Sobre

Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; esse direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.

Declaração Universal dos Direitos Humanos, Art. 19.

 

Quando, em 1948, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovava a Declaração Universal dos Direitos Humanos, naturalmente, não poderia considerar a internet entre os “quaisquer meios” sobre os quais versa o texto do Art. 19 – afinal, os usos civis da rede começariam a se consolidar 50 anos depois. É em meio à reconfiguração da compreensão sobre o direito à comunicação, pois, que o portal Humanista firma seu compromisso com você, que nos lê neste momento: animar, por meio de conteúdo jornalístico ético e responsável, o debate público sobre direitos humanos em amplo sentido, e para além do senso comum que estigmatiza e subestima o tema.

O ciberjonal laboratorial produzido por estudantes do curso de Jornalismo da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Fabico/UFRGS) tem como propósito iluminar temas, acontecimentos e conflitos contemporâneos à luz dos direitos humanos. Um movimento que se concretiza em reportagens multimídia que visam a otimizar as possibilidades da internet para a produção de conteúdos capazes de dar a ver mais da complexidade das sociedades atuais em relação aos meios convencionais: texto, fotografia, áudio, vídeo, infografia e outros formatos de narrativa são mobilizados para esse fim.

Da notícia à reportagem, passando pela produção e curadoria de conteúdo nas redes sociais digitais, aqui você encontra um enquadramento humanístico sobre assuntos que permeiam o cotidiano. Esse exercício proporciona aos estudantes o desenvolvimento de competências previstas no Parecer CNE/CES 39/2013, do Ministério da Educação, que estabelece as Diretrizes Curriculares para o curso de graduação em jornalismo, e atende ao imperativo pedagógico de prepará-los para atuar com senso crítico e olhar ético no mercado profissional – além de preencher lacunas na cobertura de direitos humanos empreendida pela mídia empresarial.

Tanto a identidade visual quanto a divisão editorial e temática do portal (no ambiente digital, sujeitas a inovações constantes) foram concebidas, em colaboração entre professores e estudantes, no esteio do debate nacional e internacional sobre direitos humanos; seja pela Constituição Federal brasileira, seja pelas diretrizes da ONU.

A sua colaboração é fundamental para a plena execução do projeto de um jornalismo colaborativo, que cumpra o papel de produzir conhecimento sobre o presente e contribua para o esclarecimento do mundo. Critique, sugira; leia, assista, ouça; compartilhe, comente, curta!

Sejam bem-vindas e bem-vindos ao Humanista!