{"id":17296,"date":"2020-05-06T14:52:51","date_gmt":"2020-05-06T17:52:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/?p=17296"},"modified":"2022-05-24T16:24:18","modified_gmt":"2022-05-24T19:24:18","slug":"e-hora-de-ousar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/e-hora-de-ousar\/","title":{"rendered":"\u00c9 hora de ousar!"},"content":{"rendered":"<p><strong>Novo manifesto dos professores da Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas da UFRGS: em favor da ado\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas efetivas para o combate aos impactos da pandemia<\/strong><\/p>\n<p>Em 25 de mar\u00e7o do corrente ano, a Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FCE-UFRGS) lan\u00e7ou o Manifesto \u201c<strong>Diretrizes e medidas de combate \u00e0 pandemia do coronav\u00edrus e para a recupera\u00e7\u00e3o da economia<\/strong>\u201d. Procurava-se, naquele momento, fazer um mapeamento inicial sobre as medidas adotadas em diversos pa\u00edses para lidar com os efeitos prim\u00e1rios e secund\u00e1rios da pandemia. E, mais importante, foram apresentadas in\u00fameras sugest\u00f5es para seu enfrentamento no caso do Brasil.<\/p>\n<p>Em continuidade, a FCE-UFRGS passou a disponibilizar trabalhos de docentes no seu portal e redes sociais, detalhando v\u00e1rios dos aspectos delineados no Manifesto e oferecendo novas perspectivas de an\u00e1lise e sugest\u00f5es de reorienta\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas nas suas diversas \u00e1reas de especialidade. Visto em perspectiva mais ampla, a Faculdade procura se alinhar ao esfor\u00e7o mais geral da UFRGS em mobilizar seus talentos e compet\u00eancias para contribuir com as sociedades sul-rio-grandense e brasileira em um momento t\u00e3o dram\u00e1tico de nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Agora, voltamos a nos manifestar de forma coletiva para conclamar os tomadores de decis\u00e3o e a sociedade em geral a se mobilizar no enfrentamento do que consideramos ser os maiores obst\u00e1culos diante de n\u00f3s: <strong>a falta de conhecimento sobre a realidade objetiva e o obscurantismo ideol\u00f3gico<\/strong>. E convidamos professores e investigadores de economia e economistas de v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es para se somarem ao nosso chamado em prol da raz\u00e3o e do conhecimento cient\u00edfico.<\/p>\n<p>A realidade reconhecida pelo mundo civilizado \u00e9 de que a crise atual \u00e9 extremamente grave em todas as suas dimens\u00f5es (ver, a prop\u00f3sito, <a href=\"http:\/\/www.imf.org\/en\/Publications\/SPROLLs\/covid19-special-notes\">www.imf.org\/en\/Publications\/SPROLLs\/covid19-special-notes<\/a>; <a href=\"https:\/\/www.iif.com\/\">www.iif.com<\/a>; voxeu.org; <a href=\"http:\/\/www.un.org\/en\/coronavirus\">www.un.org\/en\/coronavirus<\/a>; e <a href=\"http:\/\/www.ineteconomics.org\/\">www.ineteconomics.org<\/a>). Mesmo que com hesita\u00e7\u00f5es iniciais, as autoridades sanit\u00e1rias das regi\u00f5es mais fortemente atingidas pela pandemia adotaram pol\u00edticas de distanciamento social e, no limite, quarentenas extremamente restritivas. Isto foi feito para \u201cachatar a curva epidemiol\u00f3gica\u201d, vale dizer, para refrear a contamina\u00e7\u00e3o e salvar vidas humanas.<\/p>\n<p>At\u00e9 aqui, h\u00e1 evid\u00eancias de que as lideran\u00e7as pol\u00edticas e sociais que seguiram as orienta\u00e7\u00f5es dos especialistas nas \u00e1reas da sa\u00fade e em outras \u00e1reas de conhecimento lograram minimizar os sofrimentos individuais e coletivos de suas comunidades. J\u00e1 os que se afastaram deste caminho parecem contribuir para que as dificuldades em curso se potencializem. Somente no futuro teremos elementos mais objetivos para analisar o que funcionou e o que n\u00e3o deu certo na luta contra um inimigo t\u00e3o perigoso.<\/p>\n<p>No momento, trata-se de agir, com ousadia e contund\u00eancia. Na \u00e1rea da sa\u00fade, os especialistas trabalham de forma diuturna para a descoberta de vacinas e tratamentos comprovadamente seguros, o que dar\u00e1 a tranquilidade para que a vida social e econ\u00f4mica se normalize. J\u00e1 na \u00e1rea da economia, h\u00e1 vacinas testadas, cujos benef\u00edcios e riscos s\u00e3o relativamente conhecidos e manej\u00e1veis. Em especial, a Ci\u00eancia Econ\u00f4mica prov\u00ea alternativas para o equacionamento de crises econ\u00f4micas. Exemplos neste sentido s\u00e3o os novos esquemas de financiamento e redistribui\u00e7\u00e3o dos riscos financeiros em contextos de graves rupturas econ\u00f4micas, como nos casos das crises financeiras de 1929 (a \u201cGrande Depress\u00e3o\u201d) e de 2007-2009 (a \u201cGrande Recess\u00e3o\u201d).<\/p>\n<p>O ambiente que se seguiu \u00e0 crise de 1929 foi prop\u00edcio para o desenvolvimento dos instrumentos modernos de gest\u00e3o macroecon\u00f4mica e de regula\u00e7\u00e3o financeira. Depois de 2008, com uma nova ruptura nos sistemas financeiros das economias maduras, as autoridades monet\u00e1rias voltaram a ousar. Os bancos centrais ampliaram a liquidez global e financiaram seus Tesouros e institui\u00e7\u00f5es privadas pela compra de ativos e expans\u00e3o dos seus balan\u00e7os. Agora, uma vez mais, as autoridades monet\u00e1rias n\u00e3o est\u00e3o se furtando a agir e \u201ccriam moeda\u201d para financiar suas economias e absorver o risco sist\u00eamico.