{"id":11231,"date":"2020-09-18T11:42:12","date_gmt":"2020-09-18T14:42:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/?page_id=11231"},"modified":"2024-02-23T11:02:58","modified_gmt":"2024-02-23T14:02:58","slug":"historia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/historia\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A ideia era fazer um jornalismo que n\u00e3o fosse simplesmente a divulga\u00e7\u00e3o da Universidade, mas que cumpriria o papel que ela precisa cumprir: mostrar coisas novas, interferir, opinar.&#8221; Assim sintetizou a cria\u00e7\u00e3o do JU a professora do departamento de Comunicac\u0327a\u0303o Maria Helena Weber em entrevista concedida para a edi\u00e7\u00e3o de <a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/211998\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">setembro de 2017<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante sua gest\u00e3o \u00e0 frente da Coordenadoria de Comunica\u00e7\u00e3o (1997-98) houve um intenso debate, na comiss\u00e3o que gestou o JU, acerca do nome a ser escolhido. A t\u00f4nica do projeto de comunica\u00e7\u00e3o da Universidade, naquele momento, era de valoriza\u00e7\u00e3o da UFRGS como uma universidade de qualidade. &#8220;Isso conduziu \u00e0 ideia de que n\u00e3o era qualquer universidade, era \u201ca\u201d universidade, ou seja, \u00e9 como se houvesse apenas uma; esse foi o conceito que segurou o nome. N\u00e3o era um jornal <em>de<\/em> universidade, mas a ideia de que ele fosse <em>da<\/em> grande universidade&#8221;, relata.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A valoriza\u00e7\u00e3o do debate e a consolida\u00e7\u00e3o de uma comunica\u00e7\u00e3o p\u00fablica erigida a partir da Universidade marcam a trajet\u00f3ria do JU, que pode ser acompanhada na LINHA DO TEMPO a seguir.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline Cool-Content-Timeline\"><div class=\"cool-timeline-block-5811df15-2a0b-424a-b2dc-41efc53cf643\"><style>.cool-timeline-block-5811df15-2a0b-424a-b2dc-41efc53cf643 .cool-vertical-timeline-body{--ctlb-date-fontsize: 20px;--ctlb-date-line-height: 27px;--ctlb-date-color: #000000;--ctlb-head-font-size: 18px;--ctlb-heading-color: #000000;--ctlb-sub-head-font-size: 13px;--ctlb-sub-heading-color: #000000;--ctlb-line-color: #0693e3;--ctlb-icon-bg: #0693e3;--ctlb-story-border-color: #0693e3;}<\/style><div class=\"cool-vertical-timeline-body ctlb-wrapper one-sided left\"><div class=\"cool-timeline-block-list\">\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Setembro de 1997<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_1997_set-e1600864240200.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">Desde a sua primeira edi\u00e7\u00e3o, em setembro de 1997, o JU apostou em um g\u00eanero irreverente e cr\u00edtico: a <strong>CHARGE<\/strong>. A primeira edi\u00e7\u00e3o j\u00e1 estampava em sua capa uma ilustra\u00e7\u00e3o de Edgar Vasquez, sobre os riscos que corria a universidade p\u00fablica; ao abrir o jornal, a p\u00e1gina dois trazia uma charge de Ricardo Machado, e a mat\u00e9ria de cultura era ilustrada por uma grande charge do ic\u00f4nico Santiago. A influ\u00eancia do g\u00eanero no jornal vem de An\u00edbal Bendati, chargista e tamb\u00e9m diagramador. Membro da GRAFAR (Grafistas Associados do Rio Grande do Sul), Bendati consolidou o espa\u00e7o da segunda p\u00e1gina para as charges &#8211; a partir de novembro de 1998. At\u00e9 outubro de 2001, esse espa\u00e7o foi exclusivo do diagramador. A partir de ent\u00e3o, chargistas como Kayser, Juska, Moa e Santiago tamb\u00e9m passaram a contribuir. Apesar de estabelecidas na p\u00e1gina dois, muitas reportagens se utilizavam das charges para ilustra\u00e7\u00e3o, como a grande reportagem sobre os males do cigarro (novembro\/1997), ilustrada por Bendati; al\u00e9m das pautas relacionadas aos chargistas &#8211; ensaio em homenagem a Sampaulo (julho\/1998) com renomados chargistas &#8211; e \u00e0 pr\u00f3pria arte (\u201c30 anos de humor e den\u00fancia\u201d, outubro\/2002).<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Novembro de 1999<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_1999_abr-e1600864279623.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">As diferentes <strong>MANIFESTA\u00c7\u00d5ES CULTURAIS E ART\u00cdSTICAS<\/strong> sempre ocuparam as p\u00e1ginas do JU. Na edi\u00e7\u00e3o de novembro de 1999, circulou um encarte especial do concurso liter\u00e1rio de poemas, cr\u00f4nicas e romances <em>Os Doutos An\u00f4nimos na Causa do Saber<\/em>, em que venceu o conto <em>A echarpe de l<\/em>\u00e3, da servidora Rosangela de Mello. Com a presen\u00e7a do jornalista e cr\u00edtico musical Juarez Fonseca, a editoria de cultura reservou, desde o in\u00edcio, ao menos duas p\u00e1ginas para discutir dramaturgia, artes visuais, literatura e m\u00fasica, tanto no ambiente da UFRGS como no restante do Brasil e do mundo. Ate\u0301 o ano de sua sa\u00edda do peri\u00f3dico, em 2005, observa-se grande destaque para entrevistas com personalidades do cen\u00e1rio cultural do estado. H\u00e1 a presen\u00e7a de Luiz Carlos Barbosa Lessa (novembro\/1999), que comenta sobre a sobreviv\u00eancia da mem\u00f3ria e da cultura do ga\u00facho. \u00c9 significativo o espa\u00e7o que o JU concedeu para a discuss\u00e3o do tradicionalismo, como se nota nas edi\u00e7\u00f5es de outubro de 2005 e agosto de 2015, em que foram debatidas as ra\u00edzes dos conflitos entre os ga\u00fachos e a identidade desse povo. O JU tamb\u00e9m contribuiu para promover artistas locais, como o regente Ant\u00f4nio Carlos Borges-Cunha, professor de composi\u00e7\u00e3o do Instituto de Artes, que lan\u00e7ou, em 2000, o seu primeiro CD pelo Departamento de Difus\u00e3o Cultural da UFRGS. Eventos como a Bienal do Mercosul e a Feira do Livro foram amplamente divulgados. A partir de 2005, passa-se a dar mais \u00eanfase a eventos culturais que se formam na Universidade ou que tenham alguma liga\u00e7\u00e3o com ela. A programa\u00e7\u00e3o cultural do Unim\u00fasica e resenhas sobre os lan\u00e7amentos da Editora