{"id":229,"date":"2019-10-11T15:31:04","date_gmt":"2019-10-11T18:31:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/gipes\/?p=229"},"modified":"2021-07-20T15:32:46","modified_gmt":"2021-07-20T18:32:46","slug":"manifestacao-contra-a-politica-nacional-de-alfabetizacao-que-prioriza-o-ensino-de-leitura-e-escrita-para-surdos-pelo-metodo-fonico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/gipes\/2019\/10\/11\/manifestacao-contra-a-politica-nacional-de-alfabetizacao-que-prioriza-o-ensino-de-leitura-e-escrita-para-surdos-pelo-metodo-fonico\/","title":{"rendered":"Manifesta\u00e7\u00e3o contra a Pol\u00edtica Nacional de Alfabetiza\u00e7\u00e3o que prioriza o ensino de leitura e escrita para surdos pelo m\u00e9todo f\u00f4nico"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"ManifestoGIPES\" width=\"780\" height=\"439\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/F2Jwp_UIlp8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O Grupo Interinstitucional de Pesquisa em Educa\u00e7\u00e3o de Surdos (GIPES), credenciado no DGP\/CNPq desde 2006, desenvolve a\u00e7\u00f5es de pesquisa e extens\u00e3o, com a articula\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o de pesquisadores de institui\u00e7\u00f5es de ensino superior do estado do Rio Grande do Sul (RS). Tem como objetivo articular, acompanhar e fomentar pesquisas e pol\u00edticas p\u00fablicas, agregando a participa\u00e7\u00e3o de atores e institui\u00e7\u00f5es envolvidos com as seguintes tem\u00e1ticas: a) pol\u00edticas de inclus\u00e3o e bil\u00edngues;&nbsp; b) processos de subjetiva\u00e7\u00e3o; c) efeitos das produ\u00e7\u00f5es curriculares na forma\u00e7\u00e3o de professores; d) condi\u00e7\u00f5es de letramento e interfaces das l\u00ednguas de sinais e portugu\u00eas; e) produ\u00e7\u00e3o, circula\u00e7\u00e3o e consumo dos artefatos da cultura surda. O GIPES tem como princ\u00edpio acompanhar atentamente o que ocorre no campo da educa\u00e7\u00e3o de surdos, buscando ampliar as discuss\u00f5es sobre o tema. Em vista disso, este grupo de pesquisa, juntamente com professores, estudantes, tradutores e int\u00e9rpretes de L\u00edngua Brasileira de Sinais das Universidades Federais: do Rio Grande do Sul (UFRGS), de Pelotas (UFPel), de Santa Maria (UFSM) e da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), vem, por meio desta, manifestar-se contra os encaminhamentos da Pol\u00edtica Nacional de Alfabetiza\u00e7\u00e3o que priorizam o ensino de leitura e escrita para surdos pelo m\u00e9todo f\u00f4nico.<\/p>\n\n\n\n<p>As a\u00e7\u00f5es desenvolvidas pelo GIPES est\u00e3o tamb\u00e9m respaldadas em aproxima\u00e7\u00f5es e articula\u00e7\u00f5es diretas com os espa\u00e7os escolares bil\u00edngues do estado do RS. Nessas oportunidades, evidenciou-se que gestores, professores, estudantes e familiares s\u00e3o favor\u00e1veis \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os que proporcionem a garantia da educa\u00e7\u00e3o bil\u00edngue, a partir do uso da Libras como primeira l\u00edngua, em todas as esferas, e da l\u00edngua portuguesa como l\u00edngua adicional, na modalidade escrita. Esses espa\u00e7os s\u00e3o potencializadores de pr\u00e1ticas bil\u00edngues e interculturais, e os alunos defendem a escola como espa\u00e7o surdo, como espa\u00e7o da l\u00edngua de sinais, de acesso, de perman\u00eancia, de compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es e aprendizados. Os discentes ainda apontam que a educa\u00e7\u00e3o bil\u00edngue e intercultural na escola \u00e9 atravessada por desafios sociais, econ\u00f4micos, pol\u00edticos, lingu\u00edsticos. As escolas participantes da pesquisa mant\u00eam-se em processos de idas e vindas, nos fluxos das discuss\u00f5es sobre educa\u00e7\u00e3o de surdos: erram, acertam, sofrem, constroem, se preocupam e mostram suas experi\u00eancias poss\u00edveis e potencializadoras de aprendizagens.