{"id":122644,"date":"2025-12-11T07:14:00","date_gmt":"2025-12-11T10:14:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/?p=122644"},"modified":"2025-12-10T16:51:39","modified_gmt":"2025-12-10T19:51:39","slug":"mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/","title":{"rendered":"M\u00e3e e filha podem pesquisar juntas?"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Artigo | Ta\u00eds Ferreira, docente da Faced, relata sua investiga\u00e7\u00e3o por p\u00e1tios de brincadeiras de Buenos Aires<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"font-size:10px\"><em>*Ilustra\u00e7\u00e3o:\u00a0<a href=\"http:\/\/instagram.com\/dantara.art\">Dantara Stamado Ordov\u00e1s<\/a>\/<a href=\"http:\/\/instagram.com\/histpraticart\">Programa de Extens\u00e3o Hist\u00f3rias e Pr\u00e1ticas Art\u00edsticas<\/a>, DAV-IA\/UFRGS<\/em><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma pesquisadora deixa de investigar quando est\u00e1 exercendo a maternagem? Como a maternidade atravessa nossas investiga\u00e7\u00f5es e nossas constitui\u00e7\u00f5es como profissionais da doc\u00eancia e da pesquisa? Nossos interesses e desejos de investiga\u00e7\u00e3o podem estar relacionados a uma pr\u00e1xis da maternagem? Neste breve artigo, busco compartilhar algumas experi\u00eancias de maternagem e pesquisa que est\u00e3o em andamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Eu pesquiso inf\u00e2ncias e teatro, as rela\u00e7\u00f5es de jogo, ludicidade, performatividade e as artes da cena para e com as inf\u00e2ncias h\u00e1 25 anos. Sempre estive envolvida, de uma maneira ou de outra, com as crian\u00e7as, suas pr\u00e1ticas, suas culturas e seus espa\u00e7os, como artista e como professora. H\u00e1 sete anos me tornei m\u00e3e, em uma maternidade solo compuls\u00f3ria (isto \u00e9: n\u00e3o foi uma escolha e, sim, conting\u00eancia adjetivar essa maternidade como solo). Sou a \u00fanica cuidadora respons\u00e1vel por uma menina desde a gravidez e certamente gozei do privil\u00e9gio de ter redes de apoio em diversos momentos, para al\u00e9m daqueles privil\u00e9gios que me s\u00e3o conferidos por ser uma mulher cis branca. Contudo, neste ano de 2025, empreendemos a aventura de passar um ano trabalhando e vivendo no exterior sem redes de apoio, a n\u00e3o ser a escola p\u00fablica de jornada completa (tempo integral) que a menina frequenta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sem romantizar a experi\u00eancia, mas atravessada pela exaust\u00e3o e a solid\u00e3o que est\u00e3o inexoravelmente implicadas em uma tarefa desta monta, encontramos juntas linhas de fuga que s\u00e3o atravessadas pelos meus interesses de pesquisa. Porque sim: uma m\u00e3e n\u00e3o deixa de ser pesquisadora quando est\u00e1 maternando, n\u00e3o deixa de ser uma pessoa aut\u00f4noma e desejante, pelo menos n\u00e3o deveria, a despeito das conjunturas e das discursividades sobre maternidade que nos assolam. Afirmar o entrela\u00e7amento entre vida acad\u00eamica e vida pessoal \u00e9 um ato pol\u00edtico, essa dissocia\u00e7\u00e3o que nos foi e \u00e9 imposta cotidianamente pelo ethos acad\u00eamico inexiste, e eu, como docente com mais de 20 anos de carreira universit\u00e1ria, aprendi isso a duras penas, experimentando na carne o peso das pr\u00e1ticas e discursos patriarcais na universidade depois de me tornar m\u00e3e. Eu e tantas outras, sendo as estudantes certamente aquelas que s\u00e3o efetivamente mais prejudicadas, exclu\u00eddas e alijadas de oportunidades acad\u00eamicas por este ethos, ainda que paulatinamente estejamos assistindo a um movimento de modifica\u00e7\u00e3o da exclus\u00e3o, da opress\u00e3o e do silenciamento maternos, amparadas em organiza\u00e7\u00f5es horizontais como nosso Coletivo M\u00e3es na UFRGS.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas retomemos o foco destes escritos, que s\u00e3o a experi\u00eancia de pesquisa associada \u00e0 maternagem. Estou em Buenos Aires realizando pesquisa p\u00f3s-doutoral sob supervis\u00e3o do professor Carlos Skliar, com financiamento do CNPq, investigando o teatro na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica na Argentina, tecendo rela\u00e7\u00f5es junto a uma rede horizontal de professores de teatro que est\u00e1 espalhada por toda a Argentina, a Red Dramatiza de Professores de Teatro. Sou e sempre serei, contudo, uma pesquisadora vinculada \u00e0s inf\u00e2ncias: me sinto convocada a olhar e estar junto delas, mesmo quando n\u00e3o estou exercendo minhas fun\u00e7\u00f5es maternas.