesquisas e desenvolvimento de tecnologias. H\u00e1 um risco de diminui\u00e7\u00e3o no dinamismo da economia ga\u00facha se n\u00e3o houver um fortalecimento do Sistema de Inova\u00e7\u00e3o do RS.<\/p>\n<p>Esses s\u00e3o alguns dos indicativos de um <a href=\"https:\/\/www.inova.rs.gov.br\/upload\/arquivos\/202003\/09141417-09130223-indicadores-cti-apresentac-a-o-final-1.pdf\">estudo in\u00e9dito lan\u00e7ado na segunda-feira, 9 de mar\u00e7o, com o objetivo de apurar a evolu\u00e7\u00e3o dos indicadores das capacita\u00e7\u00f5es em Ci\u00eancia e Tecnologia (C&amp;T) do sistema de inova\u00e7\u00e3o ga\u00facho<\/a>. Desenvolvida por uma equipe de pesquisadores do Departamento de Economia e Estat\u00edstica (DEE), vinculado \u00e0 Secretaria de Planejamento, Or\u00e7amento e Gest\u00e3o (Seplag), a pesquisa <em>An\u00e1lise de Indicadores das Capacita\u00e7\u00f5es Cient\u00edficas e Tecnol\u00f3gicas do RS<\/em> teve a colabora\u00e7\u00e3o da Secretaria de Inova\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia (Sict) e foi apresentada em evento no audit\u00f3rio da Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas.<\/p>\n<div class=\"artigo__texto\">\n<p>\u201c\u00c9 fundamental termos um diagn\u00f3stico mais abrangente sobre este tema, dada sua import\u00e2ncia ao desenvolvimento da nossa economia. A capacidade para desenvolvermos inova\u00e7\u00f5es \u00e9 determinante para a pr\u00f3pria sobreviv\u00eancia num mercado cada vez mais competitivo\u201d, salientou a secret\u00e1ria de Planejamento, Leany Lemos. Mesmo o RS estando numa posi\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria de capacita\u00e7\u00f5es e desenvolvimento de tecnologias em n\u00edvel nacional, alertou ela, \u00e9 preciso focar em estados e pa\u00edses que alcan\u00e7aram crescimento na medida que conseguiram incorporar inova\u00e7\u00f5es em produtos e servi\u00e7os. \u201cPrecisamos olhar para os melhores para avan\u00e7armos\u201d, resume ela.<\/p>\n<p>Um ponto de alerta \u00e9 a taxa de matr\u00edculas em cursos de gradua\u00e7\u00e3o no grupo Stem (ci\u00eancias, tecnologia, engenharia e matem\u00e1tica). Mesmo em crescimento nos \u00faltimos anos, neste quesito o RS fica abaixo dos demais estados mais industrializados e numa dist\u00e2ncia maior ainda na compara\u00e7\u00e3o a pa\u00edses com destaque na economia mundial. \u201dO desempenho na nossa forma\u00e7\u00e3o Stem precisa ser melhorado, pois pode gerar falta de profissionais qualificados para as empresas, afetando negativamente a sua competitividade, em particular no contexto da ind\u00fastria 4.0\u201d, alertou o pesquisador Rodrigo Morem, que atuou na elabora\u00e7\u00e3o do estudo.<\/p>\n<p>A pesquisa aponta que a participa\u00e7\u00e3o dos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em n\u00edvel de excel\u00eancia acad\u00eamica coloca o RS entre os tr\u00eas melhores no universo de estados mais industrializados do pa\u00eds (abaixo apenas de S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro). Neste universo, algumas das universidades ga\u00fachas igualmente figuram entre as melhores do pa\u00eds nas \u00e1reas de conhecimento vinculadas ao desenvolvimento de tecnologias, com destaque majorit\u00e1rio \u00e0s institui\u00e7\u00f5es federais.<\/p>\n<p>No entanto, a faixa l\u00edquida de alunos matriculados nos cursos de gradua\u00e7\u00e3o nestas \u00e1reas de forma\u00e7\u00e3o (Stem) coloca o Estado abaixo dos vizinhos das regi\u00f5es Sul e Sudeste, ficando mais pr\u00f3ximo do patamar de unidades com baixa atividade industrial. \u201cUm sistema de inova\u00e7\u00e3o compreende diferentes atores e todos precisam atuar suas capacita\u00e7\u00f5es nas atividades de ci\u00eancia e tecnologia\u201d, acrescentou o pesquisador.