{"id":1461,"date":"2023-05-18T13:57:36","date_gmt":"2023-05-18T16:57:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/gaep\/?p=1461"},"modified":"2023-05-24T10:49:45","modified_gmt":"2023-05-24T13:49:45","slug":"integrantes-do-gaep-apresentam-trabalhos-na-xiv-reuniao-de-antropologia-do-mercosul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/gaep\/2023\/05\/18\/integrantes-do-gaep-apresentam-trabalhos-na-xiv-reuniao-de-antropologia-do-mercosul\/","title":{"rendered":"Integrantes do GAEP apresentam trabalhos na XIV Reuni\u00e3o de Antropologia do Mercosul"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"1461\" class=\"elementor elementor-1461\" data-elementor-settings=\"[]\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-section-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-element elementor-element-3b39065 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default elementor-section elementor-top-section\" data-id=\"3b39065\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-row\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7af8df6 elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column\" data-id=\"7af8df6\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-column-wrap  elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-bf8a23f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"bf8a23f\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-text-editor elementor-clearfix\"><p style=\"text-align: justify;\">Seis integrantes do GAEP apresentar\u00e3o trabalhos na XIV Reuni\u00e3o de Antropologia do Mercosul. Intitulada &#8220;Reconex\u00f5es e desafios a partir do sul global&#8221;, esta edi\u00e7\u00e3o do evento ocorre entre os dias 1 e 4 de agosto de 2023, em formato presencial, na Universidade Federal Fluminense (UFF\/Niter\u00f3i\/RJ).<\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 400;\">As atividades planejadas para a XIV RAM\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 400;\">buscam refletir sobre os marcos e formas de produ\u00e7\u00e3o do conhecimento desde o Sul Global, ou seja, a partir de conhecimentos e epistemologias outrora pouco evidenciadas, ou menos hegem\u00f4nicas, como as epistemologias amer\u00edndias, afro-brasileiras, afro-americanas, de popula\u00e7\u00f5es origin\u00e1rias, com cruzamentos de g\u00eanero, ra\u00e7a, entre outras abordagens fundamentais para o atual momento das ci\u00eancias humanas, em que se torna obrigat\u00f3rio comtemplar as diversas perspectivas de apreens\u00e3o e de solu\u00e7\u00f5es para o planeta e de seus desafios.<\/span><\/p><p style=\"text-align: justify;\">Abaixo, acesse maiores informa\u00e7\u00f5es sobre os trabalhos que ser\u00e3o apresentados por integrantes do GAEP.\u00a0<\/p><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-element elementor-element-67cbf54 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default elementor-section elementor-top-section\" data-id=\"67cbf54\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-row\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6de2956 elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column\" data-id=\"6de2956\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-column-wrap  elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-213fcdd elementor-widget elementor-widget-toggle\" data-id=\"213fcdd\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"toggle.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-toggle\" role=\"tablist\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-toggle-item\">\n\t\t\t\t\t<div id=\"elementor-tab-title-3481\" class=\"elementor-tab-title\" data-tab=\"1\" role=\"tab\" aria-controls=\"elementor-tab-content-3481\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon elementor-toggle-icon-left\" aria-hidden=\"true\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon-closed\"><i class=\"fas fa-caret-right\"><\/i><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon-opened\"><i class=\"elementor-toggle-icon-opened fas fa-caret-up\"><\/i><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"\" class=\"elementor-toggle-title\">Ang\u00edcia