Acessibilidade em Atividades Remotas na UFRGS – Incluir

Acessibilidade em Atividades Remotas na UFRGS

O momento de pandemia que estamos vivenciando fez com que nossos processos de trabalho fossem alterados de forma compulsória. O que antes fazíamos presencialmente teve de ser recriado na forma de trabalho remoto, exigindo mudanças radicais nos protocolos das atividades laborais. Da mesma forma, o uso das tecnologias também teve de ser repensado observando-se as condições de usabilidade dos sistemas e das conexões, alinhando-se às particularidades de cada servidor no uso destas ferramentas. Assim foi em relação aos recursos de acessibilidade necessários às pessoas com deficiência, para que tenham condições de igualdade com as demais nas atividades remotas, sejam elas de qualquer natureza.

Para que o Incluir – Núcleo de Inclusão e Acessibilidade consiga atender ao maior número de demandas que nos chegam, guardadas as prioridades estipuladas pelo setor, solicitamos que ao propor eventos da Universidade, sejam eles de ensino, pesquisa ou extensão, seja solicitado aos participantes, no momento da inscrição ou outra forma de registro de participação, se a pessoa tem deficiência e qual o recurso de acessibilidade que utiliza. Desta forma, entendemos que melhoramos a capacidade de gestão das solicitações dos nossos serviços de acessibilidade, pois temos uma equipe pequena e, como colocado anteriormente, o momento provocou mudanças importantes na forma como estamos realizando estes serviços. Um exemplo é a tradução e interpretação para Libras, que presencialmente atua com uma dupla de intérpretes, mas de forma remota conta com três, ou até quatro servidores no mesmo evento, em função das condições técnicas.

Todas as demandas são importantes e a acessibilidade tem de ser uma prerrogativa, entretanto, diante do quadro de servidores que compomos no setor, das mudanças que o trabalho remoto compulsório nos exige e da possibilidade de potencializarmos nosso atendimento, inclusive com a provável implementação do ERE, solicitamos que as duas perguntas acima sejam feitas à comunidade acadêmica, quando da disponibilização de atividades remotas.
Salientamos ainda que não há nenhum constrangimento em fazê-las, pelo contrário, demonstra uma preocupação com a acessibilidade, que consideramos como uma das “boas práticas” na administração pública.
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