da UFRGS passam a predominar nessa se\u00e7\u00e3o, que retrata as contribui\u00e7\u00f5es da Universidade para o polo cultural e art\u00edstico de Porto alegre. \u00c9 comum encontrar reportagens que mostrem as atividades desenvolvidas na institui\u00e7\u00e3o. A literatura tamb\u00e9m \u00e9 bastante presente, de forma que se ressaltam personalidades importantes, como Machado de Assis e Sim\u00f5es Lopes Neto. A cultura divulgada na m\u00fasica aproxima-se mais do erudito que do popular, realidade que sofre mudan\u00e7a: em abril de 2006, h\u00e1 a mat\u00e9ria sobre o p\u00fablico que consome rock; em 2015, reportagens que tratam sobre o samba e o carnaval refletem a pluralidade do pa\u00eds. A liga\u00e7\u00e3o entre cultura e resist\u00eancia entra em vigor e perdura no JU, como se pode ver na edi\u00e7\u00e3o de julho de 2015, que analisa a quest\u00e3o do turbante e a valoriza\u00e7\u00e3o da identidade negra. Ademais, o Jornal relatou problemas enfrentados pelo setor cultural. A perda de acervos nacionais foi debatida na edi\u00e7\u00e3o de maio de 2007. Em 2008, a escassez de textos de cr\u00edtica cultural na academia e na m\u00eddia tamb\u00e9m mereceu problematiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Janeiro\/Fevereiro de 2000<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_2000_jan-fev.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">Chegou devagar, meio sem querer, mas conquistou seu lugar at\u00e9 hoje nas p\u00e1ginas do JU. Segundo o jornalista Ademar Vargas de Freitas, precursor da ideia, o <strong>PERFIL<\/strong> n\u00e3o estava previsto inicialmente como uma editoria, mas acabou se consolidando aos poucos. Na primeira edi\u00e7\u00e3o, encontrava-se na \u00faltima p\u00e1gina uma mat\u00e9ria sobre a professora em\u00e9rita Maria Marques. Entre idas e vindas, esse modelo seguiu at\u00e9 abril de 1998, quando apareceu pela primeira vez a palavra Perfil no topo da p\u00e1gina; entretanto, s\u00f3 se tornou uma editoria fixa a partir de agosto do mesmo ano. Uma caracter\u00edstica da se\u00e7\u00e3o nos seus prim\u00f3rdios foi o destaque a servidores negros da UFRGS. Em mar\u00e7o de 1998, foi contada a hist\u00f3ria de Maria Conceic\u0327a\u0303o Fontoura, ent\u00e3o diretora do Departamento de Servi\u00e7o Social e Atendimento ao Estudante. Na sequ\u00eancia, figuraram no Perfil Dona Marina, do Departamento de Histologia do Instituto de Ci\u00eancias B\u00e1sicas da Sa\u00fade (agosto\/1999) e Antonio Carlos Amaral dos Santos, famoso no pr\u00e9dio da Reitoria como \u201cCasquinha\u201d (julho\/2001). Entre professores, alunos e servidores da Universidade, surgem tamb\u00e9m figuras de destaque, como a artista visual Alice Soares (mar\u00e7o\/2002), o cartunista Santiago (junho\/1999) e o jornalista Anibal Bendati (jan-fev\/2000), personagem importante na hist\u00f3ria do JU, respons\u00e1vel pelo planejamento gr\u00e1fico e pela diagrama\u00e7\u00e3o. Em abril de 2008, j\u00e1 com o novo projeto visual consolidado, o Perfil ganha a companhia do Meu Lugar \u2013 uma parceria com a UFRGS TV que busca mapear alunos, servidores, t\u00e9cnicos ou professores com fortes liga\u00e7\u00f5es com algum lugar dentro da Universidade. A inova\u00e7\u00e3o gerou grande interesse na comunidade, que passou a enviar sugest\u00f5es e, dessa forma, tornou poss\u00edvel que a editoria contasse hist\u00f3rias significativas.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Abril de 2002<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_2002_abr.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, marcado por pol\u00edticas neoliberais, foram onipresentes nas p\u00e1ginas do JU a quest\u00e3o da <strong>DEFESA DA UNIVERSIDADE P\u00daBLICA<\/strong> \u2013 incluindo a\u00ed a manuten\u00e7\u00e3o da gratuidade \u2013, bem como o debate sobre o <strong>MODELO DE AUTONOMIA<\/strong> a ser regulamentado. Tais tem\u00e1ticas eram ventiladas em artigos de opini\u00e3o, not\u00edcias e reportagens. T\u00edtulos como <em>Exterminando o futuro<\/em> e <em>A Universidade resiste<\/em> estampavam as p\u00e1ginas 3, 4 e 5 do JU na edi\u00e7\u00e3o de abril de 1998, retratando os desafios que a institui\u00e7\u00e3o enfrentava. Al\u00e9m disso, grande parte das entrevistas eram feitas com figuras importantes, capazes de discutir esses t\u00f3picos, o que caracteriza o peso que estes tinham para o Jornal \u2013 e para a Universidade \u2013 na \u00e9poca. Uma entrevista a se destacar ocorreu em dezembro de 1998 com Jorge Brovetto, ent\u00e3o reitor da Universidad de La Rep\u00fablica (Uruguai) e personagem relevante na defesa das universidades p\u00fablicas. Assim constituiu-se a identidade do JU nos seus primeiros cinco anos, processo coroado com a grande cobertura dada \u00e0 III Cumbre \u2013 Reuni\u00e3o de Reitores de Universidades P\u00fablicas Ibero-americanas, inclusive com uma edi\u00e7\u00e3o especial, em abril de 2002.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Julho de 2002<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_2002_jul.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">A <strong>HIST\u00d3RIA DA UFRGS<\/strong> tamb\u00e9m foi tema de reportagens do JU que destacavam o resgate do patrim\u00f4nio e de momentos inesquec\u00edveis vivenciados por professores, servidores e estudantes. Exemplo disso \u00e9 a reportagem publicada na edi\u00e7\u00e3o de novembro\/dezembro de 2009 sobre a primeira turma de Jornalismo formada na institui\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a obrigatoriedade do diploma (1968). O curso cresceu e inclusive mudou de localiza\u00e7\u00e3o. Funcionava, na \u00e9poca, no c\u00e2mpus central junto \u00e0 Filosofia e foi transferido, em 1970, para a rua Ramiro Barcelos. O contexto era de engajamento pol\u00edtico, mas parte dos estudantes preocupava-se, principalmente, em trabalhar. Relatos de alunos dessa turma trazem reflex\u00f5es, como o de Maria da Gra\u00e7a Fusquine: \u201cNossas trajet\u00f3rias nos fizeram pessoas diferentes do que \u00e9ramos naquela \u00e9poca\u201d. Personalidades como Juarez Fonseca