{"id":739,"date":"2026-05-11T15:10:09","date_gmt":"2026-05-11T18:10:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/gdes\/?p=739"},"modified":"2026-05-11T15:12:22","modified_gmt":"2026-05-11T18:12:22","slug":"parques-urbanos-de-porto-alegre-acessibilidade-e-exclusao-socioeconomica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/gdes\/2026\/05\/11\/parques-urbanos-de-porto-alegre-acessibilidade-e-exclusao-socioeconomica\/","title":{"rendered":"Parques urbanos de Porto Alegre: acessibilidade e exclus\u00e3o socioecon\u00f4mica"},"content":{"rendered":"\n<p>Os pesquisadoras do grupo Jennifer Domeneghini e Amanda Correa, juntamente com o Prof. Dr. F\u00e1bio Zampieri publicaram o artigo entitulado <strong><a href=\"https:\/\/revistas.rcaap.pt\/finisterra\/article\/view\/41818\">Parques urbanos de Porto Alegre: acessibilidade e exclus\u00e3o socioecon\u00f4mica<\/a><\/strong> na Revista Portuguesa de Geografia <a href=\"https:\/\/revistas.rcaap.pt\/finisterra\/index\">Finisterra<\/a>. <br>O artigo \u00e9 um estudo sobre a acessibilidade aos parques urbanos de Porto Alegre, que tem como objetivo investigar como diferentes classes sociais acessam esses espa\u00e7os. Para tal, foi utilizada uma metodologia que considera os tempos de deslocamento para determinar a acessibilidade espacial dos locais, levando em conta a distribui\u00e7\u00e3o espacial de nove parques urbanos e avaliando o desempenho dos modos a p\u00e9, de bicicleta e de transporte p\u00fablico. Para calcular e determinar a acessibilidade considerando o custo do deslocamento em termos de tempo, foi utilizado o software RStudio por meio do pacote {r5r}. Mapas de oportunidade espacial dos grupos socioecon\u00f4micos foram gerados cruzando-se os dados de acessibilidade previamente calculados com as informa\u00e7\u00f5es de renda por hex\u00e1gono, calculando-se a distribui\u00e7\u00e3o da acessibilidade da popula\u00e7\u00e3o em cada n\u00edvel de renda e ponderando-se o n\u00edvel de acessibilidade. Obteve-se a distribui\u00e7\u00e3o da acessibilidade das pessoas localizadas nas origens de um determinado decil de renda, gerando-se gr\u00e1ficos conforme o tempo de viagem (30, 60, 90 e 120 minutos). A an\u00e1lise destaca uma desigualdade significativa no acesso aos parques urbanos de Porto Alegre. A acessibilidade a p\u00e9 \u00e9 a mais restrita e desigual, beneficiando principalmente \u00e1reas centrais e classes de maior renda. Embora o uso da bicicleta amplie o alcance aos parques em compara\u00e7\u00e3o com o deslocamento a p\u00e9, ainda persistem desigualdades significativas. O transporte p\u00fablico surge como o modo mais equitativo, oferecendo maior cobertura e potencialmente reduzindo disparidades.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os pesquisadoras do grupo Jennifer Domeneghini e Amanda Correa, juntamente com o Prof. Dr. F\u00e1bio Zampieri publicaram o artigo entitulado Parques urbanos de Porto Alegre: acessibilidade e exclus\u00e3o socioecon\u00f4mica na Revista Portuguesa de Geografia Finisterra. 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