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante dos atuais acontecimentos relativos \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o de uma proposta de m\u00e9todo f\u00f4nico na alfabetiza\u00e7\u00e3o de surdos, apresentada pela Dra. N\u00eddia de S\u00e1, durante o F\u00f3rum de Pol\u00edticas P\u00fablicas para pessoas surdas e com defici\u00eancia auditiva, promovido pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e Minist\u00e9rio da Mulher, da Fam\u00edlia e dos Direitos Humanos, no dia 26 de setembro de 2019, consideramos necess\u00e1rio expressar nosso posicionamento frente \u00e0s implica\u00e7\u00f5es educacionais dessa proposta. Reiteramos as posi\u00e7\u00f5es manifestadas pela Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Educa\u00e7\u00e3o e Integra\u00e7\u00e3o de Surdos (FENEIS) e pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o e Pesquisa em Letras e Lingu\u00edstica (ANPOLL).<\/p>\n\n\n\n<p>Primeiramente, consideramos fundamental que os docentes conhe\u00e7am esse complexo e multifacetado processo de aquisi\u00e7\u00e3o e aprendizagem da escrita pela crian\u00e7a surda, a partir da l\u00edngua de sinais, de modo a orientar adequadamente a escolariza\u00e7\u00e3o bil\u00edngue. Por isso, n\u00e3o se trata de optar por um m\u00e9todo de alfabetiza\u00e7\u00e3o, mas de ensinar com m\u00e9todo: compreendendo o processo e assim sabendo como agir, intervir e favorecer a aprendizagem da crian\u00e7a, tendo como premissa a l\u00edngua de sinais como L1 e a l\u00edngua portuguesa como l\u00edngua adicional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A escola que constitui um empreendimento humano, uma organiza\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, pol\u00edtica e culturalmente marcada, deve ser entendida como um territ\u00f3rio em que indiv\u00edduos e grupos de diferentes interesses, prefer\u00eancias, cren\u00e7as, valores e percep\u00e7\u00f5es da realidade mobilizam poderes e elaboram processos de negocia\u00e7\u00e3o, pactos e enfrentamentos. No entanto, quando a escola mant\u00e9m a l\u00f3gica normalizadora, elege padr\u00f5es culturais, passando, atrav\u00e9s do seu curr\u00edculo, a capturar todos a essa cultura. A escolariza\u00e7\u00e3o, ao se referir aos processos de letramento, deve considerar as&nbsp; condi\u00e7\u00f5es materiais, culturais e hist\u00f3ricas em que ocorre a leitura e a escrita. Neste sentido, \u00e9 fundamental que a escola d\u00ea aten\u00e7\u00e3o ao modo, ao lugar, \u00e0s raz\u00f5es e aos alvos do letramento, tendo em vista a atribui\u00e7\u00e3o de significados e as expectativas quanto \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o bil\u00edngue.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso posto, consideramos a proposta de alfabetiza\u00e7\u00e3o para surdos pelo m\u00e9todo f\u00f4nico um equ\u00edvoco, pois o desenvolvimento da leitura e escrita da l\u00edngua portuguesa por crian\u00e7as surdas ocorre a partir dos seus conhecimentos lingu\u00edsticos na Libras, uma l\u00edngua de modalidade visual-espacial. O m\u00e9todo f\u00f4nico privilegia a rela\u00e7\u00e3o direta entre a representa\u00e7\u00e3o de sons da fala e o c\u00f3digo alfab\u00e9tico e, portanto, pode oportunizar \u00e0s crian\u00e7as ouvintes, que adquirem uma l\u00edngua de modalidade auditiva-oral (o portugu\u00eas) desde o nascimento, a utiliza\u00e7\u00e3o de seus conhecimentos lingu\u00edsticos e o desenvolvimento da consci\u00eancia fonol\u00f3gica, a qual pode impulsionar a aprendizagem da leitura e escrita da l\u00edngua portuguesa.&nbsp; A escolariza\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as surdas usu\u00e1rias de Libras, bil\u00edngues emergentes, deve possibilitar que a Libras forne\u00e7a o suporte para a aquisi\u00e7\u00e3o de uma l\u00edngua adicional, como a l\u00edngua portuguesa escrita. Assim, faz-se necess\u00e1rio que a aquisi\u00e7\u00e3o da linguagem, por meio da Libras, ocorra desde o nascimento ou o mais precocemente poss\u00edvel, para possibilitar o desenvolvimento de habilidades lingu\u00edsticas, bem como o desenvolvimento da consci\u00eancia fonol\u00f3gica (configura\u00e7\u00e3o e orienta\u00e7\u00e3o de m\u00e3o, loca\u00e7\u00e3o, movimento, express\u00f5es faciais) na l\u00edngua de sinais. Ressalta-se que o uso do m\u00e9todo f\u00f4nico no ensino da l\u00edngua portuguesa para surdos pode ser indicado em outros contextos, como o cl\u00ednico-terap\u00eautico, principalmente com surdos que aprendem o portugu\u00eas falado (oral). Nesses casos, o terapeuta deve avaliar os poss\u00edveis benef\u00edcios do uso do m\u00e9todo para cada indiv\u00edduo.