e Carlos Urbim compuseram aquele conjunto de jornalistas rec\u00e9m-formados. Outro espa\u00e7o consagrado ao resgate hist\u00f3rico foi a se\u00e7\u00e3o Mem\u00f3ria da UFRGS \u2013 veiculada de janeiro de 2006 at\u00e9 dezembro de 2009, na p\u00e1gina 2 \u2013, que retrata, por meio de fotografias, epis\u00f3dios que marcaram a institui\u00e7\u00e3o e que descrevem a estrutura e o funcionamento da UFRGS no passado, como a localiza\u00e7\u00e3o de antigos pr\u00e9dios e a passeata dos calouros que inclu\u00eda frases cr\u00edticas ao sistema de ensino brasileiro nos anos 1960. Em julho de 2002, realizou-se uma edi\u00e7\u00e3o especial sobre a recupera\u00e7\u00e3o de tr\u00eas pr\u00e9dios hist\u00f3ricos que estavam sendo entregues \u00e0 comunidade, quase tr\u00eas anos ap\u00f3s o lan\u00e7amento da campanha de restaura\u00e7\u00e3o: a R\u00e1dio da Universidade, o Observat\u00f3rio Astron\u00f4mico e o Curtumes e Tanantes, onde se instalaria o Museu da Universidade. A reportagem enfatiza sua import\u00e2ncia para a comunidade, j\u00e1 que os pr\u00e9dios t\u00eam a fun\u00e7\u00e3o de preservar a mem\u00f3ria social e cultural da cidade.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Maio de 2003<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_2003_mai.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">O JU realizou, em maio de 2003, uma <strong>EDI\u00c7\u00c3O TEM\u00c1TICA<\/strong> dedicada \u00e0 paz. Trazia estampado na capa trecho de uma carta de Freud a Einstein, em 1932: \u201cN\u00e3o h\u00e1 maneira de eliminar totalmente os impulsos agressivos do homem; pode-se tentar desvi\u00e1-los num grau tal que n\u00e3o necessitem encontrar express\u00e3o na guerra\u201d. A publica\u00e7\u00e3o veio \u00e0 tona em um contexto de desdobramentos dos atentados de 11 de setembro de 2001, culminando na invas\u00e3o do Iraque em mar\u00e7o de 2003 \u2013 o que daria in\u00edcio a uma nova guerra. A edi\u00e7\u00e3o procurou retratar, nas diferentes editorias, a\u00e7\u00f5es e pessoas que se dedicavam a buscar a paz. A charge escolhida, caracter\u00edstica da p\u00e1gina dois, foi a ilustra\u00e7\u00e3o de Santiago que ganhou o primeiro lugar no concurso pacifista <em>Guerra \u00e0 Guerra, <\/em>da Sofia Press (Bulg\u00e1ria). J\u00e1 nas p\u00e1ginas 10 e 11, a entrevista deu lugar a depoimentos de 119 alunos e servidores que responderam \u00e0 pergunta: \u201cO que \u00e9 paz?\u201d. Os artigos e reportagens abordavam desde a fun\u00e7\u00e3o acad\u00eamica no combate \u00e0 viol\u00eancia at\u00e9 a rela\u00e7\u00e3o das religi\u00f5es com a paz; uma p\u00e1gina inteira foi dedicada a ilustra\u00e7\u00f5es de cartunistas com mensagens contra a guerra; por fim, o Perfil <br>trazia a hist\u00f3ria de Diza Gonzaga, que, ap\u00f3s a morte do filho, criou a funda\u00e7\u00e3o Thiago de Moraes Gonzaga (Vida Urgente), trabalhando para diminuir as mortes no tr\u00e2nsito.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Mar\u00e7o de 2005<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_2005_mar.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">O tema <strong>CI\u00caNCIA<\/strong>, hoje t\u00e3o presente no JU, foi conquistando seu espa\u00e7o em meio a um peri\u00f3dico predominantemente pol\u00edtico. Antes de mais nada, o vi\u00e9s cient\u00edfico se faz presente por todo o Jornal, j\u00e1 que na sele\u00e7\u00e3o das fontes, privilegia-se a escolha de pesquisadores e professores da UFRGS. Como editoria, a amplitude de temas e assuntos pungentes se d\u00e1 gra\u00e7as \u00e0 caracter\u00edstica da Universidade de desenvolver pesquisas inovadoras nos mais variados campos. Quest\u00f5es sobre a arqueologia, como uma mat\u00e9ria sobre a Pr\u00e9-hist\u00f3ria do Rio Grande do Sul (janeiro-fevereiro\/2002), pesquisas na agropecu\u00e1ria (mar\u00e7o\/2016) e etnomusicologia (dezembro\/2016) refletem a diversidade que constitui a pr\u00f3pria Universidade. Em 1999, a edi\u00e7\u00e3o de julho j\u00e1 abordava a pol\u00eamica discuss\u00e3o sobre os transg\u00eanicos; em janeiro-fevereiro de 2004, foi a vez de falar sobre as preocupantes mudan\u00e7as clim\u00e1ticas \u2013 tem\u00e1tica que reaparece em 2010. Outro assunto recorrente s\u00e3o as c\u00e9lulas-tronco, pauta de <a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/212681\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mar\u00e7o de 2005<\/a>, ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o do projeto da Lei de Biosseguran\u00e7a, que reflete sobre as expectativas do tratamento de doen\u00e7as como Alzheimer, Parkinson e diabetes. Com os avan\u00e7os dos estudos no Brasil, a discuss\u00e3o reaparece em outubro de 2010. O JU sempre buscou tamb\u00e9m esclarecer assuntos pulsantes e atuais, como a constru\u00e7\u00e3o da usina nuclear de Angra 3 \u2013 uma an\u00e1lise com pesquisadores da UFRGS (julho\/2007) \u2013 e as diverg\u00eancias sobre as causas do aquecimento global (junho\/2008). a ci\u00eancia como tem\u00e1tica n\u00e3o se restringe s\u00f3 \u00e0 editoria espec\u00edfica, percorrendo tamb\u00e9m outros espa\u00e7os da publica\u00e7\u00e3o. Em diferentes ocasi\u00f5es, a se\u00e7\u00e3o <em>Especial <\/em>trouxe conte\u00fados como: explica\u00e7\u00f5es sobre uma infesta\u00e7\u00e3o de erva-de-passarinho nas \u00e1rvores de Porto alegre (outubro\/2005); o legado deixado por Darwin (abril\/2008). A extinta se\u00e7\u00e3o <em>Debates <\/em>trouxe discuss\u00e3o sobre o real benef\u00edcio do uso de biocombust\u00edveis (junho\/2007). Imagens da coleta de esponjas para uma pesquisa desenvolvida pela UFRGS em parceria com a Funda\u00e7\u00e3o Zoobot\u00e2nica do RS foi o tema do <em>Ensaio <\/em>em janeiro-fevereiro de 2008. Por fim, o Caderno JU de agosto de 2014 retrata a conquista de espa\u00e7o da energia e\u00f3lica.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Julho de 2005<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_2005_jul.