<\/p>\n<p>Em 2007, antes da crise financeira global, os balan\u00e7os dos bancos centrais dos Estados Unidos, da \u00e1rea do Euro, do Jap\u00e3o e da China somavam ativos da ordem de US$ 5 trilh\u00f5es. Em mar\u00e7o de 2020, tal montante chegou a US$ 21,6 trilh\u00f5es (dados consolidados em: <a href=\"http:\/\/www.yardeni.com\/pub\/peacockfedecbassets.pdf\">www.yardeni.com\/pub\/peacockfedecbassets.pdf<\/a>). Portanto, em pouco mais de uma d\u00e9cada, os bancos centrais quadruplicaram os meios de pagamento de suas economias sem que isso gerasse qualquer press\u00e3o significativa sobre os pre\u00e7os de bens e servi\u00e7os. Da mesma forma, as expectativas inflacion\u00e1rias seguiram est\u00e1veis. A maior expans\u00e3o de liquidez da hist\u00f3ria conhecida n\u00e3o gerou infla\u00e7\u00e3o adicional significativa naquelas economias.<\/p>\n<p>Sabemos que esta pol\u00edtica tinha por objetivo manifesto evitar uma queda generalizada nos pre\u00e7os dos ativos financeiros, o que poderia agravar ainda mais a crise financeira que ent\u00e3o se desenhava como a maior desde 1929. E, com isso, foram evitadas repercuss\u00f5es ainda mais negativas sobre o emprego e a renda. Retrospectivamente, n\u00e3o parece haver d\u00favidas de que tal estrat\u00e9gia foi bem-sucedida. Por\u00e9m, tamb\u00e9m sabemos que, no modo como foi conduzida, gerou efeitos colaterais bastante negativos, como a amplia\u00e7\u00e3o dos desequil\u00edbrios distributivos e a perda de confian\u00e7a das sociedades na democracia.<\/p>\n<p>Na atual conjuntura, a \u201cm\u00e1quina de criar dinheiro\u201d dos Estados nacionais voltou a ser acionada. Assim, por exemplo, o balan\u00e7o do FED reportou ativos totais de US$ 6,6 trilh\u00f5es no dia 30 de abril de 2020, com um aumento de mais de 50% em compara\u00e7\u00e3o com os valores observados no come\u00e7o do ano. O ritmo atual de compra de ativos (e cria\u00e7\u00e3o de liquidez) do banco central estadunidense \u00e9 de cerca de US$ 40 bilh\u00f5es por dia \u00fatil. Tais medidas intensificaram um importante debate em teoria econ\u00f4mica sobre poss\u00edveis consequ\u00eancias, sendo uma delas a infla\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, a infla\u00e7\u00e3o segue bem-comportada, at\u00e9 porque o avan\u00e7o corrente no desemprego \u00e9 o mais r\u00e1pido que se tem registro na hist\u00f3ria moderna. Como imaginar que haver\u00e1 press\u00f5es inflacion\u00e1rias diante de um quadro dram\u00e1tico no qual 30 milh\u00f5es de estadunidenses perderam seus empregos em pouco mais de um m\u00eas? A realidade estadunidense n\u00e3o \u00e9 isolada e reflete a profundidade da crise em curso.<\/p>\n<p>Diante desta realidade complexa, os signat\u00e1rios deste documento reconhecem que as medidas j\u00e1 anunciadas pelo governo federal do Brasil de apoio \u00e0s fam\u00edlias, \u00e0s empresas e aos governos locais (munic\u00edpios e estados) se alinham \u00e0s tend\u00eancias globais exigidas pela gravidade do momento. Saudamos, tamb\u00e9m, o Congresso Nacional, que n\u00e3o tem se furtado no cumprimento de sua miss\u00e3o institucional. E, com renovada admira\u00e7\u00e3o, manifestamos o nosso mais profundo apre\u00e7o pelo trabalho dos profissionais da \u00e1rea da sa\u00fade, especialmente aqueles dedicados ao SUS e \u00e0s institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de ensino e de pesquisa.<\/p>\n<p>Todavia, entendemos que o debate brasileiro precisa amadurecer e que as pol\u00edticas p\u00fablicas precisam ser mais robustas e ousadas. N\u00e3o podemos ficar presos aos preconceitos ideol\u00f3gicos e \u00e0s falsas dicotomias. A pandemia do COVID-19 \u00e9 uma trag\u00e9dia humanit\u00e1ria de grandes propor\u00e7\u00f5es e est\u00e1 produzindo efeitos profundamente disruptivos sobre a sociedade. As perdas de vida e os adoecimentos gerados pela emerg\u00eancia sanit\u00e1ria suscitam absoluta solidariedade com as fam\u00edlias diretamente afetadas e a necessidade de implanta\u00e7\u00e3o de medidas efetivas no sentido de mitigar mortes e sofrimentos, bem como de resgatar a esperan\u00e7a em nossa economia e sociedade. Neste contexto, o Estado brasileiro precisa contar com um arsenal mais amplo e efetivo de instrumentos de pol\u00edtica econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, a medida mais efetiva de combate \u00e0 pandemia reside no distanciamento social. A ado\u00e7\u00e3o da estrat\u00e9gia de isolamento social implica dificuldades para todos, em especial para os mais pobres e mais fr\u00e1geis diante da ruptura do fluxo da atividade econ\u00f4mica. Os impactos s\u00e3o conhecidos por todos; associam-se \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e da demanda por bens e servi\u00e7os. Afetam de modo particularmente severo as fam\u00edlias de menor renda, sobretudo aquelas cuja inser\u00e7\u00e3o laboral ocorre no setor de servi\u00e7os. Empresas, especialmente as micro, pequenas e m\u00e9dias, sofrem significativos preju\u00edzos que amea\u00e7am sua exist\u00eancia. Uni\u00e3o, Estados e Munic\u00edpios defrontam-se com o desafio imediato de custear as a\u00e7\u00f5es de combate \u00e0 dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a e de tratamento dos infectados, bem como de minimizar os impactos sociais e econ\u00f4micos da emerg\u00eancia sanit\u00e1ria, num contexto de forte contra\u00e7\u00e3o da arrecada\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria.<\/p>\n<p>Assim, diante das graves condi\u00e7\u00f5es em que o pa\u00eds se encontra, este Manifesto conclama o Congresso Nacional e as lideran\u00e7as da sociedade que reconhe\u00e7am a import\u00e2ncia das experi\u00eancias internacionais mais bem-sucedidas no enfrentamento das crises econ\u00f4micas, particularmente a atual. E, com isso, que promovam as medidas necess\u00e1rias para minimizar os seus efeitos no Brasil. Em especial, enfatiza-se aqui a ado\u00e7\u00e3o das seguintes medidas e diretrizes, algumas delas adicionais \u00e0quelas anunciadas no Manifesto de mar\u00e7o:<\/p>\n<ul>\n<li>Permitir que, em car\u00e1ter excepcional, o Banco Central possa comprar t\u00edtulos p\u00fablicos diretamente do Tesouro Nacional.