{"id":17564,"date":"2020-05-21T18:04:19","date_gmt":"2020-05-21T21:04:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/?p=17564"},"modified":"2020-06-08T17:03:44","modified_gmt":"2020-06-08T20:03:44","slug":"podcast-discute-as-problematicas-envolvendo-a-producao-de-carne-e-seu-agravamento-a-partir-da-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/podcast-discute-as-problematicas-envolvendo-a-producao-de-carne-e-seu-agravamento-a-partir-da-pandemia\/","title":{"rendered":"Podcast discute as problem\u00e1ticas envolvendo a produ\u00e7\u00e3o de carne e seu agravamento a partir da pandemia"},"content":{"rendered":"<p>Na \u00faltima quarta-feira, dia 20 de maio, foi publicado o primeiro epis\u00f3dio do podcast <em>Que tal um mate?<\/em>, lan\u00e7ado pelo C\u00edrculo de Refer\u00eancia em Agroecologia, Sociobiodiversidade, Soberania e Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional, o Asssan C\u00edrculo, vinculado \u00e0 UFRGS. O canal foi criado com o objetivo de veicular informa\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e cient\u00edficas sobre alimenta\u00e7\u00e3o e sa\u00fade das pessoas e do meio ambiente de forma acess\u00edvel e aplicada.<\/p>\n<p>A edi\u00e7\u00e3o de estreia da a\u00e7\u00e3o traz como convidado o engenheiro de alimentos e doutorando do Instituto de Ci\u00eancia e Tecnologia de Alimentos da UFRGS Josu\u00e9 Schneider Martins, que aborda as quest\u00f5es problem\u00e1ticas envolvidas no consumo da carne, bem como o agravamento do cen\u00e1rio que vem ocorrendo em virtude da Covid-19. Tamb\u00e9m participa do debate a professora da Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas da UFRGS Gabriela Coelho de Souza, que coordena o Asssan C\u00edrculo.<\/p>\n<p>Um dos pontos abordados durante a discuss\u00e3o \u00e9 a quest\u00e3o dos frigor\u00edficos do Rio Grande do Sul diante da situa\u00e7\u00e3o da Covid-19. \u201cEsse setor \u00e9 um dos principais focos de transmiss\u00e3o da doen\u00e7a, se a gente pensar que ele \u00e9 respons\u00e1vel por um pouco mais de 10% dos casos (de Covid-19) que ocorreram no estado\u201d, alerta Josu\u00e9, lembrando que, al\u00e9m de termos casos confirmados, \u00e9 preciso considerar que o Rio Grande do Sul apresenta mais de 16 mil trabalhadores de frigor\u00edficos que seguem expostos. Para o pesquisador, as evid\u00eancias cient\u00edficas ainda indicam o isolamento como a medida mais segura para esses trabalhadores, embora ela n\u00e3o esteja sendo tomada.<\/p>\n<p>No podcast, Josu\u00e9 destaca diversas refer\u00eancias para abordar a necessidade da problematiza\u00e7\u00e3o do sistema agroalimentar predominante na atualidade, tanto no contexto da Covid-19, quanto de forma mais ampla. Uma das publica\u00e7\u00f5es mencionadas pelo pesquisador \u00e9 o <em><a href=\"https:\/\/br.boell.org\/sites\/default\/files\/atlas_da_carne_2_edicao_-_versao_final-_bollbrasil.pdf\">Atlas da Carne<\/a><\/em>, lan\u00e7ado em 2014, que discute os diferentes impactos da produ\u00e7\u00e3o de carne, como os ambientais. \u201cA produ\u00e7\u00e3o intensiva \u00e9 respons\u00e1vel por grande parte da emiss\u00e3o de gases estufa. Em grande medida, isso ocorre pela substitui\u00e7\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o natural dos animais por gr\u00e3os transg\u00eanicos tamb\u00e9m produzidos de forma intensiva. Ou seja, \u00e9 toda uma cadeia agroalimentar problem\u00e1tica que precisa ser repensada\u201d, analisa o doutorando.<\/p>\n<p>Considerando os problemas do sistema agroalimentar hegem\u00f4nico em nossa sociedade, Josu\u00e9 ainda cita a diminui\u00e7\u00e3o da varia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica dos animais devido \u00e0 din\u00e2mica de maior reprodu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies ditas mais produtivas e o uso indiscriminado de antibi\u00f3ticos nesses animais. De acordo com o pesquisador, essas a\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m geram impactos ambientais complicados.