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">Desde os prim\u00f3rdios, o JU abre espa\u00e7os relevantes para a realiza\u00e7\u00e3o de <strong>DEBATES<\/strong> e para o tratamento de <strong>TEMAS POL\u00caMICOS<\/strong>. A primeira reportagem especial, <em>Estado investe na ind\u00fastria da morte<\/em>, de Val\u00e9ria Och\u00f4a, em novembro de 1997, teve como tema central o tabaco \u2013 e acabou sendo premiada. As quatro p\u00e1ginas evidenciam os investimentos do RS na ind\u00fastria do cigarro, assim como dados revelando os malef\u00edcios do tabaco, manifestando a urg\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas \u2013 que s\u00f3 viriam no ano seguinte, com o controle do tabagismo. Contudo, talvez uma das discuss\u00f5es mais inusitadas da hist\u00f3ria do Jornal se iniciou no m\u00eas seguinte. A mudan\u00e7a no t\u00edtulo de um texto enviado pelo professor do Instituto de Letras Paulo Guedes por parte do ent\u00e3o editor de cultura, Juarez Fonseca, fez com que aquele enviasse uma carta reclamando do ocorrido. As r\u00e9plicas e tr\u00e9plicas acabaram por ser publicadas e s\u00f3 se encerraram em abril de 1998. Juarez diz n\u00e3o se ressentir: \u201cN\u00f3s nunca tivemos pruridos de debater. O debate sempre foi uma coisa \u00fatil para discutir ideias. Era um professor da Universidade que estava se manifestando\u201d. Ap\u00f3s o resultado das elei\u00e7\u00f5es para governador de 1998, a reda\u00e7\u00e3o organizou uma mesa-redonda com professores da UFRGS para analisar tanto os motivos da vit\u00f3ria de Ol\u00edvio Dutra sobre Britto quanto aspectos sobre as campanhas eleitorais, a din\u00e2mica das alian\u00e7as e tamb\u00e9m as perspectivas para o futuro do estado. O debate rendeu tr\u00eas p\u00e1ginas de opini\u00f5es na edi\u00e7\u00e3o de novembro daquele ano. J\u00e1 em 2005, pensando em como falar sobre os mais diferentes temas que causam disc\u00f3rdia na sociedade, o JU iniciou a se\u00e7\u00e3o <em>Debates<\/em>. Ali, eram expressas, em forma de artigos, as opini\u00f5es de dois especialistas sobre assuntos importantes para a cidadania. O primeiro t\u00f3pico escolhido foi a corrup\u00e7\u00e3o (<a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/212703\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">julho\/2005<\/a>) \u2013 tem\u00e1tica que reaparece no Jornal tamb\u00e9m em setembro do mesmo ano, em forma de entrevista seguida de debate com docentes de diferentes \u00e1reas. No m\u00eas de agosto, ap\u00f3s os atentados ocorridos na Inglaterra e no Egito, um cientista pol\u00edtico e um psic\u00f3logo fizeram suas considera\u00e7\u00f5es acerca do tema terrorismo. Ainda passaram por ali assuntos como reforma pol\u00edtica, desarmamento e cotas. Com a proposta de mudan\u00e7a na maioridade penal, o <em>Caderno JU <\/em>de maio de 2015 trouxe um painel com especialistas no tema. Diferentes argumentos e opini\u00f5es apontavam os riscos da falta de informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Julho de 2007<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_2007_jul.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">Em <a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/212932\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">julho de 2007<\/a>, o JU completava 100 edi\u00e7\u00f5es. A publica\u00e7\u00e3o comemorativa foi a \u00faltima em preto e branco, e anunciava na capa outra comemora\u00e7\u00e3o: a aprova\u00e7\u00e3o das <strong>COTAS RACIAIS<\/strong>. A partir do vestibular de 2008, 30% das vagas em todos os cursos de gradua\u00e7\u00e3o seriam reservados para alunos vindos de escolas p\u00fablicas e afrodescendentes. A mat\u00e9ria trazia a avalia\u00e7\u00e3o da comunidade acad\u00eamica sobre as consequ\u00eancias da aprova\u00e7\u00e3o do projeto, al\u00e9m de disponibilizar todos os artigos presentes na resolu\u00e7\u00e3o. O assunto foi acompanhado pelo Jornal desde junho de 2004, quando foi aberta a discuss\u00e3o sobre cotas. Em novembro de 2005, a se\u00e7\u00e3o <em>Debates <\/em>tratou do tema, abordando para que e para quem serviam as cotas raciais. Naquele momento, o projeto de estabelecimento de cotas para minorias \u00e9tnico-raciais nas universidades p\u00fablicas federais brasileiras j\u00e1 havia sido anunciado pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, at\u00e9 ent\u00e3o, nenhuma a\u00e7\u00e3o havia sido tomada. No ano seguinte, em setembro, o JU tamb\u00e9m deu espa\u00e7o para a cobertura do semin\u00e1rio sobre as a\u00e7\u00f5es afirmativas. O desfecho veio na 100.\u00aa edi\u00e7\u00e3o em forma de uma mat\u00e9ria especial sobre a aprova\u00e7\u00e3o das novas formas de ingresso. As discuss\u00f5es acerca do assunto, no entanto, n\u00e3o cessaram, assim como sua cobertura. Ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o, o Jornal analisou os desdobramentos do Programa de A\u00e7\u00f5es Afirmativas em uma mat\u00e9ria especial (setembro\/2010). A publica\u00e7\u00e3o apontava o aumento em tr\u00eas vezes do \u00edndice de aprova\u00e7\u00e3o de autodeclarados negros. Dois anos depois, a capa estampava <em>Por mais inclus\u00f5es<\/em>, anunciando a renova\u00e7\u00e3o do programa por mais 10 anos. Ao contr\u00e1rio de 2007, o apoio \u00e0 pol\u00edtica de cotas j\u00e1 era maior e as reuni\u00f5es do Consun eram acompanhadas por ocupa\u00e7\u00f5es, por parte dos estudantes, do pr\u00e9dio da Reitoria.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Agosto-Setembro de 2007<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_2007_ago-set.