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas considera\u00e7\u00f5es iniciais contextualizam o ensino de l\u00ednguas na escolariza\u00e7\u00e3o bil\u00edngue de surdos e apresentam propostas amplamente desenvolvidas em documentos e pesquisas na \u00e1rea da Educa\u00e7\u00e3o e da Lingu\u00edstica nos \u00faltimos anos, muitas das quais protagonizadas pelo GIPES.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Defendemos que a aprendizagem decorre da experi\u00eancia vivida, neste caso, na escola. Entendemos a experi\u00eancia como um conjunto de pr\u00e1ticas que, ao se articularem em torno da surdez e dos indiv\u00edduos, acabam por constitu\u00ed-los e constituem a pr\u00f3pria experi\u00eancia de ser surdo e de ser estudante. Trata-se de uma experi\u00eancia inventada no interior das pr\u00e1ticas nas quais estamos inseridos.&nbsp; A experi\u00eancia com a educa\u00e7\u00e3o bil\u00edngue deve estar intimamente comprometida com as caracter\u00edsticas culturais das comunidades envolvidas. A cultura e a l\u00edngua acontecem a partir de uma constru\u00e7\u00e3o coletiva. Portanto, \u00e9 fundamental o conv\u00edvio da crian\u00e7a surda com outros surdos ou com outras pessoas que dominem a l\u00edngua de sinais. Nesse contexto, a escola de surdos \u00e9 considerada o ber\u00e7o da cultura surda, pois \u00e9 um dos principais espa\u00e7os em que a crian\u00e7a surda entra em contato com a l\u00edngua de sinais e com a l\u00edngua portuguesa.<br><\/p>\n\n\n\n<p>GIPES, 08 de outubro de 2019.<br><\/p>\n\n\n\n<p>L\u00edderes do GIPES: Lodenir Becker Karnopp e Madalena Klein&nbsp;<br><\/p>\n\n\n\n<p>Adriana Maria Arioli \u2013 TILS UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Alexandra Ohana Andreatta de Oliveira \u2013 estudante UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Alfredo Veiga-Neto \u2013 Professor UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Aline do Prado Ferreira \u2013 Acad\u00eamica de Mestrado do PPGE- UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Amanda da Rosa Foza \u2013 UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Ana Gabriela da Silva Vieira \u2013 Acad\u00eamica do Mestrado PPGE \u2013 UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Ana Luiza Paganelli Caldas \u2013 Doutoranda PPGE\/ UFPel e professora da UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Ana Paula Gomes Lara \u2013 UNIPAMPA\/UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Andreia Rocha da Rosa \u2013 mestranda PPG Lingu\u00edstica Aplicada Unisinos<\/p>\n\n\n\n<p>Angela Nediane dos Santos \u2013 Professora de Libras UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Angela Russo \u2013 TILS UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Anie Pereira Goularte Gomes \u2013 Professora de Libras e Doutoranda PPGE- UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Audrei Pizzolati \u2013 doutorando UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Augusto Schallenberger \u2013 Professor DEH\/UFCSPA<\/p>\n\n\n\n<p>Bianca Ribeiro Pontin \u2013 Professora Faced\/UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Bruna Fagundes Antunes Alberton \u2013 Professora Faced\/UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Camila Guedes Guerra Goes \u2013 professora de Libras na FACED\/UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Camila Righi Camillo \u2013 Professora de Libras e Acad\u00eamica do Doutorado PPGE- UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Carlos Skliar,&nbsp; Conicet\/Flacso, Argentina,&nbsp; DNI 14369925<\/p>\n\n\n\n<p>Carilissa Dall\u2019alba \u2013 Professora de Libras \u2013 UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Carina Rebello Cruz \u2013 Professora no Instituto de Letras\/UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Carine Bueira Loureiro \u2013 professora IFRS<\/p>\n\n\n\n<p>Carolina Hessel Silveira \u2013 Professora Faced\/UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Carolina Pereira Noya \u2013 Acad\u00eamica do Doutorado PPPGE- UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Caroline Birnfeldt \u2013 mestranda UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Caroline Soares \u2013 graduanda Letras\/ UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>C\u00e1tia de Azevedo Fronza \u2013 Professora UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Celeste Maria Muller Ritt \u2013 TILS UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Claudia Arruda Sarturi \u2013 Professora de Libras \u2013 UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Cl\u00e1udio Henrique Nunes Mour\u00e3o \u2013 Professor no Instituto de Letras\/UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Cleidi Lovatto Pires \u2013 Acad\u00eamica Do Doutorado PPGE- UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Cristianne Famer Rocha \u2013 Professora UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Cristiano Pereira Vaz \u2013 Professor CLN\/UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Daiana Steyer \u2013 estudante PG UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Daniel Lopes Romeu \u2013 Professor de Libras \u2013 Centro de Letras e Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Deise Andrea Enzweiler \u2013 doutoranda UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Dileta Peres da Silva \u2013 Acad\u00eamica do Mestrado PPGE \u2013 UFPel e professora da EMEB profa. Carmen Regina Teixeira Baldino<\/p>\n\n\n\n<p>Elisabete Strelow de Castro \u2013 Tradutora Int\u00e9rprete de Libras\/Portugu\u00eas \u2013 UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Elisane Maria Rampelotto \u2013 Professora da \u00c1rea da Educa\u00e7\u00e3o de Surdos \u2013 UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Emiliana Faria Rosa \u2013 Professora Faced\/UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Erika Vanessa de Lima Silva \u2013 Professora Faced\/UFRGS.<\/p>\n\n\n\n<p>Evelyn Concei\u00e7\u00e3o Barrufe Paula \u2013 TILS UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Fabiano Souto Rosa \u2013 Professor de Libras \u2013 UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Fernando Henrique Foga\u00e7a Carneiro \u2013 Professor no Instituto de Letras\/UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Francielle Cantarelli Martins \u2013 Professora de Libras \u2013 UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Gabriel Nunes Ramos \u2013 graduando Letras UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Giovana Fracari Hautrive \u2013 Professora de Libras \u2013 UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Graciele Marjana Kraemer \u2013 professora UFRGS&nbsp; Litoral Norte<\/p>\n\n\n\n<p>Helenne Schroeder Sansderson \u2013 Acad\u00eamica de Mestrado do PPGE- UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Isaias Ildebrand \u2013 estudante PG Unisinos<\/p>\n\n\n\n<p>Ivana Gomes da Silva \u2013 Professora de Libras \u2013 UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Jean Michel Carrett Farias \u2013 Mestrando PPGE \u2013 UFPel e Assist. em Admin \u2013 IFSul<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e9ssica Daiane Levandovski Thewes \u2013 mestranda PPG Lingu\u00edstica Aplicada Unisinos<\/p>\n\n\n\n<p>Joaquina Maria Portela Cunha Melo \u2013&nbsp; estudante PG UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Jos\u00e9 Francisco Duran Vieira \u2013 Acad\u00eamico do Doutorado \u2013 UFPel e professor da Escola Especial Professor Alfredo Dub, Pelotas,RS<\/p>\n\n\n\n<p>Joseane Maciel dos Santos \u2013 Tradutora Int\u00e9rprete de Libras\/Portugu\u00eas \u2013 UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Joselita Xavier de Jesus \u2013 estudante&nbsp; PG UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Josiane dos Santos Maquieira \u2013 Mestre UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Juliana Cerutti Ottonelli \u2013 URI\/ doutoranda UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Juliana de oliveira Pokorski \u2013 professora faced UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Juliana Sanches dos Santos \u2013 Tradutora Int\u00e9rprete de Libras\/Portugu\u00eas \u2013 UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Juliane Marschal Morgenstern \u2013 prodessora UNIFRA<\/p>\n\n\n\n<p>Jussara Mait\u00ea Moraes Esm\u00e9rio \u2013 Tradutor Int\u00e9rprete de Libras \u2013 UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Karina \u00c1vila Pereira \u2013 Professora de Libras \u2013 Centro de Letras e Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Lauren Silveira Farias \u2013 Acad\u00eamica Curso de Pedagogia \u2013 UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Liane Camatti \u2013 Professora de Libras \u2013 UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Liliane Ferrari Giordani \u2013 Professora FACED\/UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Lodenir Becker Karnopp \u2013 Professora UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Luciane Bresciani Lopes \u2013 Professora Faced\/UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Luiz Daniel Rodrigues Dinarte \u2013 TILS UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Madalena Klein \u2013 Professora UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Mait\u00ea Maus da Silva- TILS UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Marcelo Lucio Correia de Amorim \u2013 Professor Letras UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00e1rcia Lise-Lunardi Lazzarin \u2013 Professora UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00e1rcio Friedrich \u2013 Professor de Libras \u2013 UNIPAMPA, Campus Jaguar\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Maria L\u00facia Wortmann \u2013 Professora UFRGS e ULBRA<\/p>\n\n\n\n<p>Maria Vit\u00f3ria Witchs \u2013 graduando de Letras UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Maura Corcini Lopes \u2013 Professora UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Mauricio Henemann \u2013 mestrando&nbsp; UNISINOS&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mayara Bataglin Raugust \u2013 Professora de Libras \u2013 UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Mel\u00e2nia De Melo Casarin \u2013 Professora da \u00c1rea da Educa\u00e7\u00e3o de Surdos \u2013 UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00f4nica Zavacki De Morais \u2013 Professora de Libras \u2013 UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e1dia dos santos Gon\u00e7alves Porto \u2013 Tradutora Int\u00e9rprete de Libras\/Portugu\u00eas \u2013 UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Patr\u00edcia Graff \u2013 professora Universidade da Fronteira Sul<\/p>\n\n\n\n<p>Paula Scremim \u2013 Professora de Libras e Acad\u00eamica do Doutorado PPGE- UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Peterson da Rosa Costa \u2013 professor La Salle e doutorando UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Priscila dos Santos Ebling \u2013 UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>Raisa de Matos Elsner \u2013 Professora de Libras e Acad\u00eamica do Mestrado PPGE- UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Raquel Frolich \u2013 professora UDESC<\/p>\n\n\n\n<p>Ravele Bueno Goularte \u2013 Tradutor Int\u00e9rprete de Libras \u2013 UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>R\u00fabia Denise Islab\u00e3o Aires \u2013 Tradutora Int\u00e9rprete de Libras\/Portugu\u00eas \u2013 IFSul<\/p>\n\n\n\n<p>Sabrina Cec\u00edlia Moraes Bastos \u2013 doutoranda PPG Lingu\u00edstica Aplicada Unisinos<\/p>\n\n\n\n<p>Silvana Corr\u00eaa Vieira de Leon.- doutoranda PPG Lingu\u00edstica Aplicada Unisinos<\/p>\n\n\n\n<p>Simone Weide Luiz \u2013 doutoranda PPG Lingu\u00edstica Aplicada Unisinos<\/p>\n\n\n\n<p>Tania Maria dos Santos \u2013 estudante PG UNISINOS<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00e2nia Micheline Miorando \u2013 Professora da \u00c1rea da Educa\u00e7\u00e3o de Surdos \u2013 UFSM<\/p>\n\n\n\n<p>Tatiana Bol\u00edvar Lebedeff \u2013 Professora UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Tha\u00eds Philipsen Grutzmann \u2013 Professora do Instituto de F\u00edsica e Matem\u00e1tica \u2013 UFPel<\/p>\n\n\n\n<p>Tiago Coimbra Nogueira \u2013 Professor no Instituto de Letras\/UFRGS.<\/p>\n\n\n\n<p>Vanessa Suzani da Silva Bandeira \u2013 mestranda PPG Lingu\u00edstica Aplicada Unisinos<\/p>\n\n\n\n<p>Vict\u00f3ria Silva da Concei\u00e7\u00e3o \u2013 TILS UFRGS<\/p>\n\n\n\n<p>Violeta Porto Moraes \u2013 Doutoranda UFPel e professora Col\u00e9gio de Aplica\u00e7\u00e3o da UFSC<\/p>\n\n\n\n<p>Wilson Miranda \u2013 Professor de Libras \u2013 UFSM<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Grupo Interinstitucional de Pesquisa em Educa\u00e7\u00e3o de Surdos (GIPES), credenciado no DGP\/CNPq desde 2006, desenvolve a\u00e7\u00f5es de pesquisa e extens\u00e3o, com a articula\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o de pesquisadores de institui\u00e7\u00f5es de ensino superior do estado do Rio Grande do Sul (RS). 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