Mour\u00e3o (Doutoranda PPGAS\/UFRGS)<\/a>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<div id=\"elementor-tab-content-3481\" class=\"elementor-tab-content elementor-clearfix\" data-tab=\"1\" role=\"tabpanel\" aria-labelledby=\"elementor-tab-title-3481\"><p style=\"font-weight: 400;\"><b>GT Mercados culturais e trabalho: desafios e fazeres etnogr\u00e1ficos<\/b><br \/><strong>Coordenadores\/as:<\/strong>\u00a0Marina Frydberg (UFF), Victoria Irisarri (CONICET)<\/p><p style=\"font-weight: 400;\"><strong>T\u00edtulo do trabalho:\u00a0<\/strong>Apontamentos etnogr\u00e1ficos para a compreens\u00e3o da media\u00e7\u00e3o de leituras como um trabalho do setor cultural<\/p><p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Resumo:\u00a0<\/strong>Nesta pesquisa de car\u00e1ter etnogr\u00e1fico, tenho o objetivo de explorar os sentidos emergentes da media\u00e7\u00e3o de leituras no trabalho cultural realizado em clubes de leitura e bibliotecas comunit\u00e1rias brasileiras. Tomo como ponto de partida as anota\u00e7\u00f5es provenientes da observa\u00e7\u00e3o participante no ciberespa\u00e7o que realizei em 2021 e 2023, em quatro cursos de forma\u00e7\u00e3o de mediadores de leitura, ofertados por uma biblioteca comunit\u00e1ria de Fortaleza (CE), uma rede de bibliotecas comunit\u00e1rias de Manaus (AM) e duas entidades do terceiro setor brasileiro. Proponho uma discuss\u00e3o que enfoca a compreens\u00e3o das mediadoras de leitura com quem interagi sobre agenciamentos do mercado liter\u00e1rio, como suas pr\u00f3prias fabula\u00e7\u00f5es do que seja a leitura por lazer e, principalmente, as no\u00e7\u00f5es de \u201cmedia\u00e7\u00e3o-como-arte\u201d e \u201cmedia\u00e7\u00e3o-como-t\u00e9cnica\u201d. Essas concep\u00e7\u00f5es operam no trabalho cotidiano que elas desempenham na constru\u00e7\u00e3o de um circuito alternativo de divulga\u00e7\u00e3o e consumo de livros e literatura, bem como de afetos em redes de apoio comunit\u00e1rias. Essa investiga\u00e7\u00e3o, portanto, se insere nos debates sobre novas formas de trabalho na cultura, economia criativa e as formas pelas quais o capitalismo contempor\u00e2neo incorpora cr\u00edticas e se renova, atrav\u00e9s da vida por projetos e da constru\u00e7\u00e3o de redes colaborativas de trabalhadores.<\/p><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-toggle-item\">\n\t\t\t\t\t<div id=\"elementor-tab-title-3482\" class=\"elementor-tab-title\" data-tab=\"2\" role=\"tab\" aria-controls=\"elementor-tab-content-3482\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon elementor-toggle-icon-left\" aria-hidden=\"true\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon-closed\"><i class=\"fas fa-caret-right\"><\/i><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon-opened\"><i class=\"elementor-toggle-icon-opened fas fa-caret-up\"><\/i><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"\" class=\"elementor-toggle-title\">Cristiane Miglioranza (Doutoranda PPGAS\/UFRGS)<\/a>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<div id=\"elementor-tab-content-3482\" class=\"elementor-tab-content elementor-clearfix\" data-tab=\"2\" role=\"tabpanel\" aria-labelledby=\"elementor-tab-title-3482\"><p><strong>GT Pol\u00edticas etnogr\u00e1ficas no campo da cibercultura: abordagens sociot\u00e9cnicas das sociabilidades, consumo, pol\u00edtica e ativismos contempor\u00e2neos<\/strong><\/p><p><strong>T\u00edtulo do trabalho:\u00a0<\/strong><b>O \u201cparadigma\u201d da Ci\u00eancia Aberta: Uma leitura antropol\u00f3gica dos debates da comunidade cient\u00edfica a partir da \u00c1rea de Humanidades na Cole\u00e7\u00e3o SciELO Brasil<\/b><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O movimento Ci\u00eancia Aberta surgiu no in\u00edcio dos anos 2000, na esteira das iniciativas por Acesso Aberto e Arquivos Abertos. No Brasil, integra a constru\u00e7\u00e3o do 5\u00ba Plano de A\u00e7\u00e3o da Parceria para Governo Aberto (OGP), a\u00e7\u00e3o internacional da qual somos um dos membros-fundadores. No ambiente editorial cient\u00edfico, tem sido capitaneado pelo SciELO por meio de seu Programa