Exposição “A Memória que se Tece – O centro gaúcho da tapeçaria contemporânea (1980-2000)” abre no dia 26/3, às 19h, no IA/UFRGS. Entrada franca.



Evento: “A Memória que se Tece – O centro gaúcho da tapeçaria contemporânea (1980-2000)”
Organização: Joana Bosak, Carolina Grippa, Andressa Borba, Luiza Villamil de Castro
Abertura: 26 de março de 2019, às 19h.
Visitação: de 27 de março a 26 de abril, das 10h às 18h, de segunda a sexta
Local: Pinacoteca Barão de Santo Ângelo do IA/UFRGS (Rua Senhor dos Passos, 248, 2º andar — Centro Histórico, Porto Alegre)
Ingresso: entrada franca

Imagens das obras: cedidas pelas artistas

Informações: Equipe da Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, fone 3308-4302, e-mail: iapin@ufrgs.br

No dia 26 de março, terça-feira, às 19h, acontece na Pinacoteca do IA/UFRGS a abertura de “A Memória que se Tece – O centro gaúcho da tapeçaria contemporânea (1980-2000)”, exposição que homenageia a história da arte têxtil no Rio Grande do Sul e o reconhecimento da tapeçaria pelo sistema das artes. A mostra conta com obras de vinte e quatro mulheres artistas, entre elas Zoravia Bettiol, Renata Rubim e Eleonora Fabre.

A exposição teve como ponto de partida a pesquisa acadêmica da aluna Carolina Bouvie Grippa sobre o Centro Gaúcho da Tapeçaria Contemporânea (CGTC), realizada sob a coordenação da professora Joana Bosak, do curso de História da Arte do IA/UFRGS. Criado em 1980, na cidade de Porto Alegre, com mais de duzentas associadas ao longo de duas décadas de atividades, o Centro Gaúcho da Tapeçaria Contemporânea defendeu e popularizou a arte têxtil, que não era reconhecida como arte devido a sua ligação com o artesanato e era considerada somente como “um saber feminino”. Enfrentando diversos preconceitos sociais e estéticos, o CGTC oportunizou momentos de troca sobre o fazer da tapeçaria, planejou diversas exposições no Brasil e no exterior e suas ações sempre foram influenciadas pelo desejo de legitimação da tapeçaria como arte. A mostra “A Memória que se Tece – O centro gaúcho da tapeçaria contemporânea (1980-2000)” resgata e reafirma este projeto de legitimação.

Artistas participantes: Ana Norogrando, Arlinda Volpato, Atelier Trama, Carla Obino, Carmen Lucia Denti, Eleonora Fabre, Erica Turk, Elza Brum Catharino, Evelise Anicet Ruthschilling, Heloísa Annes, Joana de Azevedo Moura, Lia Achutti, Liciê Hunsche, Marlene Lipp João, Maria Margarita Salvatico, Marília Herter, Renata Rubim, Sonia Moeller, Stella Gazzaneo e Zoravia Bettiol.


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