Chamada de Trabalhos: Revista Eikon – Semiótica e Cultura

logofbEikon (http://www.eikon.ubi.pt/) é uma revista multidisciplinar sobre Semiótica e Cultura, com revisão por pares, que aceita artigos e investigação original escritos em português, inglês, espanhol e francês. Aberta a uma ampla gama de abordagens teóricas e metodológicas, Eikon recebe artigos originais de pesquisa no campo da semiótica, entendida como o estudo sistemático de significantes, significados e seus efeitos.

A chamada de artigos está aberta para todos os investigadores, de diversas áreas de disciplinares com interesse na área, comunicação, literatura, filosofia, linguística, sociologia, antropologia, psicologia e outros, até dia 20 de julho.

Lançamento do livro “Cidades Mediações e Interações”

9788534941556Situando-se no domínio de estudos que desenvolvem uma epistemologia da comunicação, este trabalho analisa as características da interação que se confronta com a mediação, ao estabelecer processos cognitivos que oscilam entre os dois conceitos e possibilitam a discriminação de momentos comunicativos distintos e essenciais para a comunicação enquanto área de conhecimento. Procura-se identificar as matrizes epistemológicas subjacentes a esses processos, a fim de ser possível apreender as configurações que sustentam tais matrizes e identificar manifestações que, cotidianas, passam despercebidas porque, à maneira de uma rede, cruzam-se sem limites, identificando, mais uma vez, o incerto objeto científico da comunicação. Perante os desafios que decorrem das novas tecnologias e impõem mudanças mediativas e interativas, parece necessário analisar a tessitura dessa rede de difícil domínio epistemológico para a comunicação, mais afeita à mediação do que à interação. O objeto de investigação está concentrado no estudo da cidade que, ao mesmo tempo, é cenário e atriz de processos mediativos e interativos. O trabalho se concretiza em dez ensaios orientados por rigorosa sincronia: partem dos dados pesquisados para refletir sobre a epistemologia da pesquisa e, ao final, sobre a própria natureza epistemológica do conhecimento. Este trabalho destina-se à leitura atenta de comunicólogos, arquitetos, urbanistas, paisagistas, geógrafos, historiadores e artistas que atuam na cidade e a transformam. Este trabalho foi desenvolvido pelos pesquisadores do Grupo-visualidade/Comunicação-Pesquisa, com a organização de Lucrécia Ferrara.

Lançamento do livro “Secretos en Red: Intervenciones semióticas en tiempo presente”

secretos en red - PortadaA partir do exemplo do fenômeno WikiLeaks o livro aborda uma perspective problemas semióticos como vazamentos maciços de segredos oficiais, vazamentos de dados pessoais, o rastreamento eletrônico de nossos movimentos, as intimidades expostas na internet, demanda por visibilidade  e proteção da privacidade. Em suma, uma série de eventos de grande significado que força uma constante redefinição dos conceitos de sigilo e transparência.
O trabalho, coordenado pelo semiólogo Jorge Lozano, inclui textos de autores levando em suas respectivas disciplinas: Umberto Eco, Magali Arriola, Paolo Fabbri, Maurizio Bettini, Joshua Meyrowitz, entre outros, abordando questões como a possibilidade de uma sociedade de total transparência ou privacidade em ambientes ultravigiados.

Ficha de Leitura: Aparelhos Ideológicos de Estado – Louis Althusser

ALTHUSSER, Louis. Aparelhos ideológicos de Estado. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1985, 2ª ed.

 

APARELHOS_IDEOLOGICOS_DO_ESADO_1236954691BSobre a reprodução das condições de produção

Uma formação social que não reproduz as condições de produção ao mesmo tempo em que produz, não sobreviverá (…) portanto a condição última da produção é a reprodução das condições de produção. p. 53

Se consideramos que toda a formação social é resultado de um modo de produção dominante, podemos dizer que o processo de produção aciona as forças produtivas existentes em sob e relações de produção definidas. P. 54 ALTHUSSER

Para uma formação social existir deve-se reproduzir: 1. As forças produtivas; 2. As relações de produção existentes (p.54 – não é cópia literal)

