{"id":119983,"date":"2025-09-25T07:30:00","date_gmt":"2025-09-25T10:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/?p=119983"},"modified":"2025-09-24T10:51:22","modified_gmt":"2025-09-24T13:51:22","slug":"as-imagens-sem-titulo-de-flavya-mutran","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/as-imagens-sem-titulo-de-flavya-mutran\/","title":{"rendered":"As imagens sem t\u00edtulo de Flavya Mutran"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Pinacoteca |&nbsp;A professora do departamento de Artes Visuais <mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-black-color\">Alessandra Bochio <\/mark>reflete, a partir da obra da artista paraense, sobre duplos digitais e novos modos de olhar<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:10px\"><em>*Imagem: excerto de obra da s\u00e9rie EGOSHOT, de Flavya Mutran<\/em><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na s\u00e9rie <a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/acervopbsa\/acervo-do-instituto-de-artes-ufrgs\/sem-titulo-591\/?perpage=12&amp;order=ASC&amp;orderby=date&amp;pos=4&amp;source_list=term&amp;source_entity_id=675&amp;ref=%2Facervopbsa%2Fautor_%2Fmutran-flavya%2F%3Fperpage%3D12%26view_mode%3Dmasonry%26order%3DASC%26orderby%3Ddate%26fetch_only_meta%3D%26paged%3D1%26fetch_only%3Dthumbnail%252Ccreation_date%252Ctitle%252Cdescription\"><strong><em>EGOSHOT<\/em><\/strong><\/a> (2009-2018), a artista paraense <a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/acervopbsa\/autor_\/mutran-flavya\/?perpage=12&amp;view_mode=masonry&amp;paged=1&amp;order=ASC&amp;orderby=date&amp;fetch_only=thumbnail%2Ccreation_date%2Ctitle%2Cdescription&amp;fetch_only_meta=\">Flavya Mutran<\/a> explora a figura do rosto humano a partir de v\u00eddeos apropriados do YouTube: s\u00e3o v\u00eddeos de pessoas an\u00f4nimas que se autorretratam diariamente durante alguns anos por meio de fotografias. O acervo da <a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/acervopbsa\/\">Pinacoteca Bar\u00e3o de Santo \u00c2ngelo <\/a>adquiriu tr\u00eas imagens da s\u00e9rie, todas sem t\u00edtulo, medindo 115 x 110 cent\u00edmetros e classificadas como <em>assemblages<\/em> digitais. Trata-se de fotografias de longa exposi\u00e7\u00e3o, em que a artista registra, em uma \u00fanica tomada, a dura\u00e7\u00e3o desses v\u00eddeos; uma esp\u00e9cie de imagem-resumo, produzida pela sedimenta\u00e7\u00e3o e pelo ac\u00famulo de muitas camadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em <em>Cinema, v\u00eddeo, Godard <\/em>(2004), Philippe Dubois, ao propor uma no\u00e7\u00e3o videogr\u00e1fica de espessura da imagem, nos apresenta a uma ideia de profundidade fundada n\u00e3o na representa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o tridimensional na superf\u00edcie bidimensional, mas na estratifica\u00e7\u00e3o de camadas, de superf\u00edcies que s\u00e3o sobrepostas uma a uma. Essa \u00e9 a primeira imagem mental que me vem \u00e0 cabe\u00e7a ao olhar as imagens de Mutran: as imagino como blocos, espessos, constru\u00eddos pelo empilhamento de imagens diversas. Talvez seja por isso mesmo que dizem muito al\u00e9m do que elas figuram.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"683\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran1-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-120099\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran1-683x1024.jpg 683w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran1-200x300.jpg 200w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran1-78x117.jpg 78w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran1-768x1152.jpg 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran1-367x550.jpg 367w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran1-333x500.jpg 333w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran1.jpg 1000w\" sizes=\"(max-width: 683px) 100vw, 683px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Flavya Mutran (Marab\u00e1, PA, 1968), Sem T\u00edtulo, da s\u00e9rie EGOSHOT, 2009\/2010. \nAssemblage Digital. Impress\u00e3o em Pigmentos minerais \/ jato de tinta UltraChrome K3 em papel fotogr\u00e1fico luster, 150 x 110 cm. Pinacoteca Bar\u00e3o de Santo \u00c2ngelo. Reprodu\u00e7\u00e3o: Flavya Mutran<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>EGOSHOT<\/em><\/strong> \u00e9 uma das s\u00e9ries que integra a pesquisa de mestrado da artista, intitulada <strong><a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/29110\">Pret\u00e9rito imperfeito de territ\u00f3rios m\u00f3veis<\/a><\/strong>, realizada no Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Artes Visuais do Instituto de Artes da UFRGS em 2011. Abrange um per\u00edodo espec\u00edfico da recente hist\u00f3ria da internet, a chamada web 2.0, que, conforme a artista, trazia como elemento novo, naquele momento, a derrubada das antigas paredes que protegiam o espa\u00e7o particular do escritor dom\u00e9stico e seus relatos \u00edntimos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A web 2.0 refere-se \u00e0 segunda gera\u00e7\u00e3o da internet, caracterizada pela intera\u00e7\u00e3o, pela colabora\u00e7\u00e3o e pelo compartilhamento de conte\u00fados entre os\/as usu\u00e1rios\/as; diz respeito principalmente ao momento de surgimento das redes sociais, que pretendiam colocar qualquer pessoa como produtora de conte\u00fado \u2013 pelo menos foi isso que nos disseram na primeira d\u00e9cada dos anos 2000.