<\/p>\n<p>Ao longo do debate, Josu\u00e9 apresenta estudos j\u00e1 publicados sobre a quest\u00e3o que, segundo ele, corroboram seu ponto de vista sobre a import\u00e2ncia da revis\u00e3o dos mecanismos do nosso sistema agroalimentar, tanto pelo cuidado com a sa\u00fade das pessoas, quanto pela oferta de alimentos. \u201cNa It\u00e1lia, um dos pa\u00edses mais afetados pelo coronav\u00edrus, nas \u00e1reas onde resistem sistemas de agricultura tradicionais,foram registradas menores taxas de difus\u00e3o do v\u00edrus, al\u00e9m de haver tamb\u00e9m contribui\u00e7\u00e3o para a oferta de alimentos frescos e locais\u201d, compartilha Josu\u00e9, referenciando um <a href=\"https:\/\/www.landscapeunifi.it\/2020\/04\/15\/coronavirus-agricoltura-tradizionale-come-modello-per-ripartire-lo-studio-delluniversita-di-firenze\/\">estudo da Universidade de Floren\u00e7a<\/a>.<\/p>\n<p>Para Josu\u00e9, no Brasil, j\u00e1 existe uma s\u00e9rie de pol\u00edticas que poderiam ser fomentadas para garantir a produ\u00e7\u00e3o e a renda desse setor e, ao mesmo tempo, garantir o direito \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o de boa parte das camadas sociais, sobretudo das mais vulner\u00e1veis. \u201cA literatura cient\u00edfica e tamb\u00e9m conhecimentos adicionais podem indicar v\u00e1rios caminhos socialmente mais justos, economicamente vi\u00e1veis e ambientalmente sustent\u00e1veis\u201d, conclui o pesquisador.<\/p>\n<p>Para ouvir o conte\u00fado completo do primeiro epis\u00f3dio do podcast <em>Que tal um mate?<\/em>, acesse a publica\u00e7\u00e3o no <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/5dFJafTMKCmlQeOG7GXxD5?si=tL2Cu76CRnWt3rd4LAiA6A\">Spotify<\/a> ou no <a href=\"https:\/\/youtu.be\/0m_WZMipafE\">YouTube<\/a>.<\/p>\n<p>Interessados em contribuir com a produ\u00e7\u00e3o do podcast a partir da sugest\u00e3o de temas ou de entrevistados para os pr\u00f3ximos epis\u00f3dios podem entrar em contato pelo e-mail <a href=\"nesan@ufrgs.br\">nesan@ufrgs.br<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Sobre o <em>Que tal um mate?<\/em><\/strong> \u2013\u00a0Podcast \u00e9 uma grava\u00e7\u00e3o de \u00e1udio que costuma ficar dispon\u00edvel para que voc\u00ea possa ouvir no momento mais adequado a sua rotina. No caso do <em>Que tal um mate?<\/em>, que nasce no contexto de pandemia por ser um dos recursos de poss\u00edvel acesso no momento, o seu conte\u00fado \u00e9 disponibilizado de forma gratuita no Spotify e no YouTube.<\/p>\n<p>O podcast <em>Que tal um mate?<\/em>, lan\u00e7ado em maio de 2020, tem suas origens na cultura do Sul da Am\u00e9rica Latina, que inclui o h\u00e1bito de as pessoas se sentarem em rodas de conversa compartilhando uma cuia de mate. \u201cEsses s\u00e3o costumes que v\u00eam dos ind\u00edgenas, principalmente dos Guaranis e dos Qu\u00e9chuas\u201d, explica Gabriela Coelho de Souza, coordenadora do Asssan C\u00edrculo.<\/p>\n<p>A ideia \u00e9 apresentar informa\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e cient\u00edficas de forma compreens\u00edvel, explorando os temas de interesse do Asssan C\u00edrculo, que \u00e9 ligado ao Centro Interdisciplinar Sociedade, Ambiente e Desenvolvimento (Cisade) e ao Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Desenvolvimento Rural (PGDR\/UFRGS).<\/p>\n<p>O podcast <em>Que tal um mate?<\/em> \u00e9 coordenado por Gabriela Coelho De Souza, Fabiana Thom\u00e9 da Cruz e Danielle Finamor de Souza. A produ\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica e o roteiro contam com a contribui\u00e7\u00e3o de Bruna Karpinski, a vinheta e a edi\u00e7\u00e3o de \u00e1udio s\u00e3o feitas por Pedro Dubois e identidade visual foi realizada por Helena de Lima M\u00fcller.