﻿{"id":25747,"date":"2024-11-28T18:54:27","date_gmt":"2024-11-28T21:54:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/?p=25747"},"modified":"2025-03-26T10:15:34","modified_gmt":"2025-03-26T13:15:34","slug":"autoras-mulheres-sao-minoria-no-vestibular-da-ufrgs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/2024\/11\/28\/autoras-mulheres-sao-minoria-no-vestibular-da-ufrgs\/","title":{"rendered":"Autoras mulheres s\u00e3o minoria no vestibular da UFRGS"},"content":{"rendered":"\n<p>A livraria Loganberry Books (Cleveland, Estados Unidos) realizou, em 2017, uma <a href=\"https:\/\/www.geledes.org.br\/esta-livraria-conseguiu-mostrar-desigualdade-de-genero-na-literatura-reorganizando-suas-prateleiras\/\">a\u00e7\u00e3o para ilustrar a desigualdade de g\u00eanero na ind\u00fastria editorial<\/a>, virando os livros de autores homens e deixando vis\u00edveis nas estantes apenas as lombadas das obras escritas por mulheres. De acordo com o <a href=\"https:\/\/educa.ibge.gov.br\/criancas\/brasil\/nosso-povo\/19625-numero-de-homens-e-mulheres.html#:~:text=De%20acordo%20com%20os%20resultados,que%20homens%20no%20nosso%20pa%C3%ADs.\">Censo 2022<\/a> do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica), a popula\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 composta por <strong>51,5% de mulheres<\/strong> e 48,5% de homens, representando, em n\u00fameros absolutos, por volta de 6 milh\u00f5es de mulheres a mais no pa\u00eds. Ainda assim, a disparidade de g\u00eanero \u00e9 evidente em diversas \u00e1reas, como na cultura. Essa disparidade se reflete, por exemplo, nas obras selecionadas como leituras obrigat\u00f3rias para o vestibular da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul): autoras mulheres correspondem a <strong>menos de um quarto<\/strong> do total de autores das leituras obrigat\u00f3rias desde 2003.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"698\" height=\"523\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-4.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-25748\" style=\"width:744px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-4.png 698w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-4-300x225.png 300w\" sizes=\"(max-width: 698px) 100vw, 698px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A UFRGS, maior institui\u00e7\u00e3o de ensino superior do estado, realiza anualmente o<strong> <\/strong><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/coperse\/concurso-vestibular\/\"><strong>concurso vestibular<\/strong><\/a><strong> <\/strong>para admiss\u00e3o de alunos. Em 2024, a prova acontece no pr\u00f3ximo final de semana, nos dias 30 de novembro e 1\u00ba de dezembro. Em cada edital, \u00e9 publicada uma lista de Leituras Obrigat\u00f3rias para a prova de Literatura em L\u00edngua Portuguesa. Essa sele\u00e7\u00e3o consiste em <strong>doze obras, <\/strong>que devem ser lidas na \u00edntegra, al\u00e9m de uma listagem b\u00e1sica de outros t\u00f3picos e autores tamb\u00e9m abordados pela prova. De acordo com o regulamento vigente desde 2007, a cada edi\u00e7\u00e3o s\u00e3o inclu\u00eddas quatro novas obras \u00e0 lista, o que significa que cada obra \u00e9 lida para tr\u00eas concursos consecutivos, sendo ent\u00e3o substitu\u00edda.<\/p>\n\n\n\n<p><em>As obras selecionadas para o Vestibular <\/em><strong><em>2025<\/em><\/strong><em> j\u00e1 foram divulgadas. Confira a lista abaixo:<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"871\" height=\"816\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-25749\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-1.png 871w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-1-300x281.png 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-1-768x720.png 768w\" sizes=\"(max-width: 871px) 100vw, 871px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O livro <em>O avesso da pele<\/em>, de Jeferson Ten\u00f3rio, que aborda racismo e outras quest\u00f5es sociais e foi <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/educacao\/noticia\/2024\/03\/08\/o-avesso-da-pele-livro-que-debate-racismo-e-censurado-em-escolas-de-3-estados-por-reacao-equivocada-ao-conteudo-alertam-especialistas.ghtml\">censurado por escolas em 2024<\/a>, integra a sele\u00e7\u00e3o de leituras do vestibular 2025 da UFRGS, exemplificando a relev\u00e2ncia desses editais para o debate democr\u00e1tico e o acesso \u00e0 cultura. Ao serem inclu\u00eddas aos conte\u00fados e \u00e0s bibliotecas das escolas, as leituras obrigat\u00f3rias impactam o ensino p\u00fablico e privado.