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um sinal daqueles tempos: em 2006, a revista estadunidense <em>Time<\/em> escolheu <em>voc\u00ea<\/em> como a personalidade do ano. Isto \u00e9, n\u00e3o apenas <em>voc\u00ea<\/em>, mas todos <em>n\u00f3s<\/em>: as pessoas comuns. Na capa da publica\u00e7\u00e3o, um espelho refletia a imagem dos\/as seus\/suas leitores\/as; no artigo, a justificativa da escolha era que n\u00f3s, as pessoas comuns, tomamos as r\u00e9deas da m\u00eddia global e fundamos uma nova democracia digital. Naquele ano de 2006, os editores da <em>Time<\/em> estavam ressaltando o enorme aumento na produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fados feita pelos\/as usu\u00e1rios\/as da internet.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"683\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran2-2-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-120100\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran2-2-683x1024.jpg 683w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran2-2-200x300.jpg 200w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran2-2-78x117.jpg 78w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran2-2-768x1152.jpg 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran2-2-367x550.jpg 367w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran2-2-333x500.jpg 333w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran2-2.jpg 1000w\" sizes=\"(max-width: 683px) 100vw, 683px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Flavya Mutran (Marab\u00e1, PA, 1968), Sem T\u00edtulo, da s\u00e9rie EGOSHOT, 2009\/2010. \nAssemblage Digital. Impress\u00e3o em Pigmentos minerais \/ jato de tinta UltraChrome K3 em papel fotogr\u00e1fico luster, 150 x 110 cm. Pinacoteca Bar\u00e3o de Santo \u00c2ngelo. Reprodu\u00e7\u00e3o: Flavya Mutran<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">At\u00e9 a primeira d\u00e9cada dos anos 2000, nos encantamos pelas possibilidades das tecnologias digitais e principalmente da internet; acreditamos de fato que um modo mais democr\u00e1tico de nos comunicar era poss\u00edvel com esses meios. O que estamos observando, contudo, \u00e9 que de l\u00e1 para c\u00e1 ocorreram in\u00fameras reviravoltas e transforma\u00e7\u00f5es. A internet foi tomada por um n\u00famero bastante restrito de grandes corpora\u00e7\u00f5es de tecnologia e, com isso, a comunica\u00e7\u00e3o tem se tornado cada vez menos democr\u00e1tica e mais enviesada. As plataformas de m\u00eddias sociais t\u00eam cada vez mais ditado o modo como usamos a internet, e os algoritmos t\u00eam interferido de maneira bastante contundente na escolha dos conte\u00fados que consumimos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De l\u00e1 para c\u00e1, as pessoas comuns t\u00eam se tornado a mensagem dos conte\u00fados que produzem em perfis de <em>lifestyle<\/em>. A escritora e ativista canadense Naomi Klein tem utilizado o termo <em>doppelg\u00e4nger<\/em> para refletir sobre duplos, r\u00e9plicas ou s\u00f3sias digitais que v\u00eam povoando nossas vidas por meio de perfis em redes sociais e apresentando pessoas como marcas. Essas marcas s\u00e3o constru\u00eddas para criar uma percep\u00e7\u00e3o positiva de si e tornar-se conhecida, desejada e relevante no mercado da influ\u00eancia digital e, com isso, angariar um n\u00famero cada vez maior de seguidores\/as.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na era de influenciadores\/as digitais, as plataformas de m\u00eddias sociais garantem que seus\/suas usu\u00e1rios\/as tenham \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o ferramentas para criar e gerir uma marca pessoal, aplicando os princ\u00edpios do <em>branding<\/em> corporativos a seus eus particulares. Para autora, a expectativa \u00e9 que cada vez mais pessoas se definam e se defendam como uma marca s\u00f3lida e robusta o suficiente para que a pr\u00f3pria humanidade se torne menos humana e menos capaz de mudar e evoluir, mesmo se tratando de crises ecol\u00f3gicas e pol\u00edticas urgentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todo um outro paradigma de produ\u00e7\u00e3o e consumo est\u00e1 sendo constru\u00eddo e presentificado, de modo que as imagens t\u00eam se transformado em um dos dispositivos mais importantes da contemporaneidade; s\u00e3o espa\u00e7os de proje\u00e7\u00e3o, reivindica\u00e7\u00e3o e