﻿{"id":331,"date":"2018-01-15T10:32:17","date_gmt":"2018-01-15T12:32:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/?p=331"},"modified":"2019-06-04T10:27:01","modified_gmt":"2019-06-04T13:27:01","slug":"transexuais-encontram-dificuldades-para-o-acesso-a-educacao-e-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/2018\/01\/15\/transexuais-encontram-dificuldades-para-o-acesso-a-educacao-e-trabalho\/","title":{"rendered":"Transexuais encontram dificuldades para o acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e trabalho"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"subtitle\">Desigualdade e preconceito s\u00e3o recorrentes em diversos ambientes do conv\u00edvio social<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Por Carolina Cattaneo, Carolina Golenia, Estela Baggio, Felipe Goldenberg e James Mello<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 clara: todos t\u00eam direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 sa\u00fade e ao trabalho, permitindo que as pessoas vivam de forma digna, com direitos iguais. Por\u00e9m, basta olhar para o lado para perceber que, muitas vezes, essas garantias ficam apenas no papel. Exemplo dessa discrep\u00e2ncia pode ser observada na popula\u00e7\u00e3o transg\u00eanera\u00a0\u2013 indiv\u00edduos cuja identidade de g\u00eanero n\u00e3o corresponde ao seu sexo biol\u00f3gico, representados pela letra T na sigla LGBT+ \u2013,\u00a0que sofre com a falta de visibilidade.\u00a0De acordo com a ONG Transgender Europe, em n\u00fameros absolutos, o Brasil \u00e9 o pa\u00eds com o maior n\u00famero de registros de pessoas trans assassinadas: entre 1\u00ba de janeiro de 2008 e 30 de setembro de 2016, foram 900 crimes. Em segundo lugar est\u00e1 o M\u00e9xico, com 271 assassinatos, tr\u00eas vezes menos que o Brasil<b>.<\/b>\u00a0Estes crimes acontecem, muitas vezes, porque as v\u00edtimas est\u00e3o socialmente desprotegidas.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-332\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/TvT_TMM_TDoR2016_Infographics_PT.png\" alt=\"\" width=\"2355\" height=\"3305\" \/><\/p>\n<p>Ao se identificarem com um g\u00eanero diferente dos que lhes foram atribu\u00eddos no nascimento, os transg\u00eaneros enfrentam uma luta permanente para que sejam reconhecidos e respeitados pela sua verdadeira identidade. Al\u00e9m disso, eles s\u00e3o exclu\u00eddos do mercado de trabalho e dos ambientes escolares, que sequer avaliam o seu potencial e conhecimento. \u201cEu gostaria que houvesse mais inclus\u00e3o. Que fosse vista a capacidade de produ\u00e7\u00e3o da pessoa, mas \u00e9 muito dif\u00edcil porque o preconceito \u00e9 muito grande\u201d, afirma Julianne da Costa Rosa, 62 anos, educadora f\u00edsica. Distantes do mercado de trabalho formal e das escolas e universidades, s\u00e3o marginalizados e hostilizados. A viol\u00eancia contra a popula\u00e7\u00e3o T \u00e9 t\u00e3o grande que a sua expectativa de vida \u00e9 baix\u00edssima. Enquanto a m\u00e9dia de vida do brasileiro \u00e9 de 75,5 anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), entre os transg\u00eaneros a m\u00e9dia cai\u00a0para 35 anos.