Debate: Design Thinking: The emperor’s new suit?

O debate com o Professor Henri Christiaans ocorrerá no dia 24 de março, às 19h, no Auditório 14 no campus da Ulbra Canoas e contará com a presença dos debatedores Carlo Franzato, Gustavo Giorgi e Wilson Kindlein Júnior.

Para fazer sua inscrição, clique aqui.

Sobre o debate:

Design Thinking: a roupa nova do Imperador?

Hoje em dia o processo e os objetos do design estão se tornando cada vez mais populares especialmente pela forma como são pensados, um modo diferente do que costumava ser na arte e na ciência. O Design thinking tornou-se, em uma visão muito simplificada, uma “ferramenta” de gestão, uma receita simples para a obtenção de novos produtos inovadores, ou uma maneira de “pensar” que irá melhorar drasticamente as nossas capacidades em certos aspectos (Stolterman, 2011). No entanto, este é apenas um significado do design thinking, e de acordo com Friedman (2011), é descrito como apropriado para empresas de empacotamento e consultorias, um termo manchado pela ideia de uma qualidade temporária. E da mesma forma Jonas declara, referindo-se ao que Klaus Krippendorff uma vez chamou de “colonização” do design por discursos estrangeiros: “Os promotores do Design Thinking não estão realmente interessados ​​no campo tradicional e seus longos debates acadêmicos, eles estão apenas fazendo design. Por isso, frequentemente ocorre o ‘sequestro’ do amigável, vulnerável, órfão e mal definido termo ‘design’, para a exploração em um novo contexto.” (Jonas, 2011, p.3).

Existe um significado mais profundo do design thinking? E caso haja, quais são os ingredientes?

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