{"id":197,"date":"2022-01-25T16:30:43","date_gmt":"2022-01-25T19:30:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/labgeo\/?page_id=197"},"modified":"2022-04-19T16:42:44","modified_gmt":"2022-04-19T19:42:44","slug":"historico","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/labgeo\/index.php\/o-laboratorio\/historico\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3rico"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">A inser\u00e7\u00e3o do geoprocessamento nas atividades do Centro de Ecologia iniciou em meados de 1988, quando o Coordenador do Laborat\u00f3rio, Prof. Heinrich Hasenack, retornou da Su\u00ed\u00e7a onde frequentou o curso de Tecnologias de sistemas de informa\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica para estudos da biosfera. Este curso foi patrocinado pelo\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\"  href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/labgeo?goto=IRhMXgcUFUkSPgYCSglKXFRjGSZMaA\" target=\"_blank\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">UNITAR<\/mark><\/strong><\/a>\u00a0(<em>United Nations Institute for Training and Research<\/em>) e pelo\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\"  href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/labgeo?goto=IRhMXgcUFUkSPgYCSgVOE0k_EXs\" target=\"_blank\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">UNEP<\/mark><\/strong><\/a>\u00a0(<em>United Nations Environment Programme<\/em>) e ministrado por docentes do Departamento de Engenharia Rural da\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\"  href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/labgeo?goto=IRhMXgcUFUkSPgYSVAZSE0UlWT1FI0wSZAQSeyJcOkg\" target=\"_blank\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">EPFL<\/mark><\/strong><\/a>\u00a0(<em>Ecole Polytechnique F\u00e9d\u00e9rale de Lausanne<\/em>), em Lausanne e t\u00e9cnicos do UNEP\/GRID (<em>Global Resources Information Database<\/em>) em Genebra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">No retorno ao Brasil, a dura realidade: a dificuldade de acesso a computadores e <em>softwares<\/em> de sistemas de informa\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, em parte devido \u00e0 Lei de Inform\u00e1tica ent\u00e3o em vigor. A alternativa para p\u00f4r em pr\u00e1tica os conhecimentos adquiridos foi realizar an\u00e1lises usando os tradicionais mapas em papel e aplicando os princ\u00edpios, hoje amplamente conhecidos, de sobreposi\u00e7\u00e3o de planos de informa\u00e7\u00e3o. A primeira aplica\u00e7\u00e3o desta natureza ocorreu na disciplina Pesquisa em Geografia I (GEO 164) do curso de Geografia da UFRGS, cujo trabalho envolveu a avalia\u00e7\u00e3o do potencial de degrada\u00e7\u00e3o no bairro Santa Isabel, munic\u00edpio de Viam\u00e3o-RS.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">A partir da mudan\u00e7a do Centro de Ecologia para o Campus do Vale, em mar\u00e7o de 1990, o Laborat\u00f3rio passou a ter espa\u00e7o pr\u00f3prio e recebeu os primeiros equipamentos: um computador e uma impressora jato de tinta colorida A4. Nessa \u00e9poca, entretanto, os computadores pessoais tinham grandes limita\u00e7\u00f5es de processamento e, em especial, de capacidade gr\u00e1fica. O custo das licen\u00e7as dos <em>softwares<\/em> de SIG comerciais tamb\u00e9m era elevado e n\u00e3o raramente era necess\u00e1rio adquirir hardware especial, tamb\u00e9m de alto custo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">Em agosto do mesmo ano, chega ao laborat\u00f3rio o primeiro <em>software<\/em> de SIG: o UNITAR doou a cada um dos ex-alunos de seu curso de treinamento uma c\u00f3pia do <em>Idrisi 3.1<\/em>, lan\u00e7ado em 1989. Come\u00e7ou para n\u00f3s, finalmente, a era digital! Frente \u00e0s limita\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas da \u00e9poca, o <em>Idrisi<\/em> mostrou-se extremamente vers\u00e1til por exigir poucos recursos de <em>hardware<\/em> e ser de f\u00e1cil aprendizado, demonstrando ser uma tecnologia apropriada \u00e0 nossa realidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">Os