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Nova economia<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s apresentar a lista das maiores corpora\u00e7\u00f5es globais pelo valor de mercado, evidenciando com dados que o mundo mudou e, consequentemente, a economia, o secret\u00e1rio da Sict, Lu\u00eds Lamb, fomentou a reflex\u00e3o dos presentes. \u201cQuero deixar uma provoca\u00e7\u00e3o, um desafio: quais s\u00e3o as m\u00e9tricas para o s\u00e9culo XXI? Como a nova economia deve ser medida? Afinal, de acordo com alguns dos principais economistas modernos, continuamos usando o Pib, um indicador de 1930, para mensurar produtividade enquanto dever\u00edamos medir conhecimento e quanto esse conhecimento gera riqueza para o Rio Grande do Sul e pra o Brasil\u201d, afirmou Lamb, refor\u00e7ando que essa medida ser\u00e1 subs\u00eddio para p\u00fablicas p\u00fablicas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_16073\" aria-describedby=\"caption-attachment-16073\" style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-16073\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/09141653_1779_GDO.jpeg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"533\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/09141653_1779_GDO.jpeg 800w, https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/09141653_1779_GDO-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/09141653_1779_GDO-768x512.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-16073\" class=\"wp-caption-text\">Lamb comentou os resultados da pesquisa, destacando a import\u00e2ncia de medirmos o conhecimento que gera riqueza &#8211; Foto: Carolina Greiwe Ascom\/Seplag<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Perfil<\/strong><\/p>\n<p>A pesquisa da equipe do DEE aponta que os investimentos das empresas ga\u00fachas em atividades de inova\u00e7\u00e3o t\u00eam um perfil similar a m\u00e9dia nacional. Os gastos majorit\u00e1rios (47,3%) s\u00e3o na aquisi\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e equipamentos e apenas 30% em atividades internas de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D). Neste aspecto, o Rio de janeiro difere do perfil dos demais estados muito em decorr\u00eancia das atividades de P&amp;D da Petrobr\u00e1s, observou o pesquisador.<\/p>\n<p>As empresas industriais daqui, por\u00e9m, apresentam percentuais menores de profissionais com p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o ocupados nas atividades de P&amp;D, de 5,1% em 2014, se comparadas com a m\u00e9dia nacional, de 7,4%, ou com a de S\u00e3o Paulo, de 7,7. Esse \u00e9 um aspecto a ser melhorado no sistema de inova\u00e7\u00e3o do RS, em ordem a elevar a competitividade da ind\u00fastria ga\u00facha.<br \/>\nParques<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos cinco anos, o RS saltou de tr\u00eas para 14 parques tecnol\u00f3gicos em atividade. O segmento emprega 34,4% dos profissionais com gradua\u00e7\u00e3o (perde apenas para empresas de servi\u00e7os em TI, com 52,1%). Por\u00e9m, nestes centros de excel\u00eancia a presen\u00e7a de p\u00f3s-graduados (4,3%) \u00e9, em m\u00e9dia, duas vezes superior a setores como servi\u00e7os intensivos em conhecimento (1,8%), servi\u00e7os de tecnologias da informa\u00e7\u00e3o (1,7%) e ind\u00fastria de eletr\u00f4nicos e TICs (1,5%).<\/p>\n<p>O estudo identificou que existe um grande potencial para ampliar o n\u00famero de empresas residentes e start-ups. No levantamento mais recente e que foi inclu\u00eddo no trabalho, o setor de parques tecnol\u00f3gicos emprega mais de 10 mil pessoas em cerca de 300 empresas (majoritariamente atuando no desenvolvimento de software e em ind\u00fastrias de alta e m\u00e9dia intensidade tecnol\u00f3gica).<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o do estudo, o diretor da Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas da UFRGS, professor Carlos Henrique Horn, coordenou um debate com a participa\u00e7\u00e3o dos secret\u00e1rios e pesquisadores. Os secret\u00e1rios-adjuntos Gilberto Pompilio Filho (Seplag) e Fernando de Mattos (Sict), assim como diretor do DEE\/Seplag, Liderau marques J\u00fanior, igualmente estiveram presentes \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o, que foi acompanhada por alunos da \u00e1rea.