<\/li>\n<li>Financiar programas de transfer\u00eancia de renda para os segmentos mais vulner\u00e1veis da sociedade por meio da emiss\u00e3o de d\u00edvida p\u00fablica a ser adquirida pelo Banco Central do Brasil (BCB). O tamanho destes programas dever\u00e1 ser calibrado em fun\u00e7\u00e3o do contingente de pessoas que est\u00e1 sem ocupa\u00e7\u00e3o no per\u00edodo da pandemia.<\/li>\n<li>Financiar programas de expans\u00e3o sustentada e de consolida\u00e7\u00e3o do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS), igualmente por meio da emiss\u00e3o de d\u00edvida p\u00fablica a ser adquirida pelo Banco Central do Brasil, ampliando a oferta de servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade \u00e0 popula\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>O mesmo expediente dever\u00e1 ser utilizado, tamb\u00e9m em car\u00e1ter excepcional, quando da retomada das atividades econ\u00f4micas por meio de programas de obras p\u00fablicas, com foco no investimento amplo em saneamento, inclusive para fins de absor\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra ociosa ainda por decorr\u00eancia da maior vulnerabilidade do tecido econ\u00f4mico. Em termos gerais, o investimento em infraestrutura dever\u00e1 necessariamente contemplar recursos p\u00fablicos e privados.<\/li>\n<li>Interromper imediatamente a pol\u00edtica de venda de reservas internacionais. As press\u00f5es no mercado cambial devem ser minimizadas por instrumentos alternativos, como a venda de contratos de <em>swap<\/em> As vendas pontuais de ativos de reserva devem ser feitas somente com compromisso de recompra, de modo a preservar a integralidade dos seus n\u00edveis atuais.<\/li>\n<li>Usar integralmente os saldos dos dep\u00f3sitos compuls\u00f3rios para o financiamento de um programa de investimentos p\u00fablicos e privados em infraestrutura, com \u00eanfase em obras de saneamento, habita\u00e7\u00e3o, transporte p\u00fablico, energias renov\u00e1veis e preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente. No final de abril de 2020, tal saldo era de R$ 383 bilh\u00f5es (ou 5,2% do PIB). A emiss\u00e3o de t\u00edtulos p\u00fablicos e o uso dos fundos constitucionais poder\u00e1 complementar este esfor\u00e7o. Os bancos p\u00fablicos, especialmente os federais, dever\u00e3o ser os instrumentos centrais para a realiza\u00e7\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es de financiamento.<\/li>\n<li>Reconstituir os n\u00edveis de financiamento \u00e0 pesquisa b\u00e1sica e aplicada aos padr\u00f5es reais m\u00e9dios do per\u00edodo 2012-2015 (com reposi\u00e7\u00e3o integral da infla\u00e7\u00e3o), particularmente dos \u00f3rg\u00e3os federais de fomento e pesquisa (CNPq, Capes, Finep, Fiocruz etc.).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Nas sociedades modernas, uma das principais dimens\u00f5es da posi\u00e7\u00e3o peculiar ocupada pelo Estado \u00e9 o monop\u00f3lio na emiss\u00e3o de meios de pagamento. Em momentos de crise, \u201ccria\u201d poder de compra geralmente direcionado aos bancos com os objetivos de preservar a higidez do setor e fornecer recursos aos agentes econ\u00f4micos por meio de opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito. No entanto, a crise atual exige bem mais do que isto. \u00c9 necess\u00e1rio um esfor\u00e7o sist\u00eamico para transferir poder de compra diretamente \u00e0s fam\u00edlias mais fragilizadas; \u00e0s empresas comprometidas com a sustenta\u00e7\u00e3o do emprego; aos Estados e munic\u00edpios, entes federativos respons\u00e1veis pela presta\u00e7\u00e3o direta de servi\u00e7os essenciais \u00e0 cidadania brasileira e que enfrentam forte retra\u00e7\u00e3o em sua arrecada\u00e7\u00e3o. E para que a pr\u00f3pria Uni\u00e3o consiga agir de modo eficiente na retomada da economia.<\/p>\n<p>As iniciativas que listamos aqui, se bem coordenadas entre as diferentes esferas de governo, poder\u00e3o oferecer ao pa\u00eds uma retomada da atividade econ\u00f4mica com um horizonte de desenvolvimento de longo prazo. O norte orientador das pol\u00edticas econ\u00f4micas deve ser o de minimizar toda a forma de sofrimento desnecess\u00e1rio, particularmente aquele que amea\u00e7a as nossas fam\u00edlias e empresas. Ainda que n\u00e3o componham uma lista exaustiva, as medidas e diretrizes arroladas indicam vetores b\u00e1sicos para uma pol\u00edtica de recupera\u00e7\u00e3o e desenvolvimento econ\u00f4mico que responda \u00e0s necessidades efetivas do pa\u00eds como um todo e n\u00e3o apenas de grupos mais bem aquinhoados.<\/p>\n<p>Os signat\u00e1rios deste documento acreditam que \u00e9 um imperativo moral lan\u00e7ar m\u00e3o de todas as ferramentas e instrumentos de pol\u00edtica econ\u00f4mica utilizados com sucesso em outros pa\u00edses, especialmente por meio da expans\u00e3o quantitativa do balan\u00e7o do Banco Central. Restri\u00e7\u00f5es auto impostas e posi\u00e7\u00f5es dogm\u00e1ticas operam apenas no sentido de potencializar os danosos efeitos da crise sobre o tecido social. O momento demanda um compromisso decisivo de todos com a solidariedade social. Com base na experi\u00eancia internacional recente e diante da forte depress\u00e3o econ\u00f4mica em gesta\u00e7\u00e3o, entendemos que a inje\u00e7\u00e3o de dinheiro novo na economia pela compra de t\u00edtulos do Tesouro por parte do BCB poder\u00e1 criar o necess\u00e1rio poder de mobilizar fatores produtivos, sem gerar press\u00f5es inflacion\u00e1rias significativas no curto prazo. Se este risco se colocar no futuro, o BCB poder\u00e1 atuar no sentido de preservar a estabilidade monet\u00e1ria e financeira.