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como m\u00e3e, conforme o esperado, desde que chegamos \u00e0 cidade, em janeiro de 2025, passei a frequentar pra\u00e7as e parques p\u00fablicos, que abundam no territ\u00f3rio, com minha filha de seis anos. Iniciamos, ent\u00e3o, de modo despretensioso e volunt\u00e1rio, uma jornada de pesquisa dupla, em que m\u00e3e pesquisadora e crian\u00e7a pesquisadora realizam um <em>recorrido <\/em>por parques e pra\u00e7as de diversas regi\u00f5es da Cidade Aut\u00f4noma de Buenos Aires (CABA), buscando as potencialidades presentes nas rela\u00e7\u00f5es infantis com esses espa\u00e7os, ou seja, lugares da cidade pensados para as inf\u00e2ncias, voltados ao direito de crian\u00e7as e jovens de pertencimento e de apropria\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o coletivo, resultado de pol\u00edticas p\u00fablicas para as inf\u00e2ncias e juventudes.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Contextualizando: os p\u00e1tios de brincadeira (<em>patios de juegos<\/em>), como s\u00e3o chamadas as pracinhas com brinquedos e estruturas voltadas para crian\u00e7as de zero a 12 anos, em m\u00e9dia, s\u00e3o bastante impressionantes do ponto de vista arquitet\u00f4nico, estrutural, cultural e hist\u00f3rico. Cada pracinha costuma ser referencial ao territ\u00f3rio, ou seja, se est\u00e1 em um bairro ferrovi\u00e1rio, vai fazer refer\u00eancia a quest\u00f5es culturais e hist\u00f3ricas dos trilhos, das ferrovias, dos trens, dos meios de transporte, etc. Desde os brinquedos dispon\u00edveis at\u00e9 materiais adicionais informativos, como cartazes e orienta\u00e7\u00f5es para as fam\u00edlias e crian\u00e7as (incluindo crian\u00e7as neurodivergentes), h\u00e1 uma coer\u00eancia na proposta do p\u00e1tio, orquestrada esteticamente como em uma cenografia teatral a ser explorada pela a\u00e7\u00e3o\/inten\u00e7\u00e3o e performance dos atores. As estruturas em geral s\u00e3o amplas e possuem brinquedos para crian\u00e7as de diferentes faixas et\u00e1rias, de beb\u00eas que ainda n\u00e3o caminham a pr\u00e9-adolescentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estamos, no Brasil, acostumados com pracinhas que tenham brinquedos que possibilitem o jogo de exerc\u00edcio, ou seja, nas quais as estruturas l\u00fadicas que desafiam e instigam as corporeidades e no\u00e7\u00f5es de for\u00e7a, equil\u00edbrio, elasticidade, motricidade ampla, velocidades, entre outras, estejam presentes. Nos p\u00e1tios de brincadeiras portenhos, vai-se al\u00e9m em termos de indutores de jogo, chegando ao jogo dram\u00e1tico em si, possivelmente: o que vemos tamb\u00e9m \u00e9 uma contextualiza\u00e7\u00e3o cultural relacionada \u00e0s culturas locais e aos territ\u00f3rios dos bairros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um exemplo aqui pode ser eloquente: h\u00e1 uma pra\u00e7a (Plaza Alf\u00e9rez Maria Sobral) que recebe o nome de um dos primeiros exploradores e pesquisadores argentinos da Ant\u00e1rtida. A Argentina requer historicamente soberania sobre alguns territ\u00f3rios ant\u00e1rticos e possui bases em funcionamento cont\u00ednuo no continente h\u00e1 diversas d\u00e9cadas. O p\u00e1tio de brincadeiras, ent\u00e3o, reproduz estruturas como um farol ant\u00e1rtico e traz brinquedos interativos inspirados nos animais, no clima e na geografia ant\u00e1rticos, instigando as crian\u00e7as a serem tamb\u00e9m pesquisadores do continente. Atravessando uma imensa baleia que possibilita in\u00fameras brincadeiras, pinguins giradores, placas de gelo m\u00f3veis, peixes, jogos de mem\u00f3ria, entre outros. H\u00e1 cartazes explicando a hist\u00f3ria do continente, contextualizando seu ecossistema, seu clima e sua fauna, entre outras informa\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas sobre a explora\u00e7\u00e3o ant\u00e1rtica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pra\u00e7a, assim, faz refer\u00eancias a algo caro \u00e0 cultura argentina e possibilita que, al\u00e9m dos jogos e brincadeiras f\u00edsico-corporais, haja uma contextualiza\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, geogr\u00e1fica e cultural que serve como indutor aos jogos simb\u00f3licos e de regras mais complexos. Como \u00e9 viver e nascer na Ant\u00e1rtida (sim, h\u00e1 oito argentinos que nasceram no continente entre os anos 70 e 80)? Como \u00e9 ser uma baleia ou estar dentro de uma? Como \u00e9 o caminhar dos pinguins e como chocam seus ovos nas patas? Podemos ser pinguins? Conseguimos atravessar uma geleira? Como? Quem s\u00e3o os exploradores que est\u00e3o no farol e como \u00e9 desbravar esse territ\u00f3rio branco e gelado? Os disparadores n\u00e3o cessam, e um olhar atento a cada