<\/p>\n<p><iframe title=\"Trans: a luta pela pr\u00f3pria identidade [INTRODU\u00c7\u00c3O]\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/fW4PR4kPMRo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3>O ambiente escolar e acad\u00eamico<\/h3>\n<p>Desigualdade e preconceito s\u00e3o recorrentes em diversos ambientes do conv\u00edvio social. Nem sempre acolhedoras, a escola e a universidade podem evidenciar a intoler\u00e2ncia com pessoas LGBT. O estudante de Psicologia Vincent Goulart, 25 anos, sentiu na pele essas quest\u00f5es. \u201cNa \u00e9poca que eu fazia Direito no interior e trabalhava o dia inteiro, eu tive que largar minha faculdade e est\u00e1gio porque realmente n\u00e3o estava dando mais. Era muita discrimina\u00e7\u00e3o, muito preconceito e eu n\u00e3o queria mais viver do jeito que eu estava. Tinha que me assumir como homem na sociedade e mudar a minha vida de uma vez por todas. A\u00ed que eu decidi largar o curso, o trabalho e estudar para passar na federal e vir morar em Porto Alegre\u201d, conta.<\/p>\n<blockquote>\n<h3>&#8220;Eu tive que largar minha faculdade e est\u00e1gio porque realmente n\u00e3o estava dando mais. Tinha que me assumir como homem na sociedade e mudar a minha vida de uma vez por todas&#8221;<\/h3>\n<p>Vincent Goulart<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o de qualidade desde a inf\u00e2ncia est\u00e1 entre os<a href=\"http:\/\/www.odmbrasil.gov.br\/os-objetivos-de-desenvolvimento-do-milenio\"> Oito Objetivos de Desenvolvimento do Mil\u00eanio da ONU<\/a> (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas). Mas, na pr\u00e1tica, isso n\u00e3o ocorre: muitas pessoas trans n\u00e3o conseguem sequer chegar ao ensino m\u00e9dio. Foi o caso da ativista da <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/AIgualdade\/\">Associa\u00e7\u00e3o de Travestis e Transexuais do Rio Grande do Sul<\/a> Joyce Maria da Silva, 56 anos. Ela completou o ensino fundamental e abandonou o ambiente escolar por conta de casos de intoler\u00e2ncia. \u201c\u00c9 complicada essa quest\u00e3o das escolas. A maioria da popula\u00e7\u00e3o das meninas (<i>trans<\/i>) sofre preconceito, bullying. Elas acabam desistindo dos estudos e n\u00e3o t\u00eam acesso ao mercado de trabalho depois\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Mesmo com leis que garantam o direito de todos a terem acesso e respeito dentro da escola, casos de LGBTfobia nas institui\u00e7\u00f5es de ensino s\u00e3o comuns. O <a href=\"https:\/\/www.mprj.mp.br\/documents\/20184\/237640\/parecer_cee_739_2009_rs_nome_social.pdf\">Parecer 739\/2009<\/a>, por exemplo, aconselha escolas do Sistema Estadual de Ensino do Rio Grande do Sul a adotarem o nome social do aluno.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-333\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/infografico2.jpg\" alt=\"\" width=\"565\" height=\"753\" \/><\/p>\n<p>Estudantes trans afirmam que precisam seguir estere\u00f3tipos para poderem ser tratados como gostariam no ambiente acad\u00eamico. \u201cAs pessoas que v\u00e3o te ver na rua, elas v\u00e3o te olhar e elas t\u00eam que te encaixar num \u2018quadradinho\u2019, o que \u00e9 uma coisa muito ruim para as pessoas n\u00e3o-bin\u00e1rias. Atualmente eu n\u00e3o me importo tanto assim, mas \u00f3bvio que no come\u00e7o da transi\u00e7\u00e3o era muito de vestir roupas neutras porque homem se veste assim\u201d, explica o estudante de design visual Milo Cardoso, 21 anos.<\/p>\n<p>O preconceito e a falta de oportunidades fazem as pessoas trans desistirem de estudar. O grande problema \u00e9 que essa situa\u00e7\u00e3o reflete diretamente quando elas chegam ao mercado de trabalho. \u201cEu tentei v\u00e1rias coisas, eu distribu\u00ed 300 curr\u00edculos pela cidade. E ningu\u00e9m me deu retorno. Tem lugares que eu j\u00e1 fui chamando de \u2018louco\u2019 s\u00f3 por ser quem eu sou\u201d, explica a educadora f\u00edsica Julianne.