trabalhos ent\u00e3o desenvolvidos estiveram associados com pesquisas em andamento no Centro de Ecologia, como o projeto PADCT (Programa de Apoio ao Desenvolvimento de Ci\u00eancia e Tecnologia), com estudos na Regi\u00e3o Carbon\u00edfera do Baixo Jacu\u00ed, o projeto CIRM (Comiss\u00e3o Interministerial para os Recursos do Mar) associado ao gerenciamento do litoral e o Projeto SEMA (Secretaria Especial do Meio Ambiente) com o programa de gerenciamento da Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica do Taim, todos no estado do Rio Grande do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">Paralelo \u00e0 introdu\u00e7\u00e3o do SIG em projetos pr\u00f3prios, buscava-se sensibilizar diferentes setores da Sociedade no uso desta ferramenta como apoio \u00e0 tomada de decis\u00e3o, em especial prefeituras e \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, para que as informa\u00e7\u00f5es geradas nos projetos pudessem ser efetivamente aproveitadas. Uma das dificuldades estava associada ao idioma, uma vez que o <em>Idrisi<\/em> foi desenvolvido na l\u00edngua inglesa. Fazia-se necess\u00e1ria a tradu\u00e7\u00e3o do software para o portugu\u00eas. Em 1991, em contato pessoal com Ron Eastman, l\u00edder de desenvolvimento do <em>Idrisi<\/em> na <em>Clark University<\/em>, foi-nos sugerido iniciar pela tradu\u00e7\u00e3o dos tutoriais, pois \u00e9 o primeiro documento que um novo usu\u00e1rio usa para se familiarizar com o <em>software<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">Em mar\u00e7o de 1992 foi lan\u00e7ada a vers\u00e3o 4.0 do <em>Idrisi<\/em>, em sistema operacional DOS, incorporando avan\u00e7ados recursos de apoio \u00e0 decis\u00e3o, ferramentas que s\u00f3 estariam dispon\u00edveis em outros <em>softwares<\/em> anos mais tarde. A tradu\u00e7\u00e3o dos tutoriais da vers\u00e3o 4.0 DOS foi conclu\u00edda em 1994, quando solicitamos autoriza\u00e7\u00e3o para publica\u00e7\u00e3o \u00e0 <em>Clark University<\/em>. A revis\u00e3o do texto foi feita gentilmente pelo Prof. Marcelo Pereira de Souza, da USP\/S\u00e3o Carlos, ent\u00e3o bolsista no projeto <em>Idrisi<\/em> da <em>Clark University<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">Em 1994 o Laborat\u00f3rio de Geoprocessamento tamb\u00e9m adquiriu uma mesa digitalizadora e o <em>software<\/em> Tosca 2.0, este tamb\u00e9m desenvolvido pelo grupo do projeto <em>Idrisi<\/em>. Apesar das limita\u00e7\u00f5es, o Tosca foi extremamente \u00fatil nos primeiros passos da digitaliza\u00e7\u00e3o do acervo cartogr\u00e1fico do Laborat\u00f3rio. Em fun\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es espaciais digitalizadas em diversos projetos, algumas vezes cobrindo \u00e1reas comuns, constatou-se a necessidade de estruturar os dados para facilitar seu acesso e evitar duplica\u00e7\u00e3o de esfor\u00e7os. Come\u00e7ou nesse momento uma iniciativa para organizar bases de dados espaciais estruturadas, seguindo um padr\u00e3o de qualidade e documenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">Concomitante com a autoriza\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o da tradu\u00e7\u00e3o dos tutoriais, impressos na gr\u00e1fica da UFRGS em 1995, o Centro de Ecologia recebeu convite para sediar um\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\"  href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/labgeo?goto=IRhMXgcUFUkSPgYUSAFMVkosFCcFKFsNZRAFJiVdJUdUPRwSLxIpESZOSn1eLgkgKgkxYhQrCA\" target=\"_blank\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">Centro de Recursos Idrisi para Pa\u00edses de L\u00edngua Portuguesa<\/mark><\/strong><\/a>. Ao inv\u00e9s de representantes comerciais do <em>software<\/em>, a <em>Clark University<\/em> buscava oferecer apoio aos usu\u00e1rios em diferentes idiomas. Os primeiros cinco centros foram criados em 1995, sendo quatro na Europa (\u00c1ustria, Gr\u00e3-Bretanha, Hungria, Su\u00ed\u00e7a) e um no Brasil. Desde ent\u00e3o v\u00e1rios outros Centros de Recursos Idrisi foram criados, tamb\u00e9m na \u00c1sia, na \u00c1frica e na Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">Em 1996 foi lan\u00e7ada a primeira vers\u00e3o do Idrisi para sistema operacional <em>Windows<\/em>, o que demandou novamente a tradu\u00e7\u00e3o dos respectivos tutoriais e, adicionalmente, dos menus do <em>software<\/em>. Esta tarefa foi desenvolvida com o aux\u00edlio de um colaborador rec\u00e9m chegado ao grupo de trabalho, Eliseu Weber. A publica\u00e7\u00e3o dos tutoriais da Vers\u00e3o <em>Idris<\/em>i <em>for Windows<\/em> 1.0 ocorreu ainda em 1996.