TARTARUGA-VERDE – MUCIN



Digitalização 3D de Tartaruga-verde taxidermizada do acervo do Museu de Ciências Naturais (MUCIN).

 

Descrição:

A tartaruga-verde (Chelonia mydas) ocorre em todos os oceanos, em regiões subtropicais ou tropicais, vivendo principalmente perto da costa dos continentes ou em torno de ilhas. A carapaça dos adultos atinge em média 1,2 m de comprimento e sua massa corporal média é de cerca de 230 kg. No Brasil, desova principalmente em ilhas como o Atol das Rocas, Trindade e Fernando de Noronha. A tartaruga-verde é bastante comum ao longo de toda a costa brasileira em áreas de alimentação.

Durante os primeiros anos de vida, as tartarugas-verdes são onívoras, consumindo preferencialmente alimento de origem animal. Depois deste primeiro estágio, estes animais tornam-se predominantemente herbívoros, alimentando-se de várias espécies de algas. É a única espécie de tartaruga marinha com este tipo de dieta.

O litoral do Rio Grande do Sul é utilizado apenas por indivíduos juvenis de tartaruga-verde. Neste estágio, estes animais estão trocando a dieta, ou seja, tornando-se herbívoros. É muito comum encontrarmos restos de sacolas ou embalagens plásticas no estômago desta espécie, o que pode, na maioria das vezes, provocar a morte ou grave debilitação dos animais.

O Centro de Reabilitação de Animais Silvestres e Marinhos (CERAM) do Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (CECLIMAR) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) tem recebido um número cada vez maior de tartarugas nos últimos anos. A ingestão de resíduos de origem humana é a principal causa da morte destes animais recebidos pelo CERAM.

Dados técnicos:

modelo em baixa resolução
(visualização online)
modelo em alta resolução
(arquivo original)
N° de vértices 10.178 282.234
Tipo de faces quadriláteros triângulos
N° de faces 10.177 564.464
Tamanho da malha 1,44 MB (.obj) 26,3 MB (.stl)
Mapa de textura/cor 1,00 MB (4k)
Mapa de normais 156 KB (4k)

método de aquisição do modelo: Scanner 3D Artec Eva