O objetivo do percurso do autor é apontar a possibilidade de considerar o método científico de investigação de Pierce como uma forma de vida que “se concretiza por meio de um processo informacional genuinamente incorporado na conduta humana” e que viria a ser “o anticorpo necessário para evitar catástrofes resultantes de políticas desastrosas”.
“Diante do atual cenário pandêmico e político atual, o convite a ser feito é o de incorporar o método científico de investigação como forma de vida. Em outras palavras, somente o agir resultante de uma deliberação contínua e autocorretiva é capaz de representar a realidade em sua objetividade própria, compartilhando, entre si, a forma comum que reside em ambos, objeto e representação. Somente tal conduta é capaz de determinar crenças genuinamente reais a respeito do mundo. Somente tal conduta como forma de vida é capaz de nos aproximar da realidade e contribuir para o bem comum. Este é o antídoto para o que enfrentamos atualmente. Este é um bom caminho para a liberdade comum: a conduta científica genuína é por natureza comunitária. Tal raciocínio autocontrolado é a possibilidade que temos de deixar nossas próprias crenças e subjetividade de lado para buscar a verdade que só pode ser encontrada na objetividade da realidade.”
O texto de Alexandre Augusto Ferraz pode ser lido na íntegra acessando o link abaixo.
O método científico de investigação de Peirce como forma de vida