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a reportagem, as listas de leitura foram coletadas no site oficial da Comiss\u00e3o Permanente de Sele\u00e7\u00e3o da UFRGS (COPERSE), na se\u00e7\u00e3o de <a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/coperse\/edicoes-anteriores-2\/\">edi\u00e7\u00f5es anteriores<\/a>. Apesar de estarem dispon\u00edveis documentos dos concursos desde 1997, as listas de leitura constam <strong>desde 2003<\/strong>. Os anos 2003\/2004 apresentaram uma mesma lista, de dez obras, e 2005\/2006 tamb\u00e9m (antes do regulamento atual, de 2007). Por isso, essas listas foram computadas somente uma vez cada. O vestibular 2021 n\u00e3o foi realizado, em raz\u00e3o da pandemia de covid-19. Devido ao vestibular 2025 ainda n\u00e3o ter ocorrido, optou-se por n\u00e3o adicionar suas obras \u00e0 base de dados, para evitar que eventuais altera\u00e7\u00f5es na lista ou cancelamento da prova invalidem as conclus\u00f5es. Assim, a base foi constru\u00edda a partir de <strong>dezenove anos<\/strong> de dados, que consistem em ano do vestibular, t\u00edtulo da obra, ano da obra, g\u00eanero da obra, autor, pa\u00eds do autor, estado do autor (quando brasileiro) e g\u00eanero do autor, resultando nas an\u00e1lises a seguir.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"869\" height=\"763\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-25750\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed.png 869w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-300x263.png 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-768x674.png 768w\" sizes=\"(max-width: 869px) 100vw, 869px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Foi constatado que<strong> 78%<\/strong> dos autores s\u00e3o de nacionalidade <strong>brasileira <\/strong>ou naturalizados no Brasil. O foco da prova, de acordo com os editais, \u00e9 literatura em <strong>l\u00edngua portuguesa<\/strong> e literatura brasileira. Tr\u00eas livros foram escritos originalmente em outros idiomas: <em>Cem anos de solid\u00e3o<\/em>, romance do colombiano Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez, 1967; <em>Hamlet<\/em>, pe\u00e7a do ingl\u00eas Shakespeare, 1623; e <em>Lis\u00edstrata<\/em>, do grego Arist\u00f3fanes, aproximadamente 400 AC.&nbsp;<br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"869\" height=\"765\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-25751\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-2.png 869w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-2-300x264.png 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-2-768x676.png 768w\" sizes=\"(max-width: 869px) 100vw, 869px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Quase<strong> um ter\u00e7o<\/strong> (31%) dos autores brasileiros s\u00e3o do <strong>Rio Grande do Sul<\/strong>. O sudeste \u00e9 a regi\u00e3o de origem do maior n\u00famero de autores, com 17 autores (38%). A regi\u00e3o norte \u00e9 representada por apenas um autor, Milton Hatoum, do Amazonas, e n\u00e3o h\u00e1 nenhum do centro-oeste.<br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"869\" height=\"765\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-25752\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-3.png 869w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-3-300x264.png 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-3-768x676.png 768w\" sizes=\"(max-width: 869px) 100vw, 869px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"872\" height=\"685\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-5.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-25753\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-5.png 872w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-5-300x236.png 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-5-768x603.png 768w\" sizes=\"(max-width: 872px) 100vw, 872px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao g\u00eanero das obras, <strong>96%<\/strong> das publica\u00e7\u00f5es editoriais (ou seja, sem considerar os \u00e1lbuns de m\u00fasica) s\u00e3o de <strong>fic\u00e7\u00e3o<\/strong>. Os \u00fanicos t\u00edtulos de n\u00e3o-fic\u00e7\u00e3o s\u00e3o <em>Quarto de despejo<\/em>, de Carolina Maria de Jesus, 1960 (categoria Autobiografia); <em>A terra dos mil povos<\/em>, de Kak\u00e1 Wer\u00e1, 1998 (Hist\u00f3ria); e os serm\u00f5es selecionados de Pe. Ant\u00f4nio Vieira. Romance \u00e9 o g\u00eanero mais comum, com 40 obras, enquanto todos os outros g\u00eaneros juntos somam 43 t\u00edtulos.