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>*Informa\u00e7\u00f5es da Secretaria de Inova\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia do RS<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Presente entre os estados com maior capacita\u00e7\u00e3o acad\u00eamica e de participa\u00e7\u00e3o bem acima da m\u00e9dia nacional em termos de programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o considerados de excel\u00eancia, o Rio Grande do Sul registrou, nos \u00faltimos anos, um crescimento importante no n\u00famero de parques tecnol\u00f3gicos em opera\u00e7\u00e3o. Mas o desenvolvimento de inova\u00e7\u00f5es segue sendo um desafio importante para um estado que precisa aumentar sua competitividade na compara\u00e7\u00e3o com outros centros industrializados, em especial por parte de investimentos das empresas em pesquisas e desenvolvimento de tecnologias. H\u00e1 um risco de diminui\u00e7\u00e3o no dinamismo da economia ga\u00facha se n\u00e3o houver um fortalecimento do Sistema de Inova\u00e7\u00e3o do RS. Esses s\u00e3o alguns dos indicativos de um estudo in\u00e9dito lan\u00e7ado na segunda-feira, 9 de mar\u00e7o, com o objetivo de apurar a evolu\u00e7\u00e3o dos indicadores das capacita\u00e7\u00f5es em Ci\u00eancia e Tecnologia (C&amp;T) do sistema de inova\u00e7\u00e3o ga\u00facho. Desenvolvida por uma equipe de pesquisadores do Departamento de Economia e Estat\u00edstica (DEE), vinculado \u00e0 Secretaria de Planejamento, Or\u00e7amento e Gest\u00e3o (Seplag), a pesquisa An\u00e1lise de Indicadores das Capacita\u00e7\u00f5es Cient\u00edficas e Tecnol\u00f3gicas do RS teve a colabora\u00e7\u00e3o da Secretaria de Inova\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia (Sict) e foi apresentada em evento no audit\u00f3rio da Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas. \u201c\u00c9 fundamental termos um diagn\u00f3stico mais abrangente sobre este tema, dada sua import\u00e2ncia ao desenvolvimento da nossa economia. A capacidade para desenvolvermos inova\u00e7\u00f5es \u00e9 determinante para a pr\u00f3pria sobreviv\u00eancia num mercado cada vez mais competitivo\u201d, salientou a secret\u00e1ria de Planejamento, Leany Lemos. Mesmo o RS estando numa posi\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria de capacita\u00e7\u00f5es e desenvolvimento de tecnologias em n\u00edvel nacional, alertou ela, \u00e9 preciso focar em estados e pa\u00edses que alcan\u00e7aram crescimento na medida que conseguiram incorporar inova\u00e7\u00f5es em produtos e servi\u00e7os. \u201cPrecisamos olhar para os melhores para avan\u00e7armos\u201d, resume ela. Um ponto de alerta \u00e9 a taxa de matr\u00edculas em cursos de gradua\u00e7\u00e3o no grupo Stem (ci\u00eancias, tecnologia, engenharia e matem\u00e1tica). Mesmo em crescimento nos \u00faltimos anos, neste quesito o RS fica abaixo dos demais estados mais industrializados e numa dist\u00e2ncia maior ainda na compara\u00e7\u00e3o a pa\u00edses com destaque na economia mundial. \u201dO desempenho na nossa forma\u00e7\u00e3o Stem precisa ser melhorado, pois pode gerar falta de profissionais qualificados para as empresas, afetando negativamente a sua competitividade, em particular no contexto da ind\u00fastria 4.0\u201d, alertou o pesquisador Rodrigo Morem, que atuou na elabora\u00e7\u00e3o do estudo. A pesquisa aponta que a participa\u00e7\u00e3o dos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em n\u00edvel de excel\u00eancia acad\u00eamica coloca o RS entre os tr\u00eas melhores no universo de estados mais industrializados do pa\u00eds (abaixo apenas de S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro). Neste universo, algumas das universidades ga\u00fachas igualmente figuram entre as melhores do pa\u00eds nas \u00e1reas de conhecimento vinculadas ao desenvolvimento de tecnologias, com destaque majorit\u00e1rio \u00e0s institui\u00e7\u00f5es federais. No entanto, a faixa l\u00edquida de alunos matriculados nos cursos de gradua\u00e7\u00e3o nestas \u00e1reas de forma\u00e7\u00e3o (Stem) coloca o Estado abaixo dos vizinhos das regi\u00f5es Sul e Sudeste, ficando mais pr\u00f3ximo do patamar de unidades com baixa atividade industrial. \u201cUm sistema de inova\u00e7\u00e3o compreende diferentes atores e todos precisam atuar suas capacita\u00e7\u00f5es nas atividades de ci\u00eancia e