<\/p>\n<p><strong>Enfatizamos que tal medida dever\u00e1 ter um car\u00e1ter excepcional e n\u00e3o substitui o importante debate sobre a reorganiza\u00e7\u00e3o das finan\u00e7as p\u00fablicas do pa\u00eds<\/strong>. Assim como no caso da sa\u00fade, acreditamos que as pol\u00edticas p\u00fablicas na \u00e1rea econ\u00f4mica precisam se fundar em preceitos cient\u00edficos e morais. A ci\u00eancia nos fornece elementos objetivos de observa\u00e7\u00e3o da realidade, ao passo que a moral no indica quais caminhos devem ser trilhados para preservar a coes\u00e3o social e garantir que as pessoas possam desenvolver plenamente os seus potenciais.<\/p>\n<p>Os signat\u00e1rios deste documento, n\u00e3o obstante suas distintas vis\u00f5es de mundo e mesmo sobre pormenores da aplica\u00e7\u00e3o das medidas acima listadas, compartilham o desejo de se construir uma sociedade mais justa e valorizam o debate p\u00fablico racional e o respeito \u00e0 pluralidade. Entendemos que o obscurantismo ideol\u00f3gico, em todas as suas formas de manifesta\u00e7\u00e3o, representa um grave obst\u00e1culo a ser superado para que a sociedade brasileira possa sair deste momento de crise. E, acima de tudo, acreditamos na import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o e da ci\u00eancia, que s\u00e3o as fronteiras \u00faltimas que nos separam da barb\u00e1rie.<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><strong>Subscrevem os professores ativos e aposentados da Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas\/UFRGS (em ordem alfab\u00e9tica \/ atualizado em 8 de maio):<\/strong><\/p>\n<p><strong>Achyles Barcelos da Costa<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRJ<\/p>\n<p><strong>Alessandro Donadio Miebach<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, PUCRS<\/p>\n<p><strong>Ana L\u00facia Tatsch<\/strong><br \/>\nDoutora em Economia, UFRJ<\/p>\n<p><strong>Andr\u00e9 Luiz Reis da Silva<\/strong><br \/>\nDoutor em Ci\u00eancia Pol\u00edtica, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Andr\u00e9 Moreira Cunha<\/strong><br \/>\nDoutor em Ci\u00eancia Econ\u00f4mica, UNICAMP<\/p>\n<p><strong>Andr\u00e9s Ernesto Ferrari Haines<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Antonio Ernani Martins Lima<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Ario Zimmermann<\/strong><br \/>\nMestre em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Carlos Henrique Vasconcellos Horn<\/strong><br \/>\nDoutor em Industrial Relations, London School of Economics and Political Science<\/p>\n<p><strong>Carlos Guilherme Adalberto Mielitz Neto<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UNICAMP<\/p>\n<p><strong>Carlos Sch\u00f6nerwald<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, University of Utah<\/p>\n<p><strong>Cassiane Velho<\/strong><br \/>\nMestre em Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Cl\u00e1udio Francisco Accurso<\/strong><br \/>\nMestre em Economia, Escolatina, Chile<\/p>\n<p><strong>Daniela Dias K\u00fchn<\/strong><br \/>\nDoutora em Desenvolvimento Rural, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Duilio da Avila B\u00earni<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, University of Oxford<\/p>\n<p><strong>Eduardo Ernesto Filippi<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia Pol\u00edtica, Universit\u00e9 de Versailles<\/p>\n<p><strong>Fabian Scholze Domingues<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia do Desenvolvimento, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Fernando Ferrari Filho<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, USP<\/p>\n<p><strong>Fl\u00e1vio Fligenspan<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Flavio Tosi Feij\u00f3<br \/>\n<\/strong>Doutor em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Flavio Vasconcellos Comim<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, University of Cambridge<\/p>\n<p><strong>Gabriela Peixoto Coelho de Souza<\/strong><br \/>\nDoutora em Bot\u00e2nica, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Gentil Corazza<\/strong><br \/>\nDoutor em Ci\u00eancia Econ\u00f4mica, UNICAMP<\/p>\n<p><strong>Glaison Augusto Guerrero<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Glaucia Campregher<\/strong><br \/>\nDoutora em Economia, UNICAMP<\/p>\n<p><strong>Glauco Schultz<\/strong><br \/>\nDoutor em Agroneg\u00f3cios, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Helio Afonso de Aguilar Filho<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>H\u00e9lio Henkin<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Henrique Morrone<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, University of Utah<\/p>\n<p><strong>Herm\u00f3genes Saviani Filho<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Jacqueline Ang\u00e9lica Hern\u00e1ndez Haffner<\/strong><br \/>\nDoutora em Hist\u00f3ria Econ\u00f4mica, PUCRS<\/p>\n<p><strong>Janice Dornelles de Castro<\/strong><br \/>\nDoutora em Sa\u00fade Coletiva, UNICAMP<\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o Armando Dessimon Machado<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia Agroalimentar, Universidade de C\u00f3rdoba, Espanha<\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Lummertz<\/strong><br \/>\nMestre em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Julio Cesar de Oliveira<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Karen Sttallbaum<\/strong><br \/>\nMestre em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Leandro Valiati<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia do Desenvolvimento, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Leonardo Xavier da Silva<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Leonel