de Ci\u00eancia Aberta (PCA), que prev\u00ea a abertura do processo de avalia\u00e7\u00e3o por pares, o dep\u00f3sito de dados de pesquisa em reposit\u00f3rios de dados abertos, o uso de servidores de preprints e a pr\u00e1tica de coment\u00e1rios abertos \u00e0 pesquisa publicada. Este trabalho se foca nos discursos, experimenta\u00e7\u00f5es e controv\u00e9rsias que envolvem a abertura da revis\u00e3o por pares em peri\u00f3dicos da \u00e1rea de Humanidades e suas imbrica\u00e7\u00f5es com plataformas de gerenciamento editorial como o Open Journal System (OJS). Com base nas no\u00e7\u00f5es de paradigma e comunidade cient\u00edfica (KUHN, 1998), nas discuss\u00f5es sobre Academia e culturas de auditoria (STRARHERN, 2000; KIPNIS, 2008; SHORE, 2009) e na ideia da ci\u00eancia como empreendimento em uma rede sociot\u00e9cnica estendida (LAW, 2012), analisa debates ocorridos em 2021 e 2022 envolvendo editores, SciELO e Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Editores Cient\u00edficos (ABEC Brasil). Reflete sobre o que vem sendo colocado como \u201cnovo paradigma\u201d e analisa aspectos que permeiam sua constru\u00e7\u00e3o e estabelecimento a partir das rea\u00e7\u00f5es, intera\u00e7\u00f5es, interpela\u00e7\u00f5es e organiza\u00e7\u00e3o de um grupo que se entende como comunidade.<\/p><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-toggle-item\">\n\t\t\t\t\t<div id=\"elementor-tab-title-3483\" class=\"elementor-tab-title\" data-tab=\"3\" role=\"tab\" aria-controls=\"elementor-tab-content-3483\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon elementor-toggle-icon-left\" aria-hidden=\"true\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon-closed\"><i class=\"fas fa-caret-right\"><\/i><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon-opened\"><i class=\"elementor-toggle-icon-opened fas fa-caret-up\"><\/i><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"\" class=\"elementor-toggle-title\">Fab\u00edola de Carvalho Leite Peres (Doutoranda PPGAS\/UFRGS)<\/a>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<div id=\"elementor-tab-content-3483\" class=\"elementor-tab-content elementor-clearfix\" data-tab=\"3\" role=\"tabpanel\" aria-labelledby=\"elementor-tab-title-3483\"><p><b>GT Masculinidades incorporadas: G\u00eaneros, hegemonia, dissid\u00eancias e intercess\u00f5es<\/b><\/p><p><strong>T\u00edtulo do trabalho:\u00a0<\/strong><b>Puta ou santa: as rela\u00e7\u00f5es com mulheres enquanto elemento constituinte das masculinidades do funk brasileiro<\/b><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Assim como o dinheiro, a ostenta\u00e7\u00e3o, a viol\u00eancia e o crime, as rela\u00e7\u00f5es sexuais e afetivas com mulheres comp\u00f5em a masculinidade funk. Na grande maioria das letras escritas e interpretadas por homens, as mulheres s\u00e3o descritas enquanto objetos sexualizados descart\u00e1veis, que conferem status aos seus \u201cpropriet\u00e1rios\u201d. A an\u00e1lise e a categoriza\u00e7\u00e3o de letras de funk brasileiro dos \u00faltimos 15 anos, aliadas a entrevistas com Mc\u2019s, possibilitam, entretanto, observar o tratamento completamente contr\u00e1rio de outra figura feminina: a m\u00e3e. Em diversas can\u00e7\u00f5es inscritas no chamado \u201cfunk consciente\u201d, cantores declaram seu amor por suas genitoras, caracterizado por uma certa devo\u00e7\u00e3o e um forte desejo de proporcionar a elas um futuro com seguran\u00e7a e estabilidade financeira. A partir de tais observa\u00e7\u00f5es, esta pesquisa destina-se a identificar as diferen\u00e7as existentes na aparente oposi\u00e7\u00e3o entre a figura da m\u00e3e e das demais mulheres no que se refere \u00e0s letras de funk interpretadas por homens, tendo como pano de fundo as discuss\u00f5es antropol\u00f3gicas acerca das dicotomias pureza\/impureza (DOUGLAS, 2010), p\u00fablico\/privado (OKIN, 2008) e casa\/rua (DAMATTA, 1997). A este eixo central, adicionam-se questionamentos sobre os conceitos de masculinidades hegem\u00f4nicas e subalternas (KIMMEL, 1998; CONNELL, 2003; CONNELL, MESSERSCHMIDT, 2013), compreendendo a constru\u00e7\u00e3o das masculinidades como um processo relacional (BROD, 1994; PINHO, 2014) e interseccional (VIGOYA, 2018).