<\/p>\n<h3><b>O mercado de trabalho<\/b><\/h3>\n<p>A falta de oportunidades de estudar tamb\u00e9m interfere diretamente na busca pelo emprego. Dados da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) mostram que 90% da popula\u00e7\u00e3o trans acaba na prostitui\u00e7\u00e3o. \u201cCostumam dizer que pessoas T s\u00f3 t\u00eam duas op\u00e7\u00f5es: ou se prostituir ou ir para a \u00e1rea da beleza\u201d, afirma a jornalista Luiza dos Santos, que, devido \u00e0 falta de oportunidades, se tornou manicure por um tempo: \u201cDevido a estere\u00f3tipos, este mercado \u00e9 um dos poucos que nos aceita. Tentei trabalhar na \u00e1rea e percebi que n\u00e3o \u00e9 para mim, porque n\u00e3o consigo atingir o n\u00edvel de exig\u00eancia necess\u00e1rio. Eu era uma desgra\u00e7a para fazer (<i>unha<\/i>) francesinha. Me senti um peixe fora d&#8217;\u00e1gua.\u201d<\/p>\n<blockquote>\n<h3>&#8220;Costumam dizer que pessoas T s\u00f3 t\u00eam duas op\u00e7\u00f5es: ou se prostituir ou ir para a \u00e1rea da beleza&#8221;<\/h3>\n<p>Luiza dos Santos<\/p><\/blockquote>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-335\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/gJUHwuf.png\" alt=\"\" width=\"668\" height=\"1484\" \/><\/p>\n<p>\u201cEu passei anos desempregado porque n\u00e3o conseguia emprego. Eu mandava curr\u00edculo e tudo mais, mas ou n\u00e3o me chamavam ou recebia liga\u00e7\u00f5es de pessoas me debochando. N\u00e3o tinha como outras pessoas saberem meu telefone porque eu s\u00f3 colocava no curr\u00edculo\u201d, afirma Vincent.<\/p>\n<p>Luiza relata que o preconceito desestimula as pessoas trans na busca por um espa\u00e7o no mercado de trabalho. \u201cEu trabalhava em uma empresa de cosm\u00e9ticos e sofri um epis\u00f3dio de transfobia. N\u00e3o s\u00f3 por parte da minha diretora, como por parte das superioras delas. O neg\u00f3cio pesou muito. Simplesmente desisti de procurar emprego. Felizmente, pude tomar essa decis\u00e3o porque minha m\u00e3e me apoia. Sem isso, a situa\u00e7\u00e3o seria bem diferente.\u201d<\/p>\n<p><iframe title=\"Trans: a luta pela pr\u00f3pria identidade [MERCADO DE TRABALHO]\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/JVvLkftYink?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>A jornalista relembra uma cena da novela <i>A For\u00e7a do Querer,<\/i> exibida pela Rede Globo em 2017, e afirma se identificar com o personagem: \u201cTeve aquela cena em que o Ivan foi procurar emprego numa loja. Quando chegou l\u00e1, a mulher disse que a vaga j\u00e1 tinha sido preenchida. Isso \u00e9 comum, j\u00e1 passei por isso. \u00c9 o retrato final da nossa realidade\u201d.<\/p>\n<figure id=\"attachment_334\" aria-describedby=\"caption-attachment-334\" style=\"width: 630px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-334\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Jy3bQbE.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"360\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-334\" class=\"wp-caption-text\">Carol Duarte (dir.) interpretou Ivana em \u201cA For\u00e7a do Querer\u201d, da TV Globo. A personagem se descobriu uma pessoa trans na trama e adotou o nome de Ivan. (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/TV Globo)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Existem iniciativas que visam ajudar a popula\u00e7\u00e3o transg\u00eanera a conseguirem servi\u00e7os, como o <a href=\"http:\/\/www.transempregos.com.br\/\">Transempregos<\/a>. Fundada em 2013 por um grupo de ativistas, a iniciativa cria uma ponte entre as pessoas que est\u00e3o procurando emprego e as empresas que est\u00e3o dispostas a contratar pessoas trans. Mesmo assim, a falta de oportunidades ainda se faz bastante presente. \u201cN\u00f3s estamos tendo um problema muito grande com o mercado de trabalho. Porque, at\u00e9 ent\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 quest\u00e3o de n\u00e3o ter trabalho e, sim, de n\u00e3o ter oportunidade. Muitas empresas n\u00e3o disponibilizam oportunidade para nossa popula\u00e7\u00e3o trans\u201d, afirma Joyce.