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>* Com informa\u00e7\u00f5es do Portal do PGDR<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na \u00faltima quarta-feira, dia 20 de maio, foi publicado o primeiro epis\u00f3dio do podcast Que tal um mate?, lan\u00e7ado pelo C\u00edrculo de Refer\u00eancia em Agroecologia, Sociobiodiversidade, Soberania e Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional, o Asssan C\u00edrculo, vinculado \u00e0 UFRGS. O canal foi criado com o objetivo de veicular informa\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e cient\u00edficas sobre alimenta\u00e7\u00e3o e sa\u00fade das pessoas e do meio ambiente de forma acess\u00edvel e aplicada. A edi\u00e7\u00e3o de estreia da a\u00e7\u00e3o traz como convidado o engenheiro de alimentos e doutorando do Instituto de Ci\u00eancia e Tecnologia de Alimentos da UFRGS Josu\u00e9 Schneider Martins, que aborda as quest\u00f5es problem\u00e1ticas envolvidas no consumo da carne, bem como o agravamento do cen\u00e1rio que vem ocorrendo em virtude da Covid-19. Tamb\u00e9m participa do debate a professora da Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas da UFRGS Gabriela Coelho de Souza, que coordena o Asssan C\u00edrculo. Um dos pontos abordados durante a discuss\u00e3o \u00e9 a quest\u00e3o dos frigor\u00edficos do Rio Grande do Sul diante da situa\u00e7\u00e3o da Covid-19. \u201cEsse setor \u00e9 um dos principais focos de transmiss\u00e3o da doen\u00e7a, se a gente pensar que ele \u00e9 respons\u00e1vel por um pouco mais de 10% dos casos (de Covid-19) que ocorreram no estado\u201d, alerta Josu\u00e9, lembrando que, al\u00e9m de termos casos confirmados, \u00e9 preciso considerar que o Rio Grande do Sul apresenta mais de 16 mil trabalhadores de frigor\u00edficos que seguem expostos. Para o pesquisador, as evid\u00eancias cient\u00edficas ainda indicam o isolamento como a medida mais segura para esses trabalhadores, embora ela n\u00e3o esteja sendo tomada. No podcast, Josu\u00e9 destaca diversas refer\u00eancias para abordar a necessidade da problematiza\u00e7\u00e3o do sistema agroalimentar predominante na atualidade, tanto no contexto da Covid-19, quanto de forma mais ampla. Uma das publica\u00e7\u00f5es mencionadas pelo pesquisador \u00e9 o Atlas da Carne, lan\u00e7ado em 2014, que discute os diferentes impactos da produ\u00e7\u00e3o de carne, como os ambientais. \u201cA produ\u00e7\u00e3o intensiva \u00e9 respons\u00e1vel por grande parte da emiss\u00e3o de gases estufa. Em grande medida, isso ocorre pela substitui\u00e7\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o natural dos animais por gr\u00e3os transg\u00eanicos tamb\u00e9m produzidos de forma intensiva. Ou seja, \u00e9 toda uma cadeia agroalimentar problem\u00e1tica que precisa ser repensada\u201d, analisa o doutorando. Considerando os problemas do sistema agroalimentar hegem\u00f4nico em nossa sociedade, Josu\u00e9 ainda cita a diminui\u00e7\u00e3o da varia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica dos animais devido \u00e0 din\u00e2mica de maior reprodu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies ditas mais produtivas e o uso indiscriminado de antibi\u00f3ticos nesses animais. De acordo com o pesquisador, essas a\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m geram impactos ambientais complicados. Ao longo do debate, Josu\u00e9 apresenta estudos j\u00e1 publicados sobre a quest\u00e3o que, segundo ele, corroboram seu ponto de vista sobre a import\u00e2ncia da revis\u00e3o dos mecanismos do nosso sistema agroalimentar, tanto pelo cuidado com a sa\u00fade