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">Com o lan\u00e7amento do <em>Idrisi for Windows<\/em> 2.0, em 1997, os tutoriais introdut\u00f3rios da vers\u00e3o anterior foram atualizados e os tutoriais avan\u00e7ados que acompanhavam essa nova vers\u00e3o tamb\u00e9m foram traduzidos. Por solicita\u00e7\u00e3o de muitos usu\u00e1rios, incluiu-se ainda a tradu\u00e7\u00e3o da parte introdut\u00f3ria do manual do usu\u00e1rio, onde s\u00e3o abordados conceitos b\u00e1sicos de sistemas de informa\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, sensoriamento remoto e bancos de dados cartogr\u00e1ficos digitais. Essa tradu\u00e7\u00e3o foi publicada em 1998.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">Nesse mesmo ano foi tamb\u00e9m lan\u00e7ado o <em>Cartalinx<\/em>, um <em>software<\/em> para estrutura\u00e7\u00e3o de dados vetoriais, extremamente leve e simples e que contempla a estrutura topol\u00f3gica e o armazenamento de atributos. O <em>Cartalinx<\/em> facilitou a edi\u00e7\u00e3o de dados vetoriais a partir de diversas fontes, como mesa digitalizadora, vetoriza\u00e7\u00e3o em tela a partir de mapas escaneados, listas de coordenadas em arquivos de texto e coordenadas polares (rumo\/azimute e comprimento), al\u00e9m de aceitar dados diretamente de receptores GPS de navega\u00e7\u00e3o. O <em>Cartalinx<\/em> funciona independente do <em>Idrisi<\/em> e possibilita a exporta\u00e7\u00e3o para v\u00e1rios outros <em>softwares<\/em> de SIG.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">Em 2001 foi lan\u00e7ado o <em>Idrisi<\/em> 32, primeira vers\u00e3o do Idrisi para sistema operacional <em>Windows<\/em> de 32 <em>bits<\/em>. Apesar de v\u00e1rias tentativas, n\u00e3o foi poss\u00edvel realizar a tradu\u00e7\u00e3o dos exerc\u00edcios tutoriais desta e das vers\u00f5es posteriores do <em>Idrisi<\/em>. As dificuldades em avan\u00e7ar na tradu\u00e7\u00e3o, em parte, resultaram da concentra\u00e7\u00e3o de esfor\u00e7os para atender a demanda por cursos de capacita\u00e7\u00e3o e treinamento, especialmente de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos. De outro lado, a expans\u00e3o do uso da Internet tornou o uso do ingl\u00eas mais disseminado e, pela maior familiariza\u00e7\u00e3o, diminuiu a dificuldade dos usu\u00e1rios em usar o material did\u00e1tico neste idioma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">A partir desse per\u00edodo, intensificaram-se tamb\u00e9m as atividades de apoio aos usu\u00e1rios e os projetos de extens\u00e3o e de pesquisa, buscando demonstrar a aplica\u00e7\u00e3o do SIG em diferentes \u00e1reas do conhecimento (sa\u00fade, meio ambiente, pol\u00edticas p\u00fablicas, agricultura, planejamento rural e urbano, etc.).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">Em 2003 foi lan\u00e7ada a vers\u00e3o 14 do <em>Idrisi<\/em>, chamada de <em>Idrisi Kilimanjaro<\/em>, a primeira vers\u00e3o cujo nome remetia a quest\u00f5es ambientais, no caso, o monte Kilimanjaro, no Qu\u00eania. Tr\u00eas anos mais tarde, em 2006, seguindo a mesma tend\u00eancia, foi lan\u00e7ada a vers\u00e3o 15 do <em>Idrisi<\/em>, chamada de <em>Idrisi Andes<\/em> e, em 2009, a vers\u00e3o 16, chamada de <em>Idrisi Taig<\/em>a. Em 2012 foi lan\u00e7ada a vers\u00e3o 17 do<em> Idrisi<\/em>, chamada de <em>Idrisi Selva<\/em>, que \u00e9 a vers\u00e3o corrente do <em>Idrisi<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">A experi\u00eancia adquirida ao longo dos \u00faltimos anos, em especial atrav\u00e9s de cursos, demonstrou que a car\u00eancia de dados espaciais digitais para uso em SIG \u00e9 um dos grandes