Toshio Clemente<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia do Desenvolvimento, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Lovois de Andrade Miguel <\/strong><br \/>\nDoutor em Desenvolvimento Rural, Institut National Agronomique Paris-Grignon (INA-PG)<\/p>\n<p><strong>Luiz Augusto Faria<\/strong><br \/>\nDoutor em Ci\u00eancias, UFRJ<\/p>\n<p><strong>Luiza Peruffo<\/strong><br \/>\nDoutora em Politics and International Studies, University of Cambridge<\/p>\n<p><strong>Maria Alice Lahorgue<\/strong><br \/>\nDoutora em Economia pela Universit\u00e9 de Paris 1<\/p>\n<p><strong>Maria Aparecida Grendene de Souza<\/strong><br \/>\nMestre em Economia, UFRGS, e Servidora aposentada do Banco Central do Brasil<\/p>\n<p><strong>Maria de Lurdes Furno da Silva<\/strong><br \/>\nDoutora em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Marcelo Antonio Conterato<\/strong><br \/>\nDoutor em Desenvolvimento Rural, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Marco Aur\u00e9lio Chaves Cepik<br \/>\n<\/strong>Doutor em Ci\u00eancia Pol\u00edtica, IUPERJ<\/p>\n<p><strong>Mauricio Andrade Weiss<\/strong><br \/>\nDoutor em Teoria Econ\u00f4mica, UNICAMP<\/p>\n<p><strong>Nilton Pinho de Bem<\/strong><br \/>\nDoutor em Desenvolvimento Rural, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Octavio A. C. Concei\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Paulo D. Waquil<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia Agr\u00edcola, University of Wisconsin<\/p>\n<p><strong>Pedro Cezar Dutra Fonseca<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, USP<\/p>\n<p><strong>Ricardo Dathein<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UNICAMP<\/p>\n<p><strong>R\u00f3ber Iturriet Avila<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia do Desenvolvimento, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Ronaldo Herrlein Jr.<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UNICAMP<\/p>\n<p><strong>Rumi Regina Kubo<\/strong><br \/>\nDoutora em Antropologia Social, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Sabino da Silva Porto J\u00fanior<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Silvia Regina Ferabolli<\/strong><br \/>\nDoutora em Pol\u00edtica e Estudos Internacionais, SOAS, University of London<\/p>\n<p><strong>St\u00e9fano Florissi<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, University of Illinois<\/p>\n<p><strong>Veronica Korber Gon\u00e7alves<\/strong><br \/>\nDoutora em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, UnB<\/p>\n<p><strong>Wendy Beatriz Witt Haddad Carraro<\/strong><br \/>\nDoutora em Economia do Desenvolvimento, UFRGS<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Aderem como signat\u00e1rios <\/strong><strong>(em ordem alfab\u00e9tica \/ atualizado em 27 de maio):<\/strong><\/p>\n<p><strong>Adalmir Marquetti<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, New School for Social Research<br \/>\nProfessor da PUCRS<\/p>\n<p><strong>Adriano Vilela Sampaio<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UNICAMP<br \/>\nProfessor da UFF<\/p>\n<p><strong>Alberto Marcos Nogueira <\/strong><br \/>\nDoutorando em Estudos Estrat\u00e9gicos Internacionais, UFRGS<br \/>\nAnalista de Planejamento, Or\u00e7amento e Gest\u00e3o da Secretaria de Planejamento do RS<\/p>\n<p><strong>Alcides Goularti Filho<br \/>\n<\/strong>Doutor em Economia, UNICAMP<br \/>\nProfessor da UNESC<br \/>\nPresidente da ABPHE<\/p>\n<p><strong>Alex Leonardi<\/strong><br \/>\nDoutor em Agroneg\u00f3cios, UFRGS<br \/>\nProfessor de Economia, FURG<\/p>\n<p><strong>Aline Gazola Hellmann<br \/>\n<\/strong>Doutora em Economia do Desenvolvimento, UFRGS<\/p>\n<p><span data-sheets-value=\"{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Aline Zulian, doutoranda em Economia, UFRGS.&quot;}\" data-sheets-userformat=\"{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}\"><strong>Aline Zulian<br \/>\n<\/strong>Doutoranda em Economia, UFRGS<\/span><\/p>\n<p><strong>Allan Santin Garcia<\/strong><br \/>\nBacharel em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas e Especialista em Gest\u00e3o P\u00fablica, UFRGS<br \/>\nFuncion\u00e1rio p\u00fablico efetivo da C\u00e2mara Municipal de Porto Alegre<\/p>\n<p><strong>Alysson Lorenzon Portella<br \/>\n<\/strong>Doutorando em Economia, INSPER<\/p>\n<p><strong>Ana L\u00facia Fialho<br \/>\n<\/strong>Bacharel em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UFMS<\/p>\n<p><strong>Ana Maria Rita Milani<\/strong><br \/>\nDoutora em Economia, UFRGS<br \/>\nProfessora da Faculdade de Economia, Administra\u00e7\u00e3o e Contabilidade da UFAL<\/p>\n<p><strong>Ana Zandwais<br \/>\n<\/strong>Doutora em Ci\u00eancias da Linguagem, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Anderson Tadeu Marques Cavalcante<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, University of Cambridge<br \/>\nProfessor da UFMG<\/p>\n<p><strong>Andre da Silva Pereira<br \/>\n<\/strong>Doutor em Economia, UFRGS<br \/>\nProfessor da UPF<\/p>\n<p><strong>Andr\u00e9 Roncaglia<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia do Desenvolvimento, USP<br \/>\nProfessor da EPPEN-UNIFESP e pesquisador do CEBRAP<\/p>\n<p><strong>Anelise Manganelli<\/strong><br \/>\nMestre em Economia, PUCRS<br \/>\nT\u00e9cnica do DIEESE<\/p>\n<p><strong>Angela Welters<br \/>\n<\/strong>Doutora em Desenvolvimento Econ\u00f4mico, UNICAMP<br \/>\nProfessora da UFPR<\/p>\n<p><strong>An\u00ed Ren\u00ed Ew<br \/>\n<\/strong>Mestre em Economia Rural, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Antonio Eduardo Kloc<br \/>\n<\/strong>Mestre em Educa\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica e Tecnol\u00f3gica, UTFPR<\/p>\n<p><strong>Augusto