tecnologia\u201d, acrescentou o pesquisador. &nbsp; Nova economia Ap\u00f3s apresentar a lista das maiores corpora\u00e7\u00f5es globais pelo valor de mercado, evidenciando com dados que o mundo mudou e, consequentemente, a economia, o secret\u00e1rio da Sict, Lu\u00eds Lamb, fomentou a reflex\u00e3o dos presentes. \u201cQuero deixar uma provoca\u00e7\u00e3o, um desafio: quais s\u00e3o as m\u00e9tricas para o s\u00e9culo XXI? Como a nova economia deve ser medida? Afinal, de acordo com alguns dos principais economistas modernos, continuamos usando o Pib, um indicador de 1930, para mensurar produtividade enquanto dever\u00edamos medir conhecimento e quanto esse conhecimento gera riqueza para o Rio Grande do Sul e pra o Brasil\u201d, afirmou Lamb, refor\u00e7ando que essa medida ser\u00e1 subs\u00eddio para p\u00fablicas p\u00fablicas. &nbsp; Perfil A pesquisa da equipe do DEE aponta que os investimentos das empresas ga\u00fachas em atividades de inova\u00e7\u00e3o t\u00eam um perfil similar a m\u00e9dia nacional. Os gastos majorit\u00e1rios (47,3%) s\u00e3o na aquisi\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e equipamentos e apenas 30% em atividades internas de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D). Neste aspecto, o Rio de janeiro difere do perfil dos demais estados muito em decorr\u00eancia das atividades de P&amp;D da Petrobr\u00e1s, observou o pesquisador. As empresas industriais daqui, por\u00e9m, apresentam percentuais menores de profissionais com p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o ocupados nas atividades de P&amp;D, de 5,1% em 2014, se comparadas com a m\u00e9dia nacional, de 7,4%, ou com a de S\u00e3o Paulo, de 7,7. Esse \u00e9 um aspecto a ser melhorado no sistema de inova\u00e7\u00e3o do RS, em ordem a elevar a competitividade da ind\u00fastria ga\u00facha. Parques Nos \u00faltimos cinco anos, o RS saltou de tr\u00eas para 14 parques tecnol\u00f3gicos em atividade. O segmento emprega 34,4% dos profissionais com gradua\u00e7\u00e3o (perde apenas para empresas de servi\u00e7os em TI, com 52,1%). Por\u00e9m, nestes centros de excel\u00eancia a presen\u00e7a de p\u00f3s-graduados (4,3%) \u00e9, em m\u00e9dia, duas vezes superior a setores como servi\u00e7os intensivos em conhecimento (1,8%), servi\u00e7os de tecnologias da informa\u00e7\u00e3o (1,7%) e ind\u00fastria de eletr\u00f4nicos e TICs (1,5%). O estudo identificou que existe um grande potencial para ampliar o n\u00famero de empresas residentes e start-ups. No levantamento mais recente e que foi inclu\u00eddo no trabalho, o setor de parques tecnol\u00f3gicos emprega mais de 10 mil pessoas em cerca de 300 empresas (majoritariamente atuando no desenvolvimento de software e em ind\u00fastrias de alta e m\u00e9dia intensidade tecnol\u00f3gica). Ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o do estudo, o diretor da Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas da UFRGS, professor Carlos Henrique Horn, coordenou um debate com a participa\u00e7\u00e3o dos secret\u00e1rios e pesquisadores. Os secret\u00e1rios-adjuntos Gilberto Pompilio Filho (Seplag) e Fernando de Mattos (Sict), assim como diretor do DEE\/Seplag, Liderau marques J\u00fanior, igualmente estiveram presentes \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o, que foi acompanhada por alunos da \u00e1rea. *Informa\u00e7\u00f5es da Secretaria de Inova\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia do RS<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":16069,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[21,9,4],"tags":[],"class_list":["post-16068","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-boletim","category-eventos","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16068","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16068"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16068\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16069"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16068"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16068"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16068"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}