obst\u00e1culos para a maior difus\u00e3o dessa tecnologia no Brasil. Visando colaborar neste sentido, partiu-se tamb\u00e9m para a gera\u00e7\u00e3o de algumas bases cartogr\u00e1ficas digitais. At\u00e9 o momento foram publicados Modelos Digitais de Eleva\u00e7\u00e3o (SRTM) para os estados brasileiros, uma base cartogr\u00e1fica 1:250.000 para o Rio Grande do Sul, uma base 1:50.000 para a regi\u00e3o da Serra Ga\u00facha e uma base vetorial cont\u00ednua na escala 1:50.000 para o Rio Grande do Sul. Esta \u00faltima \u00e9 produto de um dos maiores esfor\u00e7os do Labgeo, demorando cerca de 10 anos para ser conclu\u00edda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">Diversos outros dados espaciais digitais, gerados em diferentes projetos, tamb\u00e9m s\u00e3o disponibilizados pelo Labgeo na forma de arquivos estruturados para uso em SIG. Para o estado do Rio Grande do Sul, est\u00e3o dispon\u00edveis os arquivos referentes ao Mapeamento da Cobertura Vegetal do Bioma Pampa (MMA\/PROBIO). Para a Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre est\u00e3o dispon\u00edveis v\u00e1rios mapas tem\u00e1ticos da bacia do Rio Gravata\u00ed. Para o munic\u00edpio de Porto Alegre, s\u00e3o disponibilizados todos os dados espaciais gerados para o Diagn\u00f3stico Ambiental de Porto Alegre, a base altim\u00e9trica vetorial cont\u00ednua de Porto Alegre (escala 1:1.000) e o mapa geomorfol\u00f3gico de Porto Alegre. Para outros pa\u00edses de l\u00edngua portuguesa, s\u00e3o disponibilizados tamb\u00e9m os respectivos Modelos Digitais de Eleva\u00e7\u00e3o do SRTM.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"letter-spacing:0.5px\">Desde 2009 o Labgeo come\u00e7ou a desenvolver recursos usando bancos de dados geogr\u00e1ficos e <em>Web GIS<\/em>. A primeira aplica\u00e7\u00e3o foi o\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\"  href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/labgeo?goto=IRhMXk4BFRESPl9GChVYT0E-WDZZaEAELBABMDlcJVFFO0EBZQYjCzhCTDFJIgg6YA\" target=\"_blank\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">mapa de localiza\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os f\u00edsicos da UFRGS<\/mark><\/strong><\/a>. Desenvolvido para auxiliar a administra\u00e7\u00e3o interna, o sistema interliga um banco de dados geogr\u00e1fico contendo as plantas dos pr\u00e9dios e um banco de dados dos espa\u00e7os f\u00edsicos da universidade. \u00c9 poss\u00edvel fazer buscas por campi, n\u00famero ou nome do pr\u00e9dio e encontrar sua localiza\u00e7\u00e3o no mapa, bem como clicar no pr\u00e9dio para recuperar suas principais informa\u00e7\u00f5es. Na mesma linha, tamb\u00e9m foi desenvolvido um sistema para o\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\"  href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/labgeo?goto=IRhMXgcUFVMEOUlaRQQQSEA_EScFJVtF\" target=\"_blank\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">mapeamento das institui\u00e7\u00f5es de atendimento de usu\u00e1rios de \u00e1lcool e outras drogas<\/mark><\/strong><\/a>, em um projeto conjunto com o Hospital de Cl\u00ednicas de Porto Alegre (HCPA) e a Secretaria Nacional de Pol\u00edticas sobre Drogas (SENAD). Este \u00faltimo mais tarde deu origem ao\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\"  href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/labgeo?goto=IRhMXgcUFUkSPgYaRRBfEEU5WCFNNU4ZZAASeg\" target=\"_blank\"><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">Censo das Comunidades Terap\u00eauticas no Brasil<\/mark><\/strong><\/a>, tamb\u00e9m executado em conjunto com o HCPA e a SENAD. As tr\u00eas iniciativas continuam em desenvolvimento.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A inser\u00e7\u00e3o do geoprocessamento nas atividades do Centro de Ecologia iniciou em meados de 1988, quando o Coordenador do Laborat\u00f3rio, Prof. Heinrich Hasenack, retornou da Su\u00ed\u00e7a onde frequentou o curso de Tecnologias de sistemas de informa\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica para estudos da biosfera. 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