<\/p>\n<h3>Contatos \u00dateis<\/h3>\n<p><strong>Disque-den\u00fancia Direitos Humanos<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Funciona 24h por dia, 7 dias por semana. A liga\u00e7\u00e3o \u00e9 gratuita tanto de telefones fixos como de m\u00f3veis.<\/li>\n<li>Telefone: 100<\/li>\n<li>Site:<a href=\"http:\/\/www.disque100.gov.br\"> www.disque100.gov.br<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado do Rio Grande do Sul<\/strong><\/p>\n<p><strong>Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos do MP\/RS<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Endere\u00e7o: Av. Aureliano de Figueiredo Pinto, n\u00b0 80, Torre Norte, 10\u00b0 andar- Bairro Praia de Belas \u2013 Porto Alegre\/RS<\/li>\n<li>Telefones: (51) 3295.1171 \/ (51) 3295.1172 \/ (51) 3295.1141<\/li>\n<li>Site:<a href=\"http:\/\/www.mprs.mp.br\/dirhum\"> www.mprs.mp.br\/dirhum<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Promotoria de Justi\u00e7a de Defesa dos Direitos Humanos (Porto Alegre)<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Endere\u00e7o: Rua Santana, n\u00b0 440 \u2013 Bairro Santana<\/li>\n<li>Telefone: (51) 3288.8911<\/li>\n<li>E-mail:<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jordi\/172-trans\/2018\/01\/04\/servicos-uteis\/dhumanos@mp.rs.gov.br\"> dhumanos@mp.rs.gov.br<\/a><\/li>\n<li>Site:<a href=\"http:\/\/www.mprs.mp.br\/promotorias\/loc_local.ptr\/p96_1128.htm\"> www.mprs.mp.br\/promotorias\/loc_local.ptr\/p96_1128.htm<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Defensoria P\u00fablica do Estado do Rio Grande do Sul<\/strong><\/p>\n<p>A Defensoria pode atuar em casos concretos de viola\u00e7\u00e3o de direitos, com uma equipe espec\u00edfica para a quest\u00e3o de Direitos Humanos.<\/p>\n<p><strong>Centro de Refer\u00eancia em Direitos Humanos da DPE (Porto Alegre)<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Endere\u00e7o: Rua Caldas J\u00fanior, n\u00b0 352 \u2013 Centro Hist\u00f3rico<\/li>\n<li>Telefone: 0800.644.5556<\/li>\n<li>Site:<a href=\"http:\/\/www.defensoria.rs.gov.br\"> www.defensoria.rs.gov.br<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Defensoria P\u00fablica do Estado (Interior do Estado)<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Site:<a href=\"http:\/\/www.defensoria.rs.gov.br\/atendimento\/interior\"> www.defensoria.rs.gov.br\/atendimento\/interior<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Secretaria de Justi\u00e7a e Direitos Humanos do Estado do Rio Grande do Sul (SJDH\/RS)<\/strong><\/p>\n<p>No \u00e2mbito estadual, \u00e9 respons\u00e1vel por promover e garantir o livre e pleno exerc\u00edcio dos direitos humanos a todas as pessoas, em especial \u00e0 popula\u00e7\u00e3o vulner\u00e1vel.<\/p>\n<ul>\n<li>Endere\u00e7o: Av. Borges de Medeiros, n\u00b0 1.501, 11\u00b0 andar \u2013 Bairro Praia de Belas \u2013 Porto Alegre\/RS<\/li>\n<li>Telefones: (51) 3288.7373 \/ (51) 3288.9358<\/li>\n<li>E-mail: ouvidoria@sjdh.rs.gov.br<\/li>\n<li>Site:<a href=\"http:\/\/www.sjdh.rs.gov.br\"> www.sjdh.rs.gov.br<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Secretaria Adjunta da Livre Orienta\u00e7\u00e3o Sexual (SALOS \u2013 Porto Alegre)<\/strong><\/p>\n<p>Respons\u00e1vel por desenvolver pol\u00edticas que garantem os direitos humanos na Capital. Est\u00e1 ligada \u00e0 Secretaria Municipal de Direitos Humanos.