detalhe e a cada dispositivo brincante da pracinha nos daria infinitas pistas. Certamente as estruturas e sua organiza\u00e7\u00e3o oferecem \u00e0s crian\u00e7as esses e muitos outros indutores de cria\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica e concreta de jogo coletivo e individual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aqui cabe ressaltar que, al\u00e9m da observa\u00e7\u00e3o emp\u00edrica das horas de pracinha que como m\u00e3e eu vivenciei ao longo deste ano (e de todos os anos anteriores, cumpre notar), as brincadeiras e os est\u00edmulos l\u00fadicos que chegam ao faz de conta estruturado, ao jogo coletivo de pap\u00e9is e a diversas possibilidades diretamente enla\u00e7adas ao ensino aprendizagem de teatro, das teatralidades e performatividades com crian\u00e7as, se fez mat\u00e9ria e carne pelas experimenta\u00e7\u00f5es da minha filha. Ela investigou com seu corpo e seus sentidos nesses territ\u00f3rios l\u00fadicos que s\u00e3o os p\u00e1tios de brincadeiras, ela incorporou sensa\u00e7\u00f5es, personagens, criou gestualidade e movimenta\u00e7\u00f5es significativas, experimentou, correu, escalou, se pendurou, lan\u00e7ou-se, gritou, confabulou e compartilhou com os companheiros de sua idade mundos de faz de conta estimulados pelos dispositivos brincantes, conheceu e se apropriou de culturas e conhecimentos que n\u00e3o faziam parte de seu repert\u00f3rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ambas, juntas, constitu\u00edmos uma pequena e andarilha equipe de pesquisa ao percorrer, experimentar, observar e registrar, at\u00e9 outubro de 2025, cerca de 30 p\u00e1tios de jogos em distintos bairros da cidade, constru\u00eddos a partir de tem\u00e1ticas que v\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o e transporte ao futebol, \u00e0 m\u00fasica, \u00e0 ci\u00eancia, \u00e0s diversas imigra\u00e7\u00f5es, \u00e0 flora e \u00e0 fauna aut\u00f3ctones (com direito a animais como nutria, jo\u00e3o de barro, e a \u00e1rvores gigantes), aos aparelhos p\u00fablicos, como universidade e hospitais, sem deixar de fora a crian\u00e7a protagonista por excel\u00eancia, n\u00e3o s\u00f3 do imagin\u00e1rio argentino como de toda a Am\u00e9rica Latina, a pequena e amada Mafalda, personagem de Quino que tamb\u00e9m tem um p\u00e1tio de brincadeiras em sua homenagem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E assim seguimos, nossa enxuta equipe de pesquisa formada por m\u00e3e e filha, pesquisando atrav\u00e9s de observa\u00e7\u00e3o participante e de pesquisa-a\u00e7\u00e3o da brincadeira, jogando, explorando, conhecendo e ampliando horizontes de pertencimento, de troca, de ocupa\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os, f\u00edsicos e simb\u00f3licos, dos territ\u00f3rios pelas crian\u00e7as. Afirmando tamb\u00e9m que maternar e pesquisar se atravessam, indelevelmente, e que, ao assumir isso, n\u00e3o calaremos mais nossas maternidades na universidade.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-accent-background-color has-background wp-block-paragraph\"><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/1053344699071170\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ta\u00eds Ferreira<\/a> \u00e9 docente da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o (Faced\/UFRGS).<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-fe48e5de wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button is-style-outline is-style-outline--1\"><a class=\"wp-block-button__link has-text-color has-link-color has-custom-font-size wp-element-button\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/category\/artigo\/\" style=\"border-radius:16px;color:#135e96;font-size:15px\">Veja mais conte\u00fados da coluna <strong>Artigos<\/strong><\/a><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size wp-block-paragraph\"><em>As opini\u00f5es expressas nos textos assinados s\u00e3o de responsabilidade de seus autores e n\u00e3o refletem o posicionamento editorial do JU ou da UFRGS.