<\/p><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-toggle-item\">\n\t\t\t\t\t<div id=\"elementor-tab-title-3484\" class=\"elementor-tab-title\" data-tab=\"4\" role=\"tab\" aria-controls=\"elementor-tab-content-3484\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon elementor-toggle-icon-left\" aria-hidden=\"true\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon-closed\"><i class=\"fas fa-caret-right\"><\/i><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon-opened\"><i class=\"elementor-toggle-icon-opened fas fa-caret-up\"><\/i><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"\" class=\"elementor-toggle-title\">Joanna Munhoz Sevaio (Doutoranda PPGAS\/UFRGS)<\/a>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<div id=\"elementor-tab-content-3484\" class=\"elementor-tab-content elementor-clearfix\" data-tab=\"4\" role=\"tabpanel\" aria-labelledby=\"elementor-tab-title-3484\"><p><strong>GT Pol\u00edticas p\u00fablicas e engajamentos art\u00edstico-culturais nas margens urbanas: perspecticas etnogr\u00e1ficas<\/strong><\/p><p><strong>T\u00edtulo do trabalho: &#8220;<\/strong><b>A cidade \u00e9 nossa!&#8221;: engajamentos pol\u00edticos a partir do carnaval de rua<\/b><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Desde os anos 2010, observa-se a amplia\u00e7\u00e3o do fen\u00f4meno de retomada das ruas como lugar de fazer carnaval, sobretudo nas capitais brasileiras do eixo sul-sudeste. A efervesc\u00eancia promovida pelos blocos coloca em xeque um modelo de cidade segregador, reivindicando a pot\u00eancia pol\u00edtica de experi\u00eancias urbanas mais plurais e democr\u00e1ticas. A festa e o uso da rua como repert\u00f3rios de contesta\u00e7\u00e3o pol\u00edtica aparecem como celebra\u00e7\u00e3o da alegria e da ancestralidade afro-brasileira, subvertendo a ordem do cotidiano com sonoridades e corpos em dan\u00e7a. O carnaval de rua \u00e9 o encontro da cidade com seu povo e suas tradi\u00e7\u00f5es. O Estado, no entanto, tem agido no sentido de disciplinar a festa, tornando-a espet\u00e1culo, e de dificultar que ela aconte\u00e7a, por meio de burocracias e exig\u00eancias que n\u00e3o condizem com a realidade dos coletivos. Neste trabalho, fruto de pesquisa de tese em andamento, fa\u00e7o uma reflex\u00e3o sobre as tensas rela\u00e7\u00f5es que os blocos mant\u00eam com o poder p\u00fablico, nas cidades de Porto Alegre e do Rio de Janeiro. Por um lado, h\u00e1 reivindica\u00e7\u00e3o por pol\u00edticas p\u00fablicas de incentivo ao carnaval de rua, principalmente por meio de editais de fomento mais abrangentes e permanentes. Concomitante a isso, muitos dos blocos fazem duras cr\u00edticas \u00e0s parcerias p\u00fablico-privadas que promovem a inser\u00e7\u00e3o de interesses mercadol\u00f3gicos na realiza\u00e7\u00e3o do carnaval. Busco, assim, a partir de pesquisa etnogr\u00e1fica tratar das formas de engajamento pol\u00edtico em que o carnaval de rua est\u00e1 entremeado.<\/p><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-toggle-item\">\n\t\t\t\t\t<div id=\"elementor-tab-title-3485\" class=\"elementor-tab-title\" data-tab=\"5\" role=\"tab\" aria-controls=\"elementor-tab-content-3485\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon elementor-toggle-icon-left\" aria-hidden=\"true\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon-closed\"><i class=\"fas fa-caret-right\"><\/i><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon-opened\"><i class=\"elementor-toggle-icon-opened fas fa-caret-up\"><\/i><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"\" class=\"elementor-toggle-title\">Guillermo Stefano Rosa G\u00f3mez (Doutor em Antropologia\/PPGAS\/UFRGS)<\/a>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<div id=\"elementor-tab-content-3485\" class=\"elementor-tab-content elementor-clearfix\" data-tab=\"5\" role=\"tabpanel\" aria-labelledby=\"elementor-tab-title-3485\"><p><strong>GT Antropolog\u00edas Latinoamericanas del Trabajo: construcciones desde el Sur<\/strong><\/p><p><strong>T\u00edtulo