Neftali Corte de Oliveira<br \/>\n<\/strong>Doutor em Ci\u00eancia Pol\u00edtica, UFRGS<br \/>\nProfessor da PUCRS<\/p>\n<p><strong>Basilio Alberto Sartor<br \/>\n<\/strong>Doutor em Comunica\u00e7\u00e3o e Informa\u00e7\u00e3o, UFRGS<br \/>\nProfessor no curso de Jornalismo da UFRGS<\/p>\n<p><strong>Benedito Tadeu C\u00e9sar<\/strong><br \/>\nDoutor em Ci\u00eancias Sociais, UNICAMP<br \/>\nProfessor aposentado, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Ben-Hur Petry<\/strong><br \/>\nMestrando em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Caio C\u00e9sar A. B. L. Silva<\/strong><br \/>\nMestrando em Economia Aplicada, Universidade Federal de Ouro Preto<\/p>\n<p><strong>Camille Amorim Leite Ribeiro<br \/>\n<\/strong>Doutoranda em Estudos Estrat\u00e9gicos Internacionais, PPGEEI\/UFRGS<\/p>\n<p><strong>Carlos Nelson dos Reis<br \/>\n<\/strong>Doutor em Economia, UNICAMP<br \/>\nProfessor da PUCRS<\/p>\n<p><strong>Carlos Renato Ungaretti<\/strong><br \/>\nEspecialista em Estrat\u00e9gia e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais Contempor\u00e2neas, PPGEEI<br \/>\nMestrando do PPGEEI\/UFRGS<\/p>\n<p><strong>Carlos Roberto Gabriani<br \/>\n<\/strong>Doutor em Economia, UFRGS<br \/>\nProfessor do Curso de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas da UFMS<\/p>\n<p><strong>Carmem Aparecida do Valle Costa Feij\u00f3<\/strong><br \/>\nDoutora em Economia, University College London<br \/>\nProfessora da UFF<\/p>\n<p><strong>Caterina Groposo Pav\u00e3o<br \/>\n<\/strong>Doutora em Comunica\u00e7\u00e3o e Informa\u00e7\u00e3o, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Cau\u00ea Assis Br\u00e1z<br \/>\n<\/strong>Mestrando em Desenvolvimento Rural, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Christian Velloso Kuhn<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia do Desenvolvimento, UFRGS<br \/>\nProfessor do Instituto Profecom<\/p>\n<p><strong>Clarissa Black<\/strong><br \/>\nDoutora em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Claudio Raimundo de Bastos Brasil<br \/>\n<\/strong>Mestre em Desenvolvimento Rural, PGDR\/UFRGS<br \/>\nProfessor EBTT do Instituto Federal Farroupilha<\/p>\n<p><strong>Clesio Louren\u00e7o Xavier<\/strong><br \/>\nDoutor em Ci\u00eancia Econ\u00f4mica, UNICAMP<br \/>\nProfessor do Instituto de Economia e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, UFU<\/p>\n<p><strong>Cl\u00e9zio Jos\u00e9 dos Santos Gon\u00e7alves<\/strong><br \/>\nDoutor em Educa\u00e7\u00e3o e Neuroci\u00eancias, UNIMEP<br \/>\nDocente pesquisador da Esefid\/UFRGS<\/p>\n<p><strong>Cl\u00favio Soares Terceiro<\/strong><br \/>\nDoutor em Educa\u00e7\u00e3o, UFRGS<br \/>\nProfessor de Administra\u00e7\u00e3o do IFRS, Campus Porto Alegre<\/p>\n<p><strong>Cristiano Trucolo Rodrigues<br \/>\n<\/strong>Bacharel em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Cristina Pereira Vieceli<\/strong><br \/>\nDoutoranda em Economia, UFRGS<br \/>\nT\u00e9cnica do DIEESE<\/p>\n<p><strong>Daniel Lemos Jeziorny<br \/>\n<\/strong>Doutor Economia, UFU<br \/>\nProfessor Adjunto na Faculdade de Economia da UFBA<\/p>\n<p><strong>Daniela Magalh\u00e3es Prates<\/strong><br \/>\nEconomista S\u00eanior da Divis\u00e3o de Globaliza\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento da UNCTAD e Professora Licenciada do Instituto de Economia da UNICAMP<\/p>\n<p><strong>D\u00e9bora Machado Nunes<\/strong><br \/>\nDoutoranda em Economia e Assistente p\u00f3s-graduada de ensino, Colorado State University<\/p>\n<p><strong>Eduardo Rodrigues Sanguinet<br \/>\n<\/strong>Mestre em Desenvolvimento Rural, UFRGS<br \/>\nDoutorando em Economia, na PUCRS e UCN<\/p>\n<p><strong>Eliane Maria Severo Gon\u00e7alves<br \/>\n<\/strong>Especialista em Gest\u00e3o de Bibliotecas Universit\u00e1rias, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Ely Jos\u00e9 de Mattos<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Fabiano Nico dos Santos<br \/>\n<\/strong>Bacharel em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, PUCSP<\/p>\n<p><strong>F\u00e1bio Henrique Bittes Terra<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<br \/>\nProfessor da UFABC<\/p>\n<p><strong>Felipe Santos Tostes<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFF<br \/>\nProfessor do Departamento de Economia, UFF\/Campos<\/p>\n<p><strong>Felipe Resende Oliveira<br \/>\n<\/strong>Doutor em Economia, UFPE<br \/>\nProfessor da UFMT<\/p>\n<p><strong>Fernanda Castilhos Fran\u00e7a de Vasconcellos<br \/>\n<\/strong>Doutoranda em Desenvolvimento Rural, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Fernanda Feil<\/strong><br \/>\nDoutoranda em Economia, UFF<\/p>\n<p><strong>Fernanda Fontanari Nunes<br \/>\n<\/strong>Doutora em Qu\u00edmica, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Fernanda Ultremare<\/strong><br \/>\nDoutora em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UNICAMP<br \/>\nProfessora da UFRN<\/p>\n<p><strong>Fernanda Valada<\/strong><br \/>\nMestre em Economia do Desenvolvimento, UFRGS<br \/>\nIndigenista Especializada, FUNAI<\/p>\n<p><strong>Fernando Augusto Mansor de Mattos<\/strong><br \/>\nDoutor em Ci\u00eancia Econ\u00f4mica, UNICAMP<br \/>\nProfessor da UFF<\/p>\n<p><strong>Fl\u00e1vio Vilela Vieira<\/strong><br \/>\nDoutorado em Economia, University of New Hampshire<br \/>\nProfessor do IERI-UFU<\/p>\n<p><strong>Gabriel Gal\u00edpolo<\/strong><br \/>\nMestre em Economia, PUC-SP<\/p>\n<p><strong>Giliad de Souza Silva<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<br \/>\nProfessor da Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UNIFESSPA<\/p>\n<p><strong>Giovanni dos Santos<br \/>\n<\/strong>Bacharel em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Graziele