A Semana da Diversidade e Gênero da FABICO, uma iniciativa do DACOM e dos estudantes de Comunicação chega à sua terceira edição.
Confira a programação completa em: https://www.facebook.com/events/137834696555331/
A Semana da Diversidade e Gênero da FABICO, uma iniciativa do DACOM e dos estudantes de Comunicação chega à sua terceira edição.
Confira a programação completa em: https://www.facebook.com/events/137834696555331/
Em parceria com a FABICO-UFRGS, o Núcleo de Pesquisa Semiótica Crítica (NPESC) organiza o curso de extensão A(na)rqueologias das Mídias. Coordenado pelo professor Alexandre Rocha da Silva, o curso tem como objetivo introduzir as recentes viradas teóricas da comunicação, como a das materialidades, do realismo especulativo, dos afetos, da semiótica crítica, do arquivo e da arqueologia das mídias.
Ministrado por doutorandos, mestrandos e graduandos com pesquisas na área da comunicação, o seminário promoverá diversos debates pertinentes à literatura, ao audiovisual, à música e a outras manifestações midiáticas.
INSCRIÇÕES:
Basta enviar e-mail para gpsemiotica@gmail.com com os seguintes dados: nome completo, RG, CPF e (caso seja aluno da UFRGS) número do cartão.
O evento é gratuito.
Ao final do curso, será conferido certificado correspondente a 15 horas.
LOCAL:
FABICO – Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (UFRGS)
Rua Ramiro Barcelos, 2705 – Campus Saúde – Porto Alegre – RS.
Serão 5 encontros às quintas-feiras, dias 17 e 24/09, 1º, 8 e 15/10, das 19h às 22h.
PROGRAMAÇÃO:
MESA 1 – 17/09 – A(NA)RQUEOLOGIAS TRANSMIDIÁTICAS
Alexandre Rocha: Introdução ao curso
Márcio Telles: A(na)rqueologia de um futuro esquecido
André Araujo: Por uma arqueologia das mídias na literatura: do avant pop ao afterpop
Lennon Macedo: Lumière no cinema contemporâneo
MESA 2 – 24/09 – UMA A(NA)RQUEOLOGIA DO BARULHO
Marcelo B. Conter: A Gatorra de Tony e o devir sucata das caixas pretas musicais
Cássio Lucas: Contra-ambientes ruidosos
Guilherme Maschke: Caco(fonias) dos suportes midiáticos no noise e glitch music
MESA 3 – 1º/10 – AGENCIAMENTOS ANÁRQUICOS AUDIOVISUAIS
Bruno Leites: Êxtase e impotência: as imagens-pulsão no cinema brasileiro dos anos 2000
Felipe Diniz: A figura do qualquer no cinema: invenção e desconstrução
João Flores da Cunha: As séries de TV contemporâneas e Ingmar Bergman: a minissérie Cenas de um Casamento
MESA 4 – 8/10 – A(NA)RQUIVO E RECONFIGURAÇÕES ESTÉTICAS
Jamer G. Mello: Por uma estética da resistência: a(na)rquivo, guerra e circulacionismo
Mario Arruda: Vaporwave: estética digital desviante, pós-dadaísmo e hibridismo de mídias
Demétrio Pereira: Dobras maquínicas em Koyaanisqatsi
MESA 5 – 15/10 – ANARQUEEROLOGIAS
Alexandre Rocha: Encerramento do curso
Stefanie Cirne: O devir feminino em Ghost World
Nicolas Sales: New Queer Cinema: devires minoritários em Paris is Burning
Márcia Veiga: Masculino, o gênero do jornalismo: uma mirada feminista e queer sobre a produção noticiosa
[Imagem: arte de Mario Arruda sobre colagem de Ale Muñoz]
Na terça-feira, dia 05/05, ocorreu o lançamento do livro “Deleuze: Pensamento e Acordo Discordante” (EDUFSCAR/FAPESP) de autoria do professor Alessandro Carvalho Sales (UniRio). Trata-se de uma tese de doutorado defendida no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar, e que apresenta, entre outras questões de pesquisa, o problema do signo e da comunicação no trabalho de Deleuze no inicio dos anos 60, colocado sob a imagem do chamado acordo discordante.