socializa\u00e7\u00e3o, como nos lembra Giselle Beiguelman em <em>Pol\u00edtica das imagens: vigil\u00e2ncia e resist\u00eancia na dadosfera<\/em> (2021); est\u00e3o ultrapassando os planos emoldur\u00e1veis das superf\u00edcies bidimensionais e ganhando espessura. Com isso, est\u00e3o configurando novos modos de olhar e de ser visto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao olhar para as figuras sem rosto de <strong><em>EGOSHOT<\/em><\/strong>, vejo os fantasmas eletr\u00f4nicos e digitais que t\u00eam nos assombrado nas <em>timelines<\/em> das redes sociais: s\u00e3o apari\u00e7\u00f5es, resultado do ac\u00famulo de todos os rostos que s\u00e3o presentificados diariamente em nossas telas, que, para al\u00e9m de pessoas, s\u00e3o marcas \u2013 duplos, r\u00e9plicas, s\u00f3sias coorporativos; s\u00e3o vultos, imagens-borr\u00f5es, que parecem transitar entre a presen\u00e7a de alguma coisa e a aus\u00eancia de algu\u00e9m, entre aquilo que parece real e \u00e9 apenas informa\u00e7\u00e3o num\u00e9rica. As imagens de Mutran apontam aquilo que n\u00e3o estamos enxergando. N\u00e3o \u00e0 toa essas imagens n\u00e3o t\u00eam t\u00edtulos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"683\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran3-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-120102\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran3-683x1024.jpg 683w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran3-200x300.jpg 200w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran3-78x117.jpg 78w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran3-768x1152.jpg 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran3-367x550.jpg 367w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran3-333x500.jpg 333w, https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EGOSHOT_FMutran3.jpg 1000w\" sizes=\"(max-width: 683px) 100vw, 683px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Flavya Mutran (Marab\u00e1, PA, 1968), Sem T\u00edtulo, da s\u00e9rie EGOSHOT, 2009\/2010. \nAssemblage Digital. Impress\u00e3o em Pigmentos minerais \/ jato de tinta UltraChrome K3 em papel fotogr\u00e1fico luster, 150 x 110 cm. Pinacoteca Bar\u00e3o de Santo \u00c2ngelo. Reprodu\u00e7\u00e3o: Flavya Mutran<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-accent-background-color has-background wp-block-paragraph\"><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/6335890634184307\">Alessandra Bochio<\/a> \u00e9 pesquisadora e professora do Departamento de Artes Visuais da UFRGS. Coordena o Grupo de Pesquisa Estudo e Pr\u00e1ticas feministas na Arte e o Grupo de Extens\u00e3o Limiar: arte e audiovisual.<br><br>Quinzenalmente, estudantes e pesquisadores apresentam obras da Pinacoteca Bar\u00e3o de Santo \u00c2ngelo a partir de diferentes aspectos. A se\u00e7\u00e3o tem curadoria de&nbsp;<a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/8891217210991077\">Camila Monteiro Schenkel<\/a>&nbsp;e&nbsp;<a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/5190056584291355\">Gabriela Motta<\/a>.<br><br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group alignwide\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons alignwide is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-fe48e5de wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50 is-style-outline animated fadeInDown slow is-style-outline--1\"><a class=\"wp-block-button__link has-text-color has-link-color has-text-align-center has-custom-font-size wp-element-button\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/category\/pinacoteca\/\" style=\"border-radius:16px;color:#135e96;font-size:15px\">Veja mais conte\u00fados da coluna <strong>Pinacoteca<\/strong><\/a><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A professora do departamento de Artes Visuais Alessandra Bochio reflete, a partir da obra da artista paraense, sobre duplos digitais e novos modos de olhar<span class=\"more-link\"><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/as-imagens-sem-titulo-de-flavya-mutran\/\">Leia mais<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"author":238,"featured_media":120101,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"page_builder":"","footnotes":"","_ppma_block_editor_authors":""},"categories":[5482],"tags":[1994,6250,539,7559,782,7561,3470,7562,7560],"ppma_author":[6820],"class_list":["entry","author-pinacoteca","has-excerpt","post-119983","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-pinacoteca","tag-arte-contemporanea","tag-arte-no-rio-grande-do-sul","tag-fotografia","tag-fotografia-digital","tag-internet","tag-longa-exposicao","tag-pinacoteca-barao-de-santo-angelo","tag-video","tag-web-2-0"],"pp_statuses_selecting_workflow":false,"pp_workflow_action":"current","pp_status_selection":"publish","yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.7 - 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