 

A reprodução dos meios de produção

Uma vez que Marx impôs a demonstração no Livro II de “O Capital”, que não há produção possível sem que seja assegurada a reprodução das condições materiais de produção: a reprodução dos meios de reprodução. P. 54

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Mineração: Conflitos Ambientais no Brasil e no Uruguai

Atividade mensal do Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul junto ao Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental, com o apoio do PPGCOM, integra-se à programação da jornada sobre conflitos ambientais e jornalismo. A Terça Ecológica do mês de junho abordará a mineração e os conflitos ambientais no Brasil e Uruguai. Ocorre no dia 14 de junho, ás 19h, no Auditório 1.

O evento terá como convidados o jornalista independente e escritor uruguaio, Victor Bacchetta, e o biólogo e professor da UFRGS, Paulo Brack. A entrada é gratuita e aberta ao público.

 

 

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Mais informações pela fanpage do Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental.

Mais informações sobre a jornada pelo link.

Via: Fabico

Ficha de Leitura: Multidão: guerra e democracia na era do império – Antonio Negri e Michael Hardt

HARDT, Michael; NEGRI, Antonio. Multidão: guerra e democracia na era do império. Rio de Janeiro: Record, 2004.

Prefácio:

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Pode-se dizer, simplificando muito, que a globalização tem duas faces. Numa delas, o Império dissemina em caráter global sua rede de hierarquias e divisões que mantém a ordem através de novos mecanismos de controle e permanente conflito. A globalização, contudo, também é a criação de novos circuitos de cooperação e colaboração que se alargam pelas nações e os continentes, facultando uma quantidade infinita de encontros. (…) Também a multidão pode ser encarada como uma rede: uma rede aberta e em expansão na qual todas as diferenças podem ser expressas e livre e igualitariamente, uma rede que proporciona os meios de convergência para que possamos trabalhar e viver em comum. (p.12)

 

A multidão é múltipla. A multidão é composta de inúmeras diferenças internas que nunca poderão ser reduzidas a uma unidade ou identidade única – diferentes culturas, raças, etinias, gêneros e orientações sexuais; diferentes formas de trabalho; diferentes maneiras de viver; diferentes visões de mundo; e diferentes desejos. A multidão é uma multiplicidade de todas essas diferenças singulares (p.12)

 

A multidão é um conceito aberto e abrangente que tenta apreender a importância das recentes mudanças na economia global.(…) hoje em dia a produção já não pode ser concebida apenas em termos econômicos, devendo ser encarada de maneira mais ampla como produção social – não apenas a produção de bens materiais, mas também a produção de comunicações, relações e forma de vida. A multidão, assim, compõe-se potencialmente de todas as diferentes configurações da produção social. Mais uma vez, uma rede distributiva como a Internet constitui uma boa imagem de base ou modelo para a multidão. (p.13 -14)

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Jornadas PPGCOM/UFRGS: o papel do jornalista diante dos conflitos ambientais

O Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGCOM/UFRGS), a linha de pesquisa em Jornalismo e Processos Editoriais e o Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental (CNPq/UFRGS) realizam, nos dias 16 e 17 de junho de 2016, jornada de estudos com o tema Jornalismo e Conflitos Ambientais. O evento ocorre no Auditório 1 da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS (Rua Ramiro Barcelos, 2705, Campus Saúde, Bairro Santana, Porto Alegre-RS). As inscrições, gratuitas, podem ser realizadas neste formulário.

Leia mais em: Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental

Programação Jornadas do PPGCOM/UFRGS

Encontro vinculado à linha de pesquisa Jornalismo e Processos Editoriais (acontece nos dias 16 e 17 de junho de 2016).

Programação:

Dia 16/06 (quinta-feira)

 

[8h30 – 9h] Abertura oficial

Participantes: Ana Moura (diretora da FABICO)

Nísia Martins do Rosário (coord. do PPGCOM)

Luciana Mielniczuk: (coord.da Linha Jornalismo e Processos Editoriais/PPGCOM)

Ilza Maria Tourinho Girardi ( líder do grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental )

 

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