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">Na edi\u00e7\u00e3o 78, de julho de 2005, inaugura-se o novo <strong>PROJETO GR\u00c1FICO<\/strong> do JU, cria\u00e7\u00e3o do jornalista Juliano Bruni. Para a equipe que assumia o JU naquele momento, era preciso atualizar a imagem do ve\u00edculo. O projeto original, de Anibal Bendati, ainda que bonito e bem acabado, na avalia\u00e7\u00e3o da equipe da \u00e9poca, tinha um visual que remetia aos anos 1970. A pretens\u00e3o era que a diagrama\u00e7\u00e3o se tornasse mais arejada: foi isso que guiou o rumo das altera\u00e7\u00f5es propostas. Na capa, o Jornal adquire um visual mais retil\u00edneo, menos arredondado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 apar\u00eancia anterior, seja pela aus\u00eancia da borda, seja pelo nome no cabe\u00e7alho em apenas uma linha. As editorias ganham uma vinheta; novas se\u00e7\u00f5es s\u00e3o criadas \u2013 outras s\u00e3o reacomodadas, como o perfil, que deixou o lugar consagrado at\u00e9 ali, a contracapa, e foi para a parte interna. Outra raz\u00e3o para a necessidade de um novo projeto gr\u00e1fico dizia respeito \u00e0s mudan\u00e7as na estrutura de produ\u00e7\u00e3o do JU. At\u00e9 aquele momento, as edi\u00e7\u00f5es eram finalizadas fora da reda\u00e7\u00e3o: o processamento final era feito pela CORAG, o que gerava gastos muito elevados. De fato, a readequa\u00e7\u00e3o dos custos era uma demanda premente da nova gest\u00e3o na Reitoria. Para isso, foi feito um investimento na Gr\u00e1fica da UFRGS, que adquiriu uma m\u00e1quina capaz de realizar a impress\u00e3o. O tamanho do papel para esse novo maquin\u00e1rio era menor \u2013 ainda que o formato standard fosse mantido com toda a convic\u00e7\u00e3o. Assim, os textos que antes tinham at\u00e9 12 mil caracteres n\u00e3o podiam passar de 8 mil (posteriormente, houve uma nova redu\u00e7\u00e3o para evitar desperd\u00edcio de papel, o que tirou mais mil caracteres das reportagens). O desenvolvimento do novo projeto gr\u00e1fico chega ao \u00e1pice quando o JU passa a ter capa e contracapa coloridas. Num lance de sorte, isso ocorre na edi\u00e7\u00e3o 101, de <a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/212933\">agosto e setembro de 2007<\/a>, que apresentava fotografias marcantes da pauta em destaque sobre o aquecimento global. Neste ponto, segundo Juliano, o projeto e todas as novas din\u00e2micas que ele exige se acomodam. Chega-se \u00e0 sintonia necess\u00e1ria entre o diagramador e o restante da equipe, constru\u00edda com a conviv\u00eancia e a negocia\u00e7\u00e3o que se desenrolam na reda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Junho de 2011<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_2011_jun.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">A presen\u00e7a das <strong>ARTES VISUAIS<\/strong> no JU \u00e9 constante e significativa. Ao longo dos anos, o Jornal sempre teve uma preocupa\u00e7\u00e3o em dar visibilidade tanto a produ\u00e7\u00f5es art\u00edsticas criadas na Universidade quanto a artistas ga\u00fachos. A Bienal do Mercosul \u00e9 um dos acontecimentos que marcaram presen\u00e7a diversas vezes, sendo, inclusive, tema do <em>Especial <\/em>de novembro de 2009, com uma cobertura completa do evento. Al\u00e9m disso, a Funda\u00e7\u00e3o Iber\u00ea Camargo, assim como o pr\u00f3prio artista, foram pautas recorrentes. O JU acompanhou o in\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o do museu, \u00e0s margens do Gua\u00edba (julho-agosto\/2003), falou sobre a cataloga\u00e7\u00e3o de gravuras de Iber\u00ea, feita pela professora de artes visuais M\u00f4nica Zielinsky (mar\u00e7o\/2007), chegando at\u00e9 2008, com uma reportagem sobre a inaugura\u00e7\u00e3o do museu e os benef\u00edcios para a capital. Em dezembro de 2002, o JU produziu uma reportagem em homenagem ao artista porto-alegrense Jo\u00e3o Fahrion, ressaltando a sua tem\u00e1tica favorita: a figura feminina. O artista tamb\u00e9m foi professor do Instituto de Artes (IA) \u2013 quando ainda se chamava Instituto de Bellas Artes. Sua import\u00e2ncia para a Universidade \u00e9 t\u00e3o marcante que no pr\u00e9dio da Reitoria h\u00e1 uma sala \u2013 com afrescos seus na parede \u2013 que leva seu nome. Fahrion apareceu outras vezes nas p\u00e1ginas do Jornal, inclusive na mat\u00e9ria intitulada <em>Arte dos mestres <\/em>(<a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/212419\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">junho\/2011<\/a>), que enaltece o legado de artistas que passaram pelo IA. Ainda no campo das artes visuais, a reportagem especial de junho de 2006 retratou um projeto de extens\u00e3o que reunia grafiteiros e arquitetos, buscando a humaniza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o p\u00fablico. Em mar\u00e7o de 2013, o <em>Caderno JU <\/em>destaca as gravuras de artistas ga\u00fachos reconhecidos nacionalmente, bem como suas biografias. Artistas do Grupo de Bag\u00e9, Pedro Weing\u00e4rtner, Vera Chaves Barcellos e, novamente, Fahrion e Iber\u00ea Camargo foram alguns dos nomes presentes na mat\u00e9ria.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Setembro de 2012<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_2012_set.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">Nos idos de 2012, tornou-se crescente a demanda por mais reportagens de ci\u00eancia. Ao chegar \u00e0 reda\u00e7\u00e3o, a solicita\u00e7\u00e3o tomou novo rumo e foi desenvolvido o formato do <strong>CADERNO JU<\/strong>. Em vez de uma \u00eanfase em pautas de ci\u00eancia, foi consenso na elabora\u00e7\u00e3o do projeto a prefer\u00eancia pela varia\u00e7\u00e3o de temas a cada edi\u00e7\u00e3o. A ideia era que o espa\u00e7o de quatro p\u00e1ginas coloridas acrescidas ao Jornal \u2013 que passa a ter 20 p\u00e1ginas no total \u2013 desse for\u00e7a para um aprofundamento ainda maior em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s reportagens especiais que circulavam nas p\u00e1ginas centrais at\u00e9 ent\u00e3o. O acr\u00e9scimo s\u00f3 foi poss\u00edvel por conta do maior n\u00famero de bolsistas que passou a integrar a reda\u00e7\u00e3o. Com projeto gr\u00e1fico de Kleiton Semensatto da Costa, diagramador do JU de janeiro de 2012 a julho de 2016, o caderno JU passa a ser publicado a partir da edi\u00e7\u00e3o 152, de <a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/212405\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">setembro de 2012<\/a>, com o t\u00edtulo <em>O lugar dos grandes mestres<\/em>. Com a tem\u00e1tica da educa\u00e7\u00e3o, o especial enaltece o professor como fundamental na forma\u00e7\u00e3o profissional e human\u00edstica, atrav\u00e9s das hist\u00f3rias de grandes mestres da UFRGS \u2013 Graciema Pacheco (1910-1999), Ernani Maria Fiori (1914-1985), Gerd Alberto Bornheim (1929-2002) e Le\u00f4nidas Xausa (1932-1998). Na edi\u00e7\u00e3o de dezembro de 2012, o caderno JU foi elaborado, pela primeira vez, pela equipe de bolsistas. A reportagem discutiu o principal paradoxo que cerca a Aids: ao mesmo tempo em que \u00e9 mundial e sem cura, \u00e9 tamb\u00e9m a doen\u00e7a dos outros, a doen\u00e7a de poucos. Ressaltaram-se o desafio de se constru\u00edrem novas abordagens e os esfor\u00e7os para conscientiza\u00e7\u00e3o e desmistifica\u00e7\u00e3o acerca da Aids \u2013 com destaque para a presen\u00e7a de grupos de apoio como o GAPA. Mesmo com as dificuldades enfrentadas pelos jornalistas iniciantes \u2013 afinal, era a primeira vez que faziam uma grande reportagem com uma abordagem jornal\u00edstica aprofundada \u2013 a publica\u00e7\u00e3o cumpriu sua fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Maio de 2013<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_2013_mai.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">As problem\u00e1ticas envolvendo <strong>POPULA\u00c7\u00d5ES TRADICIONAIS E DO CAMPO<\/strong> seguidamente foram retratadas pelo <em>Jornal da Universidade<\/em>. As reportagens contam a hist\u00f3ria de vida dos entrevistados de uma forma sens\u00edvel, expressando aquilo que havia de mais humano nas personagens: desde os percal\u00e7os e desafios enfrentados at\u00e9 as maiores conquistas. Na edi\u00e7\u00e3o de outubro de 2012, a reportagem especial <em>Expectativa na aldeia <\/em>trouxe a representatividade da mulher na cultura ind\u00edgena, com a figura de Francisca, m\u00e3e que criou sozinha as filhas e as incentivou a estudarem. Denise, sua neta, foi a primeira aluna ind\u00edgena a se formar na UFRGS, no curso de Enfermagem. Os valores da cultura Kaingang e a falta de estrutura nos postos de sa\u00fade na Terra ind\u00edgena Guarita mostram a necessidade de haver um melhor atendimento, que comporte mais m\u00e9dicos de origem ind\u00edgena. Em <a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/212306\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">maio de 2013<\/a>, o <em>Caderno JU Quest\u00e3o da terra <\/em>deu espa\u00e7o para que agricultores org\u00e2nicos e familiares que comp\u00f5em o MST pudessem expressar seu modo de trabalho e as limita\u00e7\u00f5es desse m\u00e9todo produtivo, que n\u00e3o ganha visibilidade suficiente na m\u00eddia. Figuras como Boca, produtor rural, contaram suas viv\u00eancias e a import\u00e2ncia desse tipo de agricultura, que \u00e9 livre de pesticidas prejudiciais ao organismo. Ressaltou-se o papel do corpo docente e discente da UFRGS na elabora\u00e7\u00e3o de projetos de pesquisa para melhorar a produ\u00e7\u00e3o dos assentados. No m\u00eas de setembro de 2014, o <em>Caderno JU <\/em>retratou a educa\u00e7\u00e3o no campo, desmistificando as concep\u00e7\u00f5es predominantes nos meios hegem\u00f4nicos de que \u00e9 na cidade onde se concentram as pessoas letradas e de que, no campo, \u00e9 o estere\u00f3tipo de Jeca Tatu que existe. O JU pontuou aspectos positivos dessa educa\u00e7\u00e3o, como a pedagogia mais integradora. Ainda, ressaltaram-se as pol\u00edticas governamentais nesse espa\u00e7o e as demandas da popula\u00e7\u00e3o. O Jornal mostrou, em suas reportagens, a resist\u00eancia e o orgulho que existe nessa \u00e1rea e enfatizou que o campo n\u00e3o \u00e9 atrasado, como o senso comum tende a associar \u2013 ao contr\u00e1rio, engloba uma riqueza e diversidade \u00fanicas da regi\u00e3o.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Outubro de 2014<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_2014_out.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">Ao longo dos anos, a Universidade recebeu <strong>VISITAS MARCANTES<\/strong> de pessoas das mais diferentes \u00e1reas do conhecimento que lotaram o Sal\u00e3o de Atos. Nas p\u00e1ginas do JU, est\u00e3o registrados esses acontecimentos, seja com reportagens, seja com entrevistas exclusivas. Muitas dessas passagens ocorreram por conta da parceria da Universidade com o ciclo de debates Fronteiras do Pensamento. Em maio de 2010, o m\u00e9dico e cientista Miguel Nicolelis conversou com o JU sobre novas formas de pesquisa e o avan\u00e7o da neuroci\u00eancia. No m\u00eas seguinte, foi a vez de Denis Mukwege, ginecologista do Congo que ajudou 30 mil mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia sexual durante a guerra civil do pa\u00eds. Nomes como Mia Couto (dezembro\/2012) e Pierre L\u00e9vy (agosto\/2016) integram a lista de palestrantes trazidos pelo evento e entrevistados pelo JU. As Aulas Magnas proferidas por convidados ilustres tamb\u00e9m marcaram profundamente a Universidade. Assim como Saramago em 1999, Sebasti\u00e3o Salgado lotou o c\u00e2mpus centro em 2014, e concedeu entrevista exclusiva ao Jornal, falando sobre seu trabalho com a fotografia (mar\u00e7o\/2014). Outro evento que sempre costuma atrair personagens reconhecidos \u00e9 o Unim\u00fasica. Em 2016, Maria Beth\u00e2nia subiu ao palco do Sal\u00e3o de Atos e falou ao JU sobre sua carreira (junho\/2016). Em seu anivers\u00e1rio de 80 anos, entre outras presen\u00e7as ilustres, a Universidade recebeu Gilberto Gil, que deu uma aula-espet\u00e1culo e concedeu uma entrevista ao JU (maio\/2014). J\u00e1 a edi\u00e7\u00e3o de <a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/212251\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">outubro de 2014<\/a>, teve a presen\u00e7a do ex-presidente uruguaio Pepe Mujica e do cientista social Boaventura de Souza Santos.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Agosto de 2016<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_2016_ago.