BARROS, Diana L. P. ; FIORIN, José L. (Orgs.) Dialogismo, polifonia, intertextualidade. São Paulo, SP: Edusp, 1999
RONCARI, Luiz. Prefácio. In: BARROS, Diana L. P. ; FIORIN, José L. (Orgs.) Dialogismo, polifonia, intertextualidade. São Paulo, SP: Edusp, 1999
“Bakhtin soube diferenciar bem as dinâmicas que regulavam o plano da vida da produção dos bens materiais e o plano da vida da produção dos bens simbólicos. Sem desconhecer nem negar as relações entre um e outro, entendia que, se a dialética hegeliana poderia desenhar bem o movimento do primeiro plano, o segundo precisava de uma outra figura. Dialogia foi o termo que mais usou para descrever a vida do mundo da produção e das trocas simbólicas, […] como um universo composto de signos, do mais simples, como dois paus cruzados formando uma cruz, até os enunciados mais complexos, como a obra de um grande pensador como Marx, cujos valores e significados não eram dados e estáticos, mas extremamente ambíguos e mutáveis. Nele, tudo o que era simples poderia se tornar complexo e o que era complexo se tornar simples (justamente o que veio a ocorrer na história da cruz e do marxismo), o vivo morto e o morto vivo, o novo ser expressão do velho e o velho do novo, enfim, nesse universo nada era definitivamente dado, porque tudo poderia vir a ser, inclusive o seu contrário.” (RONCARI, Luiz. Prefácio. In: BARROS, Diana L. P. ; FIORIN, José L. (Orgs.) Dialogismo, polifonia, intertextualidade. São Paulo, SP: Edusp, 1999, p. X)
“Assim, se a história das informações sociais e da vida da produção material do homem conhecia um movimento que poderia ter sentido, na medida em que as mais novas superavam e anulavam as mais velhas; na história da vida das formas simbólicas nada era inteiramente superado e esgotado” (RONCARI, Luiz. Prefácio. In: BARROS, Diana L. P. ; FIORIN, José L. (Orgs.) Dialogismo, polifonia, intertextualidade. São Paulo, SP: Edusp, 1999, p. X)
MAZZARELLA, William. Affect: what is it good for? In: DUBE, Saurabh (Org.). Enchantments of Modernity: Empire, Nation, Globalization. New York: Routledge, 2009.
Gilles Deleuze, in an essay on David Hume, credits the latter with having discovered that ‘affective circumstances’ pre-exist and guide the ‘principles of association’ that constitute what we like to recognize as reason (2001 [1972]: 45) Deleuze is thus confirmed in his belief that there is, in John Rajchman’s words, ‘an element in experience that comes before the determination of subject and sense’ (2001: 15). (MAZZARELLA, 2009, p. 292)
Massumi characterizes affect as a domain of intensity, indeterminacy and above all potentially, which the signifying logic of culture reduces or, in his terms, ‘qualifies.’ Affect is both embodied and impersonal. The appearence of personal, subjective life is, then, for Massumi as for Deleuze a secondary effect of cultural mediation. This is why affect cannot be equated with emotion: Continue lendo

Filtraciones masivas de secretos oficiales, fugas de datos personales, rastreabilidad electrónica de nuestros movimientos o, también, intimidades colgadas en la red, exigencia de visibilidad y defensa de la privacidad: el secreto y la transparencia se redefinen.De esto se ocupan los artículos de Alberto Abruzzese, Denis Bertrand, Joshua Meyrowitz, Umberto Eco, Jacques Fontanille, Paolo Fabbri o Magalí Arriola reunidos en este libro. http://www.sequitur.es/secretos-en-red/
HEMMINGS, Clare. Invoking Affect: cultural theory and the ontological turn. In: Cultural Studies. Vol. 19, no 5.pp. 548-567. Disponível em:<http://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/09502380500365473>. Acesso em 19 nov. 2014.
Affect broadly refers to states of being, rather than to their manifestation or interpretation as emotions. (HEMMINGS, 2005, p. 551)
For Tomkins, then, affect connects us to others […]. Deleuze (1997) proposes affect as distinct from emotion, as bodily meaning that pierces social interpretation, confounding its logic, and scrambling its expectations. (HEMMINGS, 2005, p. 552)
LUTZ, Catherine A. Unnatural Emotions: Everyday Sentiments on a Micronesian Atoll and Their Challenge to Western Theory. Chicago: University of Chicago Press, 1988.
Although the value of emotion as symbol is not dependent on some objective relationship to the body, my aim is not to cut the body out of emotions or simply to civilize them. It is not to deconstruct an overly naturalized and rigidly bounded concept of emotion, to treat emotion as an ideological practice rather then as a thing to be discovered or an essence to be distilled. (LUTZ, 1988, p. 4)
As Clifford has noted of culture itself, emotion is “contested, temporal, and emergent” (1986:19). Once de-essentialized, emotion can be viewed as a cultural and interpersonal process of naming, justifying, and persuading by people in relatioship to each other. Emotional meaning is then a social rather than an individual achievement–an emergent product of social life. (LUTZ, 1988, p. 5)
AHMED, Sara. The cultural politics of emotion. New York: Routledge, 2004.
So emotionality as a claim about a subject or a collective is clearly dependent on relations of power, which endows ‘others’ with meaning and value. (AHMED, 2004, p. 4)
So rather than asking ‘What are emotions?’, I will ask, ‘What do emotions do?’. In asking this question, I will not offer a singular theory of emotion, or one account of the work that emotions do, Rather, I will track how emotions circulate between bodies, examining how they ‘stick’ as well as move. In this introduction, my task will be to situate my account of the ‘cultural politics’ of emotion within a very partial account of the history of thinking on emotions. I will not offer a full review of this history, which would be an impossible task. (AHMED, 2004, p. 4) Continue lendo
Entrevista do professor Jesús Martín-Barbero ao programa Roda Viva em 03/02/2003.
[youtube=http://youtu.be/GhlVsYIuZyg][youtube=http://youtu.be/2pfpYg-6nlM]http://http://youtu.be/Wi_t1Uor2MQ