do trabalho: <\/strong><span style=\"font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: bold;\">O trabalho \u201cviciante\u201d: sentidos sociais do dinheiro entre motoristas de aplicativo em Porto Alegre (Brasil) e Atlanta (Estados Unidos)<\/span><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Nesse texto, desenvolvo um dos temas discutidos em minha tese de doutorado: a rela\u00e7\u00e3o subjetiva e objetiva de motoristas de aplicativo com o dinheiro. Avaliei as maneiras com as quais essas pessoas se referiam a seus ganhos, calculavam suas economias cotidianas, estabeleciam metas di\u00e1rias de trabalho e pensavam o financiamento, a compra e o aluguel de carros. Tive como base para essas reflex\u00f5es o material produzido durante a pesquisa etnogr\u00e1fica que realizei entre motoristas de aplicativo nas cidades de Porto Alegre (Brasil) e Atlanta (Estados Unidos). Argumento que o trabalho via plataformas digitais de transporte estabelece uma rela\u00e7\u00e3o particular das pessoas com o dinheiro, que tem como algumas de suas caracter\u00edsticas a \u201ctemporalidade do imediato\u201d e a \u201cvisualiza\u00e7\u00e3o\u201d do valor em uma tela. Reflito sobre como esse setor de trabalho digital e suas formas de valoriza\u00e7\u00e3o do dinheiro criam modos de a\u00e7\u00e3o espec\u00edficos, que implicam nas formas como os\/as motoristas fazem a gest\u00e3o das temporalidades e espacialidades das cidades que percorrem. Por fim, estabele\u00e7o uma conex\u00e3o entre o dinheiro e as maneiras pelas quais os trabalhadores e as trabalhadoras projetam o futuro, articulam seus desejos de mobilidade social e profissional e de obten\u00e7\u00e3o de uma vida digna.<\/p><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-toggle-item\">\n\t\t\t\t\t<div id=\"elementor-tab-title-3486\" class=\"elementor-tab-title\" data-tab=\"6\" role=\"tab\" aria-controls=\"elementor-tab-content-3486\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon elementor-toggle-icon-left\" aria-hidden=\"true\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon-closed\"><i class=\"fas fa-caret-right\"><\/i><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon-opened\"><i class=\"elementor-toggle-icon-opened fas fa-caret-up\"><\/i><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"\" class=\"elementor-toggle-title\">Rafael Malh\u00e3o (Doutor em Antropologia\/PPGAS\/UFRGS)<\/a>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<div id=\"elementor-tab-content-3486\" class=\"elementor-tab-content elementor-clearfix\" data-tab=\"6\" role=\"tabpanel\" aria-labelledby=\"elementor-tab-title-3486\"><p><b>GT T\u00e9cnica, conhecimento e poder: contribui\u00e7\u00f5es etnogr\u00e1ficas contempor\u00e2neas na Am\u00e9rica Latina<\/b><\/p><div><strong>T\u00edtulo do trabalho: Entre controv\u00e9rsias tecnopol\u00edcas: os fab labs como espa\u00e7os de disputa pelo imagin\u00e1rio sociot\u00e9cnico<\/strong><\/div><div>\u00a0<\/div><div style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b>\u00a0A partir de uma pesquisa etnogr\u00e1fica proponho me dedicar ao j\u00e1 cl\u00e1ssico dilema\/controv\u00e9rsia da rela\u00e7\u00e3o entre humano e m\u00e1quina, pelo menos nas sociedades ocidentais. As m\u00e1quinas viriam para assumir as tarefas penosas das atividades laborais e assim liberar o humano para as atividades criativas? A t\u00e9cnica como espa\u00e7o social pode abrir novos imagin\u00e1rios sociot\u00e9cnicos pouco prov\u00e1veis at\u00e9 o desenvolvimento de certas tecnologias. Diante disto, ter\u00edamos a\u00ed um novo campo de disputa social, tanto pol\u00edtico quanto epistemol\u00f3gico? O imagin\u00e1rio moderno do desenvolvimento tecnol\u00f3gico no contexto capitalista assume que este, sob princ\u00edpios capitalistas, como sin\u00f4nimo de progresso stricto sensu. Assim se configurou um imagin\u00e1rio sociot\u00e9cnico de possibilidades limitadas para as formas de rela\u00e7\u00e3o entre o humano e a m\u00e1quina, privilegiando principalmente dimens\u00f5es relacionais mercadologicamente mediadas. Partindo de espa\u00e7os dos fab labs da rede p\u00fablica