Araujo Silvestrin<br \/>\n<\/strong>Bacharel em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Guilherme de Queiroz Stein<br \/>\n<\/strong>Doutorando em Pol\u00edticas P\u00fablicas, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Guilherme Grandi<br \/>\n<\/strong>Doutor em Hist\u00f3ria Econ\u00f4mica, USP<br \/>\nProfessor da FEA\/USP<\/p>\n<p><strong>Guilherme Ziebell de Oliveira<br \/>\n<\/strong>Doutor em Ci\u00eancia Pol\u00edtica, UFRGS<br \/>\nProfessor colaborador do PPGEEI\/UFRGS<\/p>\n<p><strong>Gustavo Souto de Noronha <\/strong><br \/>\nDoutorando em Economia, UFF<br \/>\nEconomista do INCRA e professor da UNESA<\/p>\n<p><strong>Gustavo Teixeira Ferreira da Silva<\/strong><br \/>\nDoutorando em Economia, UFF<\/p>\n<p><strong>Heliane M\u00fcller de Souza Nunes<br \/>\n<\/strong>Doutora em Hist\u00f3ria, PUCRS<\/p>\n<p><strong>Henrique de Abreu Grazziotin<\/strong><br \/>\nDoutorando em Economia do Desenvolvimento, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Herton Castiglioni Lopes<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<br \/>\nProfessor da UFFS<\/p>\n<p><strong>Ingo Antonio Luger<br \/>\n<\/strong>Doutor em Economia, Universidade de Viena<br \/>\nConsultor de Or\u00e7amento da C\u00e2mara dos Deputados<\/p>\n<p><strong>Iracema Keila Castelo Branco<\/strong><br \/>\nMestre em Economia, PUCRS<br \/>\nEconomista da SEPLAG-RS<\/p>\n<p><strong>Ivan Colangelo Salom\u00e3o<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<br \/>\nProfessor da UFPR<\/p>\n<p><strong>Jailson Coelho <\/strong><br \/>\nDoutor em Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o, UFSC<br \/>\nMestre em Economia, UFSC<\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o Francisco Cortes Bustamante<br \/>\n<\/strong>Bacharel em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Jonattan Rodriguez Castelli<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<br \/>\nProfessor da Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UEMS<\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Elesb\u00e3o de Almeida<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<br \/>\nProfessor da UERN<\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Miguel Pretto <\/strong><br \/>\nDoutor em Pol\u00edticas Sociais e Direitos Humanos, UCPEL<\/p>\n<p><strong>Josu\u00e9 Martins<br \/>\n<\/strong>Mestre em Economia, UFSC<\/p>\n<p><strong>J\u00falia Teixeira Leal<\/strong><br \/>\nDoutoranda em Economia, UFF<\/p>\n<p><strong>Julimar da Silva Bichara<\/strong><br \/>\nDoutor em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UAM, Espanha<br \/>\nProfessor da Universidad Aut\u00f3noma de Madrid<\/p>\n<p><strong>Julio Fernando Costa Santos<br \/>\n<\/strong>Doutor em Economia, UFU<br \/>\nProfessor do IERI-UFU<\/p>\n<p><strong>La\u00eds Fernanda de Azevedo<br \/>\n<\/strong>Professora da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul<\/p>\n<p><strong>Lauro Mattei<br \/>\n<\/strong>Doutor em Economia, UNICAMP<br \/>\nProfessor da UFSC<\/p>\n<p><strong>L\u00e1zaro Camilo Recompensa Joseph<br \/>\n<\/strong> Doutor em Ci\u00eancias Econ\u00f4mica, UNICAMP<br \/>\nProfessor da UFSM<\/p>\n<p><strong>Leonardo Alexandre Peyr\u00e9 Tartaruga<br \/>\n<\/strong>Doutor em Ci\u00eancias do Movimento Humano, UFRGS<br \/>\nProfessor da UFRGS<\/p>\n<p><strong>Leonardo Beria Capuano<\/strong><br \/>\nBacharel em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Lorena Holzmann<\/strong><br \/>\nDoutora em Sociologia, USP<br \/>\nProfessora aposentada da UFRGS<\/p>\n<p><strong>Lucas Brose<\/strong><br \/>\nBacharel em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Luciane Franke<\/strong><br \/>\nDoutoranda em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Luciano Luiz Manarin D&#8217;Agostini<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFPR<br \/>\nProfessor do Instituto Federal do Paran\u00e1<\/p>\n<p><strong>Luiz Fernando de Paula<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UNICAMP<br \/>\nProfessor do Instituto de Economia, UFRJ<\/p>\n<p><strong>Luiza Pecis Valenti<\/strong><br \/>\nDoutoranda em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Marcos Vinicius Pasolini Bombardelli<br \/>\n<\/strong>Bacharel em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Marcelo Castellano Lopes<br \/>\n<\/strong>Doutorando em Pol\u00edticas P\u00fablicas, UFPR<\/p>\n<p><strong>Marcelo Mallet Siqueira Campos<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<br \/>\nProfessor do IFRS<\/p>\n<p><strong>Marcelo Marques<\/strong><br \/>\nBacharel em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, PUC-SP, e em Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica, EAESP-FGV<br \/>\nPesquisador do CND-FGV<\/p>\n<p><strong>M\u00e1rcia Naiar Cerdote Pedroso<br \/>\n<\/strong>Doutoranda em Economia, UFRGS<br \/>\nT\u00e9cnica Administrativa em Educa\u00e7\u00e3o, UFSM<\/p>\n<p><strong>Marco Antonio Macerata<\/strong><br \/>\nEspecialista em Gest\u00e3o de Sa\u00fade P\u00fablica Baseada em Evid\u00eancias, Hospital S\u00edrio Liban\u00eas SP<br \/>\nAdministrador aposentado da SMS \/ POA \/ RS<\/p>\n<p><strong>Marco Fl\u00e1vio da Cunha Resende<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, Universidade de Bras\u00edlia<br \/>\nProfessor da UFMG<\/p>\n<p><strong>Marcos Paulo da Silva Falleiro<br \/>\n<\/strong>Doutorando em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Marcos Tadeu Caputi L\u00e9lis<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<br \/>\nProfessor da UNISINOS<\/p>\n<p><strong>Maria de Fatima Garcia<\/strong><br \/>\nDoutora em Economia, UFPE<br \/>\nProfessora associada da UEM<\/p>\n<p><strong>Maria de Lourdes Rollemberg Mollo<\/strong><br \/>\nDoutora em Monnaie, Finance