<\/em><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ta\u00eds Ferreira, docente da Faced, relata sua investiga\u00e7\u00e3o por p\u00e1tios de brincadeiras de Buenos Aires<span class=\"more-link\"><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/\">Leia mais<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":123863,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"page_builder":"","footnotes":"","_ppma_block_editor_authors":""},"categories":[53],"tags":[7870,278,5760,3658,578,7868,7865,7871,7869,7866,229],"ppma_author":[2938],"class_list":["entry","author-gerente","has-excerpt","post-122644","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-artigo","tag-buenos-aires","tag-educacao","tag-infancias","tag-ludicidade","tag-maternidade-2","tag-observacao-participante","tag-patios-de-brincadeiras","tag-patios-de-juegos","tag-pesquisa-acao","tag-preformance","tag-teatro"],"pp_statuses_selecting_workflow":false,"pp_workflow_action":"current","pp_status_selection":"publish","yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.7 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>M\u00e3e e filha podem pesquisar juntas? - Jornal da Universidade<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Artigo | Ta\u00eds Ferreira, docente da Faced, relata sua investiga\u00e7\u00e3o por p\u00e1tios de brincadeiras de Buenos Aires\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"M\u00e3e e filha podem pesquisar juntas? - Jornal da Universidade\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Artigo | Ta\u00eds Ferreira, docente da Faced, relata sua investiga\u00e7\u00e3o por p\u00e1tios de brincadeiras de Buenos Aires\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Jornal da Universidade\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/jornaldauniversidadeufrgs\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2025-12-11T10:14:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/ConversaentreMulheressobreLazer_B_72dpi.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1500\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"1000\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Jornal da Universidade\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@jornaldaufrgs\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@jornaldaufrgs\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"NewsArticle\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Jornal da Universidade\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/6a4a28aca6862d44478244aebd5cd3d6\"},\"headline\":\"M\u00e3e e filha podem pesquisar juntas?\",\"datePublished\":\"2025-12-11T10:14:00+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\\\/\"},\"wordCount\":1646,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2025\\\/12\\\/ConversaentreMulheressobreLazer_B_72dpi.jpg\",\"keywords\":[\"Buenos Aires\",\"Educa\u00e7\u00e3o\",\"inf\u00e2ncias\",\"ludicidade\",\"maternidade\",\"observa\u00e7\u00e3o participante\",\"p\u00e1tios de brincadeiras\",\"patios de juegos\",\"pesquisa-a\u00e7\u00e3o\",\"preformance\",\"Teatro\"],\"articleSection\":[\"Artigo\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\\\/\",\"name\":\"M\u00e3e e filha podem pesquisar juntas? - Jornal da Universidade\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2025\\\/12\\\/ConversaentreMulheressobreLazer_B_72dpi.jpg\",\"datePublished\":\"2025-12-11T10:14:00+00:00\",\"description\":\"Artigo | Ta\u00eds Ferreira, docente da Faced, relata sua investiga\u00e7\u00e3o por p\u00e1tios de brincadeiras de Buenos Aires\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2025\\\/12\\\/ConversaentreMulheressobreLazer_B_72dpi.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2025\\\/12\\\/ConversaentreMulheressobreLazer_B_72dpi.jpg\",\"width\":1500,\"height\":1000,\"caption\":\"Cr\u00e9dito: Dantara Stamado Ordov\u00e1s (@dantara.art) \\\/ @histpraticart\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"M\u00e3e e filha podem pesquisar juntas?\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/\",\"name\":\"Jornal da Universidade | UFRGS\",\"description\":\"\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/#organization\"},\"alternateName\":\"JU | UFRGS\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/#organization\",\"name\":\"Universidade Federal do Rio Grande do Sul\",\"alternateName\":\"UFRGS\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/07\\\/LOGOS-UFRGS-PRETO_VERMELHO-e1586884311936.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/07\\\/LOGOS-UFRGS-PRETO_VERMELHO-e1586884311936.jpg\",\"width\":83,\"height\":64,\"caption\":\"Universidade Federal do Rio Grande do Sul\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/jornaldauniversidadeufrgs\",\"https:\\\/\\\/x.com\\\/jornaldaufrgs\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/ufrgs.jornal\\\/\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.ufrgs.br\\\/jornal\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/6a4a28aca6862d44478244aebd5cd3d6\",\"name\":\"Jornal da Universidade\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"M\u00e3e e filha podem pesquisar juntas? - Jornal da Universidade","description":"Artigo | Ta\u00eds Ferreira, docente da Faced, relata sua investiga\u00e7\u00e3o