das pessoas, quanto pela oferta de alimentos. \u201cNa It\u00e1lia, um dos pa\u00edses mais afetados pelo coronav\u00edrus, nas \u00e1reas onde resistem sistemas de agricultura tradicionais,foram registradas menores taxas de difus\u00e3o do v\u00edrus, al\u00e9m de haver tamb\u00e9m contribui\u00e7\u00e3o para a oferta de alimentos frescos e locais\u201d, compartilha Josu\u00e9, referenciando um estudo da Universidade de Floren\u00e7a. Para Josu\u00e9, no Brasil, j\u00e1 existe uma s\u00e9rie de pol\u00edticas que poderiam ser fomentadas para garantir a produ\u00e7\u00e3o e a renda desse setor e, ao mesmo tempo, garantir o direito \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o de boa parte das camadas sociais, sobretudo das mais vulner\u00e1veis. \u201cA literatura cient\u00edfica e tamb\u00e9m conhecimentos adicionais podem indicar v\u00e1rios caminhos socialmente mais justos, economicamente vi\u00e1veis e ambientalmente sustent\u00e1veis\u201d, conclui o pesquisador. Para ouvir o conte\u00fado completo do primeiro epis\u00f3dio do podcast Que tal um mate?, acesse a publica\u00e7\u00e3o no Spotify ou no YouTube. Interessados em contribuir com a produ\u00e7\u00e3o do podcast a partir da sugest\u00e3o de temas ou de entrevistados para os pr\u00f3ximos epis\u00f3dios podem entrar em contato pelo e-mail nesan@ufrgs.br. Sobre o Que tal um mate? \u2013\u00a0Podcast \u00e9 uma grava\u00e7\u00e3o de \u00e1udio que costuma ficar dispon\u00edvel para que voc\u00ea possa ouvir no momento mais adequado a sua rotina. No caso do Que tal um mate?, que nasce no contexto de pandemia por ser um dos recursos de poss\u00edvel acesso no momento, o seu conte\u00fado \u00e9 disponibilizado de forma gratuita no Spotify e no YouTube. O podcast Que tal um mate?, lan\u00e7ado em maio de 2020, tem suas origens na cultura do Sul da Am\u00e9rica Latina, que inclui o h\u00e1bito de as pessoas se sentarem em rodas de conversa compartilhando uma cuia de mate. \u201cEsses s\u00e3o costumes que v\u00eam dos ind\u00edgenas, principalmente dos Guaranis e dos Qu\u00e9chuas\u201d, explica Gabriela Coelho de Souza, coordenadora do Asssan C\u00edrculo. A ideia \u00e9 apresentar informa\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e cient\u00edficas de forma compreens\u00edvel, explorando os temas de interesse do Asssan C\u00edrculo, que \u00e9 ligado ao Centro Interdisciplinar Sociedade, Ambiente e Desenvolvimento (Cisade) e ao Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Desenvolvimento Rural (PGDR\/UFRGS). O podcast Que tal um mate? \u00e9 coordenado por Gabriela Coelho De Souza, Fabiana Thom\u00e9 da Cruz e Danielle Finamor de Souza. A produ\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica e o roteiro contam com a contribui\u00e7\u00e3o de Bruna Karpinski, a vinheta e a edi\u00e7\u00e3o de \u00e1udio s\u00e3o feitas por Pedro Dubois e identidade visual foi realizada por Helena de Lima M\u00fcller. * Com informa\u00e7\u00f5es do Portal do PGDR<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":17566,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[21,4,419],"tags":[],"class_list":["post-17564","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-boletim","category-noticias","category-publicacoes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17564","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17564"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17564\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17566"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17564"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17564"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/fce\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17564"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}