et Banques, Universit\u00e9 de Paris X<br \/>\nProfessora da Universidade de Bras\u00edlia<\/p>\n<p><span data-sheets-value=\"{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Maria Luiza Saraiva Pereira\\nDoutora em Gen\u00e9tica Molecular, King\u2019s College, Londres\\nProfessora da UFRGS&quot;}\" data-sheets-userformat=\"{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}\"><strong>Maria Luiza Saraiva Pereira<\/strong><br \/>\nDoutora em Gen\u00e9tica Molecular, King\u2019s College, Londres<br \/>\nProfessora da UFRGS<\/span><\/p>\n<p><strong>Maria Tereza Blanco Strohschoen<br \/>\n<\/strong>Mestranda em Pol\u00edticas P\u00fablicas, UFRGS<br \/>\nGraduanda em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Nadia Bogoni<\/strong><br \/>\nDoutoranda em Ci\u00eancias Cont\u00e1beis e Administra\u00e7\u00e3o, FURB<br \/>\nProfessora UPF<\/p>\n<p><strong>Nathalia Barbosa de Oliveira<br \/>\n<\/strong>Bacharel em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Natasha Pergher Silva<\/strong><br \/>\nDoutoranda em Economia do Desenvolvimento, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Niemeyer Almeida Filho<br \/>\n<\/strong>Doutor em economia, IE-UNICAMP<br \/>\nProfessor do Instituto de Economia e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais da UFU<\/p>\n<p><strong>Orlando Martinelli<\/strong><br \/>\nDoutor em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, UNICAMP<br \/>\nProfessor da UFSM<\/p>\n<p><strong>Paulo Henrique Eccel de Ara\u00fajo<\/strong><br \/>\nMestre em Economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Paulo Gala<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia de Empresas, FGV-SP<br \/>\nProfessor da FGV-SP<\/p>\n<p><strong>Rafael Caminha Pahim<br \/>\n<\/strong>Mestrando em Desenvolvimento Econ\u00f4mico, UFRGS<br \/>\nPesquisador do CNPq<\/p>\n<p><strong>Rafael Le\u00e3o<\/strong><br \/>\nDoutorando em Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica e Governo, EAESP-FGV<br \/>\nPesquisador do CND-FVG<\/p>\n<p><span data-sheets-value=\"{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Rafael Zunino Marques, mestre em Economia, UFRGS, docente na UniLaSalle.&quot;}\" data-sheets-userformat=\"{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}\"><strong>Rafael Zunino Marques<br \/>\n<\/strong>Mestre em Economia, UFRGS<br \/>\n<\/span><span data-sheets-value=\"{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Rafael Zunino Marques, mestre em Economia, UFRGS, docente na UniLaSalle.&quot;}\" data-sheets-userformat=\"{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}\">Docente na UniLaSalle<\/span><\/p>\n<p><strong>Rejane Maria Alievi<\/strong><br \/>\nDoutora em Administra\u00e7\u00e3o, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Renato Perissinotto<br \/>\n<\/strong>Doutor em Ci\u00eancia Pol\u00edtica, UFPR<\/p>\n<p><strong>Reurison Coimbra<br \/>\n<\/strong>Doutorando em Economia, UFU<\/p>\n<p><strong>Rodrigo Citton Padilha dos Reis<br \/>\n<\/strong>Doutor em Estat\u00edstica, DEST\/UFRGS<\/p>\n<p><strong>Rodrigo Morem da Costa<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<br \/>\nEconomista da SEPLAG-RS<\/p>\n<p><strong>Rog\u00e9rio Chimanski da Fontoura<\/strong><br \/>\nMestrando em economia, UFRGS<\/p>\n<p><strong>Rudimar Baldissera<br \/>\n<\/strong>Doutor em Comunica\u00e7\u00e3o Social, PUCRS<br \/>\nProfessor da UFRGS<\/p>\n<p><strong>Samuel Costa Peres<br \/>\n<\/strong>Doutor em Economia, UFRGS<br \/>\nPesquisador da UNISINOS<\/p>\n<p><strong>Sarita Mercedes Fernandez<\/strong><br \/>\nDoutora em Desenvolvimento Rural, UFRGS<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rgio Kapron<br \/>\n<\/strong>Doutorando em Economia do Desenvolvimento, UFRGS<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rgio Ribeiro Teixeira<br \/>\n<\/strong>Doutor em Ci\u00eancias, UFRGS<br \/>\nAposentado e colaborador do IF\/UFRGS<\/p>\n<p><strong>Simone Deos<\/strong><br \/>\nProfessora do Instituto de Economia da UNICAMP<\/p>\n<p><strong>Suellen Mara de Lima Couto<br \/>\n<\/strong>Mestre em Sociologia, UFG<br \/>\nProfessora substituta de Economia na FACE\/UFG<\/p>\n<p><strong>Tatiana Engel Gerhardt<br \/>\n<\/strong>Doutora em Antropologia Social, Universit\u00e9 de Bordeaux S\u00e9galen<br \/>\nProfessora do Departamento de Sa\u00fade Coletiva UFRGS<\/p>\n<p><strong>Thiago Henrique Carneiro Rios Lopes<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFMG<br \/>\nProfessor na UNIFACS<\/p>\n<p><strong>Thiago Melo Antoniolli<\/strong><br \/>\nDoutorando em Economia, UFF<\/p>\n<p><strong>Tom\u00e1s Amaral Torezan<\/strong><br \/>\nDoutor em Economia, UFRGS<br \/>\nAnalista Pesquisador da SEPLAG-RS<\/p>\n<p><strong>Vinicius Brand\u00e3o<\/strong><br \/>\nDoutorando em Economia, UFF<\/p>\n<p><strong>Virginia Rolla Donoso<\/strong><br \/>\nMestre em Economia, UFRGS<br \/>\nMembro da coordena\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica do site Democracia e Mundo do Trabalho<\/p>\n<p><strong>Walter Shima<br \/>\n<\/strong>Doutor em Economia da Ind\u00fastria e da Tecnologia, UFRJ<br \/>\nProfessor da UFPR<\/p>\n<hr \/>\n<h5>Apoios<\/h5>\n<p>Novos apoios de professores universit\u00e1rios e pesquisadores de qualquer \u00e1rea ou institui\u00e7\u00e3o (ativos ou aposentados), bem como de bachar\u00e9is, mestrandos e doutorandos do campo da Economia, est\u00e3o sendo recebidos por este formul\u00e1rio: <a href=\"https:\/\/forms.gle\/UZucH1Fwfu26uv6BA\">https:\/\/forms.gle\/UZucH1Fwfu26uv6BA<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Medidas em favor da ado\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas efetivas para o combate aos impactos da 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