por p\u00e1tios de brincadeiras de Buenos Aires","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"M\u00e3e e filha podem pesquisar juntas? - Jornal da Universidade","og_description":"Artigo | Ta\u00eds Ferreira, docente da Faced, relata sua investiga\u00e7\u00e3o por p\u00e1tios de brincadeiras de Buenos Aires","og_url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/","og_site_name":"Jornal da Universidade","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/jornaldauniversidadeufrgs","article_published_time":"2025-12-11T10:14:00+00:00","og_image":[{"width":1500,"height":1000,"url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/ConversaentreMulheressobreLazer_B_72dpi.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Jornal da Universidade","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@jornaldaufrgs","twitter_site":"@jornaldaufrgs","schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"NewsArticle","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/"},"author":{"name":"Jornal da Universidade","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/#\/schema\/person\/6a4a28aca6862d44478244aebd5cd3d6"},"headline":"M\u00e3e e filha podem pesquisar juntas?","datePublished":"2025-12-11T10:14:00+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/"},"wordCount":1646,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/ConversaentreMulheressobreLazer_B_72dpi.jpg","keywords":["Buenos Aires","Educa\u00e7\u00e3o","inf\u00e2ncias","ludicidade","maternidade","observa\u00e7\u00e3o participante","p\u00e1tios de brincadeiras","patios de juegos","pesquisa-a\u00e7\u00e3o","preformance","Teatro"],"articleSection":["Artigo"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/","name":"M\u00e3e e filha podem pesquisar juntas? - Jornal da Universidade","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/ConversaentreMulheressobreLazer_B_72dpi.jpg","datePublished":"2025-12-11T10:14:00+00:00","description":"Artigo | Ta\u00eds Ferreira, docente da Faced, relata sua investiga\u00e7\u00e3o por p\u00e1tios de brincadeiras de Buenos Aires","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/ConversaentreMulheressobreLazer_B_72dpi.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/ConversaentreMulheressobreLazer_B_72dpi.jpg","width":1500,"height":1000,"caption":"Cr\u00e9dito: Dantara Stamado Ordov\u00e1s (@dantara.art) \/ @histpraticart"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/mae-e-filha-podem-pesquisar-juntas\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"M\u00e3e e filha podem pesquisar juntas?"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/#website","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/","name":"Jornal da Universidade | UFRGS","description":"","publisher":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/#organization"},"alternateName":"JU | UFRGS","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/#organization","name":"Universidade Federal do Rio Grande do Sul","alternateName":"UFRGS","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/LOGOS-UFRGS-PRETO_VERMELHO-e1586884311936.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/LOGOS-UFRGS-PRETO_VERMELHO-e1586884311936.jpg","width":83,"height":64,"caption":"Universidade Federal do Rio Grande do Sul"},"image":{"@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/jornaldauniversidadeufrgs","https:\/\/x.com\/jornaldaufrgs","https:\/\/www.instagram.com\/ufrgs.jornal\/"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/#\/schema\/person\/6a4a28aca6862d44478244aebd5cd3d6","name":"Jornal da Universidade"}]}},"authors":[{"term_id":2938,"user_id":1,"is_guest":0,"slug":"gerente","display_name":"Jornal da Universidade","avatar_url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/7c510a0d13cfecf157c5c86a7638df0b9d56cd6c87edb3add556172fee3e1f61?s=96&d=mm&r=g","author_category":"","user_url":"","last_name":"","first_name":"","job_title":"","description":""}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/122644","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=122644"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/122644\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":123905,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/122644\/revisions\/123905"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/123863"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=122644"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=122644"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=122644"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=122644"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}