<br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"870\" height=\"765\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-6.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-25754\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-6.png 870w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-6-300x264.png 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-6-768x675.png 768w\" sizes=\"(max-width: 870px) 100vw, 870px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"869\" height=\"814\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-7.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-25755\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-7.png 869w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-7-300x281.png 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/unnamed-7-768x719.png 768w\" sizes=\"(max-width: 869px) 100vw, 869px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>As obras selecionadas para o vestibular foram lan\u00e7adas majoritariamente no <strong>s\u00e9culo XX<\/strong>, sendo <strong>60%<\/strong> delas dessa \u00e9poca, predominantemente das d\u00e9cadas de 60, 70 e 80. A obra mais antiga \u00e9 <em>Lis\u00edstrata<\/em>, do autor Arist\u00f3fanes, de aproximadamente 400 AC. O segundo livro mais antigo \u00e9 de quase dois mil anos depois, do fim do s\u00e9culo XVI: <em>Os Lus\u00edadas<\/em>, do autor Lu\u00eds Vaz de Cam\u00f5es, de 1572. Tamb\u00e9m h\u00e1 somente uma obra do s\u00e9culo XVII, a pe\u00e7a <em>Hamlet<\/em>, escrita por Shakespeare, de 1623.<\/p>\n\n\n\n<p>A UFRGS, como maior universidade federal do estado, tamb\u00e9m promove o maior concurso vestibular do RS. As <strong>leituras obrigat\u00f3rias impactam o ensino <\/strong>p\u00fablico e privado por serem adicionadas pelas escolas ao seu conte\u00fado e \u00e0s suas bibliotecas. Quanto mais diversa a sele\u00e7\u00e3o, mais ela refor\u00e7a o car\u00e1ter inclusivo da universidade p\u00fablica e sua import\u00e2ncia para o contexto democr\u00e1tico do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><em>Reportagem elaborada para a disciplina de Ciberjornalismo III,<\/em> <em>do curso de Jornalismo da FABICO\/UFRGS, no semestre 2024\/1, sob orienta\u00e7\u00e3o do professor Marcelo Tr\u00e4sel.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A livraria Loganberry Books (Cleveland, Estados Unidos) realizou, em 2017, uma a\u00e7\u00e3o para ilustrar a desigualdade de g\u00eanero na ind\u00fastria editorial, virando os livros de autores homens e deixando vis\u00edveis nas estantes apenas as lombadas das obras escritas por mulheres. De acordo com o Censo 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica), a &#8230; <a title=\"Autoras mulheres s\u00e3o minoria no vestibular da UFRGS\" class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/2024\/11\/28\/autoras-mulheres-sao-minoria-no-vestibular-da-ufrgs\/\" aria-label=\"More on Autoras mulheres s\u00e3o minoria no vestibular da UFRGS\">Ler mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":25757,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[32,243],"tags":[],"class_list":["post-25747","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-igualdade","category-mais-recentes"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25747","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/users\/24"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25747"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25747\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26171,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25747\/revisions\/26171"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25757"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25747"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25747"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25747"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}