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">As diferen\u00e7as n\u00e3o tornam as pessoas desiguais, mas ressaltam a <strong>DIVERSIDADE<\/strong> que constitui o ser humano. O Jornal da Universidade, sens\u00edvel \u00e0 relev\u00e2ncia que o debate em torno deste tema vem tomando nos \u00faltimos anos, discutiu sobre a naturaliza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de poder e dos processos de domina\u00e7\u00e3o, abordando o preconceito \u00e9tnico, religioso e de g\u00eanero em suas p\u00e1ginas. Na edi\u00e7\u00e3o de <a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/212258\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">agosto de 2016<\/a>, o <em>Caderno JU<\/em> abordava a viol\u00eancia a estudantes ind\u00edgenas, cotistas e mulheres na UFRGS, e o posicionamento da institui\u00e7\u00e3o perante esses acontecimentos. O Jornal problematizou esses comportamentos, enfatizando a import\u00e2ncia da pluralidade. Em maio de 2017, o CadernoJU refletiu sobre a hierarquiza\u00e7\u00e3o do conhecimento acad\u00eamico, em que predomina um hist\u00f3rico de hegemonia do conhecimento nas universidades. Foi apresentada a disciplina Encontro de Saberes, que promove a diversidade cultural e a escuta sens\u00edvel. Na reportagem, o Jornal deu enfoque ao papel de negros e ind\u00edgenas como protagonistas, ressaltando a necessidade da interculturalidade no ensino superior. A nova realidade que se configurou com as cotas \u00e9 esmiu\u00e7ada pelo JU e, por meio das fontes entrevistadas, sustenta-se o desenvolvimento de uma universidade que n\u00e3o ignore as diversas formas de conhecimento e de realidade do mundo. Na edi\u00e7\u00e3o de dezembro de 2016, a reportagem sobre religiosidade na Universidade rompeu com a ideia de que f\u00e9 e raz\u00e3o s\u00e3o inconcili\u00e1veis. Nessa mesma edi\u00e7\u00e3o, outra reportagem analisou os preconceitos em rela\u00e7\u00e3o a pr\u00e1ticas musicais distintas. O Jornal mostrou como o funk influenciou a comunidade do Morro da Tuca: as can\u00e7\u00f5es trouxeram novas representa\u00e7\u00f5es sobre a popula\u00e7\u00e3o, de modo que a m\u00fasica passou a ser uma formadora de consci\u00eancia cr\u00edtica na regi\u00e3o.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Novembro de 2018<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/sarau-1024x641-1.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">Na Feira do Livro de Porto Alegre de 2018, o JU realizou um sarau sobre as <strong>LEITURAS OBRIGAT\u00d3RIAS DO VESTIBULAR <\/strong>e fez circular durante o evento uma edi\u00e7\u00e3o especial sobre o tema. O sarau reuniu atores e pesquisadores de Literatura para leituras dram\u00e1ticas e discuss\u00f5es sobre duas das obras inclu\u00eddas na lista. O evento se repetiu tamb\u00e9m em 2019 e, a partir da\u00ed se tornou permanente e ganhou um espa\u00e7o pr\u00f3prio com uma <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/especial-leituras-obrigatorias-vestibular\/\" target=\"_blank\">p\u00e1gina especial<\/a> no site do JU. Al\u00e9m disso, desde ent\u00e3o, circula uma edi\u00e7\u00e3o especial impressa durante o Portas Abertas, evento que abre a UFRGS para estudantes de ensino m\u00e9dio conhecerem a Universidade.<br>Ainda no m\u00eas de novembro de 2018, o JU fez circular uma edi\u00e7\u00e3o especial em di\u00e1logo com eventos do Novembro Negro organizados por in\u00fameras unidades acad\u00eamicas para celebrar o Dia da Consci\u00eancia Negra, circulando principalmente no dia em que se realizou a foto coletiva em frente ao Sal\u00e3o de Atos, o que gerou repercuss\u00e3o significativa. <\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Dezembro de 2018<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Premio-Rui-Bianchi.jpeg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">A reportagem <em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/207200\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/207200\" target=\"_blank\">Barreiras Transpon\u00edveis<\/a><\/em>, publicada na edi\u00e7\u00e3o de junho de 2018, de autoria do jornalista Felipe Ewald, recebeu o <a href=\"http:\/\/www.memorialdainclusao.org.br\/premio-de-jornalismo-rui-bianchi\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pr\u00eamio Rui Bianchi<\/a> da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Defici\u00eancia, \u00f3rg\u00e3o ligado ao governo de S\u00e3o Paulo.<br>A mat\u00e9ria, que ficou em 2\u00ba lugar na categoria impresso, aborda a realidade de alunos com  defici\u00eancia na UFRGS, sobretudo depois que a Universidade passou a reservar 25% de suas vagas a esse p\u00fablico. <\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Mar\u00e7o de 2019<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_site_antigo.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">Os conte\u00fados da edi\u00e7\u00e3o impressa passam a ser reproduzidos no <strong>SITE<\/strong> desenvolvido pela programadora visual Carolina Konrath, que foi sendo redesenhado at\u00e9 a vers\u00e3o atual. Desde o in\u00edcio, al\u00e9m dos textos do impresso, tamb\u00e9m produzimos material exclusivamente para o ambiente digital aproveitando as suas possibilidades multim\u00eddia. Nesse sentido, esse conte\u00fado seguiu a l\u00f3gica mensal, ainda que com redirecionamentos sempre que necess\u00e1rios. A dinamiza\u00e7\u00e3o do conte\u00fado, a circula\u00e7\u00e3o em si, passa a ter diferentes temporalidades: mensal na capa da edi\u00e7\u00e3o impressa; semanal na capa do site do JU, no site institucional da UFRGS; e di\u00e1ria nas redes sociais por meio de postagens no Facebook, no Twitter e no Instagram.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Setembro de 2019<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/esquinas.