O uso abusivo de drogas vai além do uso em si e envolve questões biológicas, psicológicas, sociais, culturais, jurídicas, políticas, entre outras. A tão falada “guerra” às substâncias psicoativas, política de governo muito adotada, está focada principalmente em repressão policial e na exigência de que os usuários pratiquem a abstinência. Como podemos ver no nosso dia a dia, esse tipo de ação não tem ajudado muito a reduzir os problemas. Pelo contrário, contribui para que medidas importantes, como a prevenção e o tratamento para quem não quer ou não consegue interromper o uso de drogas, fiquem marginalizadas (como os próprios usuários).

Uma das medidas é as estratégias de Redução de Danos, que levam em conta o contexto social e a situação do indivíduo antes de iniciar qualquer tipo de tratamento. A alternativa surgiu como método de diminuição dos prejuízos provocados pelo consumo de drogas, mesmo quando o sujeito não pretende ou não consegue interrompê-lo,  proporcionando um contato compreensivo e de respeito às escolhas individuais. Isso também inclui acesso a serviços de saúde, práticas de cuidado à saúde e modificações de hábitos e conceitos.

Mas o que é Redução de Danos? Como surgiu esse tipo de iniciativa? Essas e outras respostas para as dúvidas que você tiver em mente sobre o assunto podem ser respondidas na reportagem Redução de Danos, produzida por estudantes de Jornalismo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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