<\/p>\n<ul>\n<li>Endere\u00e7o: Rua dos Andradas, n\u00b0 1.643\/402 \u2013 Centro Hist\u00f3rico \u2013 Porto Alegre\/RS<\/li>\n<li>Telefone: (51) 3289.5104<\/li>\n<li>E-mail: salos@smdh.prefpoa.com.br<\/li>\n<li>Site:<a href=\"http:\/\/www2.portoalegre.rs.gov.br\/smdh\/default.php?p_secao=45\"> www2.portoalegre.rs.gov.br\/smdh\/default.php?p_secao=45<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Centro de Refer\u00eancia \u00e0s V\u00edtimas de Viol\u00eancia (CRVV)<\/strong><\/p>\n<p>Servi\u00e7o disponibilizado pela Secretaria Adjunta da Mulher em parceria com o governo federal. Atende a pessoas que sofrem viola\u00e7\u00f5es \u00e0 vida e \u00e0 integridade de LGBTs, mulheres, crian\u00e7as e adolescentes. Neste centro, funciona o Disque Den\u00fancia dos Direitos Humanos de Porto Alegre.<\/p>\n<ul>\n<li>Endere\u00e7o: Rua Miguel Teixeira, n\u00b0 80 \u2013 Bairro Cidade Baixa \u2013 Porto Alegre\/RS<\/li>\n<li>Telefone: 0800.642.0100 (segunda a sexta, das 8h30min \u00e0s 18h)<\/li>\n<li>Site:<a href=\"http:\/\/www.portoalegre.rs.gov.br\/smdhsu\"> www.portoalegre.rs.gov.br\/smdhsu<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Servi\u00e7o de Assessoria Jur\u00eddica Universit\u00e1ria \u2013 SAJU\/UFRGS<\/strong><\/p>\n<p>Programa de extens\u00e3o universit\u00e1ria da Faculdade de Direito do da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atua com diversas a\u00e7\u00f5es no \u00e2mbito da assist\u00eancia, da promo\u00e7\u00e3o de direitos, entre outros.<\/p>\n<ul>\n<li>Endere\u00e7o: Av. Jo\u00e3o Pessoa, n\u00b0 80 \u2013 Centro Hist\u00f3rico \u2013 Porto Alegre\/RS<\/li>\n<li>E-mail:<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jordi\/172-trans\/2018\/01\/04\/servicos-uteis\/g8generalizando@gmail.com\"> g8generalizando@gmail.com<\/a><\/li>\n<li>Site:<a href=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/saju\/grupos\/g8-generalizando\"> www.ufrgs.br\/saju\/grupos\/g8-generalizando<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>M\u00e3es pela Diversidade<\/strong><\/p>\n<p>ONG composta por m\u00e3es (em sua maioria) e pais de l\u00e9sbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Algumas fam\u00edlias que comp\u00f5em o grupo perderam os seus filhos em fun\u00e7\u00e3o da homotransfobia.<\/p>\n<ul>\n<li>Facebook:<a href=\"http:\/\/www.facebook.com\/MaespelaDiversidade\"> www.facebook.com\/MaespelaDiversidade<\/a><\/li>\n<li>E-mail: maespeladiversidade@gmail.com<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desigualdade e preconceito s\u00e3o recorrentes em diversos ambientes do conv\u00edvio social<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[54,32,243,48],"tags":[92,90,93],"class_list":["post-331","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-educacao","category-igualdade","category-mais-recentes","category-trabalho","tag-lgbt","tag-trans","tag-transexualidade"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/331","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=331"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/331\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=331"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=331"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/humanista\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=331"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}