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">Em setembro de 2019, o JU lan\u00e7ou, em parceria com o Instituto Latino-americano de Estudos Avan\u00e7ados (ILEA), o projeto <strong>ESQUINAS<\/strong>, <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/esquinas\/\" target=\"_blank\">ciclo de debates<\/a> que re\u00fane, a cada edi\u00e7\u00e3o, pesquisadores de diferentes \u00e1reas do conhecimento e uma plateia diversa para que, com a media\u00e7\u00e3o de um jornalista da equipe do JU, discutam um tema da atualidade. O projeto busca, desse modo, refor\u00e7ar o papel da Universidade como lugar de confronto de ideias ao abrir espa\u00e7o para que todos os presentes possam falar, perguntar e provocar. O primeiro evento da s\u00e9rie reuniu um p\u00fablico de 160 pessoas no Centro Cultural da UFRGS para debates sobre o tema Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas com os pesquisadores Jefferson Cardia Sim\u00f5es, dos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Geoci\u00eancias e Geografia, Lorena Fleury, do programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Sociologia, e Edson Talamini, da Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas e dos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Agroneg\u00f3cios e Desenvolvimento Rural. Em outubro, o segundo debate integrou a programa\u00e7\u00e3o do Encontro Nacional de Estudantes Ind\u00edgenas (ENEI) e trouxe o tema Demarca\u00e7\u00e3o de Terras Ind\u00edgenas. Os convidados foram Telma Taurepang, coordenadora geral da Uni\u00e3o das Mulheres Ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia Brasileira, Ana Patt\u00e9, ind\u00edgena do povo xokleng de Santa Catarina, &nbsp;o professor do Departamento de Antropologia da Universidade Jos\u00e9 Ot\u00e1vio Catafesto e o procurador do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal no Rio Grande do Sul (MPF-RS) Paulo Leivas. A terceira edi\u00e7\u00e3o promoveu uma discuss\u00e3o ao redor do tema Censura e Liberdade de Express\u00e3o com a participa\u00e7\u00e3o de Domingos Savio Dresch da Silveira, procurador regional da Rep\u00fablica no Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal e professor da Faculdade de Direito, Iana Gomes de Lima, professora da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o, e Luis Augusto Fischer, professor de Literatura Brasileira da UFRGS.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Outubro 2019<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized ctlb-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=J1fIiLzr_zE&amp;t=17s\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1063\" height=\"600\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/capa-video-institucional-JU-22.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-77945\" style=\"aspect-ratio:1.3333333333333333;object-fit:cover;width:580px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/capa-video-institucional-JU-22.jpg 1063w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/capa-video-institucional-JU-22-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/capa-video-institucional-JU-22-175x99.jpg 175w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/capa-video-institucional-JU-22-768x433.jpg 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/capa-video-institucional-JU-22-465x262.jpg 465w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/capa-video-institucional-JU-22-695x392.jpg 695w\" sizes=\"(max-width: 1063px) 100vw, 1063px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">JU lan\u00e7a seu v\u00eddeo institucional, apresentando toda linha de produtos jornal\u00edsticos para alcan\u00e7ar ainda mais leitores. Clique na imagem para assistir.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cp-timeline-content-timeline-child swiper-slide\"><div class=\"timeline-content icon-false \"><div class=\"timeline-block-timeline ctl-row  position-right\"><div class=\"ctl-6 timeline-block-time\"><div class=\"story-time\"><p>Abril de 2020<\/p><\/div><\/div><div class=\"timeline-block-icon\"><svg stroke=\"currentColor\" fill=\"currentColor\" stroke-width=\"0\" viewBox=\"0 0 512 512\" height=\"1em\" width=\"1em\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M256 8C119 8 8 119 8 256s111 248 248 248 248-111 248-248S393 8 256 8z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"ctl-6 timeline-block-detail\"><div class=\"story-details\"><div class=\"story-content\">\n<figure class=\"wp-block-image ctlb-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/JU_2020_abr.png\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:4\/3;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading ctlb-block-title\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"ctlb-block-desc wp-block-paragraph\" style=\"padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px\">Com a chegada da pandemia do coronav\u00edrus, as edi\u00e7\u00f5es impressas precisaram ser temporariamente interrompidas. O JU buscou uma reorganiza\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter extraordin\u00e1rio para seguir produzindo e lan\u00e7ou edi\u00e7\u00f5es exclusivamente online. A distribui\u00e7\u00e3o passou a ser feita por meio da <strong>NEWSLETTER<\/strong> que chega semanalmente \u00e0 caixa de entrada de cerca de 8.300 pessoas da comunidade universit\u00e1ria.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;A ideia era fazer um jornalismo que n\u00e3o fosse simplesmente a divulga\u00e7\u00e3o da Universidade, mas que cumpriria o papel que ela precisa cumprir: mostrar coisas novas, interferir, opinar.&#8221; Assim sintetizou a cria\u00e7\u00e3o do JU a professora do departamento de Comunicac\u0327a\u0303o Maria Helena Weber em entrevista concedida para a edi\u00e7\u00e3o de<span class=\"more-link\"><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/historia\/\">Leia mais<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"author":182,"featured_media":11313,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"footnotes":"","_ppma_block_editor_authors":""},"ppma_author":[2939],"class_list":["entry","author-evertoncardoso","post-11231","page","type-page","status-publish","has-post-thumbnail"],"pp_statuses_selecting_workflow":false,"pp_workflow_action":"current","pp_status_selection":"publish","yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.8 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Hist\u00f3ria - Jornal da Universidade<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"O JU \u00e9 um ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o p\u00fablica que concretiza seu compromisso social por meio da qualifica\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o e do aprofundamento das reflex\u00f5es. 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