da cidade de S\u00e3o Paulo, busco compreender as disputas e potencialidades tecnopol\u00edticas que emergem do aprendizado e desenvolvimento de conhecimentos t\u00e9cnicos nestes espa\u00e7os. Os fab labs s\u00e3o espa\u00e7os que est\u00e3o em meio a uma disputa ideol\u00f3gica que flerta desde narrativas de soberania tecnol\u00f3gica at\u00e9 os clich\u00eas neoliberais do discurso empreendedor, que visam em \u00faltima inst\u00e2ncia assumir a hegemonia sobre os futuros poss\u00edveis produzindo um imagin\u00e1rio sociot\u00e9cnico baseado nas infraestruturas t\u00e9cnicas e suas formas de desenvolvimento no presente.<\/div><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-toggle-item\">\n\t\t\t\t\t<div id=\"elementor-tab-title-3487\" class=\"elementor-tab-title\" data-tab=\"7\" role=\"tab\" aria-controls=\"elementor-tab-content-3487\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon elementor-toggle-icon-left\" aria-hidden=\"true\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon-closed\"><i class=\"fas fa-caret-right\"><\/i><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-toggle-icon-opened\"><i class=\"elementor-toggle-icon-opened fas fa-caret-up\"><\/i><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"\" class=\"elementor-toggle-title\">Vict\u00f3ria Perfeito (Mestranda em Antropologia\/PPGAS\/UFRGS)<\/a>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<div id=\"elementor-tab-content-3487\" class=\"elementor-tab-content elementor-clearfix\" data-tab=\"7\" role=\"tabpanel\" aria-labelledby=\"elementor-tab-title-3487\"><p><b>GT Mercados culturais e trabalho: desafios e fazeres etnogr\u00e1ficos<\/b><\/p><div><strong>T\u00edtulo do trabalho: Gibiteca e Feira de Quadrinhos: um encontro entre iniciativas do poder p\u00fablico e mercados culturais<\/strong><\/div><div>\u00a0<\/div><div style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> \u00a0Vinculada \u00e0 Biblioteca P\u00fablica do Estado do Rio Grande do Sul, a Gibiteca BPE, al\u00e9m de possuir um acervo de hist\u00f3rias em quadrinhos, \u00e9 respons\u00e1vel por promover atividades como exposi\u00e7\u00f5es, bate-papos, oficinas e feiras de HQs. No pa\u00eds, a prolifera\u00e7\u00e3o das feiras de quadrinhos ocorreu a partir de 2010, de forma que tal movimento criou um circuito espec\u00edfico de distribui\u00e7\u00e3o e venda de HQs. Pois esses eventos passaram a figurar como palcos para quadrinistas e pequenas editoras comercializarem suas produ\u00e7\u00f5es por conta pr\u00f3pria, em contraponto \u00e0s bancas de jornal e \u00e0s prateleiras de livrarias e comic shops &#8211; al\u00e9m da crescente venda de HQs em plataformas de e-commerce -, circuitos de com\u00e9rcio dominados por m\u00e9dias e grandes editoras. Dito isso, propus refletir sobre as rela\u00e7\u00f5es entre iniciativas do poder p\u00fablico e processos de opera\u00e7\u00e3o de mercados culturais a partir de dados etnogr\u00e1ficos constru\u00eddos juntos a Gibiteca e a realiza\u00e7\u00e3o das Gibizeiras. Meus objetivos consistiram em descrever os arranjos que qualificariam e singularizariam a din\u00e2mica dessas feiras, assim como analisar a atua\u00e7\u00e3o da Gibiteca enquanto um ator relevante em meio a produ\u00e7\u00e3o e consumo de HQs na regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre. A Gibiteca fomenta e valora a produ\u00e7\u00e3o local de quadrinhos na mesma medida em que engendra, e abre espa\u00e7o, para rela\u00e7\u00f5es de compromisso e pertencimento entre artistas, editores e entusiastas, bem como movimenta uma economia de prest\u00edgio e interesses que n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 pecuni\u00e1rios.<\/div><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Seis integrantes do GAEP apresentar\u00e3o trabalhos na XIV Reuni\u00e3o de Antropologia do Mercosul. Intitulada &#8220;Reconex\u00f5es e desafios a partir do sul global&#8221;, esta edi\u00e7\u00e3o do evento ocorre entre os dias 1 e 4 de agosto de 2023, em formato presencial, na Universidade Federal Fluminense (UFF\/Niter\u00f3i\/RJ). 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